Plásticas
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O que é minilipo ?

Minilipo, hidrolipo, HLPA, lipo light, lipo de Beverly Hills, lipo de alta definição, etc. Tantas terminologias comerciais para se referir a um mesmo procedimento! Entretanto, só existe uma técnica de lipoaspiração realmente praticada e reconhecida pela ciência médica atual.

Ela consiste de pequenos cortes, inferiores a 1 cm, pelos quais se insere uma cânula usada para infiltrar soro fisiológico, juntamente com baixas doses de adrenalina. O soro contribui para “diluir” a gordura, facilitando sua retirada; já a adrenalina minimiza as perdas sanguíneas. Após o repouso de alguns minutos, outra cânula é inserida, sendo esta ligada a um aparelho de sucção a vácuo. A gordura é, então, aspirada junto com o soro. Toda lipoaspiração, independente do seu nome, é feita dessa maneira, há décadas.

Então, por que tantos nomes?

Trata-se de uma estratégia comercial, a fim de transmitir a sensação de novidade, ao mesmo tempo em que passa a falsa impressão de segurança, pois promete que a paciente irá “sair andando” logo após a cirurgia. Isso tudo, claro, ainda pagando bem pouco!

Infelizmente, não é bem assim.

Vamos apresentar pelo menos 4 bons motivos para não se aventurar em um desses procedimentos:

1. É realizado em clínicas. Isso justifica o menor custo por sessão. Porém, a grande maioria de acidentes envolvendo a lipoaspiração se dá em clínicas. É impossível operar com segurança fora de um hospital. O risco de infecções também é maior em clínicas, já que boa parte não possui licença da Vigilância Sanitária para esse tipo de cirurgia. Pense bem, em nenhuma outra especialidade médica opera-se em clínicas. Até mesmo o parto é feito em hospital, certo?

2. A minilipo não é recomendada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Portanto, ela é quase que exclusivamente praticada por médicos que não são cirurgiões plásticos. Qual o risco disso? Segundo o Conselho Regional de Medicina, 97% dos erros médicos em lipoaspiração são cometidos por não especialistas em cirurgia plástica.

3. O médico anestesista, responsável pela vida do paciente, quase nunca está presente (para reduzir custos por sessão), o que é uma infração médica gravíssima. O mesmo médico que vai operar, pode não ser cirurgião plástico. É possível que também seja ele quem aplique a anestesia, mesmo não sendo anestesista. Para isso, ele usa anestesia local, que é um erro técnico, uma vez que tem pouca eficácia na gordura. De duas, uma: ou usa-se uma quantidade exagerada de anestésicos, expondo o paciente a riscos graves de intoxicação, ou o paciente sente muita dor durante o procedimento.

4. É exatamente por causa da dor que são feitas várias sessões. De outro modo, o paciente não suportaria. E claro, várias sessões aumentam o risco de alguma dar problemas.

5. Minilipo é igual a mini resultado. Em cada sessão retira-se de 200 a 300 ml, no máximo. Numa lipoaspiração comum são retirados, no mínimo, 10 vezes mais, com muito mais segurança. Agora multiplique o valor de 1 sessão de minilipo por 10 e repare: para o mesmo resultado, a minilipo é muito mais cara!

Fonte:Dream Plástic
beijos, Fran
03/09 2013
Plásticas
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A lipo e a trombose

A lipoaspiração é frequentemente acusada de ser a cirurgia mais envolvida com casos de trombo-embolia. De fato, o risco mais preocupante desse procedimento é a coagulação do sangue nos vasos, que, em casos extremos, pode resultar em morte. Contudo, é importante compreender os verdadeiros riscos que a lipoaspiração traz para avaliar melhor sua suposta relação com a trombose.

Antes de tudo, vale lembrar que os fatores de risco que a paciente pode apresentar são determinantes quanto às complicações. Obesidade, varizes nos membros inferiores e histórico de trombose são os principais alertas. O fato de algum parente da paciente ter doença genética no sistema de coagulação do sangue também deve ser analisado com cuidado. Por isso, é importante sempre manter o médico informado sobre as condições de saúde e os hábitos.

Quanto às complicações que podem ocorrer após uma lipoaspiração, a formação de trombos é apenas a quarta mais provável. É verdade que, entre as cirurgias plásticas, a lipo é a que apresenta maiores chances de risco. Porém, se comparada com cirurgias de outras naturezas, ela é consideravelmente menos perigosa.

O primeiro aspecto que deve ser considerado para medir os riscos que uma cirurgia pode trazer é a intensidade das alterações que serão causadas no metabolismo da paciente. No caso da lipoaspiração, esse grau é elevado e, por isso, é preciso ter à disposição uma equipe médica qualificada. Os perigos, contudo, são menores que a de uma gravidez, visto que a formação de um bebê no corpo da mulher transforma radicalmente o funcionamento do metabolismo.

Outra condição importante é a duração da cirurgia. Quanto mais longa ela for, maior a chance de complicações. Isso se deve a imobilização da paciente, que compromete a circulação sanguínea. Por isso, é recomendável o uso de um compressor pneumático durante a operação. Esse equipamento é responsável por simular a movimentação das pernas da paciente e manter a circulação do sangue ativa. Uma lipoaspiração costuma durar de duas a três horas, tempo curto em relação a outros procedimentos não plásticos.

Assim como a duração da cirurgia, a anestesia aplicada tem influência sobre as chances de formação de trombos. Dois tipos de anestesia podem ser aplicados na lipoaspiração: a geral e a peridural. A primeira desliga o tônus muscular, isto é, acaba com a tensão natural dos músculos, retardando a circulação sanguínea. A outra, além de ser um vasodilatador, mantém a rigidez muscular, o que ajuda o sangue a circular pelo corpo. Portanto, a anestesia peridural costuma ser mais indicada em casos como esse.

Assim, se todas as etapas forem bem planejadas e executadas corretamente, tarefas que somente uma equipe médica qualificada pode realizar, não há motivos para temer a lipoaspiração.

Fonte:Dream Plastic
beijos, Fran
03/09 2013
Mamoplastia
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Idosa de 83 anos põe silicone nos seios

Marie Kolstad estava insatisfeita com os seios. Então a idosa de 83 anos resolveu dar uma turbinada e pôs silicone neles.

A americana, que é bisavó, gastou o equivalente a 13 mil reais na cirurgia para implantar a prótese na Califórnia. Segundo ela, o silicone se fez necessário porque na idade dela, “os seios vão em uma direção e o cérebro, em outra”.

“Fisicamente estou em boa forma e me sinto bem. Então por que não tirar vantagem disso? Minha mãe viveu muito tempo, então estou esperando que o mesmo aconteça comigo”, afirmou Marie ao site ThirdAge.

Cirurgias plásticas estéticas em pacientes com mais de 65 anos vivem um boom nos EUA.

Fonte:O Globo
beijos, Fran
02/09 2013
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