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Hiperidrose

A hiperidrose é uma doença, nada grave, na qual o paciente apresenta hiperatividade das glândulas sudoríparas, o que gera uma produção de suor excessiva. Ela pode ser primária ou secundária a uma doença de base como hipertiroidismo, distúrbios psiquiátricos, menopausa ou obesidade.
A medicina tem diversos tratamentos para a doença que, apesar de pouco comum (cerca de 1% da população sofre deste mal), gera problemas muito sérios para quem a possui. Pode causar patologias psicológicas devido ao difícil e embaraçoso convívio social, nos casos mais acentuados. E por esconder o problema e não se informar direito, o paciente tende a não tratá-lo e se isolar cada vez mais.
Uma das opções de tratamento é a cirurgia, na qual o nervo que envia o sinal para a produção de suor é seccionado, bloqueando a informação, o que cessa definitivamente a transpiração do local selecionado.
Para as pessoas que não aprovam a ideia radical da cirurgia, ou não possuem o grau da doença para sua indicação, o Botox®, por incrível que pareça, resolve a situação. Não é uma técnica definitiva, por isso sua aplicação deve ser realizada em períodos determinados pelo médico, mas funciona. O Botox® bloqueia o estímulo do suor junto às glândulas e, por esse motivo, a produção de suor é diminuída significativamente por até um ano, variando de pessoa para pessoa.
O uso desta técnica é ambulatorial e dura cerca de 15 minutos. O efeito do Botox® pode ser percebido após dois dias. A segunda aplicação do procedimeto para hiperidrose pode ser em seis meses.

Fonte:Montenegro cirurgia plástica

beijos, Fran
11/05 2013
Saúde & Beleza
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Sutiãs e Próteses ajudam a dar mais sustentação para os seios femininos

Saiba como escolher a roupa íntima ideal e quando é indicado silicone.

Ginecologista José Bento e cirurgião plástico Élvio Garcia foram convidados.
Do G1, em São Paulo

A ação da gravidade não perdoa os seios femininos, mas é possível minimizar a ação do tempo e deixá-los mais bonitos e saudáveis. O uso correto do sutiã pode garantir mais sustentação e firmeza às mamas.
Uma opção mais cara e definitiva é a colocação de próteses de silicone. E exercícios físicos também ajudam a tonificar a musculatura da região.
No Bem Estar desta terça-feira (30), o ginecologista José Bento e o cirurgião plástico Élvio Garcia esclareceram as dúvidas do público feminino e também do masculino, já que os seios são a segunda paixão nacional na anatomia da mulher – atrás apenas do bumbum. Garcia falou sobre colocação de próteses, que desde 2008 já ultrapassou o número de lipoaspirações no Brasil.
Os médicos explicaram, ainda, as mudanças pelas quais as mamas passam ao longo da vida: da menstruação à amamentação. O professor de design em moda José Luis de Andrade também participou do programa.
Mamas (Foto: Arte/G1)
Segundo José Bento, a pílula anticoncepcional pode aumentar o tamanho dos seios, pois há um aumento da taxa de hormônios. Ele e Garcia destacaram que é comum uma mama ser maior que a outra, mas, quando for demais e isso incomodar a mulher, pode-se optar por uma cirurgia.
A partir dos 40 anos, há uma modificação no tecido mamário, que vai sendo substituído por gordura. É uma espécie de proteção do corpo, pois o câncer aparece apenas nesse tecido. O médico investiga se essa substituição está ocorrendo em um ritmo correto, já que as mamas com tecido bem substituído apresentam baixo risco de doença.

