
Redonda perfil alto: Essas próteses de silicone possuem uma base menor e são mais altas, sendo portanto melhores indicadas quando se deseja maior projeção dos seios para frente sem tanta necessidade de preenchimento do colo mamário. As proteses de silicone de perfil alto são as mais requisitadas pela maioria das pacientes,elas deixam o colo mais cheio e o preenchimento perceptível, por isso não ficam bem em mulheres muito magras. “Também em mulheres que não têm glândula mamária. Os resultados ficam mais artificiais, pois a prótese fica bem visível”,o tão falado efeito bola.Entretanto, para casos de flacidez essas são as ideais(mas é necessário que antes de faça uma mastopexia para levantar a mama).
Redonda perfil Baixo: Esses tipos de próteses de silicone possuem uma base mais larga e são mais baixas, sendo, portanto mais indicadas quando se desejam uma maior projeção do colo mamário e pouca projeção para frente. São pouco utilizadas na prática.
Natural (Anatômico ou “em gota”): essas próteses de silicone têm um perfil “em gota” e são indicadas para aquelas pacientes que têm mamas com formas e contornos estéticos e se deseja um aumento proporcional das mesmas. Porém, proporciona uma projeção do colo menor que as próteses de silicone de perfil alto,os seios ficam mais volumosos no centro e parte inferior da mama. “São indicadas para mulheres que desejam um formato de mama mais natural, não redondo, e um aumento moderado.Outra grande desvantagem é o fato destas próteses poderem girar, gerando assimetrias, o que ocorre muito dificilmente com as próteses redondas.
Fonte: Google

ESCLARECIMENTO: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Federación Iberolatinoamericana de Cirurgia Plástica
▶NOTA TÉCNICA
IMPLANTES DE SILICONE
▶MATÉRIAS VEICULADAS NA MÍDIA EM 22/março/2017
O FDA (Food and Drug Administration), reportou associação de 9 mortes (em 359 casos) de um tipo raro de linfoma – Linfoma Anaplásico de Células Grandes (ALCL), desenvolvidos na cápsula orgânica ao redor de implantes mamários de silicone. Desde a primeira comunicação em 2011 correlacionando este tipo de tumor aos implantes mamários vários estudos foram, e seguem sendo realizados sem que se possa, até o momento, estabelecer parâmetros científicos para essa associação. Os estudos apresentados envolveram uma análise de eventos adversos reportados em pacientes de 37 países, entre os quais o Brasil, selecionados por serem os que mais utilizam este tipo de dispositivo. Foi utilizado para o estudo um banco de dados de registros de tumores deste tipo (Linfoma Anaplásico de Células Grandes). Como resultado a FDA afirma ser impossível afirmar cientificamente o número exato de casos, em função dos relatos limitados de problemas e da falta de informações globais sobre implantes.
De acordo com a ASAPS (American Society for Aesthetic Plastic Surgery) cerca de 290 mil mulheres foram submetidas a cirurgias de implantes mamários por razões estéticas e 109 mil para reconstrução mamária com implante, nos USA no ano de 2016.
As evidências científicas da literatura mostram que este tipo de tumor, representa 0,0003 % de mulheres portadoras de implante, o que demostra uma incidência extremamente baixa, e que, segundo a FILACP (Federação Latino-americana de Cirurgia Plástica), não permite estabelecer nenhuma associação estatisticamente significativa entre o surgimento do Linfoma Anaplásico de Grandes Células e qualquer característica de implantes, do paciente ou do tipo de cirurgia. Mesmo assim esta possibilidade deve fazer parte de protocolo de seguimento dos pacientes, principalmente nos casos de seromas tardios, bem como deve constar do instrumento de consentimento informado.
Diante do exposto a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) tranquiliza a população.
Fonte: Dr Edgard Lopez Campos