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Cirurgia plástica depois da gravidez

Cirurgia plástica depois da gravidez: benefícios e restrições

É necessário esperar pelo menos seis meses após o fim da amamentação para fazer uma cirurgia plástica, que não deve ser feita para obter o emagrecimento instantâneo

A hora de encarar o espelho depois da gestação pode ser difícil para mulheres que carregaram um ou mais filhos na barriga por nove meses. Muitas pensam em recorrer à cirurgia plástica para reverter a situação da alteração do contorno corporal. O cirurgião plástico Dr. Alan Landecker (CRM 87043), Membro Titular e Especialista em Cirurgia Plástica pela SBCP – Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, membro da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), alerta, no entanto, que se deve ir com calma. “Fazer cirurgia plástica no período pós-parto é permitido, mas não é recomendado. Eu indico fazer a cirurgia plástica pelo menos seis meses após o fim da amamentação, porque o organismo fica sob efeito de uma série de hormônios. Mesmo depois do parto ainda existe inchaço, acúmulo de gordura onde não devia ter, ou seja, o corpo ainda fica com a silhueta alterada por um período e o cirurgião não terá uma visão real do corpo dessa mulher para planejar a operação. Por isso, não é indicado realizar a cirurgia plástica nessa fase”, afirma o médico.

De acordo com Dr. Alan Landecker, o principal equívoco das pacientes é querer perder o peso da gravidez instantaneamente após o parto com uma cirurgia plástica. “É importante lembrar que a técnica é indicada para corrigir depósitos de gorduras localizadas e/ou flacidez de pele em pacientes que estão no peso ideal, ou próximo disso. Mulheres que deram à luz recentemente precisam adotar uma rotina saudável com alimentação equilibrada e exercícios físicos. Muitas pacientes costumam depositar na cirurgia plástica todas as esperanças de conseguir um corpo renovado. Mas, elas precisam ter consciência de que ela será o complemento de um programa de bem-estar, que inclui dieta balanceada, exercícios físicos e também equilíbrio psicológico”, esclarece o médico.

Impactos na amamentação e nos cuidados com o bebê

Para o cirurgião plástico, o principal risco da cirurgia no período pós-parto é o mal resultado. “Se o corpo não estiver no seu estado normal, você realiza a operação, mas não tem parâmetros corretos. Desses resultados, a insatisfação mais comum é em relação à estética pós-cirúrgica”, declara. “No período certo, ou seja, após os seis meses do término da amamentação, a paciente é vista dentro de parâmetros normais. Mas, é necessária uma avaliação médica criteriosa. Só existem restrições para pegar peso, assim a mulher não poderá lidar sozinha com a rotina do bebê”, enfatiza.

Em sua opinião, é importante deixar claro que a cirurgia plástica não deve ser feita tendo o emagrecimento como objetivo. “A regra serve para qualquer paciente, pós-gravidez ou não. A pessoa precisa estar no seu peso ideal ou próximo dele. Se estiver com sobrepeso, necessitará de um programa de educação física e acompanhamento nutricional antes do processo cirúrgico. Se a paciente estiver acima do peso, o resultado não será satisfatório e há maiores riscos de complicações, como infecção na ferida cirúrgica e trombose”, alerta o especialista.

Outra questão relevante para as mamães é que a cirurgia plástica pode interferir no aleitamento materno. Durante o período do aleitamento materno, existe uma série de medicamentos que não devem ser ingeridos. E a anestesia e outros medicamentos relacionados à cirurgia podem interferir na composição do leite oferecido à criança. Por isso, recomenda-se que a mulher já tenha terminado de amamentar.

Tipos de cirurgias mais comuns

Em sua prática clínica, o Dr. Alan Landecker observa que as cirurgias plásticas mais procuradas por mulheres que tiveram filhos são nas mamas e no abdômen, pois são as partes do corpo que mais se modificam durante a gestação. Segundo ele, há casos onde a pele não consegue retrair suficientemente, gerando flacidez e assim alteração do contorno corporal.

