Mamoplastia
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Assimetria mamária

Assimetria mamária é mais comum do que muita gente imagina. Tão comum que todas as mulheres compartilham desta característica.

Neste momento você deve está perguntando: mas o que significa assimetria? Que tipos de seios são assim? Como resolver a assimetria mamária?

Afinal, sabemos que em alguns casos esta característica é capaz de ser uma barreira na sua vida. Isto porque está localizada em uma parte muito sensível do nosso copo, que nos afeta não só fisicamente, mas também interfere na nossa autoestima e, infelizmente, nos faz sentir inseguras.

Assimetria significa falta de igualdade. E, quando pensamos no ser humano, é fato que um lado do nosso corpo sempre vai ser diferente do outro.

Com as nossas mamas isso não seria diferente. Porém, muitas vezes essa desigualdade entre os seios é imperceptível, ou seja, ela existe, mas você ou outra pessoa olhando não conseguem notar.

Infelizmente nem sempre esta diferença é sutil. A assimetria mamária é justamente quando uma mama é visivelmente diferente da outra, causando constrangimento e desconforto.

E, essa diferença não é necessariamente em relação ao tamanho do peito, ou seja, ter um maior que o outro. Pode está relacionada ao formato, por exemplo, há casos que a mulher tem uma mama redonda e a outra tuberosa.

É possível ter ainda assimetria de aréola, quando elas estão posicionadas de forma distinta.

Mas não é só isso, os seios assimétricos podem até causar problemas mais graves, como alterações na postura.

As possibilidades de tratamento variam conforme o tipo e o grau de assimetria. Mas antes de qualquer coisa é importante esclarecer que, teoricamente, é impossível corrigir a assimetria mamária com exatidão.

Para isso seria necessário um “scanner mamário” capaz de dizer precisamente a diferença de volume entre as mamas, porém este aparelho que não existe.

O que acontece é uma redução das diferenças entre os lados. Igualar perfeitamente os seios não é viável por causa de características osteomusculares (ossos e músculos) mais complexas, que variam de mulher para mulher.

Quando você tem uma mama maior que a outra, o que pode ser feito é uma cirurgia plástica com prótese de silicone, assim você consegue igualar volumes mamários com mais naturalidade.

Colocar silicone nos seios é uma forma de minimizar essa característica, pois como explicamos anteriormente não é possível garantir que as duas mamas fiquem perfeitamente iguais.

Ao optar por colocar próteses de silicone, o cirurgião plástico vai estimar uma diferença de tamanhos e colocar um implante de cada tamanho para que o resultado fique proporcional.

Por exemplo, o médico pode colocar um silicone de 300ml na mama direita e de 325ml na mama esquerda que era menor. Dessa forma, há uma compensação e o resultado com certeza resolverá a insatisfação por ter um seio maior que o outro.

Para resolver os casos de assimetria de formato ou de aréola, a Mastopexia é o procedimento cirúrgico indicado. E, se a paciente tiver interesse, ele pode ser combinando com a colocação de próteses de silicone.

Casos especiais de assimetria

Em alguns casos há a ausência ou deficiência da musculatura torácica e deformidades ósseas, como apectus excavatum, uma deformidade do tórax e do osso esterno caracterizada pela depressão do esterno e das costelas.

Quando isso acontece, a forma das mamas pode continuar sendo prejudicada porque a assimetria é acentuada. De qualquer forma, a cirurgia plástica vai aproximar ao máximo as mamas dos padrões de beleza definidos pela paciente, com a menor diferença entre as medidas possível.

Como saber se eu tenho assimetria mamária?

Na avaliação pré-operatória são consideradas algumas medidas das mamas, como:

  • Altura das aréolas
  • Diâmetro das aréolas
  • Distância entre as aréolas
  • Sulco inframamário

Essas medidas devem ser semelhantes entre os lados. Diferenças maiores de 2 cm já podem causar assimetrias perceptíveis às pacientes.

Vale ressaltar que a assimetria na mama muitas vezes reflete as diferenças do tórax. Isso significa que alterações na parte óssea e muscular do tórax podem modificar as mamas, que por sua vez estão projetadas sobre essas estruturas.

Fonte: Dream plastic

beijos, Fran
14/09 2017
Plásticas
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Pós – Operatório de cirurgia plástica

Alimentação adequada, cintas e massagens ajudam na recuperação do paciente. A cirurgia plástica é uma técnica que deve ter um planejamento para que tudo ocorra bem. Um ótimo resultado depende não só de adequado ato cirúrgico, como também do pós-operatório adequado.

Tão importante quanto a cirurgia é programar as etapas no intraoperatório e, no pós operatório, manter os resultados obtidos. Isso significa, acima de tudo, não expor o paciente a riscos. Assim que uma cirurgia é finalizada, imediatamente, o organismo começa uma fase de reparação do trauma cirúrgico.

Essa fase pode ser intensa e, na verdade, vai depender da extensão da operação. Assim, quanto maior a cirurgia, maior a reparação. Para o organismo, a cirurgia nada mais é do que um trauma, que precisa ser reparado.

Aumento do metabolismo e suporte nutricional

Por esse motivo, no pós-operatório é comum o aumento do metabolismo. É importante que haja um suporte nutricional adequado e o médico deve aconselhar o consumo de substâncias que são ajudam à cicatrização, como vitamina C, ferro, acido fólico e alimentos com alto teor de proteínas. Da mesma forma, o paciente deve evitar o contato com elementos que prejudicam a cicatrização, como o cigarro.
“O monitoramento médico regular proporciona a adequação das cintas, mantendo a efetividade da pressão das cintas e malhas”.

