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Produto para evitar orelha de abano premia mãe empreendedora

 A pequena prótese adesiva de silicone que mais parece uma lente de contato deve ser colocada atrás da orelha Foto: Divulgação
A pequena prótese adesiva de silicone que mais parece uma lente de contato deve ser colocada atrás da orelha
Foto: DivulgaçãoÉrica Chaves

Direto de Madri
Francisca Gamero ganhou o Prêmio de Excelência à Inovação para Mulheres Rurais, o Prêmio Neex (Nova Empresa Extremenha), e é finalista do Prêmio Empreendedor XXI do La Caixa e Enisa. Tudo por uma ideia que acabou virando um produto de sucesso, o Otostick. A pequena prótese adesiva de silicone que mais parece uma lente de contato deve ser colocada atrás da orelha, o que a mantém mais próxima à cabeça, em outras palavras, para evitar a “orelha de abano”.
A história do produto começa em 2007, na pequena cidade de Don Benito, quando Francisca percebeu que a orelha de seu bebê de cinco meses estava dobrando quando ela estava no berço. Ela então começou a usar esparadrapo na pequena “mas, claro, sempre em casa”, diz Francisca. Um dia, no entanto, ao chegar ao hospital com pressa, foi surpreendida pela pediatra, que explicou que aquilo não podia fazer mal e até ajudaria a manter mesmo as orelhas da menina no lugar.
A ideia de poder fazer um produto funcional foi concretizando-se à medida que ela explicava o que queria para pessoas próximas. “Francisca chegou à minha farmácia precisando de orientação e apoio para saber como fazer com o que ela tinha imaginado viesse a ser algo vendável de fato. E como empresário ¿ dono da minha farmácia ¿ eu logo vi que ela iria ter sucesso”, explica Celso Blanco, farmacêutico vizinho da empreendedora.
A espanhola começou a frequentar palestras e cursos de empreendedorismo e percebeu que só conseguiria colocar no mercado um produto que estivesse aprovado pelas normas europeias. Então Francisca pediu ajuda para a Universidade de Extremadura e de Alicante, onde desenvolveram um protótipo de silicone; em outra frente, ela pesquisava se havia clientes para aquela prótese e analisava o que era preciso para obter todas as licenças. “Foi um trabalho de esforço conjunto para fazer o projeto dar certo”, conta Francisca.
Em 2010, com o nome de Otostick, o produto começou a ser vendido nas farmácias espanholas com a proposta de acabar com a famigerada “orelha de abano”. “Este é um tema simples, na verdade, então com muita vontade e bom humor, colocamos os primeiros cartazes e explicávamos para os clientes como funcionava a invenção”, explica Blanco. “E era incrível ver como adolescentes, que tinham vergonha de prender o cabelo, agora podiam ir a um casamento, por exemplo, felizes da vida com um penteado que viram numa revista. Creio que psicologicamente funcionou muito bem, já que o efeito estético é imediato”, conta.
Em menos de dois anos já foram vendidas cerca de 90 mil unidades em toda a Espanha e os pedidos não param de chegar. Hoje Francisca tem nove pessoas trabalhando com ela na Disras (nome da empresa que une as sílabas iniciais de Diana e Raquel, suas duas filhas) e sabe que o fracasso de outras experiências a ajudou muito. “Eu tive um supermercado e uma empresa de distribuição têxtil. As duas empresas faliram. Estou surpresa e orgulhosa do que estou construindo, mas sei que foi tudo o que passei que me ajudou a entender como fazer dar certo.”
Otostick
Para crianças a partir dos três anos, o Otostick pode ser muito eficaz, segundo os pediatras, fazendo com que a orelha fique mais próxima à cabeça, já que elas ainda estão em formação. No entanto, os adultos também notam alguma diferença. “Uso todos os dias há quase dois anos e percebi que minhas orelhas já não estão tão afastadas. Coloco em uma das orelhas do meu filho também, pois noto que por dormir de lado, ela está dobrando”, afirma a consumidora Yolanda Arenas, 31 anos.
Cada caixinha contém oito unidades do produto, que pode ser usado durante até 15 dias seguidos. Depois, o material adesivo se descola naturalmente da orelha e é preciso substituí-lo. “Quando começa a soltar eu tiro e coloco outro. Já não vivo sem ele, porque adoro usar o cabelo preso no alto, mas só agora posso sair por aí sem sentir vergonha”, conta Yolanda. Mas Francisca adverte: “a prótese não é um milagre, é preciso ter paciência para ver resultados e, em alguns casos, somente uma cirurgia pode corrigir o problema
Fonte:TERRA
beijos, Fran
11/07 2013
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Cirurgia bariátrica

Cirurgia bariátrica deve ser a última opção para quem precisa emagrecer
Número de operações aumentou quase 90% nos últimos 5 anos no Brasil.
Porém, paciente deve tentar perder peso primeiro com mudança de hábitos.

