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Lipoaspiração tradicional ou a laser?

Informações sobre a nova técnica de lipoaspiração que combina laser, radiofreqüência e ultrassom invadem os noticiários de todo mundo.

O uso de laser é melhor que o método tradicional?
Toda lipoaspiração provoca edema, equimoses ou roxos, além de dor e desconforto, em diferentes graus. Cabe ao cirurgião tentar amenizar o pós-operatório com maior sutileza nas mãos. Isso depende também da habilidade, experiência e bom senso do profissional.

O procedimento provoca menos dores?
A dor pós lipoaspiração está relacionada a diversos fatores, como: técnica utilizada, cânula de aspiração, habilidade do cirurgião, quantidade de gordura retirada, medicações prescritas, qualidade da drenagem linfática e limiar de dor do paciente. Independentemente do tipo de lipoaspiração realizada, é necessário que o cirurgião saiba operar e conheça o corpo que será operado. Isso porque, cada paciente tem um tipo de gordura próprio e diferente.

A recuperação é mais rápida?
A recuperação será mais rápida se a quantidade de gordura retirada for pequena. Além disso, dependerá da drenagem linfática após o procedimento.

O laser evita flacidez de pele?
Essa seria a grande vantagem desse método, de acordo com os fabricantes do aparelho. Porem , e’ necessário mais estudos a respeito.

Será o fim da lipo tradicional?
As técnicas para realizar determinadas cirurgias evoluem constantemente, mas não necessariamente excluem as anteriores e nem melhores são.

Como evitar flacidez com o método tradicional?
A paciente que fizer lipo deve contar com uma boa drenagem, dieta correta e exercício físico no pós-operatório. Dessa forma não haverá sobra de pele. No caso de possibilidade de sobra de pele, o cirurgião plástico deve associar outra cirurgia à lipoaspiração, como a abdominoplastia ou miniabdominoplastia.
Fonte:Dr.Luis Pinotti

beijos, Fran
18/05 2013
Plásticas Saúde & Beleza
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Os riscos da trombose

 

trombose-doenca
A trombose é a oclusão (bloqueio) de um vaso sanguíneo por coágulos. As veias transportam sangue pobre em oxigênio, de todo o corpo novamente para o coração. Todas as veias da metade inferior do corpo conduzem sangue à veia cava inferior, enquanto que as veias da metade superior conduzem sangue à veia cava superior. Estes dois troncos venosos descarregam na aurícula direita do coração. Daqui, o sangue é bombeado para o ventrículo direito e depois para o pulmão, através da artéria pulmonar. No pulmão, o sangue recebe oxigênio, regressando depois ao lado esquerdo coração (aurícula e ventrículo) pelas veias pulmonares, de onde é bombeado através da aorta para abastecer o corpo de oxigênio.
A oclusão de uma veia na perna provoca um acúmulo. O sangue continua a ser bombeado para a perna através da artéria, mas não pode refluir no sentido contrário através da veia.
Teoricamente, a trombose pode ocorrer em qualquer veia, por exemplo, no abdomen (trombose venosa mesentérica), no cérebro (trombose da veia sinusal), no braço, etc. Mas a localização mais comum é na perna ou na região pélvica, onde a pressão sanguínea é mais elevada.
Já a embolia acontece quando o trombo (coágulo) que está obstruindo a veia se solta e desloca através do sistema venoso para a veia cava inferior e, daqui, para o lado direito do coração e para o pulmão. No sistema pulmonar, o lúmen dos vasos sanguíneos torna-se menor, sendo que o trombo pode ficar alojado numa artéria pulmonar, bloqueando a corrente sanguínea e interrompendo a troca de oxigênio na área alimentada pela artéria pulmonar afetada.
Uma embolia pulmonar é, portanto, potencialmente perigosa e deve ser evitada. Quando ocorre uma embolia pulmonar, é feita uma busca da trombose que causou o problema.
Diversos são os fatores que podem causar uma coagulação do sangue nas veias: procedimentos cirúrgicos; repouso prolongado no leito ou inatividade, como no caso de permanência prolongada na posição sentada em viagens por carro ou avião; obesidade; história pregressa de tromboembolismo familiar ou do próprio paciente; acidente vascular cerebral; infarto do miocárdio; fratura do quadril ou da perna; pacientes que têm tendência ao aumento da coagulação do sangue, como ocorre em certos cânceres, com o uso de contraceptivos orais ou na deficiência hereditária de um inibidor da coagulação sangüínea; também na menopausa, devido à terapia de reposição hormonal.
O diagnóstico precoce da embolia arterial e a avaliação por um cirurgião vascular é de suma importância, pois o tempo de evolução do quadro até o início do tratamento é o fator mais importante para o sucesso do mesmo.
O mais importante é a prevenção. O uso de anticoagulantes injetáveis, uso de meias elástica anti-embolia e o uso de massageador pneumático nas pernas deve ser rotina em cirurgias plásticas.
Fonte:etienne.com.br
beijos, Fran
18/05 2013
Plásticas Saúde & Beleza
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Trombose venosa

