Plásticas
1 Comentário

A cirurgia plástica do bumbum

A prótese para bumbum é mais resistente e consistente do que as utilizadas nos seios, o resultado é perfeito e não há quem diga que não seja natural”.

 
  •  A anestesia: Peridual.
  •  Tempo de internação: Dois dias.
  • Duração da Cirurgia: Cerca de uma hora.
  • O que acontece no dia seguinte? A paciente pode caminhar, tomar ducha. Pode existir dor de média a forte intensidade, que é facilmente evitada por analgésicos apropriados.
  •  Dreno: O dreno é necessário para evitar coleções líquidas na incisão e é mantido por 48 horas.
  • Local da incisão e da cicatriz: A incisão é feita entre as duas nádegas, ficando portanto escondida quando o paciente está de pé.
  •  Decúbito: O paciente imediatamente após a operação já pode ficar em qualquer tipo de decúbito, seja decúbito ventral (de boca para baixo) decúbito dorsal (de boca para cima) ou lateral. Algumas alterações da técnica possibilita a escolha entre os tipos de decúbito, ou seja mais confortável para o cliente.
  • Local onde vai a prótese: Dentro do maior músculo da região, chamado glúteo maior. A prótese é colocada exatamente no meio do músculo, o que consegue mascarar a presença de uma prótese.
  • Alta hospitalar: O paciente sai da clínica em 48h, podendo realizar viagens de carro.
  • A primeira semana pós-cirurgia: Após retornar à sua casa, na primeira semana o paciente deve manter repouso relativo. Não é necessário repouso no leito, podendo caminhar e sentar com um pequeno desconforto
  • Tempo de durabilidade das próteses: As próteses fabricadas atualmente têm previsão de durabilidade de cerca de vinte anos.
  •  Ao sentar: Não se sente sobre a prótese, uma vez que ela é localizada nos 2/3 superiores da nádega e o peso do corpo na posição sentada é descarregado sobre o terço inferior.
  •  Cuidados a longo prazo: Nenhum cuidado especial é necessário com as próteses a longo prazo. O acompanhamento da condição das próteses pode ser feito por meio de uma simples avaliação por ultra-sonografia.
  •  Interferência na vida pessoal: Não há restrição física após a recuperação, que dura cerca de dois meses.
  •  Injeções nos glúteos: É contra-indicada a injeção intramuscular enquanto se usar a prótese glútea. Porém, é importante lembrar que não existe nenhuma injeção que deva ser dada ao paciente em estado inconsciente quando da sua chegada a uma unidade de emergência.
  •  Naturalidade dos resultados: Muitas pacientes casadas escondem até mesmo do marido que têm prótese, alegando terem feito enxertia de gordura. É muito difícil apalpar a prótese e mais ainda é difícil “vê-la”.
  • Tipos de próteses existentes: A única técnica para todos os casos de cirurgia estética é a de colocação da prótese dentro do músculo. Essa técnica só deve ser usada em prótese lisa, que pode ser redonda ou oval. As próteses redondas projetam mais o bumbum e a próteses ovais são mais usadas para modelar e preencher. O tamanho das próteses varia de 180 ml até 400 ml.
  • Possibilidade de associação com outras cirurgias: A operação pode ser associada com prótese de mama, lipoaspirações de pequeno porte na parte da frente do corpo, prótese de coxa, panturrilha, lipoaspiração e diversos outros procedimentos estéticos. É contra-indicado associar esta operação com grandes cirurgias da parte frontal do corpo, como cirurgia de face lifting, plástica abdominal, entre outros.

             FONTE:patricinhaesperta

beijos, Fran
13/04 2013
Plásticas
0 Comentários

O Brasil lidera mundialmente a cirurgia de bumbum

Brasil é 1º em plásticas no bumbum e cirurgias íntimas, diz estudo

O Brasil é líder mundial no número de colocação de prótese no glúteo (gluteoplastia), rejuvenecimento vaginal, também chamada de cirurgia íntima, e procedimento cirúrgico para corrigir as “orelhas de abano” (otoplastia), segundo dados divulgados em janeiro pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica (ISAPS, na sigla em inglês), referentes ao ano de 2011, o último período avaliado pela instituição.

Naquele ano, 21,4 mil brasileiras aumentaram o bumbum, 9 mil mulheres aderiram ao rejuvenescimento do órgão sexual e 28 mil pessoas corrigiram as orelhas. Os números são bastante superiores aos registrados nos Estados Unidos, por exemplo, que é o campeão em cirurgias plásticas no mundo, onde foram realizadas 5,9 mil gluteoplastias, 2,4 mil cirurgias íntimas e 7,8 mil otoplastias.

De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, José Horácio Aboudib, o Brasil é pioneiro quando o assunto é cirurgia no bumbum. O número desse procedimento aumentou 367% nos últimos quatro anos, segundo a entidade.

 

“A técnica atual foi desenvolvida no Brasil há cerca de cinco anos. A técnica anterior, desenvolvida no México, apresentava muitos problemas, porque a prótese ficava embaixo da pele. Já a técnica brasileira coloca a prótese dentro do músculo, onde fica bem mais firme e não é tão perceptível”, explica Aboudib.

