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A nova moda é a lente de contato nos dentes

Lentes de contato de porcelanaA modelo Renata Westphal: dois anos de aparelho, cirurgia na gengiva e porcelanas na arcada, com custo total de 200 000 reais (Foto: Tomás Arthuzzi)

Ao ver seu novo sorriso no espelho, a atriz Regina Duarte sentiu-se constrangida. Os dois dentes da frente não estavam mais ligeiramente encavalados, marca registrada desde 1964, data de seu primeiro close, ainda adolescente, como garota-propaganda da Kolynos. O tom um pouco amarelado, nítido nas gargalhadas escancaradas da Viúva Porcina da novela Roque Santeiro (1985), também havia se transformado em um branco ofuscante.

Aos 69 anos, a rainha dos folhetins brasileiros agora ostenta uma boca cintilante, ao melhor estilo da cantora Sandy. “Vi e pensei: ‘Credo!’. Estava tudo lindo demais, tão arrumadinho que até senti certa vergonha, deu vontade de tomar café para tirar aquele aspecto imaculado”, contou a atriz na terça (16), antes de ser atendida por seu dentista no Ateliê Oral, clínica na Vila Nova Conceição.

Ao ligar a TV, porém, notou: esse sorriso tão perfeito, que às vezes beira o antinatural, virou quase um uniforme bucal entre estrelas de novela. A própria Regina, que acabou se acostumando e aprovando o resultado, seguiu o conselho de uma colega que havia passado pela repaginada. “Ela olhou bem para mim, analisou meu rosto e disse: ‘Com a nova tecnologia de imagem em high definition (HD) das emissoras, você precisa cuidar melhor dessas suas restaurações’.”

Na sala do dentista Marcelo Kyrillos, a atriz embarcou na onda da estética odontológica: laminados de porcelana. São pequenas peças confeccionadas artesanalmente ou por meio de impressoras 3D, que custam entre 1 800 e 5 000 reais cada uma, dependendo do profissional. Elas têm de 2 a 5 milímetros de espessura e são colocadas sobre o esmalte com cola especial, dente por dente.

Lentes de contato de porcelana
Lentes de contato de porcelana: preço varia de 1 800 a 5 000 reais por dente (Foto: Divulgação)

Trata-se de uma estrutura definitiva, que raramente cai, e requer uma manutenção simples, como a limpeza. As mais finas, que não precisam de desgaste ósseo antes da colocação, são chamadas de lentes de contato. As grossas ficaram conhecidas como facetas e precisam de brocas (o famigerado motorzinho) no processo.

Para garantir o close impecável em HD, outros astros globais usam a ponte aérea especialmente para construir seu sorriso aqui ou fazer a manutenção do trabalho. “Venho duas vezes por ano, de preferência antes de começar a gravar uma novela”, diz Henri Castelli, que aplicou lentes nos dentes da frente. Além do galã, Reynaldo Gianecchini, Rafael Cardoso e Malvino Salvador fizeram a recauchutagem no mesmo Ateliê Oral, um dos pródigos em clientela estrelada.

Ninguém assume no meio, mas a contrapartida para a divulgação do nome deste e de outros consultórios famosos costuma ser um desconto colossal. No local, a decoração parece a de um shopping classe A, como o Cidade Jardim. Não há sala de espera, mas um lounge. No lugar das cadeiras, oito sofás, duas mesinhas redondas e até um bar com garçons gentis que oferecem alguns “pecadinhos”, como doces, sucos e refrigerantes. Ao fundo, há ainda as salas reservadas para os clientes que buscam fugir do assédio.

Ateliê Oral
O Ateliê Oral, na Vila Nova Conceição: salas reservadas para os clientes que buscam fugir do assédio (Foto: Divulgação)

As estratégias de divulgação no boca a boca global acertam em cheio a clientela, digamos, “comum”. As clínicas que trabalham com a lente de contato, que começou a ser implementada em 2012 e tem se tornado mania desde o ano passado, registraram aumento de procura de 300% entre 2014 e 2015, na estimativa da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética (SBOE). Hoje, em média, são aplicadas cerca de 28 500 lentes por mês na cidade. “Há bons profissionais em outras cidades, mas a capital paulista concentra seis em cada dez dos mais renomados especialistas do país”, calcula Marcelo Fonseca, diretor administrativo da SBOE.

A velocidade da busca pela risada perfeita supera até a das intervenções estéticas no resto do corpo. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, em média, o número de operações como implantação de próteses de silicone e lipoaspiração tem crescido bem menos, a uma ordem média de 10% ao ano. “Estamos em uma geração de facetados”, resume o dentista Rafael Puglisi, dono de um luxuoso consultório na Bela Vista, que colocou porcelanas no apresentador Gugu Liberato, na blogueira Bella Falconi e no deputado Paulo Maluf.

