Celebridades
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Mulher com “seios siameses” vira garota-propaganda

Um é pouco, dois é bom, e os dois juntos é… burrice. Uma mulher de 40 anos de Los Angeles, Califórnia (EUA), é o mais novo exemplo da banalização da indústria de cirurgia plástica.

Dinora Rodriguez saiu da mesa de operações com uma “monomama”, após seus seios serem unificados pela pele. Não foi o que ela pediu, mas sim erro médico.

Em vez de camuflar o remix bizarro em sua comissão de frente, Dinora estufou o peito e topou participar da campanha publicitária do Comitê Americano de Cirurgia Plástica, que alerta pessoas sobre os riscos de se usar cirurgiões desqualificados.

Quem criticar uma atitude dessas só pode fazê-lo por puro despeito!

 
Aqui, as Torres gêmeas antes do ataque do cirurgião do ano 

E agora, a unimama, resultado do desastre de cirurgia plástica. 

 

Fonte:UOL/noticias
beijos, Fran
27/05 2013
Saúde & Beleza
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Busca pela barriga negativa vira obsessão

Médicos e personal trainers ensinam os caminhos para conseguir o visual


A angel Candice Swanepoel: musa da barriga negativa

RIO – Não basta ter barriga sarada. A nova mania entre as malhadoras em busca do corpo perfeito é a “barriga negativa”. Como o próprio nome sugere, o objetivo é “sumir” com o abdômen, afundando-o, e deixando os ossos do quadril e das costelas mais proeminentes. É como se, propositalmente, a mocinha estivesse empurrando os ombros para trás e a barriga para dentro.

Chegar lá, explicam os especialistas, é para poucas. Isso porque não depende apenas de dedicação na academia e disciplina nas refeições.

— Conseguir a barriga negativa depende muito da estrutura óssea de cada um, da genética. Se o seu corpo não tiver essa propensão, será extremamente difícil atingir a meta. Vai exigir demais e aí pode ser até perigoso. É preciso ter o acompanhamento de um profissional — alerta o personal trainer Gustavo Caputi.

A onda ganhou força depois que a modelo sul-africana Candice Swanepoel postou na internet sua silhueta pra lá de enxuta, rendendo elogios (e críticas) pela magreza extrema. Domingo passado, ela e sua barriga voltaram a ser notícia na rede, com uma nova foto — desta vez, bronzeando-se num colchão na piscina.

A executiva Priscila Martello admite que acha bonita a nova moda e já começa a exibir uma certa concavidade no seu abdômen.

— Sei que há um limite, que não depende de querer ou não. Não tenho uma estrutura supermagra e, mesmo se emagrecer muito, nunca serei igual à modelo — conforma-se.

— O importante é saber que qualquer mudança no corpo não se dá a curto prazo — complementa Gustavo Caputi, instrutor de Priscila na Cia Athlética, na Barra.

Para Priscila, dar duro na academia não é sacrifício. Depois de uma adolescência acima do peso, ela passou a gostar da rotina na academia, mantida há mais de dez anos. Hoje, aos 31, 1,69m de altura e 63 quilos, faz musculação, spinning, stand-up paddle e pilates. Também já investiu em sessões de Velashape, aparelho de radiofrequência para reduzir medidas, e mantém uma alimentação à base de poucos carboidratos e sal, e com muita fibra.

A equação está correta, de acordo com a nutricionista Fernanda Ganem.

— Só não pode exagerar nas fibras e esquecer de beber muita água — complementa a especialista. — Outros itens que devem entrar no cardápio são chá verde, frutas, verduras, grãos integrais e abacate.

Gabriela Pugliesi, de 27 anos, “musa” no Instagram, elege a alimentação como “a” peça chave do projeto barriga para dentro.

— Para mim, é o que mais define a barriga. Parei de comer besteiras nos fins de semana e, de cinco meses para cá, deu um up incrível — conta. — Malho seis vezes na semana, fico uma hora e meia na academia, além de lutar muay thai. O abdômen entra indiretamente em todos os exercícios.

Sua maratona de academia, suplementos e refeições transformou a moça num fenômeno na internet, integrando um seleto grupo de belas blogueiras que mantêm o mesmo hábito de malhar e postar fotos. Gabriela chegou a abandonar o emprego numa joalheira de São Paulo para se dedicar aos posts. São 171 mil (!) seguidores no Instagram. Sem querer entrar em polêmica em torno da obsessão por barriga negativa, ela se defende:

— Tenho é barriga positiva, vendendo saúde.

A barriga da funcionária pública Marguerita Russomano divide opiniões: seria negativa ou não? Tem muitos músculos, no estilo tanquinho, mas também há ossos à vista.

— Fiz duas cesáreas já, não sei, né? — reforça a dúvida.

Fato é que, aos 40 anos, a silhueta dela dá inveja em muita menina da BodyTech do Leblon, onde esculpe o corpão. Marguerita conta que notou muita diferença no abdômen depois que passou a adotar exercícios funcionais para melhorar as frequentes dores na coluna. A professora de Educação Física Mariana Garcia explica que a série funcional dá bons resultados porque fortalece os músculos da região usando o peso do próprio corpo:

— São aqueles exercícios em que se usam bolas e outros acessórios. Causam algum desequilíbrio, para o aluno fazer força para se equilibrar.

