Plásticas
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Cirurgia plástica anti-envelhecimento ache o equilíbrio

Você quer envelhecer …

Quem pode e gosta de cuidar da aparência consegue
cruzar os 60 muito bem – desde que respeite seus limites

 …assim                   …assim                       …ou assim?

Fotos Thierry Orban/Abaga Press, Dominique Charriau/Getty Images e Enzo Fornino/LFI
Variações sobre o bisturi:
Brigitte, que nunca usou, Ursula, que usou demais,
e Helen, que fez a coisa certaCada vez mais precisa, sutil e natural, a cirurgia plástica anti-envelhecimento tornou-se recurso indispensável para quem vive da boa aparência ou simplesmente gosta de esconder a idade que tem e dispõe dos recursos para isso. Aliada a cremes e procedimentos estéticos cada vez mais sofisticados, a mulher que já passou dos 60 pode muito bem continuar bonita, viçosa e elegante – com certo empenho, claro, mas pode. O mais difícil mesmo, a essa altura da vida, é achar o perfeito equilíbrio entre, de um lado, não fazer nada e ficar velha – opção de Brigitte Bardot, a beldade francesa que hoje, aos 75 anos, expõe todas as rugas e manchas de quem não passou pelo bisturi – e, de outro, fazer tudo e virar outra pessoa – a triste escolha de Ursula Andress, beleza fulgurante que embasbacou James Bond e que agora, aos 74 anos, causa espanto por motivos bem diversos. Encontrar um meio-termo, ou seja, recorrer às providências disponíveis sem mudar de expressão, é fato raro e louvável; palmas, portanto, para a inglesa Helen Mirren, que aos 64 anos muito bem vividos não mostra a idade que tem, nem pretende mostrar uma idade que há muito tempo não tem. “Da mesma forma que a maneira de se vestir fica mais discreta com a idade, as intervenções na face têm de ser mais sutis. Senão, podem ser tão perigosas quanto sair de minissaia ou barriga de fora aos 70 anos”, compara a chefe da equipe de cirurgia plástica da Clínica Ivo Pitanguy, Bárbara Machado.O maior risco, para a mulher que acumula plástica em cima de plástica e procedimento atrás de procedimento, é aos poucos ir se concentrando nos detalhes, perdendo a visão do conjunto (veja o quadro abaixo. “Quando as maçãs estão murchas, ela só presta atenção naquela parte e exagera no volume. Ou, tipicamente, extrapola no tamanho dos lábios. Se o médico sugere alguma alteração, porque o conjunto fica grotesco, ela resiste”, diz o cirurgião plástico Volney Pitombo. Na opinião dos médicos, existe uma cota máxima para o estica e puxa ao longo da vida. Em nome de certa naturalidade, eles não recomendam mais do que três liftings, com intervalos de dez anos entre cada um. Quem começou aos 40 e repetiu a dose aos 50 terá, no máximo, uma única chance nas décadas seguintes. Nas pálpebras, alvo preferencial das fãs da plástica (“Só uma puxadinha de nada”), recomenda-se mexer com cautela. “Em casos extremos, quando se tira pele demais, a mulher dorme com os olhos praticamente abertos”, adverte Bárbara. Especialistas apresentados a fotos de Helen Mirren são unânimes em elogiar seu lifting (sim, ela evidentemente fez um, ou mais de um), que resultou num pescoço rejuvenescido e na linha da mandíbula bem definida – coisa que nem genética privilegiada, nem terapias com laser e cremes poderosos proporcionariam na idade que tem. “Apesar de ter um pouco de rugas na região dos olhos, as bolsas em torno deles foram muito bem retiradas. E o melhor: existe harmonia entre colo e face. Os dois estão com a pele num estado muito similar”, analisa o cirurgião Paulo Müller, do Rio de Janeiro. Além disso, Helen sabe realçar o que tem de melhor, valorizando com cores fortes os lábios – cheios na medida certa – e não usando tons escuros nos olhos, o que pode deixar a expressão mais pesada.