Esse tratamento, é preciso dizer, nem sempre tem a ver com saúde bucal, como aconteceu com outras modas do gênero. Há cerca de meio século, a tendência entre alguns grupos era enfeitar a arcada: nos anos 60, com capas de ouro, e, nos 80, por meio dos grillz, revestimentos metálicos popularizados pelos rappers. Neste milênio, houve quem buscasse repetir com raspagem o vão entre os incisivos superiores da cantora Madonna e da modelo Georgia May, filha de Mick Jagger.

As primeiras facetas, dos anos 2000, trouxeram a era da perfeição, refinada com as novas técnicas. “É a tecnologia que pode fazer qualquer pessoa exibir um sorriso impecável e definitivo, como o das celebridades da televisão”, diz Anderson Bernal, dono de um consultório em Moema e apresentador do Transformação da Face, quadro de um programa da Record.

Em maio, ele mudou a marca registrada do pagodeiro Anderson Leonardo, vocalista do grupo Molejo, que até então assumia sem pudor os dentes tortos. “Antigamente, eu tinha um monte de barraco de favela na boca. Agora está mais para mansão nos Jardins”, compara. O cantor usou aparelho por dois meses e então recebeu 24 capas de porcelana (a conta ficou na casa dos 100 000 reais).

Henri Castelli
                                          Henri Castelli (Foto: Tomás Arthuzzi)

O advogado Douglas Casagrande, de 33 anos, viu o trabalho de Bernal e partiu em busca de seu semblante hollywoodiano. “Usei aparelho na adolescência, mas comecei a perceber umas imperfeições, como manchas e um formato estranho.” Em agosto, gastou 30 000 reais e, em um mês, reformulou os dez dentes da frente. “Valeu cada centavo, e agora meus amigos também querem realizar o procedimento.” Nas fotos no Instagram e no Facebook, ele retrata sua felicidade com o novo visual. “Antes, eu não sorria nas minhas selfies, mas hoje gargalho à toa.”

Puglisi conta que ganhou muitos clientes com essa mesma preocupação contemporânea: aparecer bem nos posts. “Uma boa exposição nas redes sociais é algo fundamental, e virou profissão, como os blogueiros.” Quem decide ir a um desses consultórios deve se preparar para ter o rosto esquadrinhado. Calcula-se o espaçamento dos olhos, o tamanho do nariz, a cor da pele, e por aí vai. “A gengiva precisa ser paralela e rente ao contorno do lábio superior e, com a boca relaxada e entreaberta, os incisivos de cima devem ter exposição de 2 a 4 milímetros”, resume Kyrillos.

Fonte: vejasp

beijos, Fran
21/02 2016
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Os coletores menstruais ganham mais e mais adeptas

coletor menstrual-PAINT

Populares lá fora, mas antes pouco usados no Brasil, os coletores menstruais ganham mais e mais adeptas por aqui. De silicone flexível,  ele são introduzidos no canal vaginal e funcionam como uma espécie de copinho que coleta o sangue. No Facebook, o grupo Coletores Brasil já conta com mais de 31 mil mulheres, que trocam experiências. Embora muitas ainda tenham receio e até certo nojo, especialistas dizem que os coletores são, sim, uma boa alternativa. Curiosa? A ginecologista Patrícia de Rossi, do Hospital do Mandaqui, em São Paulo, esclarece as principais dúvidas sobre eles:

AFINAL, O QUE É?

É um copinho feito de silicone flexível, em que a menstruação é depositada. Ele substitui o uso dos absorventes.

QUAL A VANTAGEM?

A principal é que ele é reutilizável: basta lavá-lo para usar de novo, o que faz dele um amigo do bolso – já que você não gasta com pacotes de absorventes – e do meio ambiente. Alguns fabricantes prometem até 15 anos de uso, dependendo dos cuidados com o objeto.

COMO FUNCIONA?

O coletor deve ser dobrado antes de ser inserido no canal vaginal, o que o deixa fininho. Como é flexível, ele se desdobra lá dentro, moldando-se à parede da vagina. Os sites dos fabricantes trazem explicações sobre como usá-lo e no YouTube você também encontra vídeos sobre o assunto. Acertar na hora de colocá-lo é uma questão de prática. Dá para se exercitar com ele e dormir sem a preocupação de manchar o lençol!

VAI VAZAR?

Se bem colocado, não vaza. Quem está começando, pode usar um absorvente por garantia”, diz Patrícia.

FAZ MAL À SAÚDE?

A médica diz que não há aumento do risco de infecção se houver retirada e limpeza do coletor entre 8 e 12 horas, período no qual a proliferação de bactérias não é significativa.

TEM DE HIGIENIZAR?

