Plásticas
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Mini lift com efeito regenerador

(Foto: Catherine Servel / Trunk Archive e Divulgação)

Quantas vezes você já se olhou no espelho e esticou a pele do rosto para dar uma levantada? Não é que você esteja exatamente caída, mas com um “up” sua aparência ficaria muito melhor. Só que é cedo para entrar na faca e você tem medo de plástica. Como seria maravilhoso se houvesse um lift mais discreto, que tivesse o efeito de um pontinho para segurar a pele que cedeu, não? Bom, não é bem um pontinho, mas o Sutura Silhouette tem esse efeito. A Anvisa liberou no final de 2013 que o procedimento fosse realizado no Brasil. Minimamente invasivo, é feito com a inserção de um fio entre a pele e a camada de gordura subcutânea, reposicionando e redefinindo contornos de pescoço e rosto – especialmente da mandíbula. Também levanta a sobrancelha, as bochechas – adeus, bigode chinês – e ainda dá um boost de colágeno na pele. Além de mini -lift, o efeito é regenerador.

A colocação dura 40 minutos e é feita em consultório, com anestesia local e sem cortes. Pequenos furos são realizados em pontos estratégicos do rosto com uma agulha intramuscular que conduz o fio até a camada de gordura e o acomoda ao longo do tecido – o efeito é imediato.

 
Fonte: Revista Vogue Brasil
beijos, Fran
04/11 2014
Mamoplastia
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Três em cada 10 brasileiras já pensaram em colocar silicone nos seios

 

Se é por causa da relevância que os homens dão aos seios fartos ou se é devido ao aumento da autoestima das mulheres, pouco importa. O fato é que os índices são altos.

Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisas Ideafix com 400 mulheres de 18 a 45 anos, nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro, mostrou que três em cada 10 mulheres já pensaram em aumentar os seios. A cirurgia é a terceira mais desejada, perdendo apenas para a ambição de ter uma barriguinha sarada — conquistada pela lipoaspiração e abdominoplastia.

O levantamento afirmou, também, que as mulheres ainda tem bastante dúvidas acerca da cirurgia. 32% das entrevistadas acreditam que o implante atrapalha o ato de amamentar, 15% acham que os implantes dificultam o exame de mamografia e 31% creem que o silicone aumenta o risco de câncer de mama.

As principais preocupações, entretanto, estão no pós-operatório. Para 87% delas, o corpo pode rejeitar o implante, e 79% acreditam que ele pode se romper.

Os números

>> 71,5% das brasileiras afirmam que têm muita ou alguma preocupação com o corpo
>> 1/3 delas já pensou em colocar silicone
>> 47% das mulheres de Porto Alegre cogitam fazer a cirurgia plástica de aumento de mama
>> 35,2% querem fazer a cirurgia para sentir-se sexy/ desejada
>> 94% acham que o implante aumentaria a autoestima
>> 60% acham que quanto mais natural, melhor
>> 62% acham que qualidade é o aspecto mais importante para a escolha do implante

 

Fonte: Zero Hora

beijos, Fran
24/10 2014
Mamoplastia
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Os cuidados na hora de malhar para quem tem próteses de silicone nos seios

Foto: Danilo Borges
 
 
São muitas as mulheres que apostam no silicone para ter seus seios turbinados. Mas, como qualquer cirurgia, é muito importante que sejam adotados alguns cuidados que garantam um bom resultado no pós-operatório. A retomada dos exercícios físicos é uma das preocupações que o público feminino deve estar atento, pois este período exige cautela e só um pouquinho de paciência: “É essencial que a mulher tenha alguns cuidados especiais na hora da atividade física após aumentar o tamanho das mamas, mas não há nada que impeça a paciente de voltar ao ritmo habitual em pouco tempo”, afirma a Dra. Ana Paula Polato Guiné, cirurgiã plástica (SP).
Uma vez realizada a cirurgia, a especialista recomenda repouso completo dos braços por, pelo menos, dez dias, período de cicatrização em que a movimentação da região tem grande chance de gerar deslocamentos, abertura de pontos e sangramentos. “Geralmente as atividades físicas leves, como caminhadas, bicicleta, musculação para os membros inferiores (sem utilização dos membros superiores para apoio) podem ser reiniciadas na terceira semana após o procedimento”, conta o Dr. Luiz Eduardo Mendonça Pereira, cirurgião plástico da Clínica Bertolini (SP). “Use sempre um top bem justo que cause uma sensação de segurança. Geralmente é recomendada a compra de um top um tamanho menor do que aquele indicado, ou até mesmo a utilização de dois tops de ginástica”, completa o Dr. Adriano Romiti, cirurgião plástico do Hospital São Camilo (SP).
Não respeitar estes cuidados pode gerar diversos malefícios para a saúde da mulher: “Dores musculares, vícios de postura, quadros de tendinite e dores articulares podem surgir”, alerta o Dr. Adriano Romiti. A Dra. Ana Paula completa afirmando que mulheres submetidas à colocação de implantes muito volumosos podem apresentar alterações posturais: “Por isso, sempre é indicado terapia de reposicionamento postural após o implante”, justifica. Quando respeitado o período de recuperação após a cirurgia, não há riscos para a prática das atividades supracitadas, ocorrendo a formação de uma cápsula protetora, que gera aderência aos tecidos, evitando assim o deslocamento do implante. O Dr. Luiz Eduardo tranquiliza as mulheres: “Sua ruptura é extremamente rara, mesmo com traumas externos, pois os implantes atuais apresentam um revestimento especial com alta resistência”. Segundo o Dr. Luiz Eduardo, as atividades com os braços são reiniciadas geralmente após dois meses para as mulheres com implantes subglandulares (abaixo da glândula mamária e acima do músculo peitoral maior) e subfasciais (abaixo da fáscia do músculo peitoral) e três meses para as mulheres com implantes submusculares. Já a prática de exercícios físicos mais intensos pode ser reiniciada após três meses nos casos de implantes subglandulares e subsfasciais, e após quatro meses nos submusculares. “É importante ressaltar que este é um tempo médio que sempre dependerá da evolução de cada mulher”, ressalta o médico.
Fonte:CorpoacorpoUol
beijos, Fran
22/10 2014
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