Saúde & Beleza
0 Comentários

Aprendendo a usar tomara-que-caia

É uma cena recorrente. No calor, sempre tem alguma mulher de tomara-que-caia puxando o vestido pra cima e ajeitando os seios. Quando o corpo ajuda e o design também, um tomara-que-caia bem cortado causa sensação. Pode fazer padre tropeçar na batina e bater com a cara no poste. Mas, quando está tudo errado, o efeito é o oposto. Sabe quando os seios se tornam duas almofadas perto do pescoço? Em vez de sexy, uma mulher pode parecer mais velha ou mais gorda com um tomara-que-caia. É um perigo.
Diz a lenda que o primeiro tomara-que-caia que causou foi o da atriz Rita Hayworth (foto) no filmeGilda, em 1946. Ela canta Put the Blame on Mame usando um modelo de cetim e luvas compridas. Divina.
Mesmo sem ser Gilda, é possível usar tomara-que-caia com classe. Hoje, é o modelo de decote favorito das noivas. Aí vão 14 dicas de duas mulheres que entendem tudo.

Glorinha Kalil

1 – Quem tem corpo curto não deve usar. Porque fica sem espaço entre o pescoço e a cintura.
2 – Seios grandes são um complicador. O vestido muito estruturado joga os seios para cima, junto aos braços. Se o vestido não tiver estrutura, os seios ficam meio achatados e caídos – e o vestido pode acabar caindo também com o peso.
3 – Tomara-que-caia exige cintura fina. Estômago saliente fica mais saliente ainda. De perfil, fica feio. As muito baixinhas e sem cintura parecem uma salsicha num tomara-que-caia muito justo.
4 – As costas precisam ser magras. Senão, o vestido faz umas pregas, uns rolinhos nas costas, alem de saltar gordura por cima.
5 – Quem tem seios pequenos precisa ajustar o vestido ao corpo como uma segunda pele, não pode ser frouxo, senão despenca.
6 – Não há limite de idade. O mais importante para vestir bem um tomara-que-caia é a qualidade dos braços. Mulheres mais velhas com braços razoáveis podem ficar elegantes com vestidos sem alça, no modelo apropriado.
7 – A pele tem de ser boa. No tomara-que-caia, o colo fica na bandeja, na altura do olho. Mostra o que você tem de melhor. Ou de pior.

Costanza Pascolatto

1 – O bronzeado da brasileira valoriza o tomara-que-caia. As muito brancas não ficam tão bem. Dá um certo enjoo ver toda aquela alvura exibida: braços, costas, colo. Para as branquinhas, é melhor que o vestido seja de cor escura, para dar contraste. Evitem o bege, o creme.
2 – Mulheres com ombros estreitos e redondos não deveriam usar tomara-que-caia.
3 – Dependendo de como estão os braços, a mulher deve desistir até de usar roupas sem mangas. Porque envelhece mostrar o que não se tem mais de bom.
4 – Há os tomara-que-caia informais e os de alta costura. As brasileiras, claro, não vão usar esses vestidos caríssimos das atrizes de Hollywood. Ninguém sai em Copacabana com uma roupa que parece uma escultura.
5 – Alguns tomara-que-caia vintage são arriscados, porque têm uma forma antiquada de peito, e o decote profundo não ajuda a ficar elegante.
6 – São mais seguros os estruturados, com barbatanas entre dois tecidos, o de dentro e o de fora.
7 – O ideal é que o vestido não apareça mais do que a mulher. O tomara-que-caia não deve ser tão chamativo a ponto de ficar em primeiro plano. E não pode ser dois números abaixo do tamanho da mulher. Tomara-que-caia apertado demais não é sexy.