Em geral, indica-se lavar o copinho com água e sabonete antes de usá-lo de novo. Está num banheiro público? Uma garrafinha de água resolve. É só despejar o conteúdo no vaso sanitário e limpar com a água. Ao fim de cada ciclo, há fabricantes que recomendam esterilizar o copinho, fervendo-o por cinco minutos.

COMO ESCOLHER?

Há quatro tamanhos no mercado – os sites das empresas, em geral, trazem orientações. Alguns modelos possuem uma haste, que pode incomodar, mas dá para cortá-la. Segundo Patrícia, 1 cm de cabinho é suficiente. “Pelo risco de romper o hímen, sugiro que virgens não usem”, diz a médica.

Fonte: UOL

beijos, Fran
17/01 2016
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O que é Pneumotórax

O pneumotórax é uma urgência médica relativamente comum, que é causada pela entrada de ar dentro da pleura, a membrana que recobre os pulmões. O pneumotórax pode ocorrer espontaneamente em pessoas saudáveis, mas ele é mais comum após traumas torácicos, em fumantes ou em pessoas com doenças pulmonares.

O pneumotórax hipertensivo é uma forma grave de pneumotórax que pode levar o paciente à morte em poucas horas, se não for prontamente reconhecido e tratado por uma equipe médica.

Neste artigo vamos explicar, entre outras coisas, o que é a pleura, como surge o pneumotórax, quais são os seus sintomas e o que é exatamente pneumotórax hipertensivo.

O QUE É A PLEURA?

Todos nós temos dois pulmões que ficam localizados dentro da caixa torácica e são recobertos por uma fina membrana que se chama pleura. A pleura é uma espécie de capa que isola os pulmões do resto das estruturas do tórax. Ela é composta por duas camadas, a pleura visceral, que é a camada mais interna, e a pleura parietal, que é a camada externa. Entre as pleuras existe apenas uma mínima lâmina de líquido que serve como lubrificante, impedindo que ambas fiquem aderidas.

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Os nossos pulmões são órgãos esponjosos que se mantém insuflados o tempo todo, mesmo durante a expiração. O pulmão não funciona como um balão que se enche com ar e murcha sem ar. Mesmo quando jogamos todo o ar para fora, o pulmão não fica murcho. Isso ocorre devido a pressão negativa que existe dentro do nosso tórax.

COMO SURGE UM PNEUMOTÓRAX

O pneumotórax ocorre quando há uma lesão da pleura e o ar que deveria estar apenas no dentro do pulmão, começa a vazar para a cavidade torácica. Como o pulmão fica insuflado devido a pressão negativa do tórax, qualquer vazamento de ar para essa região eleva a pressão e favorece o colabamento do mesmo. O ar que deveria estar expandindo o pulmão, está agora do lado de fora, comprimindo-o e fazendo-o murchar.

Um pneumotórax (pneumo = ar) é exatamente o que seu nome diz, “ar no tórax”.

A imagem abaixo mostra um pneumotórax unilateral. Com a entrada de ar para dentro do tórax, o pulmão não consegue mais se expandir, pois não há mais a pressão negativa necessária para mantê-lo insuflado. Neste momento, o pulmão funciona como um balão furado, o ar que chega pela traqueia sai imediatamente em direção ao tórax, sem ser capaz de insuflá-lo.

Pneumotórax espontâneo

O pneumotórax espontâneo é aquele que surge de repente, sem nenhum fator desencadeante óbvio. Na maioria das vezes, este tipo de pneumotórax surge em repouso e de modo súbito.

O pneumotórax espontâneo é mais comum em homens, fumantes e pessoas magras e altas. O grupo de maior risco são os adultos jovens, entre 20 e 30 anos. O pneumotórax espontâneo é pouco frequente em pessoas acima dos 40 anos.

Por motivos que ainda desconhecidos, este é o grupo que apresenta maior risco de desenvolver bolhas nos ápices dos pulmões. Essa bolhas não representam nenhuma doença em si, mas podem se romper, causando um “furo” na pleura, facilitando, assim, a passagem de ar dos pulmões para a cavidade torácica. A analogia que podemos fazer é com um pneu que apresenta uma bolha, estando sob alto risco de se romper.

O cigarro causa inflamação das vias aéreas, facilitando não só a formação de bolhas na pleura, mas também o seu rompimento. Por isso, o cigarro é o principal fator de risco para o pneumotórax espontâneo.

Cabe ressaltar que o vilão do pneumotórax não é só o cigarro. Fumar maconha também está relacionado a episódios de pneumotórax, principalmente o ato de inalar profundamente a fumaça e soltá-la bem lentamente com os lábios semi fechados, mantendo a fumaça mais tempo presa dentro dos pulmões .

