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As formas mais populares de eliminar gordura abdominal

Como perder barriga é um desafio na vida de muitas mulheres. Isso porque, além de difícil de eliminar, incomoda demais. Você já deixou de usar uma blusinha ou um vestido mais justo por causa daquela terrível gordura abdominal?

Esse tipo de situação é bem comum. E, mais que saber o que fazer para emagrecer, nós queremos perder barriga. Esse era o desejo que fez com Elisangela Correia iniciasse uma busca incansável para perder gordura abdominal.

O caminho foi marcado por muitas descobertas e experiências. Mas o que ela realmente queria saber era como perder barriga rápido. Infelizmente, o processo até encontrar a solução ideal demorou um pouco mais do que o esperado.

 

Dicas para perder barriga com dieta

 

  • No caso de consumir um carboidrato, prefira aqueles com índice glicêmico baixo, como batata doce e arroz ou pães integrais.
  • Além disso, sempre que possível combine sua porção de carboidrato com uma de proteína. Isto porque a proteína tem a capacidade de frear a velocidade de absorção da glicose.
  • Dê preferência ao consumo de gorduras poli-insaturadas, presentes em alimentos como peixes, nozes e azeites.
  • Beba bastante água, pois além de mantê-la hidratada, ajuda no funcionamento do seu intestino.
  • Insira mais porções de frutas e verduras nas suas refeições, tanto nas principais, quanto nos lanches intermediários.

 

Exercícios para perder barriga

 

Além da dieta, ou melhor, de adquirir hábitos alimentares mais saudáveis, Elisangela começou a fazer atividades físicas. O foco, claro, era exercício para perder barriga.

Ao pesquisar, sempre era alertada sobre a dificuldade de secar barriga apenas com atividades físicas. Que para obter sucesso, são necessários vários exercícios para perder gordura localizada na barriga.

Outro ponto importante é que, além de combinar treinos, você precisa fazê-los de forma regular. Ou seja, não adianta se exercitar hoje, amanhã e depois quando sobrar um tempo na próxima semana.

 

Como perder gordura localizada de forma eficaz

 

Numa quinta-feira, ao chegar mais cedo para a aula de abdominal na academia, Elisangela estava conversando com outras alunas. Neste bate-papo informal, uma delas comentou que só começou a usar blusinha após sua lipoaspiração.

Foi quando ela arregalou o olho para a barriga seca da menina, que contou um pouco da sua história.

Aquela conversa foi reveladora. Elisangela vivia procurando uma forma eficiente de como perder barriga e tinha acabado de encontrar a solução.

Claro que ela virou amiga da menina e quis saber todos os detalhes. Era uma possibilidade de transformar seu corpo do jeito que realmente queria e ainda em pouquíssimo tempo.

E, cada vez ficava mais surpreendida. Adorou saber, por exemplo, que a lipoaspiração comum eliminava não apenas a gordura localizada no abdômen, mas também nos flancos e costas. Pelo menos na clínica indicada por sua nova amiga.

Tinha ainda uma opção que tirava a gordura, porém a tratava e usava para modelar outra parte do corpo, como o bumbum. Essa era a conhecida como lipoescultura.

Elisangela pesquisou e descobriu que precisava passar em uma consulta presencial com um cirurgião plástico especializado.

Além disso, para evitar correr riscos desnecessários e ter mais segurança em todo o processo da sua lipo era fundamental escolher:

  • Um cirurgião plástico experiente e com título de especialista comprovado.
  • Uma clínica reconhecida, com excelente estrutura e muitas recomendações.

Um mês depois ela mal conseguia acreditar em como perder gordura abdominal tinha transformado seu corpo. Ela tinha conquistado curvas e com isso se sentia radiante. Não via a hora de voltar para a academia e exibir o seu novo eu. Isto porque Elisangela conquistou mais que um abdômen sem gordura localizada. Ela reconquistou sua felicidade e a confiança que tinha em si mesma.

Fonte: Dream Plastic

beijos, Fran
22/01 2019
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Como identificar um bom profissional anestesista?

A resolução do CFM  garante o direito da paciente de passar em consulta com um anestesista antes de qualquer procedimento cirúrgico e especificadas todas as técnicas e qual a mais indicada para uma Cirurgia Plástica, faltava apenas os esclarecimentos de um médico anestesiologista em relação a um procedimento tão importante e indispensável ao ato cirúrgico.

O paciente deve verificar a Formação Acadêmica e experiência do Anestesista, além de consultar se o mesmo é um profissional especializado e membro da Sociedade Brasileira de Anestesiologia.

