Plásticas
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Como é feita a lipoaspiração?

A lipoaspiração é uma cirurgia plástica capaz de retirar gordura subcutânea, ou seja, aquela que se encontra sob a pele. No processo, o cirurgião promove a remoção do tecido adiposo (gorduroso), devolvendo o contorno corporal e uma aparência mais magra.

É importante lembrar que a lipoaspiração não tem como objetivo emagrecer e não deve ser vista como um tratamento eficaz para celulite ou obesidade. Até por isso, as candidatas devem ser saudáveis e não podem estar com sobrepeso.

Seu foco é melhorar o contorno corporal e deixá-lo modelado. Lembrando que, por segurança, há um limite de gordura que pode ser retirado. Cirurgiões Plásticos confiáveis sempre respeitam isso.

 

Numa cirurgia de lipoaspiração, o ideal é que, se necessário, a paciente perca peso antes. Isto por que, por exemplo, caso ela tenha 6 litros de gordura para tirar, mas por ordem médica o limite é de 4 litros, sobram 2.

Nesta situação é recomendável perder esta sobra antes de fazer a cirurgia. Assim, vai conquistar um melhor resultado na lipoaspiração abdominal.

 

Fonte: Dream Plastic

 

beijos, Fran
14/11 2018
Mamoplastia
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Redução de Mamilo

 
 
É feita através de uma incisão circular na base do mamilo com uma retirada de um anel de pele, resultando no encurtamento do mesmo. Essa técnica preserva todos os canalículos (canais por onde passa o leite materno) sem alterar a sensibilidade.
 
Mamilo Invertido
Este procedimento é realizado com um micro bisturi onde são cortadas as fibras que mantém a inversão. Os cortes não ficam evidentes
 
Mamilo bífido
Neste procedimento é retirada a parte que separa as unidades e uma sutura para uni-las.
 
Ausência de mamilo
Existe uma técnica que permite fazer o avanço do mesmo, que na realidade encontra-se embutido
 
Fonte: spindolacirurgiaplastica
beijos, Fran
13/11 2018
Mamoplastia
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Agora é a vez das próteses mais naturais

                         Foto: Jeffesron Botega, Agência RBS

Antes de mais nada, vale ressaltar que esta reportagem está longe de afirmar que brasileiras e silicone irão romper tão cedo uma relação que já celebra bodas e ainda impressiona o resto do mundo pelos números. Segundo os dados mais atualizados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, em um país que é vice-líder mundial em cirurgias plásticas, o implante nos seios é o segundo procedimento mais realizado do Brasil, só perde para a lipoaspiração.

A novidade é que, se no início da década passada, essa relação era pública e notória, agora ficou mais discreta. Dos consultórios gaúchos, passando pelos decotes das celebridades e pelas tendências da moda, é possível medir em mililitros que os seios pequenos (ou não tão grandes) voltaram à moda. Entre as famosas, há exemplos para todos os gostos. Scarlett Johansson diminuiu seios naturais. Anitta reduziu duas vezes: primeiro os seios naturais, depois as próteses. Victoria Beckham tirou completamente o silicone, justificando que não combinava mais com o seu estilo sofisticado.

Mesmo quando há implantes, não é mais o desejo das mulheres que se perceba que os seios aumentaram da noite para o dia. Pelo contrário. Quanto mais naturais e discretas parecem as próteses, mais satisfeitas ficam as clientes. Ou seja, a tendência é seios visivelmente menores ou invisivelmente maiores.

De acordo com o cirurgião Felipe Simões Pires, esse é um pedido que vem sendo mais recorrente: que os implantes não pareçam implantes. Algumas pacientes chegam a levar fotos de duas amigas diferentes ao consultório. Da amiga que fez um implante discreto e imperceptível e outra de uma amiga em que o efeito ficou visível, para mostrar justamente o que elas não querem.

Perguntados se a moda do peito pequeno chegará ao ponto em que as mulheres dispensem o silicone, cirurgiões, embora se reconheçam suspeitos para falar, acreditam que não. Um implante parecer natural, observam, é diferente de ser natural de fato.

– Acontece que o seio natural, natural mesmo, tem um formato de gota. Eu não acredito que as mulheres abandonarão o silicone porque há muito esse não é o formato que elas almejam ter. Elas passaram a querer um implante que não se pareça um implante, mas isso não significa que aceitam os seios como são e que não se incomodem com os efeitos do tempo sobre eles – avalia Guilherme Fritsch-Nunes.

Fonte: revistadonna

beijos, Fran
10/11 2018
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