Chris Pizzello/AP
BARBIE AOS 69
Raquel: postura de quem gosta
do que vê no espelhoOutro aviso dos especialistas a quem já cruzou a linha dos 60: Botox e preenchimentos deixam de fazer milagres. A toxina botulínica tem efeitos limitados numa musculatura sujeita a décadas de estresse, e a injeção em excesso do produto resulta em uma aparência artificial, paralisada, sem expressão. Um rosto assim de Ursula Andress, com sua testa lisa como a de um bebê e ainda por cima gigantesca, sinal da tração de plásticas consecutivas, e seus lábios na medida de Angelina Jolie – nada que lembre a primeira e inimitável Bond Girl saindo do mar, de biquíni, em 007 Contra o Satânico Dr. No. “O preenchimento a que Ursula se submeteu é incompatível com sua faixa etária, principalmente porque ela tem papada e um contorno feio da mandíbula”, diz Paulo Müller. Bárbara acrescenta: “Uma testa como essa deveria passar por um implante de cabelos. Tiraria um pouco do estigma das plásticas”. Em faixa semelhante de idade, Raquel Welch, 70 anos em setembro, também se reformulou ao longo dos anos, mas com muito mais critério e atenção às proporções. Jura de pezinhos juntos que nunca fez plástica. “Cirurgia não funciona. Indispensável é um programa de exercícios. Faço ginástica todo dia”, informa aos descrentes. Rosto lisinho, pele sedosa, cabelo bem cuidado, dentes revestidos de porcelana, ela parece uma mocinha, e se mostra muito satisfeita com essa improvável condição. “Raquel se comporta como a maioria das mulheres que está satisfeita com o próprio visual: eleva o queixo e o nariz e tem uma postura mais atrevida. Postura, aliás, é fundamental. As que não toleram o envelhecimento adotam uma atitude mais acanhada e evitam muitas expressões faciais”, aponta Paulo Müller. Solenemente indiferente a toda essa movimentação, Brigitte Bardot, bem resolvida e irreconhecível ativista na defesa dos animais, mostra a idade a quem quiser ver. Ainda bem, porque, se um dia acordasse mais preocupada com as rugas do que com a pele de raposas e chinchilas, o bisturi não conseguiria fazer muito. “O resultado nunca seria tão bom quanto o de uma plástica feita aos 50 anos. Na idade dela, não é possível remover tanta flacidez, e certas características não podem mais ser recuperadas”, diz a cirurgiã Bárbara.
Fonte:Veja.com
beijos, Fran
20/08 2013
Plásticas
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Plástica com segurança

PLÁSTICA COM SEGURANÇA – GUIA DA VEJA

OS BRASILEIROS FICAM ATRÁS APENAS DOS AMERICANOS NO RANKING DAS POPULAÇÕES QUE MAIS RECORREM A CIRURGIAS PLÁSTICAS. GRANDE PARTE DELAS É EXECUTADA DE FORMA PERFEITAMENTE CONFIÁVEL, POR PROFISSIONAIS COM CAPACITAÇÃO ESPECÍFICA E EM AMBIENTES PREPARADOS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO PACIENTE NO CASO DE ALGUMA COMPLICAÇÃO.

Mas o setor sabidamente atrai também uma cora de aventureiros: segundo o último levantamento do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, mais de 90% dos médicos que respondem a processos relacionados a procedimentos estéticos não são especialistas, A lei, é verdade, não obriga o médico a ter residência em cirurgia plástica para atuar na área – mas assegurar que o cirurgião que você está para escolher coma com essa formação pode diminuir muito o risco de problemas de saúde futuros ou de’ decepção com o resultado estético. A seguir, José Horácio Aboudib, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), e outros especialistas alertam para atitudes que podem pôr sob suspeita a ética médica e falam dos cuidados que os candidatos aos procedimentos mais comuns devem ter ames de encarar o bisturi. Atenção também para preços milagrosos: embora haja variações, claro, uma quantia convidativa demais, muito abaixo da média do que se pratica na sua região ou cidade, pode significar que algum aspecto da segurança ou da técnica está sendo comprometido.

Desconfie se…

…sua imagem for projetada no computador Alguns médicos usam softwares que simulam, a partir de uma foto do paciente, como será o resultado final da cirurgia. Os especialistas mais prestigiados, porém, questionam essa conduta. A realidade da sala de cirurgia é muito mais limitada que a de um computador, e não é correto apresentar como certa ao paciente uma promessa.