Do G1, em São Paulo

Nos últimos cinco anos, o número de cirurgias de redução de estômago aumentou quase 90% no Brasil – e agora, não há mais limite de idade para operar pelo SUS e pacientes com 16 anos também podem fazer. Porém, como alertaram o endocrinologista Alfredo Halpern e o cirurgião bariátrico Almino Ramos no Bem Estar desta quarta-feira (10), a operação deve ser o último recurso contra a obesidade.
Segundo os médicos, o paciente deve tentar primeiro perder peso através da mudança de hábitos alimentares e exercícios físicos por, pelo menos, 2 anos. Caso não consiga, ele deve ir ao médico para avaliar se tem os requisitos para fazer a cirurgia, como o Índice de Massa Corporal acima de 40 ou acima de 35, com problemas associados – diabetes, hipertensão e colesterol, por exemplo. 
Cirurgia Bariátrica (Foto: Arte/G1)
Além disso, a pessoa, seja adulta ou adolescente, deve estar absolutamente convencida de que a cirurgia é a alternativa para sua saúde, consciente dos riscos e possíveis conseqüências. De acordo com o endocrinologista Alfredo Halpern, o suporte da família também é extremamente importante, principalmente no caso dos mais jovens.
Para dar andamento ao processo, o paciente deve ser acompanhado por, pelo menos, cinco especialistas – um cirurgião, um endocrinologista, um cardiologista, um psiquiatra ou psicólogo e um nutricionista ou nutrólogo. Cada um desses profissionais dará uma carta liberando a cirurgia.
Se liberado o procedimento, o paciente deve então começar a fazer uma série de exames. São, pelo menos, 8 exames (todos cobertos pelo SUS) para que possam ser descartadas todas as possibilidades de contraindicações ou riscos antes da cirurgia.
Ainda na preparação, a dieta também é importante – a orientação é que a pessoa perca cerca de 10% do peso antes de operar. Além disso, mudar a alimentação já funciona também como um teste para avaliar se o paciente terá força de vontade para continuar a ter hábitos saudáveis depois de operado.
No caso de quem está com o IMC acima de 35 com doenças associadas, é essencial também ter o controle desses problemas. Além da hipertensão e diabetes, o paciente pode ter também as taxas de gordura alteradas, apneia do sono, gordura no fígado e sobrecarga nas juntas – o tratamento paralelo de todas essas doenças diminui muito os riscos da cirurgia.
Superadas todos essas medidas preparatórias, o paciente pode então ser encaminhado para a internação e cirurgia.
De acordo com o cirurgião bariátrico Almino Ramos, geralmente, a operação demora em média 2 horas e o paciente fica cerca de 2 a 3 dias no hospital. Ele pode fazer a cirurgia convencional, que faz um corte de 15 a 20 centímetros no abdômen e demora de 45 a 60 dias de recuperação; ou a vídeolaparoscopia, que faz um corte de 0,5 a 1 centímetro e demora de 15 a 20 dias para se recuperar. Veja abaixo como são feitas algumas das cirurgias de redução de estômago:
Cirurgia bariátrica (Foto: Arte/G1)
Depois de operado, o paciente terá que fazer uma dieta líquida de 1 a 3 meses; depois, pode continuar com uma alimentação saudável por mais 6 meses, tempo que começará a perder peso e notar as diferenças no corpo. Estima-se que, em um ano, seja possível perder até 35% de todo o peso – mas isso só se o paciente conseguir mudar seus hábitos mesmo após a cirurgia; caso contrário, ele pode voltar a engordar e o procedimento terá sido em vão.
 Bem Estar mostrou a história do Mateus, um jovem de 17 anos que pesava 119 kg e teve que fazer a cirurgia bariátrica. Ele estava com pré-diabetes, pressão alta, gordura no fígado e não conseguiu perder peso com dieta e exercícios.
Em janeiro deste ano, ele fez a operação por vídeolaparoscopia e, desde então, já perdeu 22 kg como mostrou a repórter Michelle
Fonte:G1/bemestar
beijos, Fran
10/07 2013
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Bumbum siliconado:Paixão nacional!

