Plásticas
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Veja a barbie ucraniana antes das plásticas!

Reprodução/sitchnews.com

Quando o mundo viu pela primeira vez as fotos da barbie humana ucraniana, chamada Valeria Lukyanova, deu até para ouvir o barulho dos queixos caindo . Só que, como aconteceu com a pequena Dakota Rose , o passado dela não ficou enterrado por muito tempo e foi apenas uma questão de tempo até que aparecessem fotos como esta, que você vê acima, mostrando como Lukyanova era antes de se submeter às plásticas que a tornaram uma boneca humana

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Não que ela fosse feia. Não! Pelo contrário… Valeria Lukyanova era linda antes das plásticas e, pra muita gente, ela deveria ter continuado do jeito que era
 


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Houve um médico que chegou a sustentar que Lukyanova havia extraído costelas para alcançar esta aparência . O que você acha?
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Quando você leva seu namorado(a) pela primeira vez na casa dos teus pais, eles não ficam querendo mostrar pra ele fotos de quando você era pequeno e tal? Imagina o drama que não deve ser na casa de Lukyanova quando ela leva um namorado novo pra lá…
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Lukyanova tem apenas 21 anos de idade e já passou por mais intervenções cosméticas que muitos de nós não passaremos nem na vida toda…
Fonte:r7
beijos, Fran
25/05 2013
Mamoplastia
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Esportistas que colocaram silicone nos seios

A central da seleção feminina de vôlei Thaísa fez implante de próteses de silicone nos seios no ano passado. Adaptada, ela assume ‘peitões’, se mostra mais confiante e apresenta evolução em quadra. A jogadora de vôlei é mais uma nas modalidades esportivas que aderiram à estética. Mas também há casos de competidoras que precisaram reduzir o tamanho dos seios por atrapalhar na prática de esportes. Confira mais casos:

Virna e Leila, jogadoras de vôlei

Companheiras na seleção brasileira nos anos 90 e no início dos anos 2000, as ex-jogadoras de vôlei Virna e Leila, que disputaram juntas os Jogos Olímpicos de Atlanta-1996 e Sydney-2000, realizaram cirurgia para implante de próteses de silicone nos seios.

Virna fez o implante das próteses primeiro e acabou encorajando Leila a também realizar a cirurgia, já que antes ela tinha o receio de poder se machucar em quadra com as próteses de silicone. A jogadora, que assim como Virna, jogou em quadras e na praia, colocou 150 ml de silicone nos seios.

Gina Carano, lutadora de vale-tudo norte-americana

Apesar de praticar um esporte em que sofre golpes violentos, a lutadora de vale-tudo Gina Carano não viu problemas em realizar sua cirurgia para implantar próteses de silicone nos seios.

A norte-americana que é considerada uma das musas do esporte ainda se aproveitou da cirurgia para posar em fotos sensuais na revista masculina Maxim.

Gina Carano era considerada uma das melhores competidoras em sua modalidade e não havia perdido nenhuma luta até enfrentar a brasileira Cris Cyborg.

Duda Yankovich, boxeadora sérvia

A pugilista Duda Yankovich, que nasceu na Sérvia e se refugiou no Brasil em 2000 devido à guerra em seu país e passou a ser treinada pelo brasileiro Miguel de Oliveira, também aderiu às próteses de silicone nos seios.

Duda Yankovich conquistou o cinturão da Associação Internacional de Boxe Feminino (WIBA, sigla em inglês) em 2006, mas acabou perdendo o título de campeã mundial ao perder por pontos a luta contra Esther Phiri.

Já a ex-modelo britânica Sarah Blewden foi banida do boxe amador pela confederação de seu país devido às próteses de silicone nos seios.

Jana Rawlinson, atleta australiana

A atleta australiana Jana Rawlinson, campeã mundial dos 400 m com barreiras nos Mundiais de Paris-2003 e Osaka-2007, também aderiu às próteses de silicone .

Mas acabou tendo de abdicar da estética e realizou uma cirurgia para a retirada das próteses visando uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres-2012.

“Neste ponto da minha vida não necessito de ser glamorosa e sempre poderei voltar a fazer outra operação quando me retirar. Não há medalhas por ser bela”, explicou a atleta após a retirada das próteses.

Simona Halep, tenista romena

Se algumas competidoras aderiram à cirurgia para colocar silicone nos seios, no tênis a situação foi inversa, com as tenitas de seios grandes optando por tentar a diminuição das mamas. Um dos casos mais famosos foi da romena Simona Halep, que aos 17 anos enfrentou até mesmo os protestos de fãs contra a sua decisão.

Mas depois de realizar a cirurgia motivada por se sentir atrapalhada pelo tamanho dos seios, a tenista acabou não conseguindo entrar no qualifying para Roland Garros.

