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Clareamento e Plastica vaginal

O assunto ainda é meio tabu, mas a procura por cirurgias e tratamentos estéticos pra região íntima está ficando mais popular e ganhando mais interessadas.

as maiores queixas envolvem o tamanho e assimetria dos pequenos lábios, perda de volume e flacidez dos grandes lábios, hipertrofia e excesso de volume no clítoris e lipodistrofia (alteração na quantidade de gordura) no monte pubiano ou monte de vênus.

“O hábito de utilizar lâminas de barbear ou cera quente para depilação provoca uma reação inflamatória local que pode evoluir com o aumento da pigmentação e escurecimento da região. A pele da região íntima também é susceptível a alterações que ocorrem pela diminuição da produção hormonal com o avanço da idade”.

“Os lasers, como o fotona, melhoram a textura da pele e o tônus estimulando a síntese de colágeno local. Os preenchimentos corrigem perdas volumétricas importantes”. Ou seja, é possível clarear a região ou melhorar o aspecto da pele da área.

Uma novidade é o uso de laser fracionado de CO2, o Monalisa touch, para o rejuvenescimento interno da vagina, restaurando a hidratação e eliminando os sintomas da menopausa. “O procedimento é rápido, feito em consultório, não é necessário anestesia, dura cerca de 15 minutos”.

“No campo da cirurgia, para os pequenos lábios temos os procedimentos de ninfoplastias, que reduzem o tamanho; já para os grandes lábios e monte pubianos temos as lipoesculturas, que diminuem o volume, e, por último, para abordar a região do clítoris, temos as labioplastias compostas ou ninfoplastias estendidas”.

“Dentre as ninfoplastias, a ressecção (extração) em cunha dos pequenos lábios mantém a borda intacta, ou seja, sem cicatriz na área exposta. Por outro lado, a ressecção tangencial deixa cicatriz, mas permite adequar a retirada do excesso conforme a necessidade específica da paciente. Por fim, a ressecção dupla, alia as vantagens da ressecção em cunha com o tratamento do excesso de pele ao redor do clítoris”, explica o médico.

Além dos resultados estéticos de tratamentos como clareamento ou das reduções por meio de cirurgia, esse tipo de procedimento é capaz de dar um up na autoestima da mulher, que muitas vezes tinha vergonha de mostrar o corpo durante o sexo ou sofria com queixas como ressecamento da área ou dor durante a relação sexual.

Fonte: Revista Glamour

beijos, Fran
19/04 2017
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Relato – Minha cirurgia íntima/Ninfoplastia

