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Dieta ideal do pós-operatório

O iogurte é recomendado para quem fez cirurgia porque ajuda no equilíbrio da flora intestinal. Foto: Getty Images

O iogurte é recomendado para quem fez cirurgia porque ajuda no equilíbrio da flora intestinal
Foto: Getty Images

Repouso em casa, hematomas por todos os lados, corpo dolorido e muito inchado. Depois de encarar uma cirurgia plástica, é essencial que você tenha paciência acima de tudo. Sim, porque não existem resultados imediatos. Mas vale a pena lembrar que os cuidados após a operação devem começar pela boca. 

É isso mesmo. Sua dieta pode ajudar ou piorar sua recuperação.

“Os alimentos realmente são capazes de facilitar e muito o pós-operatório. Nesse período, por exemplo, é necessário comer coisas que ajudem a diminuir o inchaço e facilitem a atividade intestinal, já que o paciente ficará um bom tempo de repouso”, explica o cirurgião plástico Ércole Spada Neto.

Confira a seguir quais os alimentos que devem ser riscados do cardápio durante o pós-operatório e aqueles que podem – e devem – ser consumidos sem restrição alguma.

Fuja desses alimentos
Separamos os principais itens que devem ser evitados no período pós-operatório. “Eles fazem efeito contrário e podem dificultar ainda mais a sua recuperação”, afirma o cirurgião plástico Ércole Spada.

Doces e chocolates
É comum ficar ansiosa para ver o resultado final da cirurgia. O que você não pode fazer é comer um doce ou chocolate para tentar diminuir essa ansiedade. “Além desses alimentos não contribuírem para a digestão, oferecem gorduras e açúcares em grande quantidade”, diz o Dr. Ércole Spada. E o problema não pára por aí. “Estudos apontam que o açúcar interfere na produção de colágeno e ajuda a aumentar a flacidez”, explica o nutricionista Gil de Abreu, consultor da Life Extension Institute. Segundo ele, os doces também podem levar a um colapso de energia e causar cansaço.

Leite e derivados
Você já imaginou que o leite pode fazer mal à saúde? Esse líquido consumido diariamente pelos brasileiros é capaz de dar prisão de ventre, gases e impedir a absorção de nutrientes essenciais nessa fase. “Isso acontece porque o leite aumenta a produção excessiva de muco no sistema digestivo, o que dificulta a eliminação de resíduos tóxicos pelos intestinos”, explica o nutricionista Gil de Abreu. Além disso, ele também é capaz de causar ou agravar a depressão: é no intestino que boa parte da serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e pela diminuição do apetite, é produzida. Quando suas funções são prejudicadas, a produção de serotonina fica comprometida.

Gorduras saturadas ou trans
Você já escutou falar nessas vilãs que estão presentes nos salgadinhos de pacote, na batatinha frita das lanchonetes fast-food, na maioria das margarinas, na pipoca de microondas, nos bolos e tortas industrializados e nas bolachas recheadas. O que elas fazem? Aumentam o nível do mau colesterol e diminuem o bom colesterol, aquele que ajuda a retirar as gorduras das células, facilitando sua eliminação do organismo. Outra grande desvantagem para você que acabou de sair de uma cirurgia é que essas gorduras, de acordo com o nutricionista, desequilibram os níveis de ômega 3 e 6, ácidos graxos essenciais que estão diretamente ligados ao processo antiinflamatório, que ajudam a evitar e combater inflamações.

Cafeína (café, refrigerantes de cola, chá preto)
Se você é daquelas mulheres que é movida a cafezinho ou ama um refrigerante, pode esquecer. “A cafeína exerce efeito tóxico e desidratante no organismo. Também leva as glândulas supra-renais à exaustão, aumentando o estresse”, afirma Gil de Abreu. Segundo o nutricionista, isso significa que eles podem te deixar mais irritada e ansiosa, provocar dor de cabeça, fadiga e depressão.

Carne vermelha
Não é hora de sobrecarregar o organismo. “Consumir carne vermelha pode dificultar a digestão, causar desconforto, esgotar nutrientes, sobrecarregar rins e fígado e ainda gerar desequilíbrio entre as bactérias boas e nocivas que vivem no intestino, levando à prisão de ventre”, explica o nutricionista. Por isso, evite ao máximo.

Alimentos fermentativos
Os médicos recomendam evitar alimentos como feijão, lentilha, grão-de-bico, repolho e até as massas. “A fermentação provoca a dilatação do estômago e pode aumentar muito a formação de gases e cólicas. Isso pode ser extremamente desconfortável para os pacientes, principalmente os que fizeram cirurgias abdominais”, explica o cirurgião plástico Ércole Spada.

Bebidas alcoólicas
É bem simples: álcool e remédio não combinam. E no pós-operatório você vai precisar, no mínimo, de analgésicos para diminuir a dor. A ingestão de álcool pode alterar o efeito dos medicamentos, potencializar suas propriedades provocando reações indesejáveis ou não resolver o problema. Assim, o analgésico não vai retirar a dor, o antiinflamatório não irá curar a inflamação.

