Mamoplastia
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Esportistas que colocaram silicone nos seios

A central da seleção feminina de vôlei Thaísa fez implante de próteses de silicone nos seios no ano passado. Adaptada, ela assume ‘peitões’, se mostra mais confiante e apresenta evolução em quadra. A jogadora de vôlei é mais uma nas modalidades esportivas que aderiram à estética. Mas também há casos de competidoras que precisaram reduzir o tamanho dos seios por atrapalhar na prática de esportes. Confira mais casos:

Virna e Leila, jogadoras de vôlei

Companheiras na seleção brasileira nos anos 90 e no início dos anos 2000, as ex-jogadoras de vôlei Virna e Leila, que disputaram juntas os Jogos Olímpicos de Atlanta-1996 e Sydney-2000, realizaram cirurgia para implante de próteses de silicone nos seios.

Virna fez o implante das próteses primeiro e acabou encorajando Leila a também realizar a cirurgia, já que antes ela tinha o receio de poder se machucar em quadra com as próteses de silicone. A jogadora, que assim como Virna, jogou em quadras e na praia, colocou 150 ml de silicone nos seios.

Gina Carano, lutadora de vale-tudo norte-americana

Apesar de praticar um esporte em que sofre golpes violentos, a lutadora de vale-tudo Gina Carano não viu problemas em realizar sua cirurgia para implantar próteses de silicone nos seios.

A norte-americana que é considerada uma das musas do esporte ainda se aproveitou da cirurgia para posar em fotos sensuais na revista masculina Maxim.

Gina Carano era considerada uma das melhores competidoras em sua modalidade e não havia perdido nenhuma luta até enfrentar a brasileira Cris Cyborg.

Duda Yankovich, boxeadora sérvia

A pugilista Duda Yankovich, que nasceu na Sérvia e se refugiou no Brasil em 2000 devido à guerra em seu país e passou a ser treinada pelo brasileiro Miguel de Oliveira, também aderiu às próteses de silicone nos seios.

Duda Yankovich conquistou o cinturão da Associação Internacional de Boxe Feminino (WIBA, sigla em inglês) em 2006, mas acabou perdendo o título de campeã mundial ao perder por pontos a luta contra Esther Phiri.

Já a ex-modelo britânica Sarah Blewden foi banida do boxe amador pela confederação de seu país devido às próteses de silicone nos seios.

Jana Rawlinson, atleta australiana

A atleta australiana Jana Rawlinson, campeã mundial dos 400 m com barreiras nos Mundiais de Paris-2003 e Osaka-2007, também aderiu às próteses de silicone .

Mas acabou tendo de abdicar da estética e realizou uma cirurgia para a retirada das próteses visando uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres-2012.

“Neste ponto da minha vida não necessito de ser glamorosa e sempre poderei voltar a fazer outra operação quando me retirar. Não há medalhas por ser bela”, explicou a atleta após a retirada das próteses.

Simona Halep, tenista romena

Se algumas competidoras aderiram à cirurgia para colocar silicone nos seios, no tênis a situação foi inversa, com as tenitas de seios grandes optando por tentar a diminuição das mamas. Um dos casos mais famosos foi da romena Simona Halep, que aos 17 anos enfrentou até mesmo os protestos de fãs contra a sua decisão.

Mas depois de realizar a cirurgia motivada por se sentir atrapalhada pelo tamanho dos seios, a tenista acabou não conseguindo entrar no qualifying para Roland Garros.

Outra que decidiu fazer cirurgia para diminui os seios foi a sérvia naturalizada australiana Jelena Dokic.

Fonte:esporte/uol
beijos, Fran
24/05 2013
Mamoplastia
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Prevenção e tratamento da contratura capsular após implantação de prótese mamária

