Mamoplastia
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Relato de uma mamoplastia de aumento após amamentação

nbv
 
Olá,
Realizei a mastopexia, após duas amamentações prolongadas até 2 anos. Há 2 anos buscava coragem para realizar a cirurgia pelo fato do repouso pos operatório e a rotina com as crianças, aqui, friso que toda mãe não satisfeita com as mamas devem realizar a cirurgia para a auto estima, as crianças entenderam que estava “dodói” e meu marido cooperou com a casa.

Passei por 3 cirurgiões até gostar de um, a faixa de preço era bem parecida. Levei em consideração os atendimento pessoal, inscrições validas do CRM e membro da(SBCP) Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a consulta, as respostas as dúvidas e segurança, também considerei as conversas com outras pacientes na sala de espera.

Consultas pré – cirúgicas : foram 3 ou  4, sanando dúvidas, retorno com exames, escolhendo as próteses…

Cirurgia: durou 02:30hs, tomei anestesia local com sedação, acordei no meio da sedação e pude acompanhar a cirurgia da mama esquerda. Fui informada que colocou uma prótese maior(do que foi combinado) pois retirou mais tecido e pele (150ml retirado).Não me senti mal apenas muito frio na volta da anestesia que foi resolvido com dois cobertores.

Internação: minha cirurgia foi as 13hs. Internei as 11hs, marcações e as 12:30 estava conversando com o anestesista que ficou ao meu lado o tempo todo. Dormi no hospital devido aos drenos.

Pós – cirúgico: voltei para o quarto final da tarde, enfaixada e com drenos. Ja estava medicada e sem dores. Mantive a cabeceira elevada a 45 graus como solicitado pelo médico e não tive nenhuma intercorrencia. Estava muito grogue com a medicação, mas me levantava com ajuda para ir ao banheiro.

Segundo dia: retornei para casa, esperando a tal dores que tanto li serem terriveis, mantive em repouso com o travesseiro triangular ( conforme indicado pela Fran) e foi ele que me ajudou muito a não ter dores nas costas e pescoço, apenas sentia as mamas latejarem. Já tinha sido liberada para banho geral mas com ajuda para lavar a cabeça.

Retorno para dirigir: fui liberada para dirigir com 10 dias mas apenas levava e buscava as crianças nas atividades, evitava manobrar e movimentos bruscos. Puxar a porta do carro me incomoda um pouco, entao comecei a puxar com o pé. Rs

Cicatrização: sai com a prescrição de vitamina c, gelatina e arnica em globulos e antiinflamatórios. Local utilizei alcool 70 e Sanativo, cicatrização perfeita, areola linda. A troca de curativo é realizado no consultório médico.

Evolução: no inicio  estavam com o bico mais pra baixo e um maior que o outro. Ele me pediu paciencia, que era causado pelo edema. Realizei uma sessão de drenagem apenas. Utilizo sutiã cirúrgico 24 hs por dia e agora com 30 dias estão mais simetricos, menos inchados no colo e o bico subindo.
Podem ver as fotos da minha evolução no link abaixo
Abraços
Mamoplastia de aumento 215 ml Silimed Poliuretano + Mastopexia
beijos, Fran
25/06 2018
Plásticas
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Lipoaspiração para gordura nas costas

 

Muitas mulheres se sentem desconfortáveis com roupas muito justas, pois deixam em evidência o excesso de gordura que em alguns casos acaba se concentrando na região das costas e criando dobras prejudiciais a estética. Isso pode ocorrer em qualquer idade e ter causas das mais variadas, mas pode ser corrigida através da lipoaspiração, um dos tratamentos mais indicados.

Essa técnica se baseia em esculpir desde a região do pescoço, a parte anterior da axila, podendo chegar até os joelhos.

O contorno do corpo após a cirurgia estará mais delineado e equilibrado. Apesar disso, o paciente deve estar ciente de que os resultados variam caso a caso, de acordo com a quantidade de pele e gordura da região. Então, é preciso ser realista. As condições elásticas da pele são avaliadas anteriormente para melhor aconselhar o paciente. Não existe idade máxima para escolher esse procedimento.

A escolha do cirurgião plástico nesse momento é crucial. É necessário um profissional especialista em cirurgia plástica para avaliar cuidadosamente a situação e determinar a melhor opção para que cada paciente se sinta mais seguro e confiante.

Fonte: Cirurgia Plástica

beijos, Fran
24/06 2018
Plásticas
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Trombose Venosa Profunda

A trombose venosa profunda é a terceira doença mais frequente do sistema cardiovascular. É causada pela formação de coágulos (trombos) no interior das veias profundas, artérias ou até mesmo no coração.

Se você já se perguntou o que é trombose venosa profunda, com certeza se deparou com os seguintes termos: veia entupida, perna quente, estase venosa, entre outros.