O médico atribui o aumento vertiginoso desse tipo de cirurgia entre as brasileiras aos bons resultados obtidos pela nova técnica que, segundo ele, foi desenvolvida inicialmente pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). “Antes disso, os pacientes tinham muitos problemas porque a prótese saia do lugar e era preciso fazer correções”, explica.

Já o rejuvenescimento vaginal consiste basicamente na cirurgia para corrigir alterações no tamanho dos lábios, por exemplo, a redução dos pequenos lábios, quando eles ultrapassam os grandes lábios, explica o médico.

“A cirurgia retira esses excessos de pele para deixar a vagina com outro aspecto. Há uma inibição de muitas pacientes como essa situação quando estão diante do parceiro sexual. Há casos também em que o excesso de pele gera incomodo durante a relação”, argum Ranking Mundial

Em números absolutos, o Brasil é o segundo no ranking de cirurgias plásticas, com 905 mil procedimentos realizados em 2011, atrás somente dos Estados Unidos, que registrou 1,1 milhão.

“Quantitativamente os EUA tiveram um número de operações superior ao do Brasil, no entanto se levarmos em consideração a população total dos dois países, veremos que o número de cirurgias per capita em ambos é muito próximo, apesar do poder aquisitivo dos americanos ser muito superior”, afirma o Dr. Aboudib.

Ao todo, foram contabilizados em 2011, 6,3 milhões de cirurgias plásticas no mundo. Os dados levantados pela ISAPS levaram em contas informações fornecidas por 996 cirurgiões plásticos, entre eles 431 americanos e 172 brasileiros.

“O conceito de saúde da OMS (Organização Mundial de Saúde) diz que ela é o bem estar físico, social e mental. Não adiante ter um coração funcionando bem, se a pessoa não se sente bem consigo mesma. Esse conceito também inclui a estética”, defende Aboudib.

Brasil é primeiro no ranking de cirurgia plástica no bumbum (Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Com ou sem prótese, bumbum é obsessão para
parte das brasileiras
(Foto: Renato C./Futura Press/Estadão Conteúdo)

As mais pedidas
A lipoaspiração continua sendo a cirurgia mais popular entre os brasileiros. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica houve um crescimento de 129% no número dessas operações entre 2007 e 2011. Neste último, foram contabilizadas 211 mil. “Sempre foi o procedimento mais comum entre o público feminino e masculino”, lembra Dr. Aboudib.

Após a operação para retirada de gordura, as cirurgias estéticas mais realizadas pelos brasileiros são: aumento de mamas (148 mil, em 2011), abdominoplastia (95 mil) e blefaroplastia (90 mil) – retirada de excesso de pele nas pálpebras.

FONTE:G1
beijos, Fran
13/04 2013
Plásticas
0 Comentários

Quelóide

 

O povo Nuer, que vive no Sudão do Sul, é um dos maiores grupos étnicos africanos. No seu ritual de passagem para a vida adulta fazem o gaar: marcam o rosto usando uma navalha. Meninos recebem seis linhas paralelas na testa, meninas recebem marcas puntiformes. Os Nuer têm tendência a queloides. O que é isso?

O queloide é uma cicatriz que cresceu exageradamente, ficando volumosa e elevada. No início é rosado e, com o tempo, vai ficando com a cor da pele.
Ter queloide é uma predisposição individual. Há casos de tendência familiar, e pessoas negras (como as da etnia Nuer) têm maior predisposição que pessoas de pele clara. O queloide aparece em locais de ferimento, como um corte de cirurgia ou após uma queimadura. Também pode aparecer no furo do brinco na orelha ou no local de um piercing. Pessoas com grande tendência desenvolvem quelóide onde havia uma espinha, no local de uma vacina, ou até mesmo sem qualquer estímulo inicial.
Quem percebeu que tem tendência a queloide deve pensar duas vezes antes de se submeter a uma cirurgia desnecessária. Também deve pensar bem antes de colocar piercing ou de fazer tatuagem. Essa predisposição não costuma passar com o tempo, e um corte ou uma ferida que poderiam ter sido evitados podem deixar uma cicatriz maior que a esperada.
Tratamento
A injeção de cortisona diretamente no queloide costuma reduzir o seu tamanho. Apesar de não eliminá-lo completamente, o quelóide fica mais discreto. É comum associar a infiltração de cortisona ao uso domiciliar de gel de silicone.
Outra opção é a remoção cirúrgica, numa tentativa de trocar uma cicatriz grande por uma menor. Mas existe risco do quelóide nascer de novo, às vezes maior que o inicial. Para diminuir esse risco, além de se usar técnicas cirúrgicas apropriadas, costuma-se indicar sessões de radioterapia logo após a cirurgia. Ou realizar infiltrações de cortisona após a cirurgia.
Essas não são as únicas opções de tratamento. De acordo com o caso, pode-se optar pelo congelamento da lesão ou uso de laser. A resposta ao tratamento varia caso a caso.

Por Lucia Mandel
FONTE:VEJA/ABRIL

beijos, Fran
12/04 2013
Topo