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4 comentários

Pneumotórax – Coloquei próteses de silicone e perfurou meu pulmão

21/10/2015

Olá ,Fran
Acompanhei durante algum tempo as suas postagens antes de colocar as próteses de mama, e me ajudaram bastante. Mas escrevo para alertar sobre o pós cirúrgico pois estou com alguns problemas que podem ajudar outras pessoas.
Tem 5 dias que fiz a cirurgia mas não posso enviar as fotos por que estou hospitalizada. No segundo dia comecei a sentir falta de ar e achei normal como tantos outros relatos, porém foi aumentando junto com um cansaço muito grande até quando caminhava dentro de casa.
No quinto dia não conseguia nem falar por muita falta de ar e contactei o cirurgião que me mandou ir direto pro hospital. Me atendeu prontamente, tirou raio X do pulmão e foi constatado pneumotórax, que é a entrada de ar por fora do pulmão, que pode acontecer naturalmente, mas no meu caso foi trauma da cirurgia devido ao bombeamento de ar comum durante o procedimento.
Esse ar fica preso entre o pulmão e a pleura, não sei explicar muito bem, mas se não for contido e monitorado pode levar à morte pela compressão do pulmão e impedimento da respiração e parada cardíaca.Se a quantidade de ar for muito grande tem que realizar aspiração do ar com um tubo entre as costelas.No meu caso fiquei internada para acompanhamento e foi considerada pequena a quantidade de ar para uma atitude tão invasiva.
Receberei alta após 24 horas e ficarei em observação em casa até que as bolhas de ar sejam absorvidas pelo corpo, no meu caso específico , fazendo raio X de 2 em 2 dias.
Escrevi pra esclarecer a dúvida sobre a falta de ar, pois ,segundo o meu cirurgião, é realmente natural após a mamoplastia. Porém, ela(falta de ar) existe enquanto a paciente está ainda sentindo dores e respira de forma curta, por reflexo de evitar a dor e a compressão. Mas, se a dor já passou e a falta de ar continua ou aumenta é perigoso e tem que procurar atendimento imediato porque a piora ocorre rapidamente.
Bom,assim que tiver alta enviarei as fotos.
Espero que possa acrescentar mais informação para aquelas quem decidir fazer a cirurgia.
Bjs, A. S.

31/10/2015

Bom dia, Fran
Agora estou bem, mas foram dias difíceis. Cheguei até me arrepender de ter feito a cirurgia.Estou em casa e ainda monitorando o pulmão. Após 15 dias, a falta de ar tem diminuído e o ar vai sendo absorvido naturalmente sem a necessidade de intervenção cirúrgica. Fiquei aliviada.Sei que é um problema raro de acontecer nesse tipo de cirurgia mas acho que informação nunca é demais.Por causa desse problema ainda não consegui “curtir os novos peitos”.Mas assim que completar um mês envio mais notícias e as fotos.
Bjs

03/11/2015

Oi, Fran
Desculpe a demora.
Os sintomas continuam os mesmos, a falta de ar e o cansaço. Ainda me sinto inválida por não conseguir fazer nada.Amanhã farei mais exames, dps te conto.
Sobre a cirurgia de prótese até agora tá tudo bem, apesar de achar que um seio ficou maior que o outro, qdo o motivo que fiz a cirurgia era exatamente por causa da enorme assimetria que eu tinha.Então ficou na msm.

04/11/2015
Oi, Fran
Fique tranqüila , a trombose foi descartada. Fui atendida por um pneumologista do próprio hospital onde fiz a cirurgia que avaliou o caso e que está me monitorando. Durante esses 15 dias fiz raio X de 2 em 2 dias para descartar um aumento da quantidade de ar , que era o maior risco. Ele preferiu o tratamento conservador que consiste em aguardar em repouso mais alguns dias para ver a evolução e possível reabsorção do ar de forma natural pq o dreno só é indicado em casos urgentes de risco alto de morte por ser mto invasivo e doloroso. E a quantidade é bem pequena apesar dos sintomas assustarem. Pra drenar precisaria ficar com o tubo entre as costelas por pelo menos 3 dias mais 4 dias de internação. Eu concordei com ele em esperar em repouso pq não queria fazer esse dreno, já pesquisei sobre isso e realmente parece horrível.Mas msm assim hoje vou consultar outro pneumologista de outro hospital para uma segunda opinião. Assim que tiver mais informações te aviso.
Bjs

05/11/2015
Olá, Fran
Fui à consulta com um pneumologista que confirmou o diagnóstico de pneumotórax, porém não concordou com o tratamento em repouso que me indicaram, e me orientou a fazer uma aspiração, e se não desse certo fazer a drenagem.Na opinião dele o ar não irá ser absorvido já que em 20 dias nada mudou.Estou decidindo porque são procedimentos dolorosos e talvez piores que os sintomas, e sinceramente estou morrendo de medo. São furos no tórax e sobre os seios que deixarão marcas e eu não quero nem pensar nisso.Preferi aguardar mais alguns dias para avaliar melhor, já que o cansaço e a falta de ar tem diminuído apesar do raio-x não mostrar. Com certeza estou melhor do que os dias pós-cirurgia, mas continuarei em atenção.
Quanto à cirurgia da prótese e as cicatrizes está tudo indo bem, pelo menos. O inchaço tem diminuído bastante  e já dá pra se sentir mais natural.
Daqui  a alguns dias mando mais notícias.
Obrigada pela sua atenção e preocupação.
Bjs.