Além do fumo, praticar mergulho, montanhismo, pegar peso e viajar de avião  podem desencadear um pneumotórax naqueles que já apresentam bolhas na pleura.

Nas mulheres, uma causa rara de pneumotórax é a endometriose do pulmão. Esse diagnóstico deve ser pensado em mulheres que fazem pneumotórax na época da menstruação .

Pneumotórax secundário

Pneumotórax secundário é aquele que surge em pacientes que já apresentam alguma doença  pulmonar, como enfisema, tuberculose , pneumonia, fibrose cística, asma ou câncer de pulmão. Doentes internados em CTI ligados a ventiladores mecânicos (respiração por aparelhos) também estão sob risco de pneumotórax.

Pneumotórax traumático

O pneumotórax também pode surgir após acidentes com traumas na região do tórax. Qualquer lesão perfurante ou de alto impacto no tórax  pode causar um pneumotórax, incluindo acidentes automobilísticos, facadas, lesões por arma de fogo, fraturas da costela…

SINTOMAS DO PNEUMOTÓRAX

O principal sintoma do pneumotórax é uma súbita dor torácica de grande intensidade associada à dificuldade para respirar. O paciente costuma estar muito ansioso, pois a dor piora ao inspirar, o que leva a um imenso desconforto.

Pneumotórax - RX

O pneumotórax pequeno é aquele em que há apenas um pequeno vazamento de ar, não sendo capaz de “murchar” todo o pulmão. Neste caso o único sintoma é dor ao respirar.

Nos pneumotórax mais volumosos pode haver colabamento de um pulmão inteiro, fazendo com que o paciente sinta dor e muita dificuldade para respirar, pois um dos seus pulmões para completamente de funcionar.

PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO

O pneumotórax hipertensivo é o tipo mais grave e pode levar à parada cardiorrespiratória em pouco tempo, se não reconhecido e tratado rapidamente.

Em alguns casos de pneumotórax a lesão na pleura faz um mecanismo de válvula, que permite a passagem de ar em direção ao tórax, mas impede a sua saída. Como resultado, cada vez que o paciente inspira, entra um pouco de ar no tórax, ficando este preso lá dentro. Conforme a quantidade de ar presa no tórax vai aumentando, a pressão intratorácica vai eleva-se progressivamente, comprimindo órgãos internos como vasos, o outro pulmão e o coração.

O pneumotórax hipertensivo é uma emergência médica e deve ser tratado de imediato.

DIAGNÓSTICO DO PNEUMOTÓRAX

O diagnóstico do pneumotórax deve ser suspeitado a partir da história clínica e dos sintomas do paciente. Se o pneumotórax for volumoso, é possível detectá-lo apenas com um exame físico bem feito . Isso é importante nos casos de pneumotórax hipertensivo que ocorrem fora do ambiente hospitalar, como após acidentes automobilísticos. Neste caso, o médico pode fazer o diagnóstico através da auscultação do pulmão do paciente e iniciar os procedimentos de emergência para descompressão do pulmão sem a necessidade de exames complementares.

Nos casos de um pneumotórax de pequeno volume, pode ser difícil fazer o diagnóstico com certeza apenas pelo exame físico. Nestes casos, o diagnóstico costuma ser confirmado através de exames de imagens, como a radiografia simples do pulmão ou uma tomografia computadorizada do tórax.

TRATAMENTO DO PNEUMOTÓRAX

Se o pneumotórax for pequeno (cerca  e 2 ou 3 cm) e o paciente estiver clinicamente estável, o tratamento pode ser apenas expectante. Basta manter o paciente em observação que o pneumotórax costuma regredir sozinho.

Nos casos de pneumotórax volumoso, está indicada a colocação de um tubo através do tórax  para aspiração do ar e expansão do pulmão. Quando a pleura cicatriza após alguns dias, o tubo é retirado.

Nos casos de pneumotórax hipertensivo, a colocação do tubo deve ser feita o mais rápido possível. Se a drenagem por tubo torácico não estiver imediatamente disponível, a equipe de urgência pode perfurar o tórax com uma agulha calibrosa, provocando a saída do ar pela mesma. Esse procedimento mantém o pneumotórax, mas ele agora não é mais um pneumotórax hipertensivo. O pulmão continua colabado mas já não há aumento de pressão dentro do tórax para comprimir o coração, uma vez que o ar consegue sair facilmente pela agulha. Esse procedimento transforma um pneumotórax hipertensivo em um pneumotórax não hipertensivo e é suficiente para salvar a vida do paciente enquanto se aguarda a chegada do material e da equipe para introdução do tubo torácico.

Fonte:md saúde/http://www.mdsaude.com/2008/09/pneumotrax.html

 

beijos, Fran
18/12 2015
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