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Onfaloplastia – Correção de deformidades do umbigo

Onfaloplastia – Cirurgia plástica estética do umbigo
Pequeno detalhe no abdômen, a aparência do umbigo pode ocasionar profundo desconforto emocional a homens e mulheres que muitas vezes deixam de usar trajes de banho e outras vestimentas devido à estética da região.
Pacientes que perderam muito peso, que sofreram com o efeito sanfona, ou mulheres que passaram por uma gestação tendem a ter indicação para este procedimento, assim como pessoas com hérnia umbilical e pacientes de plástica no abdômen. A onfaloplastia, cirurgia plástica do umbigo, pode ainda ser uma opção para aqueles com deformidades, cicatrizes, estrias e até verrugas na área umbilical.
A cicatriz do procedimento fica situada ao redor do umbigo, formando um pequeno círculo na região. Os pontos da onfaloplastia são dados junto à musculatura da região abdominal e, dependendo da anatomia do paciente, é bastante comum que a marca fique escondida na cavidade do umbigo.
A onfaloplastia pode ser associada à cirurgia plástica do abdômen, contribuindo para a beleza e harmonia da região.
Anestesia
A anestesia empregada na onfaloplastia é, normalmente, a local com uso de sedação. O paciente permanece no hospital no máximo por um dia.
Riscos
Um procedimento como a onfaloplastia ou qualquer outra cirurgia possui o mesmo risco que o de atravessar uma via com permissão do sinal de pedestres. É possível que surjam pequenos edemas e hematomas, mas esta condição é eliminada com o decorrer do tempo.
Pré-operatório
Seguir as recomendações médicas é imprescindível para o bom andamento do procedimento. Por isso, seguem algumas dicas sobre o que fazer nos dias que antecedem sua cirurgia:
– Chegue no horário informado de sua internação;
– Respeite o período de jejum;
– Comunique ao médico, o quanto antes, qualquer anormalidade em sua saúde física e psicológica;
– Não use maquiagem no dia da internação;
– Evite o uso de brincos, alianças e outros acessórios;
– Evite fumar, ingerir bebidas alcoólicas e comidas gordurosas nos dias que antecedem seu procedimento;
– Informe seu médico sobre as medicações das quais você faz uso e siga as instruções de seu especialista acerca da ingestão delas.
Pós-operatório
Após a onfaloplastia, cirurgia plástica estética do umbigo, é comum que a região apresente edemas e que alguns curativos estejam em uso. Sendo assim:
– É possível usar compressas de solução fisiológica fria;
– Mantenha sua alimentação normal e equilibrada;
– Evite alterações bruscas de temperatura e exposição à luz solar;
– Evite movimentação excessiva e traumas na região;
– Obedeça as recomendações médicas e realize seu retorno conforme indicação de seu especialista. O retorno ao médico é um dos elementos essenciais para se obter um resultado adequado e realizar a boa manutenção de sua onfaloplastia.
Fonte:masterhealth
beijos, Fran
14/06 2013
Plásticas
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Torsoplastia

Torsoplastia: Cirurgia Plástica para ex-obesos
Torsoplastia: Cirurgia Plástica para ex-obesos
torsoplastia  consiste na retirada do excesso de pele na região das costas. Está indicada em pacientes que perderam muito peso. É realizada em conjunto com abdominoplastia.
Pacientes que perderam peso, mais de 20 kg, geralmente apresentam pele sobrando na região das costas, desta maneira mesmo sendo realizada a abdominoplastia, ficará pele no dorso, a qual só será retirada pela torsoplastia.
A cirurgia consiste no prolongamento da incisão da abdominoplastia, que irá até as costas, desta forma retirando gordura deste local. A cicatriz permanece escondida na roupa íntima ou biquíni. O tempo de cirurgia abdominoplastia com torsoplastia é em média de 3:30hs. No pós-operatório é colocada a cinta a qual deverá ser usada por 30 dias.
O pós-operatório é semelhante ao da abdominoplastia.
As atividades leves podem ser retomadas a partir de 15 dias e as mais intensas (dirigir, ginástica) a partir de 30 dias.
No Brasil, também é escassa a quantidade de médicos que dominam as técnicas para execução de uma cirurgia plástica em ex-obesos. A justificativa está no fato de pacientes que perderam 40 quilos ou mais apresentarem extrema flacidez e sobras de pele com pouca base de colágeno, tornando a cirurgia ainda mais delicada, em conseqüência da perda de elasticidade da pele.
O médico afirma que o método mais indicado e que oferece os melhores resultados em contorno corporal de pacientes ex-obesos é a TORSOPLASTIA (retirada de grandes blocos de pele e tecido celular subcutâneo da região dorsal inferior, em conjunto com a plástica do abdômen anterior). Esse procedimento ainda permite a elevação dos glúteos em 5 centímetros, deixando as pacientes muito mais felizes.
O período de recuperação em uma TORSOPLASTIA é igual ao de uma plástica de abdômen isolada e, dependendo do caso e da função exercida pela paciente, poderá ser associada à PLÁSTICA DE MAMA e LIPOASPIRAÇÃO. Também não são deixados drenos e o índice de complicações locais é praticamente zero. O grande problema de não se propor mais esta técnica é o fato de um número maior de cirurgiões necessitarem dominá-la com mais freqüência.
Fonte: www.copacabanarunners
Por magraemergente
beijos, Fran
14/06 2013
Plásticas
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Metade dos obesos que reduzem o estômago volta a engordar

Médicos explicam quais pessoas podem fazer a cirurgia bariátrica.
Veja os principais procedimentos e os prós e contras deles.