06/11/2015
Oi,Fran
Eu tomei anestesia local com sedação.Mas descobri por meio de outro médico do hospital que o cirurgião cometeu um erro no momento da cirurgia e sabia que tinha perfurado algo mas agiu comose não tivesse acontecido nada e me deu alta msm sabendo que eu iria passar mal em casa.
Segundo esse médico ele não poderia ter me mandado pra casa assim mas ele queria desassociar o problema à cirurgia.Por isso que eu não entendi como eu poderia ter um problema que só afeta quem tem histórico de complicações pulmonares.
As coisas estão aparecendo aos poucos e o cirurgião está com medo da exposição do caso querendo me impedir de acessar outros profissionais.
Bom, na verdade só quero voltar ao normal, no momento me preocupo só com a recuperação, dps decidirei o que fazer. Mas me surpreendi com tanta frieza e descaso.
Nesta semana continuarei o tratamento com o novo médico que confio e darei notícias.
Bjs

 

19/11/2015
Boa noite, Fran.
Estou muito melhor. A respiração tá 90% normal , e o pulmão tá voltando ao tamanho certo. Daqui a algumas semanas estarei ótima.Só tenho algumas dúvidas pq já tem 1 mês e 4 dias da cirurgia e ainda não consigo levantar totalmente os braços esticados e nem flexionados. Parece que vai romper os músculos do peito, repuxa muito e trava os braços.É normal ? Achei que já passou do tempo pra fazer os movimentos dos braço sem problemas. Parece que não vou voltar ao normal nunca!?
Obrigada pelo apoio.
Bjs

05/12/2015
Bom dia Fran!
Desculpe a demora, tive problemas com o e-mail e não conseguia enviar nada.
Estou muito bem. Ainda não estou 100%, mas progredindo. Quase não tenho falta de ar mas ainda não consigo fazer exercícios.
Sobre a recuperação e as dores já consigo levantar melhor os braços mas ainda não dá pra fazer alguns movimentos, tem sido bem devagar a recuperação mas tb tá melhorando. Pensei que não voltaria ao normal nunca! Dá agonia! Mas graças a Deus estou tranquila.

19/12/2015

Bom dia, Fran
Estou ótima, não tenho mais nenhum sintoma e posso fazer todos os movimentos normais agora
Obrigada por tudo.bjs
PS: Só pra complementar, o pulmão foi perfurado pela cânula que eles injetam soro no tecido mamário,que é pra facilitar a abertura de espaço pra colocar as próteses.
Foi um erro médico que foi detectado no momento da cirurgia mas não me informaram para evitar que eu processasse a equipe.
Isso tem acontecido em alguns casos mas não é exposto. Essa negligência já levou várias mulheres à morte porém nada fica esclarecido pois omitem informações para as familias e os casos são aceitos como fatalidades ao invés de erros médicos.

Data da cirurgia: 15 de outubro de 2015
Valor total da cirurgia: R$8.300,00 ( Oito mil e trezentos Reais )
Idade: 40 anos e 2 filhos/Altura: 1,69 cm/Peso: 55 Kg
Marca: Lifesil  ,  325/225 ml devido à grande assimetria.
Perfil extra alto/Redonda
Incisão: Inframamária/Subglandular (sobre o músculo)
Sutiã antes: 40/Depois: 44
Bjs

 

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beijos, Fran
18/12 2015
Saúde & Beleza
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O que é Pneumotórax

O pneumotórax é uma urgência médica relativamente comum, que é causada pela entrada de ar dentro da pleura, a membrana que recobre os pulmões. O pneumotórax pode ocorrer espontaneamente em pessoas saudáveis, mas ele é mais comum após traumas torácicos, em fumantes ou em pessoas com doenças pulmonares.

O pneumotórax hipertensivo é uma forma grave de pneumotórax que pode levar o paciente à morte em poucas horas, se não for prontamente reconhecido e tratado por uma equipe médica.

Neste artigo vamos explicar, entre outras coisas, o que é a pleura, como surge o pneumotórax, quais são os seus sintomas e o que é exatamente pneumotórax hipertensivo.

