Saúde & Beleza
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Soldado presa por colocar silicone

O Exército de Israel prendeu uma soldado durante 21 dias por ela ter feito uma cirurgia para colocar silicone nos seios. O caso aconteceu no sul do país.

Segundo o jornal “Yedioth Ahronoth”, a recruta havia pedido aos comandantes para se submeter ao procedimento, mas não teve autorização pelo fato de precisar ficar afastada para se recuperar. No entanto, a soldado decidiu colocar silicone com um médico privado no período da Páscoa Judaica, em abril, época em que esteve de férias.
Ao perceber a mudança estética, um tenente-coronel submeteu a recruta a julgamento disciplinar por desobediência e por ter “causado prejuízo à propriedade militar” – mesmo argumento utilizado quando um soldado se fere para conseguir dispensa por boletim médico.
Foto: Divulgação
Fonte:SRZD/sidneyrezende
beijos, Fran
31/05 2013
Dicas
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Leite de magnésia acaba com odor nas axilas

Leite de Magnésia acaba com odor nas axilas


Você pode colocar o leite de magnésia em um frasco de desodorante vazio e usar

O leite de magnésia é o nome comercial da solução aquosa do hidróxido de magnésio (Mg(OH)2) numa concentração de aproximadamente 7% em massa. A principal aplicação desse líquido branco e espesso é como antiácido e laxante. Porém, existe outra finalidade para esse produto que tem ganhado cada vez mais adeptos: o seu uso como desodorante.

Esse uso tem se difundido, entre outras coisas, pelos seguintes motivos:

1. É uma alternativa ecológica ao desodorante comum;

2. Muitas pessoas têm medo de que o antitranspirante normal cause câncer. Um ramo da medicina conhecido por Medicina Ortomolecular sugere que o alumínio presente nos antiperspirantes e antitranspirantes pode ser absorvido pelo organismo e se acumular, o que aumentaria a incidência de câncer de mama e o mal de Alzheimer. Segundo parecer técnico divulgado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), até o momento não existe comprovação científica para essas alegações.

3. O leite de magnésia é mais barato que os antitranspirantes comuns, além de durar mais tempo.

Para concluirmos se o leite de magnésia consegue realmente acabar com o mau cheiro nas axilas, precisamos primeiramente saber o que constitui o nosso suor e porque ele apresenta esse odor desagradável.

As nossas glândulas écrinas e epócrinas secretam o suor, que é constituído basicamente de água (99%), cloreto de sódio, ácidos carboxílicos de baixa massa molar, ureia, sais de ferro, potássio, amônio, ácido lático, proteínas e outros componentes. A sua função é regular a temperatura corporal e eliminar metabólitos.

O suor é então eliminado pelas glândulas sudoríparas, inicialmente sem nenhum odor desagradável. Porém, na nossa pele existem bactérias que metabolizam as substâncias do suor e produzem alguns compostos de cheiro ruim, tais como ácido butírico, capróico e outros associados a aminas e mercaptana.

Esses ácidos carboxílicos mencionados possuem um cheiro bastante forte e irritante. Por exemplo, o ácido butírico (C3H7COOH) possui esse nome porque vem do latim butirum, que significa “manteiga”, ele tem o cheiro de manteiga rançosa. O ácido capróico vem do latim caper, que significa “cabra”, é o popular “cheiro de bode”.

Assim, lavar com água e sabão as axilas diminui o cheiro ruim, entretanto, não acaba totalmente com o odor, pois não atinge por completo os agentes microbianos, que podem ficar na derme, a camada intermediária da pele. Por isso, a necessidade de se utilizar “produtos químicos”.

Como vimos, são os ácidos que trazem o mau cheiro, assim, se usarmos substâncias básicas no local, o meio é neutralizado. Por exemplo, se utilizarmos o leite de magnésia, que é a base hidróxido de sódio, estaremos tornando o meio básico, o que irá provocar a morte das bactérias e, consequentemente, elas não irão decompor as substâncias orgânicas eliminadas no suor.

Outra substância muito utilizada em talcos desodorantes é o bicarbonato de sódio (NaHCO3), pois ele é capaz de neutralizar o excesso de ácido no meio.

Por Jennifer Rocha Vargas Fogaça

Fonte:mundoeducacao.com.br
beijos, Fran
31/05 2013
Saúde & Beleza
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A mulher engorda com mais facilidade que o homem

Diferentemente do que afirmam namoradas, mães, tias, amigas e irmãs na frente do espelho, não é um fato que as mulheres sempre engordam mais fácil do que os homens. Em termos estatísticos, pode até ser verdade. Mas a questão não tem nada a ver com o gênero, e sim com massa muscular. Explica-se: os homens, geralmente dotados de um volume maior de ossos e músculos, apresentam um metabolismo mais acelerado do que o das mulheres. Mas mulheres musculosas também apresentam um metabolismo turbinado. E homens fracotes, sem músculos, terão um metabolismo mais lento. Resumo: quem vai ditar as regras é a constituição corporal de cada um, e não o sexo.É verdade que os homens têm alguns outros fatores a seu favor. Para começar, eles contam com a testosterona, o hormônio masculino por excelência, relacionado ao aumento de massa muscular. Elas, por sua vez, são afetadas pelo hormônio feminino estrogênio. “Essa substância trabalha para promover o aumento do peso, ou impedir a sua perda, e isso torna mais difícil para a mulher emagrecer”, diz o médico britânico Ian Campbell, diretor da Weight Concern, entidade de apoio a pessoas com problemas de obesidade. Na Grã-Bretanha, índices de obesidade são similares nos dois sexos – mas há 3 vezes mais probabilidade de que uma mulher seja uma obesa mórbida do que um homem.

Uma pesquisa realizada em 2009 levantou outra hipótese para explicar a diferença entre homens e mulheres. Em estudo realizado em Nova York, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, pesquisadores pediram a um grupo com 23 voluntários (10 homens e 13 mulheres) que ficasse um dia inteiro sem comer. Após esse período, testes mostraram que os homens apresentaram menos atividade em regiões do cérebro associadas ao desejo por comida do que as mulheres. Se comprovada, a habilidade do sexo masculino em se “desligar” das ideias de comida poderia explicar índices menores de obesidade em homens. Mas outros cientistas já se apressaram em contestar o estudo: para o neurocientista Andy Calder, da Universidade de Cambridge, nos EUA, o número de pessoas envolvidas na pesquisa é pequeno. “Fica difícil saber se os resultados estão ligados apenas ao sexo dos participantes. É provável que haja outros fatores envolvidos.”


A questão não tem nada a ver com o sexo, e sim com volume de massa muscular. Quem vai ditar as regras é a constituição corporal de cada um. 

Fonte:SUPER/ABRIL
beijos, Fran
30/05 2013
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