MAMOPLASTIA

As próteses usadas para aumentar o volume dos seios estão cada vez mais resistentes e seguras. Antes, uma paciente não podia ficar mais de dez anos com uma prótese; hoje, elas são feitas para durar o dobro desse tempo. É importante, no entanto, saber se o implante é liberado pela Anvisa. Silimed e Eurosilicone são exemplos de marcas avalizadas e bastante utilizadas pelos cirurgiões. Outra ressalva: cerca de 4% das mulheres que colocam silicone têm o que os médicos chamam de contratura capsular – a cicatriz que normalmente se forma ao redor do implante se contrai demais e deforma a prótese, tornando-a rígida. Nesse caso, o certo é substituir a prótese

RINOPLASTIA

No Brasil, em 2011, 43809 pessoas enfrentaram o bisturi para arrebitar, estreitar ou corrigir alguma imperfeição do nariz. Do ponto de vista técnico, essa é considerada uma das cirurgias mais difíceis: exige muita perícia, talento particular e que talvez não possa ser cumprida”, diz o cirurgião Fábio Coutinho, membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, especialista divulgar fotos de outros pacientes Anúncios que mostram o célebre “antes e depois”, assim como a divulgação de preços para atrair a clientela, são atitudes que ferem os princípios éticos do Conselho Federal de Medicina. O médico operar com uma equipe reduzida experiência, razão pela qual nem todo cirurgião plástico se dispõe a fazê-Ia. Portanto, buscar um especialista em nariz (e de preferência algum profissional cujos resultados você já tenha conferido em outros pacientes) reduz o risco de problemas como assimetria e cicatrizes internas que podem dificultar a respiração. Além disso, a rinoplastia não deve ser feita antes dos 13 anos, quando as feições ainda estão mudando.

BLEFAROPLASTIA

Embora pareça simples, a cirurgia para melhorar a aparência das pálpebras, com remoção do excesso , rugas e gordura, é bem delicada. “Se não for muito benfeita, ela pode deixar os olhos arregalados e a pele da pálpebra inferior repuxada, com parte do globo ocular à mostra”, alerta Aboudib. Já a cicatriz costuma ser imperceptível, uma vez que a incisão é realizada na dobra da pálpebra superior ou, no caso da inferior, logo abaixo da linha dos cílios

ABDOMINOPLASTIA

A cirurgia para remover o excesso de gordura e pele da região abdominal e restaurar os músculos enfraquecidos exige quase um mês de recuperação – o dobro do tempo pedido por uma lipoaspiração, por exemplo. Vale lembrar também que o corte horizontal, feito na região entre a linha do púbis e o umbigo. deixa uma cicatriz aparente. Mulheres que ainda pretendem engravidar devem adiar a abdominoplastia até o momento em que a família já esteja completa: o ganho de peso natural da gestação pode comprometer o resultado da cirurgia

LIPOASPIRAÇÃO

E a cirurgia plástica que oferece mais riscos. Isso ocorre porque, além de ser a mais frequente no país, é a mais comumente realizada por médicos sem especialização. “Esse procedimento não é indicado a quem quer emagrecer, já que a gordura retirada nunca deve ultrapassar 7% do peso corporal do paciente’, diz Aboudib. O ideal é que a pessoa esteja no peso que deseja manter e se valha da lipoaspiração apenas para eliminar aquelas dobrinhas ou saliências que resistem: à dieta e ao exercício.

Beleza com cautela

De acordo com um levantamento da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, preenchimentos, aplicações de toxina botulínica e peelings são os procedimentos estéticos não cirúrgicos mais comuns no país. A seguir, especialistas comentam os cuidados que cada um deles exige:

PREENCHIMENTO
Capaz de dar volume a áreas como o sulco nasal e o contorno dos lábios ou mesmo de disfarçar olheiras, o ácido hialurônico é a substância mais usada no Brasil com essa finalidade. É também a mais segura, desde que aplicada por um profissional capacitado O que pode dar errado: “Se um vaso sanguíneo for atingido durante a apliCação, haverá grande risco de necrose”, diz a médica Denise Steiner, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia. A especialista também alerta para o uso indiscriminado do polimetilmetacrilato (PMMA), um preenchedor definitivo cujo uso para fins estéticos é contraindicado. Por ser um composto acrílico, ele pode provocar sérias inflamações na região em que é aplicado e causar deformações na face. “Ao contrário do ácido hialurônico, que, além de perder a eficácia após um ano, pode ter sua absorção acelerada, o PMMA é definitivo. E, como se mistura ao tecido, nenhum procedimento cirúrgico é capaz de removê-lo por completo”, diz Denise