A mamografia é o exame de imagem mais utilizado para o diagnóstico do câncer de mama. Possibilita a detecção de lesões pequenas que ainda não se disseminaram, reduzindo em até um terço a mortalidade dessas mulheres.
A falta de colágeno, uma proteína, é que faz a mama cair. Por isso, um baixo consumo pode aumentar a perda de sustentação. Além disso, quando a mulher emagrece muito rápido, o espaço antes ocupado pela gordura fica vazio e os seios perdem firmeza. Ao engordar, o efeito é o mesmo, porque as mamas ficam mais pesadas.
Assim que os seios se formam, as adolescentes já devem usar sutiã. Quanto mais cedo, mais se preservam as fibras de sustentação. Para medir a mama e ver se ela é pequena, média ou grande, deve-se usar uma fita métrica do osso esterno (no meio do peito) até o mamilo e, depois, do sulco (onde fica o ferrinho do sutiã, bem embaixo) até o mamilo.
Essas duas medidas devem ser somadas e divididas por dois. Se a média for menor que 9, o seio é pequeno. Se ficar entre 9 e 11, é médio. E, se for maior que 11, é grande.
Sutiã (Foto: Arte/G1)
Tipos de sutiã
– Bojo e enchimento: disfarçam peitos pequenos e dão boa sustentação. Porém, o excesso de espuma para dar volume faz os seios transpirarem muito e pode diminuir o tônus deles
– Tomara-que-caia: indicado para usar com vestidos ou blusas decotadas. Não deve fazer parte do dia a dia, principalmente para quem tem mamas fartas. Como não tem alças, a peça segue a lei da gravidade e empurra o tecido da pele para baixo
– Top: ideal para quem faz atividades físicas de impacto, como corrida, bicicleta e caminhadas aceleradas. O melhor tecido é o de algodão. Quem tem problemas posturais deve usar lingeries e blusas mais ajustadas ao corpo
– Alças: finas e justas podem a marcar os ombros e até causar problemas nas costas. As melhores são mais largas e bem firmes ao corpo
– Costuras, ferrinhos e rendas: deixam o sutiã lindo, mas podem provocar alergia, marcar o corpo e até comprometer a circulação linfática, levando a um inchaço
História
Entre 1900 e 1910, o estilista francês Paul Poiret criou os vestidos com cintura alta e decretou a morte dos penosos espartilhos. Mas foi a americana Mary Tucek que percebeu que faltava algo para sustentar os seios femininos. Em 1907, criou uma peça com bojos separados, alças nos ombros, e presa na parte de trás por colchetes. Mas a primeira patente é de 1914.
Prótese de silicone
A cirurgia demora, em média, uma hora e meia, e a anestesia pode ser geral, local ou peridural, dependendo do caso.
A paciente poderá ter alta hospitalar no mesmo dia. No geral, é possível retornar ao trabalho e estudos em uma semana. Se possível, o repouso por 15 dias é mais indicado. Fazer ginástica (sem membros superiores) só a partir de um mês, com o consentimento do médico. No pós-operatório, é indicado um sutiã de maior contenção das mamas.
Depois de 10 anos, aumentam as chances de problemas e pode ser preciso trocar a prótese. O médico deve fazer acompanhamento constante. Em geral, as mulheres que colocam silicone acompanham muito mais a saúde da mamas do que as que não colocam.
Em torno da prótese, forma-se uma película (cápsula) biológica que, em algumas pacientes, torna-se espessa e, ao se retrair, leva ao endurecimento dos seios. Caso isso ocorra, avalia-se o caso e, se necessário, retira-se a prótese pela cicatriz anterior. Em seguida, discute-se sobre nova reintrodução ou uma conduta mais indicada. A retração capsular deve-se à rejeição que o próprio organismo pode ter com o implante de silicone.
Em caso de câncer de mama, a reconstrução hoje faz parte da sistematização do tratamento. É uma cirurgia reparadora que busca amenizar mutilações, devido à mastectomia parcial ou total pela presença de nódulos ou tumores.
Fonte:G1/Bem estar
beijos, Fran
11/05 2013
Plásticas
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Reconstrução dos Mamilos e Aréolas

Boa parte das pacientes que se submeteram à “mastectomia” (retirada da mama), seja total ou parcial, precisarão também da reconstrução da aréola e do mamilo, caso eles tenham sido distorcidos ou retirados.
Após 2 a 4 meses do término da reconstrução da nova mama, poderemos dar início à reparação do mamilo e da aréola. Em primeiro lugar, devemos refazer o mamilo. Para isso, duas técnicas podem ser usadas:
1- enxerto de tecido que vem do mamilo do lado bom (fig 1).
Nesta técnica, caso se tenha um mamilo saliente do lado bom, poderemos retirar sua metade superior e a enxertar no lado a ser reconstruído. Apesar de parecer um método que nos dará um belo resultado, na verdade estes enxertos “pegam” com muita dificuldade e acabam ficando “achatados”.
2- uso de tecidos da própria região onde o mamilo deve ser reconstruído (fig 2).
Fazemos um pequeno desenho na área em que ele será reconstruído. Recortamos ao redor e, através de pontos, montamos o novo mamilo
Dentre estes métodos, prefiro utilizar o último, pois nos dará um resultado mais seguro em relação ao formato e à projeção do novo mamilo.
A aréola, por sua vez, pode ser refeita através de enxerto de pele da virilha ou de enxerto de pele retirado da aréola do lado normal (fig 3).
Quanto aos enxertos, não podemos ter um controle total dos resultados, pois eles têm uma tendência a apresentarem contraturas cicatriciais e coloração irregular, criando uma aréola que, muitas vezes, tem o aspecto um pouco distorcido e com mais de uma cor.
A tatuagem também pode ser utilizada para o desenho da nova aréola e pigmentação do mamilo reconstruído. Apesar de haver um certo desbotamento da cor com o passar dos meses, conseguimos estabilizá-la com 1 ou 2 retoques após a primeira tatuagem e obtemos um resultado muito agradável e satisfatório para as pacientes (fig 4).
Fonte:Edmilson micali/cirurgia plástica
beijos, Fran
11/05 2013
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