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Cirurgia plástica cresce 141% entre adolescentes no Brasil e lipo é a campeã

Beatriz, adolescente que mudou o nariz com cirurgia plástica. Foto arquivo pessoal Foto: Terceiro / 
Em tempos de rígidos padrões de beleza, cada vez mais adolescentes recorrem a grandes procedimentos estéticos. Um levantamento da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) mostrou que o número de operações em jovens de 14 a 18 anos mais do que dobrou nos últimos quatro anos. O dado preocupa pelo exagero, dizem alguns especialistas.

As 37.740 plásticas de 2008 saltaram para 91.100 em 2012, representando crescimento de 141%. No igual período, as cirurgias em adultos aumentaram 38,6%.

Segundo o cirurgião plástico Allan Bernacchi, membro da SBCP, além de serem mais influenciados por modismos, os jovens costumam subestimar os riscos de um procedimento cirúrgico.

– Todas as plásticas têm risco e podem gerar complicações – diz Bernacchi.

De acordo com a SBCP, os procedimentos mais feitos por meninas são lipoaspiração e implante de silicone nas mamas. Nos meninos, os mais frequentes são correções de orelhas de abano.

Para o cirurgião plástico Ricardo Cavalcanti, da Clínica Vitée, é preciso entender as situações em que o procedimento tem efeito psicológico, melhorando a autoestima e o convívio social. Caso da estudante Beatriz Corrêa, que fez uma cirurgia estética no nariz aos 14 anos.

– Aproveitei que já faria a cirurgia de desvio de septo para me submeter à rinoplastia (correção estética no nariz) também. Convenci minha mãe depois de muita conversa. Após a plástica, mudaram minha autoestima e segurança, além da harmonia do rosto. Tive medo de não ficar do jeito que eu esperava, mas procurei me informar bastante antes sobre a cirurgia. Algumas pessoas falaram que eu era muito nova, mas não ligo para a opinião dos outros. Era uma vontade de muito tempo, porque meu nariz me incomodava demais. O resultado valeu à pena – afirma Beatriz.

Fonte:extra.globo.com
beijos, Fran
07/08 2013
Plásticas
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Adolescentes e a cirurgia plástica

Adolescentes recorrem à plástica, mas
cirurgião alerta: ‘Precisa ir com calma’

Só em quatro anos, número de jovens que fizeram intervenções subiu 141%

Dr. Guilherme mostra diferentes tamanhos das próteses de silicone no estúdio (Foto: Mais Você / TV Globo)

O número de adolescentes que fazem cirurgia plástica não para de crescer no Brasil. Um levantamento da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostrou que em quatro anos esse número aumentou 141%, Em 2008, foram 37 mil cirurgias plásticas em adolescentes de 13 a 18 anos. Em 2012, esse número pulou para 91 mil. Na casa de cristal, Ana Maria recebeu o doutor Guilherme Furtado, cirurgião, que falou sobre o procedimento.



“Quando chega uma paciente de 16 anos no seu consultório você tem que ir com calma para ver se ela tem realmente necessidade de operar. No caso de uma lipoaspiração, por exemplo, você precisa avaliar onde fica essa gordura, se ela não consegue perder isso naturalmente e conversar com os pais. É preciso ter cuidado”, advertiu.

O “objeto dos desejos” dessa garotada são as próteses de silicone. A estudante Nicole Mednicoff, de 19 anos, fez o implante há duas semanas e ficou satisfeita com o resultado. “Durou uma hora e meia, saí no mesmo dia e tomei só a anestesia local. Foi muito tranquilo. Eu adorei!”

Em segundo lugar na demanda entre adolescentes, vem a cirurgia de nariz. “Há uns dois anos atrás o meu nariz começou a me incomodar bastante. Na escola os meus amigos nunca falaram nada. Sou eu que não gosto mesmo”, contou Vitória Oliveira, de apenas 15 anos, que fez plástica no nariz com o apoio da mãe, Solange. “Desde os 12 anos ela começou a reclamar muito”, contou.

Fonte:Globo.com

beijos, Fran
07/08 2013
Plásticas
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Chinesas recorrem a cirurgia plástica para subir na carreira

MULHERES COM 30 ANOS FAZEM PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS PARA COMPETIR COM COLEGAS DE TRABALHO DE 20 E POUCOS ANOS

CERCA DE 90% DAS VAGAS DE EMPREGO PARA MULHERES EXIGEM QUE ELAS TENHAM MENOS DE 30 ANOS (FOTO: CHINA DAILY)
Esqueça a pós-graduação ou os cursos para aprender novos idiomas. As mulheres chinesas que querem subir na carreira agora investem em procedimentos cirúrgicos para mudar o nariz, os olhos ou obter pernas mais longas.

A prática está cada vez mais comum entre as mulheres prestes a completar 30 anos, que desejam competir com suas colegas de 20 e poucos anos. Segundo Joanna Chiu, correspondente do The Daily Beast na China, a tendência não tem a ver com a insegurança feminina no trabalho, mas está baseada em fatos.

Um levantamento dos anúncios de ofertas de trabalho, feito em 2003 no país, mostrou que, entre as vagas abertas para mulheres, cerca de 90% exigia que as candidatas tivessem menos de 30 anos.

A juventude é um bem precioso em um lugar no qual mulheres que chegam aos 27 anos sem se casar são rotuladas pelo governo como “solteironas”. Mulheres que não atendem aos requisitos mínimos de altura (geralmente fixados em 1,58 metros) também enfrentam grande dificuldade para conseguir um emprego no governo.

Um estudo do Centre for World-Life, de 2011, descobriu que 76% das mulheres na China aspiram a altos cargos, em comparação com 52% nos Estados Unidos. Aquelas que recorrem à cirurgia alimentam uma indústria que US$ 2,5 bilhões por ano na China, a qual tem crescido a um ritmo anual de 20%, de acordo com a agência de notícias oficial Xinhua. A China é hoje o terceiro maior mercado para cirurgia plástica no mundo, atrás dos Estados Unidos e o Brasil – quando a população é levada em conta, a cirurgia estética é mais comum na Coréia do Sul.

O preço de uma plástica no nariz, de acordo com a reportagem, é de US$ 2,9 mil dólares em um dos maiores hospitais de cirurgia plástica na China, localizado no sul da cidade de Shenzhen. Levando-se em conta a renda anual média dos residentes urbanos na China (US$ 7 mil) e a remuneração média mensal de um trabalhador migrante (US$ 40), levaria anos para a maioria das pessoas conseguirem poupar o dinheiro necessário para um procedimento desses.

“As mudanças econômicas, culturais e políticas na China produziram uma imensa ansiedade vivida pelas mulheres, o que estimula a crença de que a beleza é capital”, disse a antropóloga Wen Hua, autora do recém-publicado livro Comprando a Beleza: Cirurgia Plástica na China.

Na China, a prática tornou-se tão socialmente aceita que concursos de beleza especialmente para “belezas artificiais” foram criados e escolas de formação profissional para comissárias de bordo rotineiramente internam estudantes em hospitais de cirurgia plástica, conta Wen. ”A cirurgia plástica tornou-se uma forma de escolha do consumidor, que reflete a transição da China do comunismo para o consumismo “.

Fonte:ÉpocaNegocios
beijos, Fran
07/08 2013
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