TOXINA BOTULÍNICA

A toxina costuma ser aplicada na região dos olhos, da boca e do pescoço, para paralisar determinados músculos e, assim, atenuar rugas O que pode dar errado: dependendo do local e da quantidade aplicada, a toxina pode causar uma elevação exagerada do supercílio, deixar a pálpebra caída ou a boca torta. Nesses casos, não há o que fazer, a não ser esperar o efeito passar, em um prazo que vai de dois a seis meses. Ou seja: tenha certeza de que é um médico, com conhecimento de anatomia, quem está fazendo a aplicação

PEELLING

O peeling pode ser químico (quando substâncias como ácido retinoico, salicílico ou tricloroacético são usadas para descamar a pele) ou mecânico (quando a primeira esfoliação é feita a partir de uma ponteira com microcristais) O que pode dar errado: dependendo da concentração do ácido ou da potência do aparelho que lixa a pele, o peeling pode deixar cicatrizes, manchas ou levar à perda de pigmentação da pele. Se o paciente nunca fez um peeling, portanto, o certo é “pegar leve” nas primeiras sessões, até que se conheça bem sua tolerância e capacidade de adaptação ao método escolhido’

Por um fio

No que consiste o método: com à ajuda de uma cânula, o cirurgião faz um pequeno furo no couro cabeludo do paciente. A partir dele, insere fios cirúrgicos que, sob a pele, são direcionados até a região que se deseja esticar. Ganchos instalados em uma das pontas ajudam a fixar os fios Porque alguns médicos o criticam: presos ao tecido, os fios não resistem a um penodo superior a seis meses, quando começam a ceder

Fonte:Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

beijos, Fran
20/08 2013
Saúde & Beleza
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Curioso e polêmico tratamento facial

 
 
O tratamento facial com sangue de Kim Kardashian provoca polêmica
O procedimento de beleza, que utiliza sangue da própria pessoa para diminuir rugas e linhas de expressão, divulgado na internet por Kim Kardashian, provoca polêmica e assusta internautas
Um tratamento facial tem feito barulho nos últimos dias. O procedimento estético, usado pela socialite Kim Kardashian, deixou todo mundo assustado, ou no mínimo curioso. Fomos investigar esse estranho tratamento de beleza.
Segundo Jayme de Oliveira Filho, do departamento de cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), “na medicina sempre existiram ‘modismos’ pontuais que acabam por desaparecer sem que nós médicos entendamos o porquê de seu aparecimento”. Em contrapartida, segundo a dermatologista dos Hospitais Brasil e Assunção, da Grande São Paulo, Meire Gonzaga, o procedimento não é tão novo assim.
O tratamento facial leva o nome popular de “Lifting Facial do Vampiro”, nome que segundo o médico já mostra o pouco zelo aos estudos científicos. O procedimento tem como objetivo fazer com que o paciente rejuvenesça, diminuindo as marcas de rugas, ou até mesmo de linhas de expressão.
Essa nova fórmula rejuvenescedora é feita da seguinte maneira: segundo a dermatologista Meire Gonzaga, o sangue é retirado da própria pessoa que será submetida ao procedimento, “após a retirada do sangue, este passa por uma centrífuga, que formará um líquido branco, o plasma rico em plaquetas”. O plasma rico em plaquetas é chamado de PRP e sua função no procedimento é estimular a produção de mais colágeno na pele, dando assim o efeito desejado.
Questionada sobre o sangue no rosto de Kim Kardashian que circulou pelas redes sociais na internet, a dermatologista disse que as imagens não fazem sentido porque o líquido é branco e não vermelho. Não há aquela quantidade de sangue que aparece no vídeo veiculado. Inclusive, o procedimento é simples e no dia seguinte os pacientes podem trabalhar normalmente.
Ainda, segundo a dermatologista Meire Gonzaga “com a utilização do PRP há uma melhora no brilho, elasticidade, flacidez, e rugas de expressão”. Já, Jayme de Oliveira Filho, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), não vê benefício algum nesse tipo de tratamento para as pessoas, e faz um alerta para que não se submetam a ele.
O tratamento ainda não é muito utilizado no Brasil, já que segundo Meire, muitas questões éticas estão envolvidas, além do procedimento só poder ser feito dentro de centros cirúrgicos. Jayme de Oliveira Filho conclui que “o tratamento não oferece nada de comprovação científica aos pacientes a ele submetidos.”
 
Fonte:Saúde Abril
beijos, Fran
20/08 2013
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