cirurgia intima

Olá meninas, como vão?
Bom, com 14 anos eu pedi a minha mãe uma ninfoplastia (a redução dos Pequenos Lábios Vaginais), aos 18 anos ela concordou e já deixou tudo combinado com meu médico. Esse ano ela procurou novamente o Dr. William Saliba Jr.  para que pudesse enfim fazer a cirurgia nas minhas férias da faculdade. E a cirurgia aconteceu no dia 21 de junho.
No final de maio, fui a primeira consulta, ele olhou, decidiu o tipo de anestesia (que foi local com sedação) e pediu exames pré operatórios como Hemograma, Coagulograma, Glicemia, Creatinina, sódio, Potássio,Ureia, Beta hcg e eletrocardiograma, conversamos sobre o que me incomodava e assim foi. Tempos depois voltei com os exames prontos e ele me instruiu sobre os cuidados necessários, que seria apenas lavar com sabonete líquido, usar absorvente (porque sangraria um pouco), não passar nenhum tipo de pomada (porque poderia mudar o ph da vagina e causar corrimentos que abriria os pontos), tomar analgésicos simples, antibiótico e antiinflamatório. Disse também que eu não precisaria ir retirar os pontos porque eles eram naturais e cairiam sozinhos. Explicou que não poderia tirar totalmente os lábios, afinal, eles servem para proteção também. Enfim…
Até que finalmente chegou o dia da cirurgia. Ela foi agendada para o meio da tarde, isso porque segundo ele, a cirurgia era bem simples e eu poderia ter alta pouquíssimo tempo depois. E assim foi. Assim que cheguei ao hospital já coloquei a roupa da cirurgia, tudo muito rápido, quando vi, já estava na sala de cirurgia. Conversei com o anestesista, e o Dr. William apareceu explicando que me daria a anestesia apenas depois da sedação. E em segundos, apaguei. Quando acordei, já estava na sala de recuperação (não houve necessidade de ir para o quarto), logo veio o meu jantar, comi normalmente apesar de estar bem sonolenta e não sentia NADA lá em baixo. Fiquei super aliviada, quando na verdade era apenas o efeito da anestesia hahaha. Depois que estava me sentindo melhor, a enfermeira chamou a minha mãe para me ajudar a me vestir, coloquei uma calcinha bem larga e uma calça larga também e fui andando normalmente até o estacionamento. Minha mãe me falou que o Dr. Wiliam conversou com ela depois da cirurgia, explicando como tudo mais uma vez.
No entanto, ao chegar em casa, as coisas ficaram um pouquinho mais complicadas. Costumo dizer que essa é uma das cirurgias mais difíceis porque enquanto, por exemplo, num silicone, os pontos ficam por dias ali “descansando” sem ninguém tocar, horas depois da minha cirurgia, tive que fazer xixi em cima dos meus pontos. Ardeu bastante e a sensação foi terrível, não tinha como passar o papel, a região estava completamente roxa e inchada. Mas mal eu sabia que este não era o pior: horas depois, a anestesia começou a passar e tive dores MUITO fortes. Dores que aqueles analgésicos simples não fizeram passar, por isto, minha mãe entrou em contato com o médico e ele foi muito atencioso, deixou uma receita mais forte com um enfermeiro no hospital, para que fossemos buscar. Mas como não moro tão perto assim de lá para voltar e o remédio não vende sem receita, decidi agüentar a noite e foi muito difícil. Eu não tinha posições confortáveis para ficar, foi realmente péssimo.
No outro dia, já tomei o remédio mais forte e ficou tudo bem melhor. Mas mesmo assim, ainda tinha a grande dificuldade de fazer xixi. Por isto, decidi tomar banho para que já pudesse lavar em seguida. Não foi fácil também, precisei de ajuda, ainda estava bem tonta e ardia bastante passar sabonete ali.
Por uma semana, não tinha disposição para fazer nada. É engraçado porque li alguns relatos antes e algumas mulheres diziam que já foram trabalhar três dias depois, e de verdade, para mim, aquela possibilidade era impossível. Fiquei muito debilitada no começo, com muita dor. Com o inchaço, parecia que o clitóris tinha ficado exposto, morri de medo e além disto, doía muito ao encostar na calcinha. Até que quando o sangramento parou, eu deixei de usar calcinha e aquele absorvente noturno, e foi aí que tudo começou a melhorar. Com 15 dias, eu já não tomava mais remédios. E já conseguia andar e sentar normalmente, apesar de ficar um pouco cansada, talvez por ter ficado tanto tempo deitada.
Hoje fazem 22 dias da cirurgia, já caíram a maioria dos pontos e os que ainda não caíram, já estão bem secos. O inchaço já sumiu e o roxo está quase 100%. Já não tomo mais remédio algum e já retornei ao médico três vezes, agora só daqui quinze dias se tudo correr bem.
O resultado não está perfeito ainda, tem muito o que melhorar com o passar dos dias, porém estou feliz, o pior com certeza já passou. Vejo a evolução a cada dia, já está bem bonitinho.
E se eu pudesse dar alguns conselhos para as meninas que vão fazer seria:

1) Dê valor a noites bem dormidas de lado ou bruços, porque você vai ficar um tempo sem fazer isso. Dê valor inclusive a coisas simples como tomar banho, fazer xixi, etc.

2) Não faça a cirurgia caso não posso ficar ao menos quinze dias em casa. Cada corpo reage de uma forma e nunca podemos prever. Você pode ler e pensar “essa menina é fraca, eu resisto bem a dor”, mas acredite, eu também pensava o mesmo.

3) É constrangedor falar sobre isto, no entanto, eu gostaria que alguém tivesse tido coragem de falar o mesmo pra mim: Caso você, como eu, tenha intestino preso, procura seu médico, tome algum tipo de remédio, coma mamão, aveia, qualquer coisa do gênero, porque quem tem sabe como é difícil, mas quando você tem inúmeros pontos lá em baixo, fica insuportável, os pontos doem, sangram e podem até romper. Tomem cuidado.

4) Procure fazer com um médico que explique detalhadamente como será sua cirurgia e que no pós operatório dê a você o suporte necessário.

Queria agradecer a minha mãe, Fran Reis, que cuidou muito bem de mim e foi infinitamente maravilhosa em todo o processo. E depois, ao meu médico, Dr. William Saliba Jr. que foi atencioso, respondendo  mensagens no whatsapp de madrugada. Hahaha

Então é isso.

Grande beijo,
Renata.

 

beijos, Fran
14/07 2016
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