Sal (embutidos, defumados, molhos prontos)
Nem pense em exagerar nas comidas salgadas. “Esses alimentos trazem alta concentração de sódio, que são responsáveis por causar retenção de líquidos”, afirma o nutricionista Gil de Abreu. Resultado: você fica mais inchada.

Aposte nessas comidas
Depois de conhecer os vilões, é hora de ver o que está liberado. Aproveite ao máximo esses alimentos porque eles vão lhe ajudar na fase da recuperação.

Água, sucos naturais, melão, abacaxi e melancia
Essas bebidas ajudam a hidratar o organismo, compensar a perda de líquidos e diminuir o inchaço.

Probióticos (iogurte e leite fermentado)
São aqueles que contêm microorganismos que ajudam no equilíbrio da flora intestinal.

Ovo
Fornece proteínas que fazem a reconstrução dos tecidos perdidos durante a cirurgia e são de fácil digestão.

Abacate
Elimina o mau colesterol e combate os radicais livres. Com betacaroteno, vitaminas A, B, C, D, E, proteínas, cálcio, magnésio, fósforo, ferro, potássio. Regula o intestino.

Cenoura e Beterraba
Ricas em betacaroteno, substância que se transforma em vitamina A e ajuda na cicatrização.

Abóbora, cenoura, damasco, manga, espinafre, couve, tomate e uva
São alimentos ricos em ativos com propriedades antioxidantes que bloqueiam a ação dos radicais livres, liberados durante a plástica.

Castanha-do-pará
Traz selênio, um poderoso elemento antioxidante, que também elimina os radicais livres do organismo.

Salmão e atum
Além de possuírem grande quantidade de proteínas, trazem gorduras boas, ricas em ômega 3, que ajudam a prevenir inflamações.

Fibras
Melhora a função intestinal, além de diminuir os níveis de colesterol. Algumas boas opções: as verduras, legumes, mamão, ameixa, nectarina e cereais integrais.

Shimeji e shitake
Possuem uma substância fitoquímica que melhora a imunidade.

Goiaba
Rica em vitamina C, atua na formação do colágeno e ajuda a restaurar os tecidos.

Fonte:beleza.terra
beijos, Fran
22/07 2013
Plásticas
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Médicos dão dicas de como escolher um bom cirurgião plástico

 
 

Casos como o da modelo goiana Louanna Adrielle Castro Silva, que morreu durante uma operação para implantar silicone nos seios, são um alerta para os riscos que oferece uma cirurgia plástica.

Médicos ouvidos pelo G1 dão dicas de medidas que podem reduzir a chance de algo dar errado durante uma intervenção desse tipo. Eles ressaltam, no entanto, que não existe nenhuma garantia absoluta de que o resultado será exatamente o esperado. “Risco, toda cirurgia tem. O que a gente tem que fazer é tomar cuidado para que eles sejam os menores possíveis”, salienta José Horácio Aboudib, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Como encontrar um bom médico
“Na hora de escolher um profissional, a gente tem que pensar a formação”, recomenda o cirurgião plástico Pedro Nader, conselheiro do Conselho Federal de Medicina (CFM). “O paciente tem que questionar diretamente o profissional”, completa.

.Para ser considerado especialista em cirurgia plástica, um profissional precisa passar pelo curso de medicina – seis anos –, pela residência em cirurgia geral – dois anos – e pela especialização em cirurgia plástica – dois ou três anos. Depois de todo esse estudo, ainda tem que ser aprovado em um exame específico para ser aceito na SBCP. O site da entidade traz uma lista com o perfil dos cirurgiões associados.

Por lei, a única formação exigida para que uma pessoa exerça qualquer atividade na medicina é o diploma de graduação. Portanto, se um médico que não seja especialista fizer uma cirurgia plástica, não estará cometendo nenhuma irregularidade

Contudo, os especialistas da área acreditam que a formação é a melhor maneira de escolher um cirurgião. “Imagina fazer uma cirurgia cardíaca com um neurocirurgião. Tem tudo para dar errado”, compara Aboudib, presidente da SBCP.

Pesquisa feita em 2008 pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) mostrou que apenas 2,1% dos médicos processados por seus pacientes no estado entre janeiro de 2001 e julho de 2008 tinham essa especialidade.


Prótese de silicone

O próprio estudo afirmou que a especialização não é obrigatória para o exercício da medicina, mas que os empregadores geralmente exigem essa formação – e incentivou os pacientes que contratam diretamente seus médicos a fazerem o mesmo.

Histórico do médico
Se, mesmo com a formação, o paciente quiser saber se o médico já teve problemas antes, é possível consultar o histórico de um médico no Conselho Regional de Medicina ao qual ele é filiado. Eventuais punições que aquele profissional já tiver recebido ficam registradas.
O serviço serve somente para os casos que já tiverem sido concluídos pelo conselho. “Às vezes, o médico está sendo sujeito de um processo, mas ainda está sendo julgado”, explica Nader.