INTRODUÇÃO
A contratura capsular é definida como uma cicatrização esférica secundária a alterações celulares e morfológicas da cápsula que envolve a prótese mamária, resultando em uma mama endurecida, distorcida e, em alguns casos, dolorosa. Muitos fatores locais estão envolvidos na sua produção, como uma resposta inflamatória exacerbada e/ou prolongada, trauma, hematoma, infecção, vazamento de silicone da prótese, entre outros fatores ainda desconhecidos1-3.
Uma vez evidenciada a contratura capsular, a mesma é estadiada em graus, que variam de I a IV4. Seu diagnóstico é eminentemente clínico, no entanto, exames de imagem como ultrassom, tomografia computadorizada e ressonância magnética podem colaborar no diagnóstico.
Algumas medidas são consideradas importantes na prevenção da contratura capsular, como uso de antibióticos sistêmicos peri-operatórios, hemostasia rigorosa, instilação na loja da prótese de esteróides ou antibióticos, emprego de próteses texturizadas, implantação da prótese em plano subpeitoral, dreno de sucção, massagem da mama e administração de vitamina E5.
De acordo com a gravidade da contratura e com a experiência da equipe assistente, estabelecem-se protocolos a serem utilizados no tratamento da contratura capsular, podendo estes ser cirúrgicos (capsulotomia ou capsulectomia, com reposicionamento da prótese), farmacológico (como instilação intracapsular de esteróides) ou, ainda, realizado a partir da utilização de métodos como a ultrassonografia e acupuntura, entre outros6-11.
O objetivo do presente trabalho foi elaborar um protocolo de tratamento e possível prevenção da contratura capsular, a ser utilizado no período pós-operatório das mamoplastias de aumento.
MÉTODO
O presente estudo foi desenvolvido pelo Serviço de Cirurgia Plástica Oswaldo Cruz (SCPOC) e pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino (IBRAPE), entre janeiro de 2008 e dezembro de 2009. Neste período, 119 pacientes foram submetidas à mamoplastia de aumento, sendo que, em 21 casos, associou-se a mastopexia. Das pacientes operadas, 4 apresentavam contratura capsular prévia, tendo sido a inclusão primária das próteses realizada em outros serviços, e 5 evoluíram com contratura capsular após terem sido operadas no SCPOC.
Para avaliação do grau de contratura capsular foi utilizada a classificação de Baker, a qual estadia a contratura em graus variando de I a IV:
  • Grau I: a mama apresenta consistência semelhante a de uma mama não operada;
  • Grau II: contratura mínima – a mama encontra-se um pouco mais endurecida, quando comparada à mama normal, sendo a prótese palpável, porém não visível;
  • Grau III: contratura moderada – a mama encontra-se mais endurecida, a prótese pode ser facilmente palpada e sua distorção visível;
  • Grau IV: contratura grave – a mama encontra-se bem endurecida, com importante distorção de sua anatomia, sendo, ainda, dolorosa e fria.
As pacientes com contratura capsular Baker II foram submetidas a tratamento clínico, a partir da associação de microcorrente (MENS), ultrassom (US) e drenagem linfática manual (DLM).
A MENS foi utilizada na função de normalização, consistindo em ondas suaves, com correntes de intensidade em torno de 40 mA e frequências variando entre 0,3 a 0,7 Hz. A MENS é capaz de promover a otimização da fisiologia celular, proporcionando maior oferta de ATP à mitocôndria, além de estimular o incremento da microcirculação.
