Mamoplastia
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Quais são os formatos de prótese de silicone existentes?

Existem três tipos de próteses de silicone: o cônico, o redondo e o natural, conhecido também como gota.

A prótese cônica tem esse nome porque tem a menor base entre os formatos de prótese de silicone existentes, porém ela tem o maior volume concentrado no meio, fazendo com que ela realmente pareça um cone. Esse formato que dá projeção às mamas. Ele é indicado, principalmente, para mulheres magras que têm o tórax estreito e não possuem quase nada de volume nos seios.

Redonda

As próteses redondas possuem um diâmetro um pouco maior que a cônicas e a projeção não fica concentrada no meio, dando assim, um aspecto arredondado. Ela é considerada como uma prótese de perfil alto, ou seja, indicada para mulheres com tórax proporcional e que já têm, naturalmente, mamas com volume.

Ela preenche bastante o colo, deixando desenhado, sem perder a naturalidade, e por isso é amplamente o formato mais utilizado.

Gota

Já as próteses em forma de gota possuem um perfil anatômico, e a maior parte do volume de silicone encontra-se concentrado na parte inferior da prótese.

Ela proporciona o aumento da mama, mas faz com que o seu contorno permaneça natural. São indicadas para pessoas que já não querem nenhuma projeção ou colo marcado, já que elas possuem projeção frontal menor que as próteses de silicone de perfil alto.

Contudo, é importante lembrar que existem ainda no mercado as próteses de perfil baixo. Embora pouco utilizadas, elas são ideais para quem deseja uma maior projeção do colo mamário e pouca projeção para frente.

beijos, Fran
01/05 2018
Mamoplastia
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A escolha do tamanho da prótese é feita pela paciente?

Esta, sem dúvida, é a pergunta que lidera entre as mulheres. Na primeira consulta de avaliação, o cirurgião plástico vai analisar o tipo físico e outras características como: Tamanho do tórax, se a pele suporta uma prótese maior, a distância entre um seio e outro etc… Feito isso, ele determinará o tamanho ideal de prótese de silicone para cada corpo.

beijos, Fran
30/04 2018
Mamoplastia
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Silicone com chip promete mais segurança

 

Imagine implantar um seio de silicone que já vem com um microchip capaz de rastrear detalhes sobre a prótese, inclusive o seu prazo de validade? Pois a novidade já está disponível no mercado brasileiro para ser comercializada e promete tornar ainda mais cara a cirurgia para aumento de mama, cujo preço médio hoje varia entre R$ 3 mil e R$ 7 mil. O chamado implante de silicone inteligente promete garante mais segurança às pacientes e também aos médicos.

“Por meio de um aparelho portátil que lê as informações do microchip, é possível ter acesso, de forma rápida e não invasiva, a dados importantes, como o nome do fabricante, o lote, a data de fabricação, o modelo e o tamanho da prótese”, explica o cirurgião plástico Cláudio Lemos, membro das Associações Brasileira e Americana de Cirurgia Plástica e pós-graduado pelo Instituto Ivo Pitanguy.

O médico ainda explica que esse é um grande avanço, pois muitas vezes os dados se perdem. “Após alguns anos, a paciente troca de médico e não sabe dizer a marca nem o tamanho da prótese dela. Ter essas informações facilita o trabalho do cirurgião no caso de uma troca do implante e dá mais proteção às mulheres”, afirma Lemos.

O modelo desenvolvido pela marca Motiva Implants funciona como um microchip de cobre revestido por vidro, que foi encapsulado dentro das próteses de mamas da como um recurso, biocompatível e seguro, para armazenar dados. A novidade recebeu o registro da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no final de março e as primeiras cirurgias estão previstas para este mês. Na Europa, implantes com chip já são usados há sete anos.

Tanta tecnologia tem um preço: “O valor da cirurgia com esse tipo de prótese pode subir em torno de 20%. Mas o custo compensa pela segurança e por saber a origem do produto”, acredita o médico Cláudio Lemos. Em um futuro próximo, será possível também avaliar outros parâmetros, como a temperatura e a pressão interna do implante, o que pode diagnosticar casos de contratura capsular ou ruptura da prótese – complicações mais frequentes na cirurgia de aumento de mamas sem precisar de exames de ressonância magnética.

Nanotecnologia para reduzir risco de infecção

Além do microchip, a nova prótese traz outra evolução histórica da cirurgia plástica: a nanotextura. Por meio da nanotecnologia, cientistas da Universidade de Manchester, no Reino Unido, desenvolveram esse tipo de superfície com o objetivo de diminuir os riscos de infecção e contratura capsular — formação de uma espécie de cicatriz ao redor da prótese, que pode causar deformação e a ruptura dela, além de desconforto e dor.

De acordo com o estudo da universidade, com a prótese nanotexturizada a incidência de casos de contratura capsular em um período de oito a dez anos caiu de 10% a 2%.Um outro ponto positivo foi a vantagem do novo gel de silicone com elasticidade excepcional para facilitar a inserção dos implantes e incisões menores.”Não tínhamos nenhum grande avanço nesse sentido há cerca de 30 anos” finaliza Lemos.

Fonte: Claudio Lemos

beijos, Fran
29/04 2018
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