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Dermolipectomia abdominal

Dermolipectomia abdominal

A utilização da técnica é indicada nos casos em que, devido à gravidez ou alterações no peso corporal, o abdome se torna mais distendido, flácido e com pele redundante. Também podem estar associados a esses distúrbios o aparecimento de estrias e a acumulação de gordura localizada.
Uma vez que o procedimento remove quantidades de pele e de gordura, ocorre certa redução no peso corporal, que varia conforme o volume do abdome de cada paciente. No entanto, o resultado estético não é determinado pela quantidade de gordura removida, mas pela adequação do tamanho do abdome ao restante do corpo.
Os avanços na técnica permitem que o cirurgião possa combinar esse procedimento com lipoaspiração – nos casos em que exista essa necessidade -, de modo a obter melhores resultados.
Do ponto de vista apenas estético, é aconselhável a mulher optar por esse tipo de cirurgia após a decisão de não ter mais filhos, uma vez que a gestação pode desfazer a reconstrução. Do ponto de vista orgânico, uma possível gravidez não representa qualquer risco para mulheres ou para os bebês.
O cirurgião plástico deve considerar três aspectos fundamentais no exame clínico: a pele, o tecido adiposo e da parede do músculo. Esta análise primeira permite indicar o tipo de dermolipectomia que cada paciente requer e a necessidade de utilizar outras técnicas adicionais.
Uma história médica completa será conduzida a fim de recolher informações essenciais antes da cirurgia.
ATENÇÃO
O conteúdo aqui disponibilizado informa de maneira superficial e objetiva alguns procedimentos da cirurgia plástica. Recomendamos a consulta a um especialista reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) para esclarecimentos necessários. 
Fonte:Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica-PR
beijos, Fran
19/07 2013
Plásticas
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Medo de anestesia

Entidade médica dos EUA afirma que um em cada

quatro pacientes desiste ou adia a cirurgia porque

tem receio de ser anestesiado

Rachel Costa

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A função da anestesia durante uma cirurgia é nobre. Eliminando-se a dor do paciente, torna-se possível ao médico realizar procedimentos mais complexos, com maior controle e segurança. Porém, uma pesquisa realizada pela Sociedade Americana de Anestesiologia revelou que 75% dos entrevistados disseram temer a anestesia. Em alguns casos, o medo chega a causar impactos prejudiciais ao tratamento do doente. De cada quatro pacientes, um tem tanto receio que acaba adiando ou mesmo desistindo da operação.Diante do resultado, há um esforço por parte dos anestesistas para acabar com mitos associados ao procedimento. “A anestesia é muito segura”, disse à ISTOÉ Salomon Imiak, chefe de anestesia do Hospital Plantation (EUA) e membro da Sociedade Americana de Anestesiologia. “Um indivíduo tem 40 vezes mais chance de ser acertado por um raio do que morrer por complicações relacionadas à anestesia”, acrescenta.

É fato que nas últimas décadas a medicina tem buscado meios para aperfeiçoar os procedimentos com o objetivo de reduzir o risco de complicações. Nessa tarefa, registrou grandes avanços. “Um ponto frágil que nos restava, porém, era conseguir mais eficácia na reversão do efeito de bloqueio muscular”, diz o médico Irimar de Paula Posso, da Divisão de Anestesia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e do Hospital Israelita Albert Einstein, ambos na capital paulista. Esse empecilho, todavia, foi superado com a chegada do sugamadex sódico ao mercado. Ainda em análise pelo FDA (órgão regulador americano), o medicamento já faz parte da rotina dos médicos no Brasil e em países da Europa, onde já foi aprovado.

Durante a anestesia geral buscam-se quatro tipos de bloqueio na percepção do paciente: que ele não se lembre do procedimento, que durma durante a operação, que não sinta dor e que esteja com os músculos relaxados. “Nos últimos anos, as medicações usadas foram aperfeiçoadas. Houve progressos nos remédios para os três primeiros efeitos”, lembra Irimar. Faltava uma opção mais rápida para reverter o relaxamento muscular. Até o lançamento do sugamadex, eram usados os chamados anticolinesterásicos. “Contra eles pesa o maior risco de efeitos colaterais e a reversão incompleta ou o retorno da ação dos bloqueadores”, explica Nádia Duarte, presidente da Sociedade Brasileira de Anestesiologia.

