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É possível uma prótese de silicone explodir com pressão de um avião ou algo mais forte?

Se você possui implantes de silicone nos seios pode ter ficado assustada ao ouvir histórias sobre possíveis explosões de próteses dentro do corpo. Um dos mitos mais comuns é que o silicone poderia estourar por causa da pressão de um avião. Nada mais absurdo.

Em uma viagem de avião, a pressão durante o voo fica abaixo de apenas 1 atmosfera. Especialistas afirmam que as próteses resistem a uma pressão de 123 atmosferas, aproximadamente. Portanto, a explosão se torna impossível.

Além disso, o implante de silicone possui elasticidade de 400%, precisando esticar até 4 vezes o tamanho original para estourar. Então, não se preocupe com viagens ou qualquer outro tipo de situação corriqueira. Para causar uma explosão, a prótese precisaria sofrer um impacto tão grande que a pessoa provavelmente morreria antes.

Fonte: VIX

beijos, Fran
06/04 2017
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Nota de esclarecimento

ESCLARECIMENTO: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Federación Iberolatinoamericana de Cirurgia Plástica

▶NOTA TÉCNICA
IMPLANTES DE SILICONE
▶MATÉRIAS VEICULADAS NA MÍDIA EM 22/março/2017
O FDA (Food and Drug Administration), reportou associação de 9 mortes (em 359 casos) de um tipo raro de linfoma – Linfoma Anaplásico de Células Grandes (ALCL), desenvolvidos na cápsula orgânica ao redor de implantes mamários de silicone. Desde a primeira comunicação em 2011 correlacionando este tipo de tumor aos implantes mamários vários estudos foram, e seguem sendo realizados sem que se possa, até o momento, estabelecer parâmetros científicos para essa associação. Os estudos apresentados envolveram uma análise de eventos adversos reportados em pacientes de 37 países, entre os quais o Brasil, selecionados por serem os que mais utilizam este tipo de dispositivo. Foi utilizado para o estudo um banco de dados de registros de tumores deste tipo (Linfoma Anaplásico de Células Grandes). Como resultado a FDA afirma ser impossível afirmar cientificamente o número exato de casos, em função dos relatos limitados de problemas e da falta de informações globais sobre implantes.
De acordo com a ASAPS (American Society for Aesthetic Plastic Surgery) cerca de 290 mil mulheres foram submetidas a cirurgias de implantes mamários por razões estéticas e 109 mil para reconstrução mamária com implante, nos USA no ano de 2016.
As evidências científicas da literatura mostram que este tipo de tumor, representa 0,0003 % de mulheres portadoras de implante, o que demostra uma incidência extremamente baixa, e que, segundo a FILACP (Federação Latino-americana de Cirurgia Plástica), não permite estabelecer nenhuma associação estatisticamente significativa entre o surgimento do Linfoma Anaplásico de Grandes Células e qualquer característica de implantes, do paciente ou do tipo de cirurgia. Mesmo assim esta possibilidade deve fazer parte de protocolo de seguimento dos pacientes, principalmente nos casos de seromas tardios, bem como deve constar do instrumento de consentimento informado.
Diante do exposto a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) tranquiliza a população.

Fonte: Dr Edgard Lopez Campos

beijos, Fran
25/03 2017
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Sutiã cirurgico

Embora sutiã pós-operatório não seja tão querido, ele é muito importante para a cirurgia das mamas, seja ela prótese, mastopexia ou mastoplastia redutora. Colocado no final da cirurgia, deve ser utilizado continuamente por 30 dias. Após esse período, recomendamos sua utilização por um período de 12 horas por mais 30 dias, alternando as outras 12 horas com um sutiã da escolha da paciente.
O sutiã não deve ficar exageradamente apertado e deve ser removido apenas na hora do banho.
Embora possa ser desconfortável, o uso do sutiã é imprescindível após a cirurgia para facilitar a acomodação de sua pele e ajudar a diminuir o “inchaço”, além de acelerar e melhorar a qualidade dos resultados. Após esse período, use sempre um sutiã tipo “top” esportivo para pratica de atividades esportivas que causem deslocamento significativo das mamas (ex. corrida, saltos). Isso pode ajudar a aumentar a longevidade do resultado.  Recomendamos um com abertura frontal, alças reguláveis, costura nos sulcos mamarios e um leve prolongamento além do busto, assim se tornam mais fáceis de vestir, confortáveis e não machucam a cicatriz que fica no sulco infra-mamário.
Mas por que usar um sutiã especifico por todo esse tempo? A resposta é simples e tem todo um fundamento: a cicatrização de uma cirurgia ocorre ao longo de doze meses, porém nas primeiras seis semanas (1 mês e meio) é que acontece a maior parte da cicatrização (80%). O sutiã segura firme a mama e alivia a força do peso da mama na cicatriz e na pele da mama. No pós-operatório imediato  ambas encontram-se sob tensão, assim, se você usar o sutiã nesse período, terá um desaparecimento mais rápido do inchaço, menos incômodo e uma cicatriz de melhor qualidade e uma menos chance de estrias no pós-operatório.
Fonte: Dr Guilherme Padilha
beijos, Fran
25/03 2017
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