Plásticas
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Conheça os tratamentos para queloide

A formação de queloide, principalmente após uma cirurgia plástica, é uma das maiores preocupações de quem tem essa condição genética. Embora não exista um tratamento definitivo é possível minimizar seus efeitos.

Vale ressaltar que em qualquer procedimento escolhido, as feridas devem estar fechadas e serem devidamente higienizadas. Além disso, é fundamental que o tratamento seja recomendado e acompanhado por um médico.

Aplicação de corticoide em queloide

 

O corticoide injetável é ideal para cicatrizes mais espessas e que proporcionam muito incômodo para a paciente. A aplicação de corticoide em queloide é algo dolorido, por isso pode ser aplicado uma anestesia tópica no local (pomada anestésica).

Essa técnica, feita algumas vezes, ajuda a reduzir o seu tamanho, aliviar a coceira e a dor. Os especialistas utilizam essa aplicação dias antes da cirurgia, pois o corticoide faz a cicatriz murchar e isso facilita no momento da remoção cirúrgica.

Existe também uma pomada com corticoide para cicatriz, que é eficaz para inibir a produção de colágeno. Mas não se esqueça de perguntar ao seu médico qual é a melhor opção para o seu caso. Pois, quando esses produtos são aplicados incorretamente podem piorar o local e até provocar lesões na pele.

Fonte: Dream Plastic

beijos, Fran
09/02 2018
Plásticas
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Quem tem queloide pode fazer cirurgia plástica?

Essa é uma dúvida geral das pessoas que sonham com a cirurgia. Mas afinal, corre o risco dessa cicatriz com alto colágeno aparecer após um procedimento de mamoplastia de aumento ou abdominoplastia? Sim, pode acontecer.

Mas calma! Isso não impede de você realizar a sua tão sonhada plástica.

O primeiro passo é escolher um cirurgião especialista, com muita experiência em casos como esses e que seja membro da SBCP.

Levando em consideração esses requisitos para a escolha do profissional, a chance dele saber como tratar queloide, caso apareça em você, será bem maior do que de um médico recém-formado. Por isso, dedique um tempo na decisão pelo médico ideal.

Outro ponto importante é informar ao cirurgião, durante a fase de pré-operatório, sobre o seu problema de cicatrização. Pois, estando ciente, ele vai indicar os cuidados necessários para evitar a recorrência de problemas durante o pós-operatório.

Algumas orientações básicas são:

  • Fazer repouso da área operada e evitar esforço ou atrito
  • Massagear a região da cicatriz com uma pomada hidratante
  • Evitar o sol

Quando tudo isso não for suficiente, o médico indica outros recursos, como a fita de silicone para cicatriz, a aplicação de corticoide em queloide ou a compressão local com bandanas elásticas.

Se mesmo assim não houver melhora, então a recomendação será a cirurgia para remover queloide e sessões de betaterapia.

Quando sofremos algum machucado, corte ou ferimento profundo, o nosso organismo cria uma cicatriz normal para reparar o tecido. A formação de colágeno, proteína responsável pela cicatrização, permite criar uma nova camada de pele.

É nesse processo que surge essa cicatriz com aspecto diferente, que nada mais é do que uma produção exagerada de colágeno.

Quando acontece esse excesso há um crescimento maior do tecido, formando uma cicatriz em alto relevo.

Sua aparência inicialmente será rosada e plana, mas com o passar do tempo, essa lesão vai ficar com um tom avermelhado, aspecto endurecido e o seu tamanho vai aumentar muito, até ultrapassar os limites da ferida original.

Ao contrário das cicatrizes, os queloides não desaparecem ao longo do tempo. Vale ressaltar que eles não são contagiosos e não trazem danos à saúde.

O que causa queloide?

Para que um queloide se desenvolva, basta que o indivíduo apresente alguma pré-disposição genética e sofra uma lesão na pele, um simples arranhão pode ser o suficiente para a sua formação.

Embora, geralmente, ocorram no local de uma lesão, eles também podem surgir espontaneamente. Por isso, qualquer parte externa do corpo está vulnerável, basta ter algum ferimento já cicatrizado, por exemplo:

  • Acnes
  • Queimaduras
  • Furos nas orelhas
  • Piercings
  • Cortes cirúrgicos
  • Tatuagens
  • Locais de vacinação
  • Doenças como catapora

Quem pode ter queloide?

A ciência ainda não descobriu exatamente o que leva uma pessoa a criar queloide.

O que se sabe é que há maior incidência dessa anomalia em adolescentes, adultos e em mulheres após a gravidez. Também são bem comuns em negros, asiáticos e hispânicos.

Como saber se tenho queloide?

Infelizmente, não é possível detectar a pré-disposição para formação de queloides até que essa anomalia se manifeste.

Sendo assim, você precisa observar se após se machucar, o local fica com uma cicatrização mais saliente e com aspecto rosado. Além disso, se você perceber que a sua cicatriz está coçando esse também pode ser um sinal.

Costumam nascer na região dos ombros, tórax, orelhas e face.

Observe os seguintes sintomas:

  • A cicatriz não fica mais discreta após dois meses, pelo contrário, ela ficou maior do que a ferida original.
  • A cicatriz ficou, inicialmente, com um aspecto rosado e depois de um tempo escureceu.

Queloide doí?

Dependendo da região em que está localizado ou se está cronicamente irritado, então pode sim doer e se tornar muito incômodo.

Além disso, se nascer em locais com articulação, também pode interferir no movimento do corpo.

Queloide tem cura?

Por enquanto, ainda não foi encontrada uma solução definitiva para eliminar o queloide do organismo.

O que pode ser feito é recorrer a tratamentos que amenizam a aparência da cicatriz. Entretanto, aqueles que são maiores podem se tornar mais difíceis de tratar e são esteticamente desagradáveis.

Que tipos de médicos realizam o tratamento para queloide?

O cirurgião plástico ou o médico dermatologista pode diagnosticar. Porém, antes de passar o tratamento para queloide, será feita uma análise baseada na localização e na aparência da cicatriz, além de observar como ela se desenvolve ao longo do tempo.

Fonte: Dream Plastic

beijos, Fran
08/02 2018
Mamoplastia
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Qual a diferença entre Prótese e Implante?

protese de silicone

Em termos gerais, a Prótese é um objeto usado para substituição de um membro, na sua totalidade ou em parte, por uma peça artificial, quando ocorre a extração ou amputação do mesmo. Por exemplo: uma pessoa sofre um trauma que acarreta perda de uma de suas mãos. Uma das alternativas é utilizar uma prótese de mão, feita de material sintético que pode ter, inclusive, movimentos estimulados pelos músculos que restaram no coto da amputação. Dessa forma, uma Prótese de mãos, seria na realidade, um material sintético que seria semelhante à outra mão e teria função de cobrir a sequela de um trauma.

Por outro lado, o Implante é o objeto acrescentado ou introduzido em alguma região do corpo. No caso do Implante de Silicone nas Mamas, por exemplo, o que se acrescenta é o volume, pois a mama já existe, obtendo então somente um volume maior.

Portanto, o termo correto a ser usado quando tratamos da Cirurgia Plástica de Mamoplastia de Aumento é: Implante de Silicone e não Prótese de Silicone. Porém o uso do termo ‘Prótese de Silicone’ para se referir à Cirurgia de Mamoplastia de Aumento ou de Implantes de Silicone se popularizou. Atualmente, principalmente pessoas da área médica utilizam o termo Implante de Silicone para se referir a cirurgia de silicone.

Fonte:  cirurgiaplasticacampogrande

beijos, Fran
04/02 2018
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