Trombo é, por definição, um coágulo sanguíneo que quando formado dentro do vaso é capaz de causar oclusão do mesmo.
O sítio mais frequente de trombose venosa está nos membros inferiores.

Uma trombose venosa profunda (TVP) inicia-se na maioria das vezes nas veias soleares (veias dos músculos da panturrilha), extendendo-se para veias de maior calibre podendo culminar em um quadro mais dramático.

Diante do exposto faz-se obrigatório abordar a trombose venosa profunda desde sua profilaxia até seus fatores predisponentes e tratamento.

O início do mecanismo de trombose venosa depende de um dos três fatores descritos há 2 séculos pelo brilhante patologista polonês Rudolf Virchow que emprestou seu nome à célebre tríade, caracterizada por estase, lesão endotelial e hipercoagulabilidade. Vamos tentar desenvolver o ponto que mais diz respeito ao leigo, principal alvo desse texto.

A estase, o fator mais frequentemente envolvido no mecanismo desta moléstia, é decorrente da inércia de pacientes restritos ao leito ou imobilizados. Os fatores responsáveis por estase venosa vão desde uma simples imobilização por fratura até doenças que motivem internações prolongadas e, principalmente, pós-operatórios que restrinjam os movimentos do paciente pela presença no leito ou pela dor.

Aqui chegamos a um ponto importante no contexto dessa doença, a profilaxia da trombose venosa. Quando arguidos, cirurgiões das várias especialidades demonstram conhecimento do risco desta complicação durante o pós-operatório de seus pacientes porém não dominam ou colocam em prática todas as armas capazes de evitá-la.

As cirurgias ginecológicas, ortopédicas e de grande porte em geral merecem maiores cuidados profiláticos, sem esquecer dos pacientes operados por neoplasias, já que estas, por si só, são fatores predisponentes à trombose.

Um motivo cada vez mais freqüente de estase sanguínea é a restrição de movimentos dos viajantes de longas jornadas em carros, ônibus ou aviões, sendo chamada por muitos de “síndrome da classe econômica”.

Independente da tríade de Virchow, alguns fatores de risco podem ser responsáveis pelo aumento da incidência de trombose em certos indivíduos. Estão entre os mais importantes: idade avançada, presença de varizes de membros inferiores, obesidade, história de trombose venosa profunda prévia, tabagismo, insuficiência cardíaca e uso de anticoncepcionais.

Após instalada, a trombose venosa profunda costuma manifestar-se de maneira clássica através de dor intensa que limita ou impede a caminhada, edema, empastamento (endurecimento, congestão) muscular e turgência das veias superficiais das pernas. É um quadro facilmente reconhecível pelo médico de qualquer especialidade na maioria das vezes. Dúvidas podem ser facilmente dirimidas pela realização de eco doppler colorido venoso explicado em detalhes em outro tópico desse site.

Um paciente com trombose em alguns casos pode até ser tratado ambulatorialmente mas frequentemente o quadro requer internação que visa atenuar os riscos de complicações como a temida embolia pulmonar. O coágulo formado no interior da veia pode desprender-se passando a se chamar êmbolo. Esse coágulo, o êmbolo, desloca-se pela circulação com risco de obstruir veias distantes dos membros inferiores como as pulmonares. É um quadro potencialmente fatal.

Medidas preventivas podem ser tomadas afim de minimizar a chance de desenvolvimento de trombose em pacientes de risco porém elas devem ser prescritas após uma boa consulta e exame físico realizados por especialista.

A TVP pode deixar como sequela uma obstrução permanente da veia que causará edema crônico e complicações a longo prazo como úlceras varicosas. Tem-se observado que mesmo depois de vários anos de instalação da trombose podemos promover uma melhora sensível da circulação através da desobstrução das veias ocluídas por técnicas de cateterismo, o que chamamos de cirurgia endovascular.

Fonte:Dr. Eduardo Fávero

beijos, Fran
18/05 2013
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