“O médico anestesista é responsável pela segurança da cirurgia, aplicando medicamentos anestésicos que possibilitarão um procedimento indolor e confortável ao paciente. Além disso, ele irá monitorar os parâmetros fisiológicos como frequência cardíaca, pressão arterial e respiração, preparando o paciente para um ato operatório de sucesso.” Explica o mestre em anestesiologia Fabrício Veloso, diretor clínico da Dream Plastic. (CRM-SP 104.838/RQE 28.108).

Fonte: Dream Plástic

beijos, Fran
20/01 2019
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Anestesia geral – Riscos

A anestesia geral é uma técnica anestésica que promove abolição da dor (daí o nome anestesia), paralisia muscular, abolição dos reflexos, amnésia e, principalmente, inconsciência.
A anestesia geral faz com que o paciente torne-se incapaz de sentir e/ou reagir a qualquer estímulo do ambiente, sendo a técnica mais indicada de anestesia nas cirurgias complexas e de grande porte.

COMO É FEITA A ANESTESIA GERAL?

A anestesia geral possui quatro fases: pré-medicação, indução, manutenção e recuperação.
A fase de pré-medicação é feita para que o paciente chegue ao ato cirúrgico calmo e relaxado.Normalmente é administrado um ansiolítico (calmante) de curta duração, como o midazolam, deixando o paciente já com um grau leve de sedação. Deste modo, ele entra na sala de operação sobmenos estresse.

A fase de indução é normalmente feita com drogas por via intravenosa, sendo o Propofol a mais usada atualmente. Após a indução, o paciente rapidamente entra em sedação mais profunda, ou seja, perde a consciência, ficando em um estado popularmente chamado de coma induzido (leia:COMA INDUZIDO). O paciente apesar de estar inconsciente, ainda pode sentir dor, sendo necessário aprofundar ainda mais a anestesia para a cirurgia poder ser realizada. Para tal, o anestesista também costuma administrar um analgésico opióide (da família da morfina) como o Fentanil.
Neste momento o paciente já apresenta um grau importante de sedação, não sendo mais capaz de proteger suas vias aéreas das secreções da cavidade oral, como a saliva. Além disso, na maioria das cirurgias com anestesia geral é importante haver relaxamento dos músculos, fazendo com que a musculatura respiratória fique inibida. O paciente, então, precisa ser intubado* e acoplado a ventilação mecânica para poder receber uma oxigenação adequada e não aspirar suas secreções.

* Em algumas cirurgias mais rápidas, ou que não abordem o tórax ou o abdômen, pode não ser necessária intubação, ficando o paciente apenas com uma máscara de oxigênio.

No início da fase de manutenção as drogas usadas na indução, que têm curta duração, começam a perder efeito, fazendo com que o paciente precise de mais anestésicos para continuar o procedimento. Nesta fase, a anestesia pode ser feita com anestésicos por via inalatória ou por via intravenosa. Na maioria dos casos a via inalatória é preferida. Os anestésicos são administrados através do tubo orotraqueal na forma de gás (vapores) junto com o oxigênio, sendo absorvidos pelos alvéolos do pulmão, passando rapidamente para a corrente sanguínea. Alguns exemplos de anestésicos inalatórios são o óxido nitroso e os anestésico halogenados (halotano, sevoflurano e desflurano), drogas administradas continuamente durante todo o procedimento cirúrgico.
A profundidade da anestesia depende da cirurgia. O nível de anestesia para se cortar a pele édiferente do nível para se abordar os intestinos, por exemplo. Conforme o procedimento cirúrgico avança, o anestesista procura deixar o paciente sempre com o mínimo possível de anestésicos. Uma anestesia muito profunda pode provocar hipotensões e desaceleração dos batimentos cardíacos, podendo diminuir demasiadamente a perfusão de sangue para os tecidos corporais.

Quando a cirurgia entra na sua fase final, o anestesista começa a reduzir a administração dasdrogas, já planejando uma cessação da anestesia junto com o término do procedimento cirúrgico. Se há relaxamento muscular excessivo, drogas que funcionam como antídotos são administradas. Nesta fase de recuperação, novamente analgésicos opioides são administrados para que o paciente não acorde da anestesia com dores no local onde foi cortado.

Conforme os anestésicos inalatórios vão sendo eliminados da circulação sanguínea, o paciente começa a recuperar a consciência, passando a ser capaz de voltar a respirar por conta própria. Quando o paciente já se encontra com total controle dos reflexos das vias respiratórias, o tubo orotraqueal pode ser retirado. Neste momento, apesar do paciente já ter um razoável grau de consciência, ele dificilmente se recordará do que aconteceu nesta fase de recuperação devido aos efeitos amnésicos das drogas.

Fonte: mdsaúde/http://www.mdsaude.com/2010/10/anestesia-geral.html

beijos, Fran
18/01 2019
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