Mamoplastia
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Mãe e 4 filhas turbinam os seios mais de 13 vezes

Mãe e suas 4 filhas turbinaram os seios mais de 13 vezes 

Mamãe silicone fez a primeira cirurgia nos seios em 1996, depois de amamentar várias crianças

Chantal Marshall, de 53 anos, e suas quatro filhas, Emma, 30, Ripley, 21, Terri, 27 e Tara, 26, já foram submetidas a 13 cirurgias para implante de silicone nos seios. Nenhuma outra família no Reino Unido turbinou tanto os seios!

A única mulher da família com os seios originais é Britney, de 14 anos. Mas Chantal já está incentivando a adolescente a entrar na faca quando completar 18 anos. “Ela idolatra as irmãs mais velha e já começamos a discutir a cirurgia dela nos seios”, contou ao “Sun” a britânica, que mora em Ashfield(Inglaterra).

Chantal, que tem ainda quatro filhos, fez a primeira cirurgia nos seios em 1996, depois de amamentar várias crianças. ”Isso fez a minha vida melhor. Meus seios fizeram com que eu me sentisse maravilhosa e transformaram a minha vida”, disse Chantal, que trabalha como vidente. Ao todo, ela mexeu quatro vezes na “comissão de frente”.

Fonte:94fmdourados
beijos, Fran
28/07 2013
Plásticas
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Cirurgia plástica depois da gravidez

Cirurgia plástica depois da gravidez: benefícios e restrições

É necessário esperar pelo menos seis meses após o fim da amamentação para fazer uma cirurgia plástica, que não deve ser feita para obter o emagrecimento instantâneo

A hora de encarar o espelho depois da gestação pode ser difícil para mulheres que carregaram um ou mais filhos na barriga por nove meses. Muitas pensam em recorrer à cirurgia plástica para reverter a situação da alteração do contorno corporal. O cirurgião plástico Dr. Alan Landecker (CRM 87043), Membro Titular e Especialista em Cirurgia Plástica pela SBCP – Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, membro da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), alerta, no entanto, que se deve ir com calma. “Fazer cirurgia plástica no período pós-parto é permitido, mas não é recomendado. Eu indico fazer a cirurgia plástica pelo menos seis meses após o fim da amamentação, porque o organismo fica sob efeito de uma série de hormônios. Mesmo depois do parto ainda existe inchaço, acúmulo de gordura onde não devia ter, ou seja, o corpo ainda fica com a silhueta alterada por um período e o cirurgião não terá uma visão real do corpo dessa mulher para planejar a operação. Por isso, não é indicado realizar a cirurgia plástica nessa fase”, afirma o médico.

De acordo com Dr. Alan Landecker, o principal equívoco das pacientes é querer perder o peso da gravidez instantaneamente após o parto com uma cirurgia plástica. “É importante lembrar que a técnica é indicada para corrigir depósitos de gorduras localizadas e/ou flacidez de pele em pacientes que estão no peso ideal, ou próximo disso. Mulheres que deram à luz recentemente precisam adotar uma rotina saudável com alimentação equilibrada e exercícios físicos. Muitas pacientes costumam depositar na cirurgia plástica todas as esperanças de conseguir um corpo renovado. Mas, elas precisam ter consciência de que ela será o complemento de um programa de bem-estar, que inclui dieta balanceada, exercícios físicos e também equilíbrio psicológico”, esclarece o médico.

Impactos na amamentação e nos cuidados com o bebê

Para o cirurgião plástico, o principal risco da cirurgia no período pós-parto é o mal resultado. “Se o corpo não estiver no seu estado normal, você realiza a operação, mas não tem parâmetros corretos. Desses resultados, a insatisfação mais comum é em relação à estética pós-cirúrgica”, declara. “No período certo, ou seja, após os seis meses do término da amamentação, a paciente é vista dentro de parâmetros normais. Mas, é necessária uma avaliação médica criteriosa. Só existem restrições para pegar peso, assim a mulher não poderá lidar sozinha com a rotina do bebê”, enfatiza.

Em sua opinião, é importante deixar claro que a cirurgia plástica não deve ser feita tendo o emagrecimento como objetivo. “A regra serve para qualquer paciente, pós-gravidez ou não. A pessoa precisa estar no seu peso ideal ou próximo dele. Se estiver com sobrepeso, necessitará de um programa de educação física e acompanhamento nutricional antes do processo cirúrgico. Se a paciente estiver acima do peso, o resultado não será satisfatório e há maiores riscos de complicações, como infecção na ferida cirúrgica e trombose”, alerta o especialista.

Outra questão relevante para as mamães é que a cirurgia plástica pode interferir no aleitamento materno. Durante o período do aleitamento materno, existe uma série de medicamentos que não devem ser ingeridos. E a anestesia e outros medicamentos relacionados à cirurgia podem interferir na composição do leite oferecido à criança. Por isso, recomenda-se que a mulher já tenha terminado de amamentar.