“Para as mamas, há duas possibilidades. Quando elas atrofiam e ficam retraídas, mas sem flacidez de pele, o implante mamário pode ser suficiente. Quando há tem flacidez, corrige-se, tirando o excesso. Em algumas pacientes o implante também pode ser utilizado”, explica.

O médico frisa que a prótese colocada corretamente não atrapalha a amamentação. A mulher pode praticar o aleitamento materno normalmente. Como prevenção é indicado que a paciente realize exames anuais para o controle das mamas, após a inclusão do implante mamário.

No abdômen, normalmente, a procura acontece devido ao acúmulo de gordura na parede, flacidez de pele ou muscular – os músculos ficam separados, chamado tecnicamente de diástase. “Isso gera uma fraqueza na parede muscular, as vísceras se insinuam pra frente, o que gera uma protuberância, ou seja, perde-se o abdômen reto. A abdominoplastia geralmente é capaz de corrigir estes problemas”, finaliza Dr. Alan Landecker.

FONTE:http:melhoramiga.com.br

beijos, Fran
27/07 2013
Mamoplastia Plásticas
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O que você precisa saber sobre cicatrização

 
01)  “É preciso entender que não existe cirurgia sem cicatriz. Um bom cirurgião pode tentar deixá-la menos aparente, mas não pode eliminá-la por completo”, afirma o cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, em São Paulo;
02)  “O paciente deve ser conduzido a refletir que se trata de uma troca: no lugar de um problema de contorno corporal, ele ganhará formas mais modeladas, mas também uma cicatriz. É preciso esclarecer o tamanho do corte, onde vai ficar, como é o processo de cicatrização, quanto tempo demora a recuperação detalhadamente”, diz o médico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica;
03)  No caso das cirurgias plásticas para retirada de pele, após uma cirurgia bariátrica, não há como evitar os grandes cortes. Em geral, a flacidez da pele de quem perde 60, 70 kg é de tal magnitude que precisam ser retiradas grandes quantidades de pele das regiões a serem reconstituídas. O que o cirurgião plástico tenta fazer é situar essas cicatrizes em locais menos visíveis. “No caso da reconstituição da barriga, por exemplo, procura-se posicionar o corte na área que fica coberta pela calcinha ou pelo biquíni. Na coxa, o local escolhido é a chamada prega iguinal, próxima da virilha. No braço, a cicatriz deve ficar na parte interna e o mais perto possível da axila”, diz Penteado;
04)   O processo de cicatrização, explica Ruben Penteado, passa por várias etapas e, em geral, completa-se em dois anos. Nos 30 primeiros dias após a cirurgia, o sinal ainda é pouco visível. No mediato, que vai até o 8º ou 12º mês, ele se mostra avermelhado e, em alguns pacientes, elevado e largo. É no período chamado de tardio, após um ano, que este sinal começa a ficar mais claro e menos consistente;
05)  “O resultado final da cicatrização depende de cada paciente, das suas condições nutricionais, do seu histórico de doenças, dos remédios que eventualmente esteja tomando, dentre muitos outros fatores”, esclarece o diretor do Centro de Medicina Integrada;
06)   Um acompanhamento cuidadoso nos primeiros seis meses de cicatrização é fundamental. “O paciente também deve seguir à risca a recomendação médica de não realizar esforços que tensionem a pele na região do corte. O esforço pode quebrar os pontos ou provocar inflamação”, reforça Penteado;
07)   No terreno dos curativos, um grande aliado são os adesivos de gel de silicone. Aplicados sobre os pontos durante três meses, especialmente na barriga e nos seios, esses adesivos controlam a produção das fibras colágenas, evitando os exageros que podem levar a uma cicatriz grossa ou até à formação de quelóides;
08)   “O quelóide é uma cicatrização exagerada que ultrapassa o corte ou trauma cirúrgico. Em geral,  resulta do acúmulo anormal e exagerado das fibras colágenas no local do corte. Existem algumas partes do corpo mais propensas à formação desse tipo de manifestação, como a região das articulações, o ombro, a área central do tórax ou os lóbulos das orelhas e do queixo. O que determina a tendência ao quelóide é o fator genético. Peles negras e orientais estão no maior grupo de risco de aparecimento de quelóides”, explica Ruben Penteado;
09)   Durante o pós-operatório, quem tem tendência à formação de quelóide deve manter um rigoroso repouso para não provocar o estiramento da pele, evitando que os pontos fiquem distendidos além do natural. “O uso de corticóide – que inibe algumas etapas da cicatrização e possibilita maior controle durante o processo – ou de pomadas e curativos oclusivos com o mesmo princípio ativo é outro grande aliado para evitar o aparecimento de quelóides”, diz o diretor do Centro de Medicina Integrada.
FONTE:medintegrada.com.br/
beijos, Fran
27/07 2013
Plásticas
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Sobrepeso X Cirurgia plástica