Outra que decidiu fazer cirurgia para diminui os seios foi a sérvia naturalizada australiana Jelena Dokic.

Fonte:esporte/uol
beijos, Fran
24/05 2013
Celebridades
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Com maiores seios da seleção, Thaísa se adapta ao silicone e ganha holofotes

A central do Sollys/Osasco aproveitou a intertemporada do ano passado para fazer as cirurgias estéticas logo após a derrota de sua equipe para o rival Rexona (atual Unilever) na final da Superliga, em abril de 2009. Nome certo na seleção brasileira, Thaísa teria que perder parte do período de treinamento para se recuperar do implante da prótese de silicone (450 ml).

 

  • Divulgação
    O caso de Thaísa não é único. O tamanho dos seios é quase um tabu entre as esportistas, mas muitas delas admitem que fizeram operações para aumentar ou reduzir o tamanho. A lutadora de MMA Gina Carano (foto) é uma das que colocaram silicone. 
“Conversei com o Zé [Roberto Guimarães, técnico da seleção]. Claro que ele aprovou e disse que se era o que eu queria, eu tinha mais é que fazer mesmo. Nunca ia fazer sem falar com ele. Mas estava muito ansiosa para voltar a treinar e encurtei o período de repouso de um mês e meio para quatro semanas”, revelou a jovem central.
O técnico José Roberto Guimarães tirou de letra a situação e confirmou o apoio à decisão de Thaísa. “A conversa foi normal. Eu estou acostumado a lidar com mulheres por causa da minha esposa e minhas filhas. Essa situação da estética para a mulher é importante. Não tem nada melhor do que se sentir bem. Se vai melhorar a autoestima é válido. Eu não vejo problema e dou a maior força”, opinou.
Pouco tempo após a cirurgia, Thaísa foi para o Centro de Treinamento em Saquarema (RJ) e disse que teve a ajuda das companheiras de equipe para completar a recuperação. “As meninas ficaram ansiosas e queriam pegar para ver como era. Como me apresentei à seleção logo depois, elas me ajudaram bastante até com os curativos. Fabi e Sheilla colocavam a roupa para mim, porque eu não podia levantar o braço”, relembrou.
Dona dos maiores seios da seleção, Thaísa demonstra mais segurança inclusive nas entrevistas. No entanto, não são apenas as mudanças nos atributos físicos que atraem os holofotes. A jovem central foi o destaque brasileiro na primeira semana de Grand Prix. Adaptada ao silicone, ela apresentou evolução em relação ao mesmo período de jogos do torneio do ano passado.
Na primeira semana da edição de 2009, Thaísa somou 28 pontos nos jogos contra Porto Rico, Alemanha e Estados Unidos. Em São Carlos, no último final de semana, a central foi responsável por 33 viradas de bola — maior pontuadora brasileira na competição até o momento. A jovem de 23 anos soma ainda 11 pontos de bloqueio, mesmo número da holandesa Caroline Wensink e da japonesa Kaori Inoue — todas no topo da lista do fundamento.
Mesmo com o aumento dos seios, Thaísa contou que não sentiu dificuldade de adaptação em quadra. “A comissão técnica do Osasco disse que eu não estava rodando direito o braço, mas acho que era uma forma inconsciente de evitar movimentos bruscos”.

A precaução ocorreu mais no período pós-operatório e já não assusta mais. “A preocupação era de ela tomar bolada e abrir os pontos. Mas foi tudo tranquilo e deu certo”, confirmou Zé Roberto, que também ‘liberou’ Paula Pequeno para a cirurgia de aumento da mama. A ponteira, no entanto, preferiu não falar sobre o assunto.

O cirurgião plástico do Hospital Sírio Libanês, Alexandre Mendonça Munhoz, confirma que não há grandes risco para esportistas siliconadas. “É pouco provável romper. As próteses de última geração tem uma resistência física muito grande. São oito camadas de proteção e não arrebenta nem na mão. Mesmo com uma bolada de uma cortada muito forte é difícil estourar. Elas resistem até a acidentes de carro, por exemplo. E se tiver esta possibilidade em um impacto muito forte, a pessoa corre o risco de romper uma costela ou ter outros traumas”, explicou. Uma prótese dura entre 15 e 20 anos.
O especialista que esclarece ainda que a cirurgia mais comum entre as atletas é a plano duplo (parte da prótese embaixo e outra em cima do músculo peitoral) ou plano subfacial (na frente do músculo atrás da membrana). “Estes são os mais indicados para as esportistas, que são pacientes com hipertrofia no músculo peitoral e de baixo índice de gordura. Dá um resultado estético melhor e não interfere no músculo”, disse Munhoz, que já fez a cirurgia em atletas.
Fonte:Uol/Esporte
beijos, Fran
24/05 2013
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