O US, na potência de 0,8 a 1,2 W/cm2, em modo pulsado (50%), foi utilizado durante 20 minutos, sendo 10 minutos em cada mama (5 minutos em cada quadrante), devido a suas propriedades fibrinolíticas, colaborando para o relaxamento da cápsula em formação.
Após a aplicação da MENS e do US, as pacientes foram submetidas a DLM com a intenção de promover a mobilização de líquidos e consequente redução do edema, além de contribuir na melhoria da circulação local. Na DLM, todo o contingente linfático foi direcionado para os linfonodos axilares, claviculares e para-esternais, de forma lenta e rítmica. As manobras foram realizadas simultaneamente em ambas as mamas, evitando manipulação da prótese nos primeiros dias de pós-operatório. Foi utilizado creme ou óleo mineral para melhor deslizamento das manobras, evitando-se, assim, a tração da pele, principalmente próximo às suturas. A DLM, além de aumentar a reabsorção do edema, é um método relaxante e confortável.
Este protocolo foi realizado 2 vezes por semana até a redução da contratura de Baker II para I, sendo, então, iniciado programa de manutenção, com repetições do protocolo a cada 15 dias, por até 3 meses após a redução da contratura.
Nos casos de contratura grau III e IV de Baker, optou-se pela troca da prótese mamária, com reposicionamento da mesma no plano submuscular, associada à capsulotomia ou a capsulectomia, quando necessário. No 3º dia de pós-operatório, estas pacientes iniciaram o tratamento clínico, com a associação da MENS/US/DLM ao uso via oral do Zafirlucaste (Accolate, AstraZeneca), na dose de 20 mg, de 12/12 horas, por um período de 90 dias. A MENS/US/DLM foi realizada 2 vezes por semana nos primeiros 30 dias, sendo após isso, iniciado protocolo de manutenção, com sessões a cada 15 dias até o 3º mês de pós-operatório.
RESULTADOS
No período de janeiro de 2008 a dezembro de 2009, 119 pacientes foram submetidas a mamoplastia de aumento no Serviço de Cirurgia Plástica Oswaldo Cruz-SCPOC / Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino-IBRAPE.
Em 21 dos 119 casos operados, o que equivale a 18% das cirurgias realizadas, associou-se à inclusão da prótese mamária a mastopexia. As cicatrizes resultantes da mastopexia foram em 7 (6%) casos periareolar, em 4 (3%) periareolar + vertical e em 10 (8%) em “T” ou mini “T” invertido.
A via de acesso preferencial para inclusão da prótese foi o sulco inframamário (80% casos). A via periareolar foi utilizada em 17% dos casos e a axilar em 3% das pacientes operadas.
Em 76% das pacientes submetidas a cirurgia (91 casos), a prótese mamária foi implantada no plano subglandular e, em 24% dos casos, no plano submuscular.
As próteses utilizadas, na sua totalidade, foram próteses de gel coesivo, redondas, de perfil alto, texturizadas, com volume médio de 280cc (220-375).
As cirurgias foram todas realizadas em ambiente hospitalar, sendo utilizada como técnica anestésica sedação associada à peridural.
Das 119 pacientes operadas, 4 (3%) apresentavam contratura capsular prévia, tendo sido a prótese primária implantada em outros serviços, e 5 (4%) evoluíram com contratura capsular após terem prótese mamária implantada no Serviço de Cirurgia Plástica Oswaldo Cruz. Dos 9 casos de contratura capsular, 3 foram classificados como Baker II, 5 como Baker III e 1 como Baker IV (Figura 1).

