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Afinal, o que é a cirurgia de feminização facial?

Os procedimentos da feminização não são exclusivos para mulheres trans, qualquer pessoa pode querer traços mais delicados, porém ser perder a simetria. Por isso, o 1º passo depende muito do perfil de cada paciente e o que ele deseja mudar com as cirurgias.

⠀Para as pacientes que não se identificam com seu gênero de nascimento, os tratamentos estéticos e as cirurgias de mudança de gênero só devem vir depois de uma conversa com um psicólogo.

⠀Pode ser que a paciente ainda deseje passar por um tratamento hormonal antes de qualquer mudança estética e isso deve ser estudado com a ajuda de profissionais de saúde. Portanto, tudo precisa ser avaliado e ter uma equipe multidisciplinar. 

Quais são os procedimentos que podemos fazer com a feminização facial?

A cirurgia de feminização facial não é uma cirurgia, mas um conjunto de procedimentos na região da face. Esses procedimentos podem representar uma das etapas para mulheres trans do processo de transição de gênero ou para qualquer paciente que deseje suavizar algum aspecto da face.

Mas, quais são as cirurgias mais comuns?

  1. Mentoplastia – Cirurgia na região do queixo.
  2. Rinoplastia – Correção do nariz.
  3. Blefaroplastia – Retirada da bolsa na região dos olhos. 
  4. Avanço Capilar. 
  5. Frontoplastia – Cirurgia na região da resta. 
  6. Redução do Pomo de Adão. 

Como é a escolha da cirurgia?

Na primeira consulta será feita uma avaliação do rosto para saber quais são os procedimentos que podemos utilizar para que o seu rosto não apresente deformidades. Será avaliado nariz, região da testa, queixo, mandíbula, linha capilar e outras partes para saber qual o procedimento será mais adequado para o paciente. 

Após toda a sua avaliação ter sido feita, será marcado o dia da cirurgia e o paciente seguirá, portanto, todas as recomendações necessárias no pós-operatório para que o processo de cicatrização seja perfeito e a cirurgia atinja resultados positivos. 

Fonte: Dr Rostand Lanverly

beijos, Fran
18/01 2023
Plásticas
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O pescoço na beleza do rosto

Foto: Divulgação Clínica

A beleza do rosto está intimamente ligada à forma e à textura do pescoço. Se o pescoço estiver flácido ou com manchas, isso pode afetar negativamente a aparência. Por isso, é importante cuidar bem desta região do corpo para mantê-la saudável e bonita.

Assim como a face, a pele do pescoço é muito fina, necessitando de alta proteção solar, cremes dermatológicos específicos, peelings e laser. Mas, se as queixas forem o acúmulo de gordura (papada), a flacidez e o envelhecimento da pele, saiba que existem procedimentos estéticos cirúrgicos para melhorar o aspecto do pescoço.

Dentre os procedimentos, estão: a lipoaspiração de papada – indicada para quem apresenta acúmulo de gordura, formando um “queixo duplo”; a utilização de tecnologias para promover a retração da pele e, nos casos onde existe a necessidade de uma abordagem mais completa, o lifting cervical (ou cervicoplastia). Neste caso o paciente apresenta, além do acúmulo de gordura, também flacidez, excesso de pele e blandas platismais (linhas verticais muito visíveis com o passar do tempo), envolvendo a utilização de diferentes técnicas para obtenção de um resultado mais significativo e duradouro.

Fonte: G1

beijos, Fran
11/01 2023
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Seroma após a cirurgia plástica

Apesar de ser algo natural, relacionado à reação de “defesa” do corpo, o seroma, ou acúmulo de líquido debaixo da pele, é uma condição que pode aparecer depois de qualquer cirurgia, especialmente daquelas em que há manipulação da pele e do tecido adiposo, como ocorre na lipoaspiração, na abdominoplastia e na mamoplastia. Segundo o cirurgião plástico Luiz Molina, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), o seroma aparece, geralmente, perto da cicatriz da cirurgia.

“É uma reação inflamatória causada pelo próprio sistema imunológico do paciente. O líquido fica represado entre as camadas de pele, levando aos sintomas. Grandes descolamentos do retalho dermogorduroso, ou seja, de pele e de gordura, e manipulação dos canais linfáticos, são mecanismos ligados ao desenvolvimento de um seroma”, esclarece o médico.

Mas, vale lembrar que qualquer cirurgia com essas características pode causar seroma, não é algo exclusivo dos procedimentos estéticos.

De acordo com o cirurgião plástico, os primeiros sinais do seroma costumam ser inchaço ou abaulamento da região afetada. Em seguida pode ocorrer um extravasamento de líquido transparente da cicatriz. Em alguns casos também surgem inchaço, dor, vermelhidão e aumento da temperatura no local, sintomas típicos de inflamação ou infecção.

Normalmente, o seroma aparece nas primeiras duas semanas após o procedimento cirúrgico. Portanto, é nesse período que o paciente precisa estar mais atento às manifestações.

Luiz Molina afirma que o ideal é procurar o médico que fez a cirurgia para uma avaliação do seroma. “O seroma deve ser tratado para não evoluir para o que chamamos de seroma encapsulado. Normalmente, fazemos uma punção e se ainda voltar a formar algumas vezes, colocamos um dreno para ajudar na saída do líquido acumulado”, alerta o especialista.

Embora seja raro, quanto não tratado, o seroma pode evoluir e se transformar na versão “encapsulada”. “É quando o seroma é envolvido por um tecido fibroso e forma uma espécie de cápsula, chamado de pseudobursa. Isso pode levar a uma contração e a saliências que podem causar alterações importantes na cicatriz, evoluindo, em alguns pacientes, para deformidades que podem necessitar de correção cirúrgica”, comenta o cirurgião.

Fonte: Revista Encontro

beijos, Fran
18/11 2022
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