O QUE É A PLEURA?

Todos nós temos dois pulmões que ficam localizados dentro da caixa torácica e são recobertos por uma fina membrana que se chama pleura. A pleura é uma espécie de capa que isola os pulmões do resto das estruturas do tórax. Ela é composta por duas camadas, a pleura visceral, que é a camada mais interna, e a pleura parietal, que é a camada externa. Entre as pleuras existe apenas uma mínima lâmina de líquido que serve como lubrificante, impedindo que ambas fiquem aderidas.

pleura pneumotorax-PAINT

Os nossos pulmões são órgãos esponjosos que se mantém insuflados o tempo todo, mesmo durante a expiração. O pulmão não funciona como um balão que se enche com ar e murcha sem ar. Mesmo quando jogamos todo o ar para fora, o pulmão não fica murcho. Isso ocorre devido a pressão negativa que existe dentro do nosso tórax.

COMO SURGE UM PNEUMOTÓRAX

O pneumotórax ocorre quando há uma lesão da pleura e o ar que deveria estar apenas no dentro do pulmão, começa a vazar para a cavidade torácica. Como o pulmão fica insuflado devido a pressão negativa do tórax, qualquer vazamento de ar para essa região eleva a pressão e favorece o colabamento do mesmo. O ar que deveria estar expandindo o pulmão, está agora do lado de fora, comprimindo-o e fazendo-o murchar.

Um pneumotórax (pneumo = ar) é exatamente o que seu nome diz, “ar no tórax”.

A imagem abaixo mostra um pneumotórax unilateral. Com a entrada de ar para dentro do tórax, o pulmão não consegue mais se expandir, pois não há mais a pressão negativa necessária para mantê-lo insuflado. Neste momento, o pulmão funciona como um balão furado, o ar que chega pela traqueia sai imediatamente em direção ao tórax, sem ser capaz de insuflá-lo.

Pneumotórax espontâneo

O pneumotórax espontâneo é aquele que surge de repente, sem nenhum fator desencadeante óbvio. Na maioria das vezes, este tipo de pneumotórax surge em repouso e de modo súbito.

O pneumotórax espontâneo é mais comum em homens, fumantes e pessoas magras e altas. O grupo de maior risco são os adultos jovens, entre 20 e 30 anos. O pneumotórax espontâneo é pouco frequente em pessoas acima dos 40 anos.

Por motivos que ainda desconhecidos, este é o grupo que apresenta maior risco de desenvolver bolhas nos ápices dos pulmões. Essa bolhas não representam nenhuma doença em si, mas podem se romper, causando um “furo” na pleura, facilitando, assim, a passagem de ar dos pulmões para a cavidade torácica. A analogia que podemos fazer é com um pneu que apresenta uma bolha, estando sob alto risco de se romper.

O cigarro causa inflamação das vias aéreas, facilitando não só a formação de bolhas na pleura, mas também o seu rompimento. Por isso, o cigarro é o principal fator de risco para o pneumotórax espontâneo.

Cabe ressaltar que o vilão do pneumotórax não é só o cigarro. Fumar maconha também está relacionado a episódios de pneumotórax, principalmente o ato de inalar profundamente a fumaça e soltá-la bem lentamente com os lábios semi fechados, mantendo a fumaça mais tempo presa dentro dos pulmões .

Além do fumo, praticar mergulho, montanhismo, pegar peso e viajar de avião  podem desencadear um pneumotórax naqueles que já apresentam bolhas na pleura.

Nas mulheres, uma causa rara de pneumotórax é a endometriose do pulmão. Esse diagnóstico deve ser pensado em mulheres que fazem pneumotórax na época da menstruação .

Pneumotórax secundário

Pneumotórax secundário é aquele que surge em pacientes que já apresentam alguma doença  pulmonar, como enfisema, tuberculose , pneumonia, fibrose cística, asma ou câncer de pulmão. Doentes internados em CTI ligados a ventiladores mecânicos (respiração por aparelhos) também estão sob risco de pneumotórax.

Pneumotórax traumático

O pneumotórax também pode surgir após acidentes com traumas na região do tórax. Qualquer lesão perfurante ou de alto impacto no tórax  pode causar um pneumotórax, incluindo acidentes automobilísticos, facadas, lesões por arma de fogo, fraturas da costela…

SINTOMAS DO PNEUMOTÓRAX

O principal sintoma do pneumotórax é uma súbita dor torácica de grande intensidade associada à dificuldade para respirar. O paciente costuma estar muito ansioso, pois a dor piora ao inspirar, o que leva a um imenso desconforto.

Pneumotórax - RX

O pneumotórax pequeno é aquele em que há apenas um pequeno vazamento de ar, não sendo capaz de “murchar” todo o pulmão. Neste caso o único sintoma é dor ao respirar.

