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Brasil é líder em cirurgia estética íntima

Vaginas podem ter os mais diversos formatos, ter particularidades na cor e na textura da pele, ter diferenças no tamanho e volume dos lábios, mas muitas mulheres parecem não estar convencidas disso. Em 2016, 25 mil brasileiras entraram na faca para corrigir suas “imperfeições” vaginais – o dobro do ano anterior, segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica (Isaps, na sigla em inglês). Os números crescentes alçaram o país ao posto de recordista mundial das cirurgias íntimas. E, segundo especialistas no procedimento, a motivação estética supera a funcional, que é quando a anatomia dos lábios provoca alguma dor ou desconforto.

Para a ginecologista Karla Giusti Zacharias, do Grupo Huntington, é importante entender que a diversidade de formatos existe e é normal. “Da mesma forma que as mulheres são altas, baixas, magras e gordas, existe diferença na formação da vagina e da vulva. Na prática, o que se observa é que o tamanho dos pequenos e grandes lábios é bastante variado, não existe um padrão”, explica. “A assimetria que acompanha todo o nosso corpo também se dá na região íntima. Por isso, nota-se uma diferença de tamanho entre os lábios. E quanto à coloração, ela varia de acordo com o tom da pele de cada mulher. As mais morenas, por exemplo, jamais terão lábios rosados.”

A recomendação dos especialistas brasileiros é que a cirurgia seja feita somente na idade adulta – a partir dos 18 anos -, depois que o corpo já estiver formado. “A maioria das minhas pacientes tem entre 25 e 35 anos, quando já atingiram uma certa maturidade em relação ao seu próprio corpo e sexualidade”.

Fonte: UOL

beijos, Fran
25/02 2018
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Clareamento e cirurgia plástica vaginal: conheça os tratamentos

 
Com o passar do tempo, as rugas e as linhas de expressão começam a denunciar a idade. Os primeiros sinais do envelhecimento vêm acompanhados de redução das fibras de sustentação, flacidez e, principalmente, ressecamento da pele. Mas não é apenas a face que sofre com isso, outras regiões também são afetadas, como a área genital, que fica mais flácida, rugosa e escurecida, podendo afetar a vida sexual e a autoestima da mulher.
A boa notícia é que existem vários procedimentos que podem tratar ou minimizar os sinais do envelhecimento genital. A estética íntima pode ser melhorada com a ajuda de exercícios vaginais, cirurgia íntima, clareamento da região e aplicação de substâncias que estimulam a produção de colágeno. Há ainda o peeling íntimo, um novo tratamento que promete eliminar o escurecimento da área genital.
Procure seu médico para maiores detalhes.
beijos, Fran
17/05 2017
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Clareamento e Plastica vaginal

O assunto ainda é meio tabu, mas a procura por cirurgias e tratamentos estéticos pra região íntima está ficando mais popular e ganhando mais interessadas.

as maiores queixas envolvem o tamanho e assimetria dos pequenos lábios, perda de volume e flacidez dos grandes lábios, hipertrofia e excesso de volume no clítoris e lipodistrofia (alteração na quantidade de gordura) no monte pubiano ou monte de vênus.

“O hábito de utilizar lâminas de barbear ou cera quente para depilação provoca uma reação inflamatória local que pode evoluir com o aumento da pigmentação e escurecimento da região. A pele da região íntima também é susceptível a alterações que ocorrem pela diminuição da produção hormonal com o avanço da idade”.

“Os lasers, como o fotona, melhoram a textura da pele e o tônus estimulando a síntese de colágeno local. Os preenchimentos corrigem perdas volumétricas importantes”. Ou seja, é possível clarear a região ou melhorar o aspecto da pele da área.

Uma novidade é o uso de laser fracionado de CO2, o Monalisa touch, para o rejuvenescimento interno da vagina, restaurando a hidratação e eliminando os sintomas da menopausa. “O procedimento é rápido, feito em consultório, não é necessário anestesia, dura cerca de 15 minutos”.

“No campo da cirurgia, para os pequenos lábios temos os procedimentos de ninfoplastias, que reduzem o tamanho; já para os grandes lábios e monte pubianos temos as lipoesculturas, que diminuem o volume, e, por último, para abordar a região do clítoris, temos as labioplastias compostas ou ninfoplastias estendidas”.

“Dentre as ninfoplastias, a ressecção (extração) em cunha dos pequenos lábios mantém a borda intacta, ou seja, sem cicatriz na área exposta. Por outro lado, a ressecção tangencial deixa cicatriz, mas permite adequar a retirada do excesso conforme a necessidade específica da paciente. Por fim, a ressecção dupla, alia as vantagens da ressecção em cunha com o tratamento do excesso de pele ao redor do clítoris”, explica o médico.

Além dos resultados estéticos de tratamentos como clareamento ou das reduções por meio de cirurgia, esse tipo de procedimento é capaz de dar um up na autoestima da mulher, que muitas vezes tinha vergonha de mostrar o corpo durante o sexo ou sofria com queixas como ressecamento da área ou dor durante a relação sexual.

Fonte: Revista Glamour

beijos, Fran
19/04 2017
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