Fonte:Revista ÉPOCA
beijos, Fran
02/06 2013
Saúde & Beleza
0 Comentários

Ela emagreceu depois que parou de comer chocolate

Tracey Burton era viciada em chocolate. (Fotos: The Grosby Group)Tracey Burton comia cinco ou seis barras de chocolate por dia, totalizando 1.500 calorias em 24 horas, e mais de 11 mil calorias a cada semana. O vício por chocolate começou com nomes conhecidos e queridinho de muitas mulheres: Snickers e Marz.
Depois de ganhar 100 kuilos, Tracey coragem para mudar a dieta, abandonando sua sobremesa preferida e se juntou aos Vigilantes do Peso e perdeu mais de 30 kg rapidamente.  “Eu estava sempre em um dia ruim ou eu estava me sentindo estressada, então eu me acabava no chocolate. Eu comia cinco ou seis barras de uma só vez e, provavelmente, continuaria se eu não me forçasse a parar”, disse. Depois dos resultados positivos, ela mudou os hábitos. “Eu não sonharia em comer nesse montante. Eu ainda amo chocolate, mas como com moderação. e sei as conseqüências”, disse. Agora, ela segue uma rotina de alimentação saudável, além de correr e caminhar.
Tracey lutava com seu tamanho desde quando era adolescente, e apesar de fazer dieta antes, nunca tinha conseguido transferir o peso. “Eu era uma sanfona desde que eu tinha 16 anos e eu sempre prometi a mim mesma que eu iria perder peso quando chegasse aos 40 anos”, disse. “Eu ficava me olhando nos provadores e me sentia nojenta”, acrescentou.
Mas, quando seu namorado Roger adoeceu, ela percebeu o quanto a vida era preciosa. “Foi então que eu percebi que precisava fazer alguma coisa sobre o meu peso e realmente manter uma dieta. Eu decidi que iria abrir mão do chocolate e mudar meu jeito. Não queria jogar a vida fora”, disse. “Todo mundo foi tão solidário e encorajador. Comecei a perder pouco mais de 1 kg por semana e, antes que eu percebesse, estava ficando cada vez mais magra.
Tracey não conseguia acreditar nos resultados. Ela confessou que olhava para algumas fotos e chorava ao ver a mudança porque não podia imaginar o quão longe poderia chegar.
As mudanças refletiram na vida por completo. Tracey e Roger ficaram noivos e ela está ansiosa para se mostrar nova e melhor no grande dia. “Estou emocionada por estar se casando com um homem tão incrível. Roger é tão orgulhoso de mim e eu estou tão animada para caminhar até o altar me sentindo feliz e confiante comigo mesma”, disse.
Ela confessou que agora quer ser capaz de ajudar as pessoas a entrarem em forma. “Se eu posso ser uma inspiração para alguém, tudo vai valer a pena”, finalizou.
Fonte:Yahoo Mulher
beijos, Fran
02/06 2013
Plásticas
1 Comentário

A lipoaspiração explicada por especialistas

É difícil encontrar alguém que esteja 100% satisfeito com o próprio corpo. A maioria das pessoas sempre tem alguns quilinhos que quer perder. E a parte mais complicada de ir embora é a gordura localizada, principalmente no abdômen, que resiste a dieta e malhação.

E não são apenas os pneuzinhos que incomodam: após um grande emagrecimento ou gravidez, a flacidez da pele também. A mulher sofre mais com essa gordura superficial, subcutânea, que é uma reserva natural para que ela consiga gerar filhos e amamentar mesmo em situações extremas.
Atualmente, a lipoaspiração não é mais a última saída, mas é importante conhecer os riscos e as vantagens desse procedimento. Para falar sobre o tema, o Bem Estar desta quarta-feira (6) contou com a presença do cirurgião plástico Francesco Mazzarone, presidente do Instituto Ivo Pitanguy, e do endocrinologista Alfredo Halpern.
Lipoaspiração (Foto: Arte/G1)
É importante prestar atenção na hora de escolher um cirurgião plástico e um anestesista. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, 97% das complicações ocorrem por procedimentos feitos por não especialistas. Também já foram registradas mortes durante ou após intervenções em consultórios, sem o suporte de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Hidrolipo, minilipo, lipolaser e lipo light são vendidas como alternativas à lipoaspiração, mas têm as mesmas indicações e os mesmos riscos. Para o Conselho Federal de Medicina, não existem esses outros termos, e não há uma normatização para cada método.
Muitas vezes, diferentes nomenclaturas são usadas para burlar as regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para realizar uma cirurgia, o local deve ter centro cirúrgico, gerador de energia, carrinho de emergência com desfibrilador para casos de parada cardiorrespiratória, ar-condicionado com filtragem para evitar contaminações e uma sala de recuperação após a anestesia.
A operação costuma ser uma solução rápida e temporária, que deve ser acompanhada de reeducação alimentar e exercício físico. Outra questão importante é se, depois disso, a pele ficará uniforme ou com contornos irregulares.
Para fazer a lipoaspiração, o indivíduo precisa ter uma boa elasticidade da pele e não pode estar muito acima do peso: o índice de massa corporal (IMC) deve estar em média entre 25 e 28. A plástica, se for necessária, retira o excesso de pele deixado pela lipo.
A lipoescultura envolve mais detalhes, modelagens e cânulas mais finas. Depois do procedimento, o paciente deve usar cintas ou macaquinhos, fazer drenagem linfática e exercícios. É recomendado, ainda, que as mulheres não usem calças muito baixas e apertadas, para não evidenciar ainda mais os pneuzinhos.
Fonte:G1/Bem Estar
beijos, Fran
02/06 2013
Topo