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“Nos últimos anos, as medicações usadas
nos procedimentos foram aperfeiçoadas”

Irimar de Paula Posso, da Divisão de Anestesia do
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina
da USP e do Hospital Albert Einstein (SP)
Por isso a chegada do sugamadex tem sido comemorada. “Suas moléculas encapsulam e eliminam mais rapidamente a substância usada para impedir a contração muscular”, explica Salomon Imiak. Nos anticolinesterásicos essa ação não é direta. Eles agem sobre as enzimas envolvidas na passagem do estímulo do nervo para o músculo. Atuando diretamente sobre o relaxador, consegue-se reverter o efeito em cerca de três minutos. Com as drogas anteriores, levava-se ao menos 30 minutos.Além de menos efeitos colaterais, essa maior rapidez no retorno da contração muscular garante mais segurança ao procedimento e evita casos como o do representante de vendas Waldir Alves de Freitas, 68 anos. Após uma cirurgia no pescoço para a retirada de um nódulo, ele retomou a consciência, mas não a contração da musculatura. Ouvia a anestesista lhe pedindo para abrir o olho, mas não conseguia fazê-lo. “De repente senti que não conseguia mais respirar”, relembra. Os médicos perceberam e solucionaram o problema rapidamente.

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Fonte: ISTOÉ
beijos, Fran
19/07 2013
Plásticas
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Lipoescultura-Entenda como é feita a cirurgia

Lipoescultura entenda como é feita a cirurgia
Corpo enxuto, sem gordura localizada na região dos quadris e com bumbum empinado. Cada vez mais pacientes e cirurgiões estão em busca de um resultado perfeito, em que o corpo é remodelado, ou seja, a silhueta é moldada e corrigida.


Neste caso, a indicação dos especialistas é a 
lipoescultura. Entenda como é feita a lipoescultura.

Diferente da lipoaspiração, cujo objetivo é remover os depósitos de gordura acumulados na região dos quadris, culotes, coxas, abdome, costas, joelhos e pescoço, a lipoescultura acontece retirando a gordura de uma região e injetando-a em outra para remodelar o corpo, preenchendo algumas áreas. O objetivo não é ficar mais magra.
Apenas indicada quando não se consegue retirar a gordura localizada por meio de dietas e exercícios físicos, a lipoescultura permite esculpir áreas da face, ou aumentar os glúteos. “O objetivo da lipoescultura é proporcionar redução do volume de gordura corporal em áreas localizadas, como a barriga e, ao mesmo tempo, conferir melhor contorno em outras regiões, corrigindo imperfeições, inclusive na face e glúteos”, explica Dr. Alan Landecker, Membro Titular e Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)e membro da prestigiada International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS).
O cirurgião explica que nessa técnica é retirada a gordura do paciente por meio da lipoaspiração e injetada novamente para modificar o contorno de certas regiões. Atualmente, há profissionais que tratam essa gordura antes de ela voltar ao organismo com a intenção de ter melhores resultados. “Ou ela é lavada com soro fisiológico, com a finalidade de decantá-la antes de injetar, ou é até centrifugada. Neste caso, o objetivo é o de remover ainda mais fragmentos, como sangue e soro, que foi utilizado na lavagem, e injetá-la sem estes elementos”, esclarece. O especialista alerta que não se deve injetar gordura nas mamas, pois é uma região que já possui nódulos gordurosos, o que pode confundir os resultados em casos de mamografia.
A duração da cirurgia depende da quantidade de gordura e da área da remoção. Assim que a cirurgia acaba, o local é coberto com curativos para evitar a inflamação e as cicatrizes são semelhantes as da lipoaspiração. Mesmo assim é importante salientar que existe a possibilidade de má cicatrização, infecções, reações à anestesia, ou até mesmo hemorragias sob a pele, causando inchaços. Por isso é fundamental escolher um profissional com o título de especialista em cirurgia plástica através do cadastro no site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

“Como a gordura é do próprio corpo do paciente, não existe risco de rejeição. Entretanto, 30% a 50% do que foi injetado é reabsorvido pelo organismo. Como uma parte da gordura será reabsorvida, o cirurgião plástico deve injetar um pouco mais de gordura do que é necessário, para compensar esse processo esperado de reabsorção”, explica Landecker.

O pós-operatório é muito parecido com o da lipoaspiração e nunca deve massagear a região que recebeu a aplicação de gordura, justamente para não intensificar a reabsorção. No primeiro mês, os edemas, consequência da cirurgia, começam a melhorar. A cinta elástica é indicada até pelo menos 45 dias. Nos próximos meses, segundo e terceiro, é comum a retração da pele. O efeito do contorno corporal só aparece mesmo em seis meses.
É importante evitar esforço por pelo menos um mês e não molhar os curativos na primeira fase, dois dias depois. Também evitar alguns medicamentos (o médico indicará)e não se expor ao sol por pelo menos oito semanas.
FONTE:vilamulher/terra
beijos, Fran
18/07 2013
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