A conversa no consultório
Não existe um perfil de alguém que não deva fazer cirurgia plástica de maneira nenhuma, mas as cirurgias não são indicadas caso o paciente esteja com problemas de saúde. “A gente só pode fazer uma cirurgia plástica em quem está em perfeitas condições clínicas, exceto em casos de emergência, como em pacientes com câncer ou queimaduras, por exemplo”, afirma Aboudib.

Antes de uma cirurgia de rotina, o paciente deve passar, na maior parte dos casos, por exames de sangue, de urina e uma avaliação cardiológica. Caso o paciente tenha alguma condição específica – como hipertensão ou diabetes, por exemplo –, isso demanda mais cuidados. “É individualizado: cada doença exige um cuidado próprio”, explica Nader.

Problemas como esses ressaltam a importância do diálogo entre o médico e o paciente. “O usuário tem que levar o histórico dele para o doutor”, aponta o conselheiro do CFM.
Além disso, é preciso avisar o médico sobre qualquer mal-estar que aconteça na véspera da cirurgia. Muitas vezes, a pessoa não apresenta nenhum problema no dia de fazer os exames, mas sofre algum problema de saúde antes da cirurgia – como gripe, febre ou diarreia, por exemplo. Esses problemas, que muitas vezes não exigiriam cuidados médicos, podem ser complicadores na hora da operação.

Outra parte importante da conversa com o médico são as recomendações a respeito do pós-operatório, que incluem o tempo de repouso necessário, as restrições que o paciente vai ter e eventuais complicações que ele pode enfrentar.

“O cirurgião tem que deixar claro para o paciente quais são os riscos de maneira genérica e daquele paciente particular”, esclarece Nader. Aboudib, presidente da SBCP, sugere ainda que o paciente não acumule várias cirurgias plásticas em uma mesma operação, pois isso aumenta os riscos. Além disso, ele aconselha fazer somente procedimentos que já tenham sucesso comprovado pela classe médica e que tenham respaldo científico.

“O que se pode fazer é tomar essas providências. Se ocorrer acidente, é acidente”, conclui.

Fonte:G1/bemestar

beijos, Fran
22/07 2013
Mamoplastia
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Prótese de silicone-quando troca-las

 
 Saber quando trocar as próteses de silicone é muito importante, embora nem todas se devam tocar, algumas próteses de silicone precisam ser trocadas.
 
Quando trocar a prótese de silicone
 Próteses que apresentam defeito de fabricação ou que tenham prazo de validade como as mais antigas, devem ser trocadas em 8 a 12 anos, contudo, as mais novas, fabricadas a partir de 2005 podem durar, em média, 20 anos.
As próteses que são feitas de gel coesivo, geralmente, não necessitam ser trocadas tão cedo, embora uma revisão a cada 10 anos seja necessário. Esta revisão consiste em realizar somente uma ressonância magnética e exames de sangue para verificar se existe algum infecção.
A prótese de silicone deverá ser trocada sempre que representar danos à saúde do indivíduo, sejam eles físicos ou emocionais.
Por que trocar a prótese de silicone
Algumas próteses de silicone devem ser trocadas porque têm prazo de validade, estão rompidas ou mal posicionadas. Situações em que a prótese está gerando rugas ou pregas na pele podem ocorrer em próteses de grande tamanho, quando são colocadas em indivíduos com pele muito fina e com pouco tecido gorduroso para dar sustentação à pele.
A prótese necessitará ser trocada também se ela sofrer uma ruptura causada por acidentes automobilísticos, em caso de perfuração por “balas perdidas” ou acidente em esporte radical. Nestas situações mesmo que ela não apresente danos visíveis, uma ressonância magnética poderá evidenciar o problema.
Outra situação em que a prótese de silicone tenha que ser trocada é quando o indivíduo engorda ou emagrece muito e a prótese fica mal localizada, devido ao aumento da flacidez, neste caso, pode ser necessário ainda realizar um Lifting associado à colocação de uma nova prótese.
 
Consequências de não trocar a prótese de silicone
 Se a prótese de silicone não for trocada dentro do período recomendado, pode haver uma pequena ruptura e gerar micro-vazamentos do silicone que gera inflamações nos tecidos vizinhos, podendo ser necessário até mesmo fazer uma raspagem para retirada de parte deste tecido.
Esta infecção quando não é devidamente tratada pode piorar e espalhar-se por uma grande área comprometendo ainda mais a saúde do indivíduo.
 
Onde trocar a prótese de silicone
 A prótese de silicone deve ser trocada em meio hospitalar, com uma equipe de cirurgiões plásticos. O médico que colocou a prótese inicialmente pode realizar a cirurgia, mas não é obrigatório que o faça. Outro cirurgião plástico com os devidos conhecimentos poderá retirar a prótese antiga e colocar a nova prótese de silicone.
É importante que fique claro que nenhuma prótese de silicone tem duração eterna. Até o momento, todas as próteses de silicone devem ser trocadas num tempo variável entre 8 e 25 anos, por melhor que seja seu material.
 
Fonte:Tua Saúde
beijos, Fran
21/07 2013
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