Tipos de cirurgias mais comuns

Em sua prática clínica, o Dr. Alan Landecker observa que as cirurgias plásticas mais procuradas por mulheres que tiveram filhos são nas mamas e no abdômen, pois são as partes do corpo que mais se modificam durante a gestação. Segundo ele, há casos onde a pele não consegue retrair suficientemente, gerando flacidez e assim alteração do contorno corporal.

“Para as mamas, há duas possibilidades. Quando elas atrofiam e ficam retraídas, mas sem flacidez de pele, o implante mamário pode ser suficiente. Quando há tem flacidez, corrige-se, tirando o excesso. Em algumas pacientes o implante também pode ser utilizado”, explica.

O médico frisa que a prótese colocada corretamente não atrapalha a amamentação. A mulher pode praticar o aleitamento materno normalmente. Como prevenção é indicado que a paciente realize exames anuais para o controle das mamas, após a inclusão do implante mamário.

No abdômen, normalmente, a procura acontece devido ao acúmulo de gordura na parede, flacidez de pele ou muscular – os músculos ficam separados, chamado tecnicamente de diástase. “Isso gera uma fraqueza na parede muscular, as vísceras se insinuam pra frente, o que gera uma protuberância, ou seja, perde-se o abdômen reto. A abdominoplastia geralmente é capaz de corrigir estes problemas”, finaliza Dr. Alan Landecker.

FONTE:http:melhoramiga.com.br

beijos, Fran
27/07 2013
Mamoplastia Plásticas
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O que você precisa saber sobre cicatrização

 
01)  “É preciso entender que não existe cirurgia sem cicatriz. Um bom cirurgião pode tentar deixá-la menos aparente, mas não pode eliminá-la por completo”, afirma o cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, em São Paulo;
02)  “O paciente deve ser conduzido a refletir que se trata de uma troca: no lugar de um problema de contorno corporal, ele ganhará formas mais modeladas, mas também uma cicatriz. É preciso esclarecer o tamanho do corte, onde vai ficar, como é o processo de cicatrização, quanto tempo demora a recuperação detalhadamente”, diz o médico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica;
03)  No caso das cirurgias plásticas para retirada de pele, após uma cirurgia bariátrica, não há como evitar os grandes cortes. Em geral, a flacidez da pele de quem perde 60, 70 kg é de tal magnitude que precisam ser retiradas grandes quantidades de pele das regiões a serem reconstituídas. O que o cirurgião plástico tenta fazer é situar essas cicatrizes em locais menos visíveis. “No caso da reconstituição da barriga, por exemplo, procura-se posicionar o corte na área que fica coberta pela calcinha ou pelo biquíni. Na coxa, o local escolhido é a chamada prega iguinal, próxima da virilha. No braço, a cicatriz deve ficar na parte interna e o mais perto possível da axila”, diz Penteado;
04)   O processo de cicatrização, explica Ruben Penteado, passa por várias etapas e, em geral, completa-se em dois anos. Nos 30 primeiros dias após a cirurgia, o sinal ainda é pouco visível. No mediato, que vai até o 8º ou 12º mês, ele se mostra avermelhado e, em alguns pacientes, elevado e largo. É no período chamado de tardio, após um ano, que este sinal começa a ficar mais claro e menos consistente;
05)  “O resultado final da cicatrização depende de cada paciente, das suas condições nutricionais, do seu histórico de doenças, dos remédios que eventualmente esteja tomando, dentre muitos outros fatores”, esclarece o diretor do Centro de Medicina Integrada;
06)   Um acompanhamento cuidadoso nos primeiros seis meses de cicatrização é fundamental. “O paciente também deve seguir à risca a recomendação médica de não realizar esforços que tensionem a pele na região do corte. O esforço pode quebrar os pontos ou provocar inflamação”, reforça Penteado;
07)   No terreno dos curativos, um grande aliado são os adesivos de gel de silicone. Aplicados sobre os pontos durante três meses, especialmente na barriga e nos seios, esses adesivos controlam a produção das fibras colágenas, evitando os exageros que podem levar a uma cicatriz grossa ou até à formação de quelóides;
08)   “O quelóide é uma cicatrização exagerada que ultrapassa o corte ou trauma cirúrgico. Em geral,  resulta do acúmulo anormal e exagerado das fibras colágenas no local do corte. Existem algumas partes do corpo mais propensas à formação desse tipo de manifestação, como a região das articulações, o ombro, a área central do tórax ou os lóbulos das orelhas e do queixo. O que determina a tendência ao quelóide é o fator genético. Peles negras e orientais estão no maior grupo de risco de aparecimento de quelóides”, explica Ruben Penteado;
09)   Durante o pós-operatório, quem tem tendência à formação de quelóide deve manter um rigoroso repouso para não provocar o estiramento da pele, evitando que os pontos fiquem distendidos além do natural. “O uso de corticóide – que inibe algumas etapas da cicatrização e possibilita maior controle durante o processo – ou de pomadas e curativos oclusivos com o mesmo princípio ativo é outro grande aliado para evitar o aparecimento de quelóides”, diz o diretor do Centro de Medicina Integrada.
FONTE:medintegrada.com.br/
beijos, Fran
27/07 2013
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