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A beleza do abdômen feminino

O que é bonito? O que é belo?
Na cirurgia plástica, é importante estabelecer o que é bonito. Através dos princípios de beleza é que se pode planejar o ato cirúrgico de acordo com as alterações estéticas e funcionais com o objetivo de criar ou reconstruir a beleza natural.

As saliências e depressões junto à luz, com seus brilhos, pontos de reflexão e sombras dão a beleza artística do abdome. São as saliências: rebordos costais, músculos reto abdominais, cristas ilíacas, púbis e porção suprapúbica. As depressões: linha mediana supraumbilical, umbigo, os “gominhos dos músculos reto abdominais”, fossas ilíacas e arcadas semilunares. Apesar das fotos abaixo serem de abdome masculino, conseguem ilustrar bem os pontos de referência citados.



A pele é apenas uma cobertura do relevo formado pelo panículo adiposo e músculos.

O contorno feminino se reconhece e identifica como uma concavidade sob a caixa torácica que muda para concavidade na região dos quadris e coxas. O abdomen feminino deve ser côncavo no epigástrio com uma transição lisa para o abdome inferior convexo .

O abdomen inferior em visão frontal dá uma sensação de lira, devido à convexidade formada pela elevação suprapúbica, paraumbilicais e supraumbilicais dos músculos reto abdominais; contornadas pelas fossas ilíacas e arcadas semilunares.

As alterações constitucionais do esqueleto, da bacia e do tórax, bem como as inserções musculares são os determinantes na forma da cintura e relevos musculares do abdomen. Uma maior lordose lombar, por exemplo, tende a projetar o abdome para a frente, e os glúteos para trás. A lipoaspiração de dorso é uma grande aliada para ressaltar o contorno glúteo.
A gestação altera a posição dos músculos e aponeurose da parede abdominal, além de alargar o diâmetro dos arcos costais e bacia. Além disso, pode acentuar a lordose. Isso também de reflete na função, pois algumas pacientes experimentam a seguinte sintomatologia pós gestação: dor lombar baixa, constipação intestinal, dor nas panturrilhas e formigamento nas plantas dos pés.

O estiramento da aponeurose e seu enfraquecimento, geralmente por aumento da pressão intra abdominal formam a chamada diástase dos músculos reto abdominais predispõe à formação de hérnias da parede abdominal nessa localização. Essa diástase aumenta a globosidade anterior e projeta a porção inferior da lira citada anteriormente. Pode ainda causar projeções na região acima do umbigo e aplainamento dele, além do surgimento de hérnias umbilicais.
O estiramento e diástase dos músculos oblíquos apagam as linhas semilunares e aumenta o abdomen lateral. Tudo isso contribuiu para uma perda da cintura.
A lipoaspiração através da lipoescultura atua na melhora desse contorno e ressaltando os pontos de luz, sombra e reflexão; porém não consegue solucionar os problemas musculares e excesso de pele. É quando a abdominoplastia se faz presente.

Baseados em conceitos como esses, é que a verdadeira cirurgia plástica se faz presente. E sempre lembrando que beleza e função andam juntos!

FONTE:Dra Ana Carolina Fonseca
beijos, Fran
02/08 2013
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Combinação de procedimentos e o risco para sua saúde

 



Dentre as principais dúvidas sobre cirurgia plástica está a combinação de procedimentos estéticos e o risco para a saúde. 

De acordo com as diretrizes da especialidade é possível a realização de mais de um procedimento por cirurgia, desde que a segurança do paciente seja priorizada.

A maioria dos cirurgiões adota como limites duas cirurgias médias (mamas e abdômen, por exemplo). No entanto, é importante ressaltar que alguns aspectos devem ser considerados antes da combinação de procedimentos, como a história clínica do paciente, avaliação clínica detalhada, exame físico rigoroso para identificar qualquer fator que aumente o risco da cirurgia, além de todos os exames pré-operatórios.

No final de todo esse processo, o cirurgião plástico é quem avaliará o quadro geral do paciente, de modo a informá-lo se é seguro a realização de cirurgias combinadas.
Fonte:SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA

beijos, Fran
01/08 2013
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Governo desiste de aumentar duração do curso de medicina

Governo desiste de aumentar em dois anos duração do curso de medicina

O governo federal oficializou, nesta quarta-feira (31), que abriu mão de ampliar o curso de medicina em dois anos. Pela proposta, um dos pontos do programa Mais Médicos, os dois anos extras seriam obrigatoriamente de trabalhos prestados no Sistema Único de Saúde (SUS).

Agora, o governo passou a defender que a residência médica se torne obrigatória ao final dos seis anos da graduação. Hoje, para se formar, o estudante não precisa passar pela residência.

Se prevalecer essa nova posição, anunciada após a convocação de uma greve da categoria por todo o país, a residência médica será exigida de quem entrou na faculdade de medicina de 2012 para frente. No modelo proposto, o primeiro ano de todas as residências (como pediatria, clínica geral e ginecologia) seria cursado na atenção básica, urgência e emergência do SUS.

A alternativa foi apresentada por uma comissão de especialistas em educação e saúde e pela Abem (Associação Brasileira de Educação Médica). Foi encampada pelo governo após uma enxurrada de críticas de médicos, escolas de medicina e parlamentares direcionada à medida provisória que criou o Mais Médicos.

Lançado há pouco mais de três semanas, o programa previa a fixação de médicos no interior e nas periferias do país, e uma mudança nos cursos de medicina. A intenção do governo era ampliar a graduação dos atuais seis para oito anos, sendo que os dois anos extra seriam de trabalhos prestados na atenção básica, urgência e emergência da rede pública.

Na semana passada, o ministro Aloizio Mercadante (Educação) indicou que o governo poderia rever a medida, assinada pela própria presidente Dilma Rousseff. Nesta quarta, Mercadante formalizou a mudança de posição do governo, que será encaminhada aos deputados que vão analisar o texto da medida provisória.

A ideia, segundo o ministro, é que “após a formação do médico na graduação em seis anos –e a medida provisória previa essa possibilidade–, a residência médica assegure essa vivência na urgência e emergência e na atenção primária do sistema de saúde. Então, no primeiro ano de residência para todas as especialidades, especialmente aquelas que estão mais vinculadas (…), os estudantes de residência tenham a ampla vivência no SUS”.

A medida provisória previa que os dois anos extra na graduação poderiam ser considerados para abatimento de parte da residência. No novo formato, porém, os dois anos extra foram substituídos por um ano já dentro da residência médica. Não está claro, ainda, se a duração das residências médicas atuais será ampliada após a mudança.

A nova proposta, apoiada por faculdades de medicina das federais e pelo grupo de especialistas, prevê que 40% das vagas de residência oferecidas até 2017 sejam em medicina de família e comunidade.

Mercadante afirmou que também deve ser feita a alteração nos currículos da graduação de medicina, de forma que o estudante tenha mais proximidade com a atenção básica da rede pública.

Fonte:Folha de São Paulo
beijos, Fran
31/07 2013
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