Grande parte das pessoas que se encontram acima do peso e optam por uma cirurgia plástica para eliminar este excesso, acreditam que apenas o procedimento cirúrgico, será o suficiente para alcançar o físico almejado.

Entretanto, existe uma grande diferença entre o resultado que a paciente espera e o que, de fato, a cirurgia pode oferecer.

É muito importante ter em mente que não existem milagres quando o assunto é perda de peso. Uma cirurgia voltada para esse fim, só terá um resultado satisfatório se estiver aliada à prática de exercícios físicos regulares e a uma dieta balanceada.

Partindo desse pressuposto, uma paciente que opta por uma Lipoaspiração ou Abdominoplastia, por exemplo, e se encontra muito acima do peso, deve antes de qualquer coisa, procurar um (a) nutricionista e buscar uma dieta que a faça emagrecer de forma natural.

Após o emagrecimento, ela poderá recorrer à cirurgia como uma forma de aperfeiçoar o resultado da dieta e assim, se sentir completamente satisfeita.

O que pode ocorrer, em alguns casos, é o cirurgião plástico vetar o desejo da paciente de realizar a cirurgia, caso ela se encontre em sobrepeso muito acentuado. Afinal de contas, os riscos serão maiores e a expectativa de tais pacientes, na maioria das vezes, serão frustradas.

Baseado nisso, uma cirurgia plástica não deve ser entendida como um tratamento ou como solução para a obesidade. A perda de peso será apenas uma conseqüência da técnica utilizada no procedimento, que removerá tecido ou gordura.

Segundo normas do CFM (Conselho Federal de Medicina), há um limite de gordura que pode ser retirado durante a Lipoaspiração, no caso, 7% do peso corporal ideal da paciente em litros.

Tal percentual é estabelecido para evitar que o organismo fique debilitado, uma vez que junto com a gordura também ocorre aspiração de sangue.

Em relação à Abdominoplastia, o mesmo fato também ocorre. A retirada do excesso de pele e consequentemente flacidez não surtirão efeito, se a pessoa estiver acima de seu peso ideal.

É muito comum, na maioria desses casos, a paciente criar a ilusão de que a retirada de gordura ou de pele será o suficiente para a mesma sentir-se magra.

Como ressaltado, o pequeno percentual retirado atende um limite de segurança e não possui o intuito de emagrecer a paciente, apenas aperfeiçoar a silhueta do corpo.

Por isso, mais do que simplesmente recorrer à cirurgia plástica, uma pessoa que quer emagrecer deve, primeiramente, buscar um tratamento multidisciplinar, que envolva uma dieta equilibrada e a prática de atividades físicas.

O procedimento cirúrgico será a última etapa do processo e terá como objetivo proporcionar um resultado definitivo e satisfatório, que só será duradouro, se houver a manutenção por parte da paciente.

Fonte:Plastica do sonho

beijos, Fran
27/07 2013
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