 Técnica que utiliza implantes de silicone na região dos glúteos conquista mulheres e homens
           
 
No Brasil, quando se fala em preferência nacional, logo se pensa em bumbum. E, neste caso, as brasileiras levam grande vantagem. Mas a natureza não é sempre generosa, nem mesmo com elas. E é aqui que entra a gluteoplastia, a cirurgia plástica que, mediante o uso de próteses de silicone, remodela os glúteos, dando a eles nova forma e, claro, beleza.
A cirurgia de cunho estético tem crescido substancialmente no País. Em 2009, por exemplo, foram realizadas aproximadamente 450 mil ao todo, segundo levantamento feito pelo IBOPE, equivalente a 69% do total de procedimentos em cirurgias plásticas. Dentro dessa soma, a prótese de silicone foi utilizada em quase 159 mil delas, e, desse total, perto dos 5% dizem respeito à gluteoplastia. Ou seja, quase 8 mil brasileiros se submeteram a esse tipo de cirurgia.
A pergunta é: o que a gluteoplastia oferece, de fato? Que mudanças são essas tão procuradas pelo universo feminino e, atualmente, também pelo masculino? “Ela é recomendada nos casos de assimetria, hipotrofia e flacidez dos glúteos, seguido de aumento e remodelagem das nádegas”, revela o cirurgião plástico Raul Gonzalez, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, pioneiro na área.
A prótese de glúteo busca satisfazer o desejo daqueles que querem aumentar o bumbum. Mas não é só isso. Além de dar projeção, a técnica corrige defeitos genéticos, melhora o contorno, o volume e a textura, que são afetados por conta de variações de peso, alterações hormonais e até mesmo pela idade.
Para cada biotipo
Entre os formatos de prótese mais utilizados na gluteoplastia estão o oval e o redondo, que permitem melhor adaptação às diferenças anatômicas dos pacientes. “A ideia e respeitar o biotipo de cada pessoa, por isso existem diferentes tamanhos, tanto na projeção como na altura”, comenta o cirurgião plástico Fernando Serra, do Rio de Janeiro, membro da SBCP e doutor em gluteoplastia pela UERJ.
É importante saber, no entanto, qual dos dois formatos melhor se adequa ao corpo do paciente, já que o objetivo é deixar o bumbum com aspecto mais natural possível. Para os que têm o biotipo em forma de maçã, por exemplo, em que ombros, costas e peito são maiores que os quadris e as coxas, as próteses arredondadas são recomendadas porque possuem medida semelhante à largura e altura do paciente. Já o tipo pêra, mais comum à típica mulher brasileira, com quadris e coxas mais largos que os ombros e o busto, as próteses ovais são mais adequadas (paciente possui glúteo mais comprido do que largo).
O implante de glúteo, assim como o mamário, é constituído de membrana de elastômero de silicone preenchida com gel de silicone, na consistência e resistência necessárias à região em que será implantado. Ainda de acordo com Fernando Serra, as próteses de glúteo estão menos sujeitas ao endurecimento – fato que pode ocorrer com mais freqüência com as próteses de mama. “Na gluteoplastia, as próteses são colocadas no meio do músculo glúteo máximo, que está em constante movimento, o que traz um resultado satisfatório”, ressalta o especialista.
Implante de Quartzo: novidade
A mais recente inovação na área é o implante de Quartzo, desenvolvido pela Silimed, a maior fabricante de próteses de silicone da América Latina, especificamente para a área dos glúteos. Ele conta com design oval projetado adequadamente para o padrão brasileiro. “Produzido por alta tecnologia, com exclusivo gel de silicone Biodesign, apresenta características de superfície lisa e possui alto grau de coesividade, capaz de moldar o corpo com eficiência”, afirma Raul Gonzalez.
Homem também?
Hoje em dia, a gluteoplastia não é uma busca feita apenas pelas mulheres, embora elas ainda sejam maioria (99%). Os homens também têm aderido à aplicação da prótese de silicone nessa área do corpo. Em 2009, das 1.793 cirurgias plásticas com silicone voltadas para o universo masculino, 320 foram próteses de silicone implantadas nos glúteos, cerca de 18% do total (IBOPE).
Marca brasileira pelo mundo
Apesar de o bumbum ser marca registrada brasileira, a técnica da gluteoplastia já alcança patamares mundiais. A Silimed comprova esse boom. A empresa, que exporta seus produtos para mais de 60 países, teve um aumento de 20% na demanda por próteses de silicone de 2009 para 2010.
Divulgação: Rojas Comunicação
beijos, Fran
10/07 2013
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