Nos pneumotórax mais volumosos pode haver colabamento de um pulmão inteiro, fazendo com que o paciente sinta dor e muita dificuldade para respirar, pois um dos seus pulmões para completamente de funcionar.

PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO

O pneumotórax hipertensivo é o tipo mais grave e pode levar à parada cardiorrespiratória em pouco tempo, se não reconhecido e tratado rapidamente.

Em alguns casos de pneumotórax a lesão na pleura faz um mecanismo de válvula, que permite a passagem de ar em direção ao tórax, mas impede a sua saída. Como resultado, cada vez que o paciente inspira, entra um pouco de ar no tórax, ficando este preso lá dentro. Conforme a quantidade de ar presa no tórax vai aumentando, a pressão intratorácica vai eleva-se progressivamente, comprimindo órgãos internos como vasos, o outro pulmão e o coração.

O pneumotórax hipertensivo é uma emergência médica e deve ser tratado de imediato.

DIAGNÓSTICO DO PNEUMOTÓRAX

O diagnóstico do pneumotórax deve ser suspeitado a partir da história clínica e dos sintomas do paciente. Se o pneumotórax for volumoso, é possível detectá-lo apenas com um exame físico bem feito . Isso é importante nos casos de pneumotórax hipertensivo que ocorrem fora do ambiente hospitalar, como após acidentes automobilísticos. Neste caso, o médico pode fazer o diagnóstico através da auscultação do pulmão do paciente e iniciar os procedimentos de emergência para descompressão do pulmão sem a necessidade de exames complementares.

Nos casos de um pneumotórax de pequeno volume, pode ser difícil fazer o diagnóstico com certeza apenas pelo exame físico. Nestes casos, o diagnóstico costuma ser confirmado através de exames de imagens, como a radiografia simples do pulmão ou uma tomografia computadorizada do tórax.

TRATAMENTO DO PNEUMOTÓRAX

Se o pneumotórax for pequeno (cerca  e 2 ou 3 cm) e o paciente estiver clinicamente estável, o tratamento pode ser apenas expectante. Basta manter o paciente em observação que o pneumotórax costuma regredir sozinho.

Nos casos de pneumotórax volumoso, está indicada a colocação de um tubo através do tórax  para aspiração do ar e expansão do pulmão. Quando a pleura cicatriza após alguns dias, o tubo é retirado.

Nos casos de pneumotórax hipertensivo, a colocação do tubo deve ser feita o mais rápido possível. Se a drenagem por tubo torácico não estiver imediatamente disponível, a equipe de urgência pode perfurar o tórax com uma agulha calibrosa, provocando a saída do ar pela mesma. Esse procedimento mantém o pneumotórax, mas ele agora não é mais um pneumotórax hipertensivo. O pulmão continua colabado mas já não há aumento de pressão dentro do tórax para comprimir o coração, uma vez que o ar consegue sair facilmente pela agulha. Esse procedimento transforma um pneumotórax hipertensivo em um pneumotórax não hipertensivo e é suficiente para salvar a vida do paciente enquanto se aguarda a chegada do material e da equipe para introdução do tubo torácico.

Fonte:md saúde/http://www.mdsaude.com/2008/09/pneumotrax.html

 

beijos, Fran
18/12 2015
Plásticas
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Abdominoplastia – Recuperação e Resultado

abd-malha cirurgica-PAINT

Deve-se utilizar malhas de compressão semelhantes a um cinto. Esta vestimenta apertada auxilia a reduzir o edema e evita a formação de líquido, bem como oferece conforto e suporte no processo de cicatrização. Dependendo da extensão da cirurgia, deve-se usar malhas de compressão por várias semanas. Assim como nos principais procedimentos cirúrgicos pode haver dor, pequenos ferimentos e aumento de volume que desaparece em poucas semanas. Embora não seja possível ficar em posição completamente ereta, de pé, é importante iniciar caminhadas por curtos intervalos logo após o procedimento para facilitar o fluxo sanguíneo. Os pontos são reabsorvidos com o tempo. Entretanto, pontos não reabsorvíveis devem ser removidos em aproximadamente 1 semana, e algumas suturas permanecem no local por até quatro semanas.

A maioria dos pacientes retorna ao trabalho em 1 a 3 semanas. Entretanto, pode levar de 6 a 8 semanas para retomar a vida normal, incluindo levantar pesos e exercícios mais intensos. Embora a cicatriz seja permanente, ela esmaece com o tempo. É importante notar que novas gestações e ganho ou perda substancial de peso podem comprometer o resultado. Entretanto, com dieta adequada e exercícios físicos, o resultado da abdominoplastia pode ser duradouro e manter-se por vários anos.

Fonte: Dream Plastic/plasticadosonho

beijos, Fran
18/12 2015
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