Pois é, a trombose nada mais é do que uma veia entupida, na qual os trombos funcionam como se fossem rolhas, bloqueando o sistema venoso e impedindo ou dificultando a circulação sanguínea.

O que causa trombose?

 

Ao contrário do que muita gente pensa por aí, o começo de trombose não acontece exclusivamente devido à cirurgia plástica.

Na verdade coincide que, logo após o procedimento cirúrgico, muitas pacientes fazem repouso absoluto por acreditarem que esta é a melhor recomendação. Infelizmente, a falta de conhecimento pode trazer sérios ricos, inclusive o aparecimento da trombose venosa profunda.

Portanto, a trombose pode surgir mesmo em pessoas que nunca passaram por um procedimento cirúrgico. E isto comprova que a doença não é acarretada pela cirurgia plástica, mas está relacionada com:

  • A diminuição do fluxo sanguíneo, isto é, a circulação do sangue fica mais lenta
  • A danificação da parede do vaso sanguíneo (lesões endoteliais)
  • O aumento da viscosidade do sangue, se tornando mais denso

Quando o sangue flui muito lentamente, quase parando, acontece a chamada estase venosa ou estase sanguínea. O principal motivo que leva a diminuição do fluxo é a falta de exercícios ou ao permanecer um longo período parado. Sendo que neste caso até viagens prolongadas e cirurgias estendidas se tornam um grande vilão da circulação.

Justamente aí que mora o perigo! Já que um coágulo no sangue pode se formar quando o fluxo sanguíneo for muito devagar.

A Trombose Venosa e o Tromboembolismo Pulmonar é a principal complicação grave em Cirurgia Plástica. E isso não tem nenhuma relação com a qualidade da equipe médica envolvida.

A probabilidade de ocorrer uma trombose venosa profunda está relacionada com a presença de situações de risco em que a paciente se encontra.

Em condições normais, o sangue possui a tendência natural de coagular para evitar hemorragias. Entretanto, alguns fatores são responsáveis por desencadear ou favorecer a anomalia, como:

  • Obesidade
  • Predisposição genética
  • Varizes de membros inferiores
  • Consumo de álcool e fumo
  • Idade superior a 40 anos
  • Uso de anticoncepcionais
  • Falta de movimentação
  • Gestação e puerpério
  • Doenças genéticas do sistema de coagulação do sangue
  • Diabetes
  • Traumatismos ou politraumatismos
  • Cirurgias e hospitalizações prolongadas
  • Anestesia geral

 

No caso da Cirurgia Plástica, as medidas para evitar trombose são:

 

Antes de qualquer coisa, ainda na fase de pré-operatório, orientamos que você escolha um profissional habilitado pela Sociedade Brasileira de Cirurgiões Plásticos.

Analise, juntamente com o seu cirurgião, os potenciais riscos durante e depois da operação, faça todos os exames necessários e, principalmente, informe-se sobre as etapas que devem ser seguidas à risca após o procedimento.

Isto porque o sucesso de uma cirurgia plástica não está relacionado apenas com a experiência do cirurgião. Há muitos cuidados que podem ajudar a aumentar as chances de ter um resultado bonito, além de evitar complicações.

Por exemplo, você sabia que o uso de anticoncepcionaisdeve ser interrompido dias antes do procedimento cirúrgico? Pois é, essa é uma recomendação feita pelo cirurgião, já que o anticoncepcional (pílula, injeção, adesivo) pode aumentar o risco de trombose.

Além disso, o médico pode optar pelo Sequel durante o procedimento cirúrgico. Esse aparelho é colocado nas pernas da paciente e funciona como um compressor pneumático. Ele simula uma caminhada e mantém a circulação da perna ativa.

Veja algumas orientações que você deve seguir durante o pós-operatório, apesar de básicos, elas valem para quase toda cirurgia plástica.

  • Fazer pequenas caminhadas: Assim que o médico liberar, a paciente recém-operada deve caminhar devagar. Respeite os seus limites, para os pontos da cicatriz não abrir.
  • Elevar as pernas: Durante o repouso, mantenha as pernas elevadas a 45 graus. Esta técnica facilita o retorno da circulação e diminui o inchaço dos membros inferiores.
  • Usar meia elástica: O médico pode recomendar o uso das meias de compressão depois do procedimento.
  • Manter-se sempre hidratada: A desidratação ajuda a engrossar o sangue, aumentando o risco de trombo. Por isso, ingira bastante líquido, principalmente água. Tome, pelo menos, três litros por dia.

Na eventual hipótese de ocorrência de TVP ou TEP, o tratamento pode ser realizado com anticoagulantes ou fibrinolíticos. Esses medicamentos impedem o crescimento dos trombos atuais e evitam o surgimento de novos.

Fonte: Dream Plastic

 

beijos, Fran
22/06 2018
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