É uma fase em que é mais fácil perder peso, devido ao aumento do metabolismo. Isso ajuda no processo de retração cutânea e, consequentemente, potencializa os resultados da cirurgia.

Se o paciente fizer uso de uma dieta adequada, com vitaminas e proteínas, poderá até mesmo perder peso. E, o que é melhor, sem comprometer o resultado da cirurgia nem se expor a riscos para a sua saúde.

Cicatrização exige monitoramento

Em relação à cicatrização, portanto, aconselha-se o uso de alimentos adequados, associado à imobilização das cicatrizes através de micropore e à verificação constante, por meio de monitoramento médico.

É importante observar alterações de pigmentação, elevações das cicatrizes e sintomas como pruridos, a fim de corrigir possíveis desvios.

Assim, pode-se intervir por meio de cremes e medicamentos. Se, por outro lado, não fazemos o monitoramento, podemos perder o momento adequado de tratar possíveis alterações de cicatrização. Em alguns casos, é necessário até realizar outra cirurgia, exatamente pela perda desse momento, que é quando as cicatrizes se tornam inestéticas.
“Todo pós-operatório deve ser monitorado, e cada caso precisa ser individualizado”.

Cintas modeladoras, pouca exposição ao sol e atividade física

Outro fator importante para um excelente pós-operatório é o uso de cintas modeladoras e sutiã apropriados. Tais itens fazem com que os edemas e hematomas desapareçam mais rapidamente e ajudem na retração cutânea.

O monitoramento médico regular proporciona a adequação das cintas, mantendo a efetividade da pressão das cintas e malhas. Esses acessórios devem ser usados, no mínimo, durante 45 dias e, dependendo da necessidade, o médico pode indicar o uso por até seis meses após a cirurgia.

Em resumo, todo pós-operatório deve ser monitorado, e cada caso precisa ser individualizado. A proteção solar é um cuidado importante, já que a exposição precoce pode levar ao aparecimento de manchas e ao escurecimento das cicatrizes. Uma monitoração adequada, feita pelo cirurgião e/ou por sua equipe, lembra o paciente da necessidade de proteção à radiação solar.

Ressalte-se que isso vai depender do tipo de cirurgia realizada. Porém, de uma forma geral, o ideal é ficar afastado do sol por, no mínimo, 60 dias. E, em alguns casos, chega-se a pedir que o paciente fique longe dos raios solares durante seis meses – isso, claro, depende da extensão da cirurgia e do local operado.

Em relação à atividade física, não podemos comprometer o resultado de uma cirurgia liberando precocemente o paciente para fazer exercícios físicos, carregar peso ou realizar movimentos amplos e tensos. Mesmo o ato de dirigir automóveis, feito precocemente, pode incorrer em riscos, como a abertura de pontos e o alargamento de cicatrizes.

O que, de uma maneira geral, vai prejudicar o resultado de uma cirurgia. Assim, quanto à atividade física, a liberação deve ser individualizada, e o médico deve privilegiar sempre o melhor resultado possível, levando-se em conta a extensão da cirurgia e o local operado.

Drenagem linfática

Outro fator importante a ser lembrado é a realização de drenagem linfática no pós-operatório, associada ao uso de técnicas como ultra-som, estimulação russa, endermologia e laser.

O momento adequado de iniciar a drenagem e o uso desses equipamentos deve ser avaliado pelo cirurgião responsável pela cirurgia, bem como a intensidade e a frequência dos tratamentos. Dessa forma, o médico não vai expor o paciente nem comprometer o resultado da operação.

Finalizando, o resultado de uma cirurgia pode levar até um ano para aparecer. Porém, o resultado não aparece por si: é fruto de uma operação feita com excelência, previamente planejada e, no pós-operatório, a monitoração é de suma importância para que se obtenha o melhor resultado possível. Sempre que pensar em realizar uma cirurgia, procure sempre um profissional ligado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Fonte: minhavida
beijos, Fran
13/09 2017
Plásticas
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Lifting Crural

O lifting de coxa remodela as coxas, reduzindo o excesso de pele e, em alguns casos, a gordura, resultando em uma pele mais lisa e contornos mais proporcionais das coxas e dos membros inferiores.

Se o exercício físico e a perda de peso não foram suficientes para que você alcançasse seus objetivos de ter um corpo mais firme, mais jovem e mais proporcional à sua imagem corporal, o lifting de coxa pode ser uma boa opção para você.

Esta cirurgia remodela as coxas, reduzindo o excesso de pele e, em alguns casos, a gordura, resultando em uma pele mais lisa e contornos mais proporcionais das coxas e dos membros inferiores.

Padrões de incisão variam de acordo com a área ou áreas a serem tratadas, grau de correção e preferência do paciente e do cirurgião. Uma técnica comum usada em cirurgia de lifting de coxa faz as incisões na virilha, estendendo-se para baixo em torno da parte posterior da coxa. A matriz de tecido conjuntivo subjacente será remodelada e esticada, e a pele será reduzida e acomodada, resultando em contornos do corpo mais proporcionais e suaves. Talvez seu caso possa ser realizado com uma incisão mínima na parte medial da coxa, o que envolve uma incisão somente na região da virilha. O seu cirurgião irá determinar o que é apropriado a você.

Melhorar os contornos da parte externa da coxa pode requerer uma incisão que se estende desde a virilha, em torno do quadril. Através destas incisões, o cirurgião plástico vai firmar os tecidos para que se tenha contorno corporal mais suave e tonificado. Técnicas avançadas geralmente permitem que as incisões sejam feitas em locais estratégicos, onde possam ser escondidas pela maioria dos tipos de roupa e roupa de banho. No entanto, as incisões podem ser extensas.

Fonte: SBCP

beijos, Fran
10/09 2017
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