Para entrar como coadjuvante nessa dobradinha exercício-alimentação, além das supermáquinas de ultrassom e radiofrequência (capazes de eliminar gorduras e melhorar o contorno), existem os cremes tópicos, normalmente à base de cafeína, que também prometem derreter a gordura. A dermatologista Daniela Nunes esclarece, porém, que eles não chegam às células adiposas, por isso tendem a atuar mais no aspecto da pele.

— O interessante é que na aplicação acabamos fazendo uma massagem que pode acelerar o metabolismo e, aí sim, ajudar nas medidas — diz a médica. — O ideal seria se dedicar a esse ritual duas vezes ao dia.
Fonte: ELA/G1

 

beijos, Fran
26/05 2013
Mamoplastia
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Na contramão do silicone, elas rejeitam o “peitão”

Na contramão do silicone, elas rejeitam o “peitão” e exploram outras formas de sedução.Ao longo dos últimos anos, colocar próteses nos seios virou sonho de consumo de muitas mulheres. Os preços mais acessíveis, a influência de famosas “turbinadas” e o apelo sensual são fatores que ainda ajudam a disseminar os seios siliconados. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), 73% das cirurgias realizadas no Brasil são estéticas. A colocação de próteses mamárias está no topo do ranking e representa 21% deste universo, em seguida aparecem lipoaspiração, com 20%, e abdominoplastia, com 15%.

Amana Salles/Fotoarena
A dançarina Renata Wilker acredita que os seios grandes atrapalhariam os movimentos na barraRenata Wilke, de 30 anos, não faz parte dessa estatística. A professora de pole dance está feliz com o tamanho “P” de seu sutiã e, mesmo depois dos seios terem diminuído por conta da amamentação e exercícios físicos, ela não pensa em operar. Quanto ao apelo de sedução, Renata diz: “Já deixei de me sentir mulher em algum momento, mas hoje estou muito bem, silicone não faz parte dos meus planos”.

Com as curvas trabalhadas na barra do pole dance, Renata afirma gostar do que vê no espelho. A busca por outros atributos físicos fez com que ela esquecesse o silicone. “Nunca fui menos paquerada por ter os seios pequenos, a mulher precisa se gostar e ter atitude”, aconselha. Casada há treze anos, a dançarina conta que o marido gosta do aspecto natural do seu colo e rejeitaria um “peito de borracha”. “Se quero impressioná-lo, uso um bojo, uma camisola soltinha, mas aposto sempre nas costas abertas”, conta.

Hoje está tudo bem, mas nem sempre foi assim. Comparações com as amigas e questionamentos a respeito do corpo surgiram na adolescência, época de descobertas. Magra, Renata tinha inibições e esperava o dia em que começaria a usar sutiã, como todas as outras garotas. “Minhas primas, com menos idade, já tinham seios, e eu nada. Fui desenvolver com uns 17 anos”.

É natural que as garotas tenham ansiedade para desenvolver os seios. Nesse caso, o direcionamento deve ser dado por um médico consciente, como esclarece Sebastião Guerra, cirurgião plástico e presidente da SBCP: “Já me recusei inúmeras vezes a realizar este procedimento em pacientes muito jovens ou aquelas com mamas sem alterações estéticas, consideradas perfeitas”, diz o médico.

Amana Salles / Fotoarena
Luciana Monteiro: “O tamanho dos meus seios combina com meu porte físico”

A projetista Luciana Monteiro, de 38 anos, passou pelos mesmos questionamentos de Renata. “Eu só usava sutiã porque o uniforme da escola era transparente, não porque eu precisava”, diz. A cirurgia plástica apareceu como uma oportunidade de melhorar a autoestima, mas logo a ideia foi abandonada. “Tem gente que muda de vida depois da transformação, melhora o trabalho, mas pra mim nunca foi importante. Minha mãe é instrumentadora de um cirurgião, já fez sete plásticas e eu até teria desconto, mas não quero mesmo”, conta.

Para a professora de inglês Juliana Brito, de 33 anos, a mulher fica mais delicada com os seios pequenos. “Basta uma roupa legal e um pouco de maquiagem para eu me sentir sexy. Adoro decote”, diz ela, que já sofreu pressão por parte de alguns homens: “Meus ex-namorados implicavam com o tamanho, mas com o tempo e a maturidade fui aprendendo a conviver com meus seios e admirá-los. Se for necessário, um dia ou outro, apelo aos maravilhosos sutiãs que existem no mercado e pronto”, finaliza.

Amana Salles/ Fotoarena
Renata e Luciana: seios grandes não é arma de sedução

Apesar do grande número de atrizes e cantoras siliconadas, belas representantes reforçam o time daqueles que apostam no “original de fábrica”; veja algumas:

Fonte:DELAS/IG
beijos, Fran
26/05 2013
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