Plásticas
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Depois de colocar próteses de silicone nos glúteos, muitas mulheres optam por retirar

Imagem: Divulgação/Patrick/CO Assessoria

 

Depois de colocar próteses de silicone nos glúteos em julho, a apresentadora Eliana Faria voltou ao hospital para retirar os implantes, neste mês. Ela justificou-se dizendo que “mulher grande só é bonita de bunda de fora”, reclamando que, ao colocar um vestido, o resultado não a agradava. A insatisfação com o procedimento não é incomum, segundo o cirurgião plástico Luís Henrique Ishida, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Regional São Paulo.

Ishida afirma que não há números oficiais sobre a retirada de implantes nessa região do corpo, mas ele mesmo costuma atender pacientes com esse pedido com uma certa frequência.

O médico diz que as pessoas associam esse procedimento com a colocação de próteses nas mamas, só que a cirurgia nos glúteos é muito mais complexa e, portanto, requer um cirurgião bastante capacitado para se ter um bom resultado.

Na opinião do médico, a paciente ideal para a colocação de próteses é aquela com biótipo magro e que não tem bumbum projetado. As demais deveriam considerar como alternativa para delinear essa parte do corpo o enxerto de gordura.

Fonte: UOL

beijos, Fran
29/03 2017
Plásticas
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Como funcionam as anestesias

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A anestesia é um procedimento médico que visa bloquear temporariamente a capacidade do cérebro de reconhecer um estímulo doloroso. Graças à anestesia, os médicos são capazes de realizar cirurgias e outros procedimentos invasivos sem que o paciente sinta dor.

Neste texto vamos explicar resumidamente quais os tipos mais comuns de anestesia na prática médica, incluindo:

  • Anestesia geral.
  • Anestesia peridural.
  • Anestesia raquidiana.
  • Anestesia local.

Sensação de dor

Para entendermos como funcionam as anestesias, vale a pena uma rápida explicação sobre o que é a dor.

importantes do nosso organismo, sendo ativada toda vez que um tecido nosso esteja sofrendo algum tipo de estresse ou injúria. Inicialmente, pode parecer estranho pensar que um mecanismo que serve para nos proteger provoque um sensação tão ruim quanto a dor. Mas, pense bem, se você encostar em uma superfície muito quente, o seu cérebro precisa lhe avisar para retirar a mão o mais depressa possível, antes que você sofra queimaduras graves. O melhor modo para que você responda imediatamente, sem pensar e sem questionar, é fazer-lhe sentir que aquela ação de encostar no calor seja algo extremamente desconfortável. Com a dor, você não só vai retirar a mão o mais rápido possível, como não irá querer pô-la de volta de modo algum.

Para podermos sentir dor, é preciso haver receptores para identificar lesões dos tecidos e nervos sensitivos especializados em transportar a sensação de dor. Nossa pele, por exemplo, é amplamente inervada por nervos sensitivos capazes de reconhecer eventos traumáticos mínimos. Quando sofremos um corte, uma queimadura, uma picada ou qualquer outra injúria do tecido da pele, estes nervos são ativados, enviando rapidamente sinais elétricos em direção à medula espinhal, que por sua vez, transporta-os para o cérebro, onde a sensação de dor é reconhecida.

Portanto, se quisermos bloquear a sensação de dor, podemos agir em três pontos:
1. No local exato onde a injúria está ocorrendo, através do bloqueio dos receptores da dor presentes na pele.
2. Na medula espinhal, bloqueando um sinal doloroso vindo de um nervo periférico, impedindo que o mesmo continue seu trajeto e chegue ao cérebro.
3. No cérebro, impedindo que o mesmo reconheça os sinais dolorosos que chegam a si.

Esse três modos de agir sobre a dor são os mecanismos básicos da anestesia local, anestesia regional e anestesia geral, respectivamente.

 

Fonte :mdsaude

beijos, Fran
28/03 2017
Mamoplastia
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Nota de esclarecimento

ESCLARECIMENTO: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Federación Iberolatinoamericana de Cirurgia Plástica

▶NOTA TÉCNICA
IMPLANTES DE SILICONE
▶MATÉRIAS VEICULADAS NA MÍDIA EM 22/março/2017
O FDA (Food and Drug Administration), reportou associação de 9 mortes (em 359 casos) de um tipo raro de linfoma – Linfoma Anaplásico de Células Grandes (ALCL), desenvolvidos na cápsula orgânica ao redor de implantes mamários de silicone. Desde a primeira comunicação em 2011 correlacionando este tipo de tumor aos implantes mamários vários estudos foram, e seguem sendo realizados sem que se possa, até o momento, estabelecer parâmetros científicos para essa associação. Os estudos apresentados envolveram uma análise de eventos adversos reportados em pacientes de 37 países, entre os quais o Brasil, selecionados por serem os que mais utilizam este tipo de dispositivo. Foi utilizado para o estudo um banco de dados de registros de tumores deste tipo (Linfoma Anaplásico de Células Grandes). Como resultado a FDA afirma ser impossível afirmar cientificamente o número exato de casos, em função dos relatos limitados de problemas e da falta de informações globais sobre implantes.
De acordo com a ASAPS (American Society for Aesthetic Plastic Surgery) cerca de 290 mil mulheres foram submetidas a cirurgias de implantes mamários por razões estéticas e 109 mil para reconstrução mamária com implante, nos USA no ano de 2016.
As evidências científicas da literatura mostram que este tipo de tumor, representa 0,0003 % de mulheres portadoras de implante, o que demostra uma incidência extremamente baixa, e que, segundo a FILACP (Federação Latino-americana de Cirurgia Plástica), não permite estabelecer nenhuma associação estatisticamente significativa entre o surgimento do Linfoma Anaplásico de Grandes Células e qualquer característica de implantes, do paciente ou do tipo de cirurgia. Mesmo assim esta possibilidade deve fazer parte de protocolo de seguimento dos pacientes, principalmente nos casos de seromas tardios, bem como deve constar do instrumento de consentimento informado.
Diante do exposto a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) tranquiliza a população.

Fonte: Dr Edgard Lopez Campos

beijos, Fran
25/03 2017
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