Metade das pessoas obesas que fazem redução de estômago volta a engordar parcialmente, e 5% ganham todo o peso de novo. Por isso, não adianta apenas se submeter à cirurgia bariátrica: é preciso mudar de hábitos e manter uma reeducação alimentar para o resto da vida.
A operação também deve ser a última alternativa para quem precisa emagrecer – seja por obesidade mórbida ou por doenças associadas ao excesso de peso. Ao contrário do que muita gente pensa, o estômago de indivíduos gordos não é maior nem mais elástico que o dos magros.
Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern e o cirurgião bariátrico Marco Aurélio Santo, a redução de estômago não faz milagres e envolve riscos, além de eventuais complicações no pós-operatório, como todo procedimento de alta complexidade.
Após a cirurgia, estudos apontam uma perda média de 60% do peso original, que costuma ocorrer em até um ano e meio. A pessoa passa a sentir menos fome, pois a operação mexe com hormônios como a grelina, que regula essa vontade de comer. Em 85% dos casos, quem tem diabetes tipo 2 também deixa de manifestar a doença.
Bariátrica (Foto: Arte/G1)

Esse tipo de operação é praticado no Brasil há 20 anos, e cada vez mais há pacientes que passam por ele – o país já é o segundo no mundo em número de pacientes.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, 60 mil procedimentos foram realizados em 2010 no país, um aumento de 33% em relação a 2009. Desse total, 35% foram por videolaparoscopia, que é menos invasiva (com 5 ou 6 incisões milimétricas no abdômen) e já coberta pelos planos de saúde. No Sistema Único de Saúde (SUS), geralmente é feita a cirurgia aberta, que faz um corte maior na barriga.
Tipos de cirurgia e consequências
Há basicamente três tipos de bariátrica: a que apenas reduz o estômago, a que diminui e modifica um pouco o curso do intestino e a que reduz e altera muito o curso intestinal. Esse desvio permite que o intestino absorva menos gordura, além de estimular a produção de hormônios que diminuem a fome e melhoram a diabetes.

Os médicos destacaram alguns possíveis efeitos da operação, como anemia, perda de cabelo e gases. Também pode ocorrer o chamado “dumping”, um mal-estar quando é ingerido muito líquido ou alimento de uma vez só. Por isso, é preciso engolir em pequenos goles e mastigar bem a comida. Além disso, a quantidade de água consumida deve ser suficiente para deixar o xixi bem clarinho, destacou Halpern.
Nas primeiras duas ou três semanas, o paciente deve bebericar, a cada meia hora, cerca de 100 ml de líquidos, como água, chá, gelatina, água de coco, isotônico e caldos caseiros de carne e frango, sem resíduos. Passada essa fase, entram pequenas quantidades de macarrão, carne moída, purê e outros alimentos pastosos.
Ter sucesso na cirurgia bariátrica significa, após 5 anos, ter perdido pelo menos metade do excesso de peso. Por exemplo, uma pessoa de 100 kg cujo patamar ideal é 60 kg precisa estar com até 80 kg. Para indivíduos com índice de massa corporal (IMC) entre 35 e 40, o sucesso é de 90%. Para IMCs maiores, a taxa cai para 70%.
É importante tomar cuidado especial com os carboidratos (pães, massas e doces), que são facilmente absorvidos e digeridos, mesmo pelos operados. Gorduras e proteínas também devem ser evitadas.
Bariátrica 2 (Foto: Arte/G1)
As complicações mais graves dessa cirurgia são os sangramentos (2% dos casos), infecções, vazamentos de costuras, embolia pulmonar e hérnias. Também pode haver obstrução intestinal, mesmo depois de muito tempo da operação.

Durante pelo menos 18 meses, é possível ficar com sobras de pele. Esse é o prazo para perder peso e fazer uma cirurgia plástica.
Para realizar a bariátrica, certifique-se de que seu médico é um cirurgião com formação específica e verifique se a equipe dele inclui endocrinologista, nutrólogo ou nutricionista e psiquiatra ou psicólogo.
No hospital, são necessários um anestesista, um fisioterapeuta e uma equipe de enfermagem. O hospital também precisa ter uma unidade de terapia intensiva (UTI) para eventuais emergências.

Outros cuidados
– Precisa haver a compreensão do paciente e dos familiares sobre os riscos da cirurgia e também mudança de hábitos
– O acompanhamento pós-operatório deve ser feito com uma equipe multidisciplinar, a longo prazo
– A cirurgia não é milagrosa: a obesidade é uma doença crônica e deve ser controlada a vida inteira

Dados brasileiros
– Segundo o IBGE, até 2010 havia 12,5% dos homens adultos com obesidade e 16,9% das mulheres
– A incidência é maior entre homens de 45 a 54 anos e mulheres de 55 a 64 anos
– O excesso de peso e a obesidade atingem de duas a três vezes mais homens de maior renda, em áreas urbanas das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste
Possíveis consequências da cirurgia
– Fraqueza
– Anemia
– Queda de cabelo
– Dificuldade para ingerir grandes quantidades de líquido e comida
– Excesso de pele, que pode ser corrigido com cirurgia plástica
Fonte:G1/Bem Estar
beijos, Fran
13/06 2013
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