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Convênio nega cirurgia bariátrica a jovem com 175 kg

 Médico avaliou a jovem e informou que ela tem 100 kg acima do ideal.
Sistema Único de Saúde pode fazer cirurgia; espera é de três anos.
Do G1 Rio Preto e Araçatuba
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Um impasse está causando muita dor de cabeça para uma jovem com 16 anos, moradora de São José do Rio Preto(SP). Ela precisa realizar uma cirurgia bariátrica, mas o convênio médico não libera a cirurgia. Pesando 175 kg, a jovem convive com o problema desde pequena e aguarda pela oportunidade.

O Ministério da Saúde aponta que quase metade da população brasileira está acima do peso. O estudo revela que o número de obesos é crescente e, em cinco anos, o aumento foi de quase 5%.

A dona de casa e mãe da jovem, Adriana Natalícia Silva, vive o drama na família. “Ela não tem autoestima, não tem vontade de nada, não tem vontade de sair de casa. Ela só vai para escola e chega da escola e dorme a tarde inteira”, conta Adriana.

A mãe da jovem reuniu a documentação necessária para a operação. Ela paga o convênio médico desde que a menina nasceu, mas não consegue autorização para a cirurgia. “Em 2012 procurei o médico para fazer a cirurgia dela e o plano negou, ela tinha 15 anos. Quando completou 16 fui novamente e o plano negou. Quando o Governo liberou tentei de novo e o convênio negou novamente”, conta Adriana.A mãe não sabia mais a quem recorrer. Médicos, nutricionistas, psicólogos e tratamentos não surtiram efeito. No ano passado, Adriana voltou a ter esperança quando o Ministério da Saúde mudou a idade mínima para a cirurgia de redução de estômago. De acordo com a Agência Nacional de Saúde (ANS) os convênios tem obrigação de realizar as cirurgias de redução do estômago em pacientes acima de 18 anos. Mas, em casos de extrema necessidade, pode haver exceções, a avaliação é individual.

O paciente deve passar por uma série de exames antes de realizar a cirurgia. O chefe do setor de cirurgia bariátrica do Hospital de Base, Gilberto Brito, analisou o caso da filha de Adriana e informou que a operação é indicada. “O peso normal para ela seria 75 quilos, então ela tem 100 kg de excesso de peso e é classificada como superobesa”, comenta Brito.

Se o convênio continuar negando o procedimento, ela pode tentar o Sistema Único de Saúde. A espera é de quase três anos, média no Hospital de Base. Por mês, cerca de 10 pessoas são operadas pelo SUS.

Segundo assessoria do plano de saúde da jovem, a redução de idade proposta pela portaria do Ministério da Saúde estabelece uma série de critérios para que a cirurgia seja realizada, como, por exemplo, análise óssea e avaliação criteriosa do risco desse procedimento. Ainda seguno a assessoria, a paciente não apresentou os documentos que atendem às exigências da portaria e a cirurgia foi classificada pelo médico como eletiva, ou seja, que não é urgente.

A mãe da jovem conta que a filha não tem autoestima.   (Foto: Reprodução/ Tv Tem)
Mãe da jovem conta que a filha não tem autoestima e saúde está em risco (Foto: Reprodução/ Tv Tem)
Fonte:G1
beijos, Fran
16/06 2013
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Preenchimento Facial

Substâncias maleáveis podem ser injetadas na face para atenuar rugas e linhas de expressão, aumentar o volume e contorno labial, suavizar cicatrizes, preencher sulcos profundos, entre outros.Os preenchimentos podem ser biológicos (orgânicos) ou não-biológicos (sintéticos) e, quanto à duração, reabsorvíveis ou não-reabsorvíveis.São realizados em caráter ambulatorial, de rápida e fácil aplicação. Certas regiões requerem anestesia local.

Fonte:Leandro Madeira
beijos, Fran
15/06 2013
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Gigantomastia

 

 

Na gigantomastia também ocorre uma cirurgia de redução das mamas, porém retira tecido mamário superior a 1kg.

Indicações: Mulheres com seios muito grandes e ptosados (caídos), insatisfeitas com os mesmos. geralmente o complexo aréolo-papilar encontra-se abaixo do umbigo.

Técnica: Retirada do excesso de pele, gordura e glândula mamária e reposicionamento do complexo aréolo-papilar. A técnica será definida pelas características da mama da paciente. Geralmente utilizamos “T” invertido (ou âncora).

Anestesia: Peridural ou geral.

Pós-operatório: Recuperação em torno de 1 mês. Evitar movimentação excessiva dos braços. Sutien pós-cirúrgico por 30 dias. Sessões de drenagem linfática são indicadas. Exercícios leves após 50-60 dias.

Cicatriz: As cicatrizes mamárias tendem a ficar discretas com o tempo. Localizam-se na parte inferior da mama, em forma de “T” invertido, e ao redor da aréola.

Fonte:Leandro Madeira
beijos, Fran
15/06 2013
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