Figura 1 – A: Paciente no pré-operatório com contratura Baker IV; B: Aspecto pós-operatório após tratamento (cirurgia e tratamento clínico), retornando a Baker I.
As pacientes com contratura Baker II foram submetidas apenas ao tratamento clínico, sem o uso do zafirlucaste, e as pacientes com contratura Baker III (Figura 2) e IV tiveram suas próteses substituídas, sendo posteriormente submetidas ao tratamento clínico associado o uso do zafirlucaste. Oito (89%) das pacientes tratadas evoluíram com resolução completa da contratura, retornando a Baker I e 1 (11%) paciente apresentou redução do grau de contratura, passando de Baker III para Baker II, mesmo após ter sido submetida a troca da prótese mamária.

Figura 2 – Paciente no pré-operatório com contratura Baker III (A) e após tratamento (cirurgia + tratamento clínico), retornando a Baker I (B).
As pacientes foram seguidas em média durante 11,2 meses (3 a 18 meses). Nenhuma paciente apresentou efeitos colaterais ao tratamento clínico ou complicações após o procedimento cirúrgico.
DISCUSSÃO
A contratura capsular é a complicação mais comum na mamoplastia de aumento, com incidência variando entre 0,5 e 30%12. No presente trabalho, encontramos uma incidência de contratura capsular de 4%, a qual está em concordância com a literatura.
A causa da contratura capsular parece ser multifatorial, no entanto, acredita-se que os principais fatores envolvidos sejam o incremento do processo inflamatório, infecções subclínicas e a proliferação celular aumentada, associada à presença de miofibroblastos1,3.
Os miofibroblastos são células especializadas, derivadas dos fibroblastos, pericitos, células musculares lisas e de algumas células do estroma, que apresentam características contráteis. Os três elementos essenciais que definem o miofibroblasto são: a presença de fibras de estresse (α#-actina), sítio de ligação estroma-célula bem desenvolvidos (fibronexus) e junções comunicantes e intercelulares bem definidas13,14. Acredita-se que, na contratura capsular, ocorra um aumento na atividade dos miofibroblastos, presentes nas paredes da cápsula, favorecendo, desta maneira, a instalação e progressão da contratura.
Tendo-se o conhecimento das principais causas envolvidas na patogênese da contratura capsular, a elaboração de protocolos que possam prevenir e tratar a contratura capsular são de grande importância.
A MENS consiste em um estímulo elétrico subsensorial, capaz de promover a otimização da fisiologia celular, proporcionando maior oferta de ATP (adenosina trifosfato) à mitocôndria, além de estimular incremento da microcirculação (neoangiogenese), redução do edema e equilíbrio na produção da matriz extracelular. É possível que, sua aplicação junto à cápsula, proporcione condições para a formação de um tecido de granulação mais eutrófico, com menor tendência de hipertrofia (espessamento) e contração.
O US, utilizado no modo pulsado, atua reduzindo o nível de células inflamatórias e a proliferação de fibroblastos, além de exercer importante efeito fibrinolítico. Sua aplicação, desta maneira, acaba por proporcionar condições para a formação de uma cápsula mais relaxada, de menor espessura e capacidade de contração.
A DLM promove o descongestionamento dos gânglios das cadeias axilar, mamária interna e subclavicular, que recolhem a linfa dos vasos peitorais anteriores. A DLM, além de reduzir o edema, aumenta a circulação arterial e, consequentemente, a pressão parcial de oxigênio, proporcionando, desta maneira, condições para a ocorrência de uma cicatrização não patológica.
O real mecanismo de ação dos antagonistas dos receptores de leucotrienos (Zafirlucaste) na redução e prevenção da contratura capsular ainda não está totalmente estabelecido, porém, existem evidências clínicas da melhora da contratura capsular com o seu uso8,9. Sua eficácia parece estar atribuída à inibição dos leucotrienos (LTC4, LTD4 e LTE4) e provável efeito supressor sobre fibroblastos e miofibroblastos4. O zafirlucaste é, geralmente, bem tolerado, entre os efeitos colaterais possíveis estão dor de cabeça, náusea e, raramente, hepatopatias10,11.
Muitos autores têm descrito menores incidências de contratura capsular após a implantação da prótese em plano submuscular. Nos casos de contratura, o reposicionamento da prótese para o plano subpeitoral, associado à capsulotomia e, nos casos em que a cápsula se encontra muito espessada, deformando de maneira significativa a anatomia mamária, associado à capsulectomia, tem colaborado na redução das recidivas.
A associação da MENS com o US e a DLM, como proposta no presente trabalho, tem-se mostrado eficaz no tratamento da contratura Baker II. Nos casos de contratura Baker III e IV, a opção tem sido a troca da prótese, com reposicionamento para o plano submuscular, com posterior realização da MENS, do US e da DLM, iniciados no 3º dia de pós-operatório. A estes casos, a associação do uso via oral do zafirlucaste tem proporcionado importante efeito sinérgico.
Os bons resultados obtidos com o protocolo proposto, encorajou-nos a utilizar a associação MENS/US/DLM de maneira preventiva em todas pacientes submetidas ao implante de prótese de silicone, a partir do 3º dia de pós-operatório. Após o início do protocolo preventivo, há cerca de 6 meses, não observamos mais nenhum caso de contratura, o que em muito tem estimulado a continuação do trabalho.
CONCLUSÃO
Por ser a contratura capsular a complicação mais frequente nas mamoplastias de aumento, gerando importante grau de insatisfação ao paciente e ao médico assistente, a prevenção e tratamento desta afecção cicatricial tem sido motivo de frequentes discussões e pesquisas.
A associação da MENS ao US e à DLM tem se mostrado como importante ferramenta na prevenção da contratura capsular, após a implantação de prótese mamária. Esta associação, complementada pelo reposicionamento da prótese no plano submuscular e pela utilização do zafirlucaste, nos casos de contratura capsular Baker III e IV, tem sido determinante no tratamento da contratura.
É extremamente importante, em uma programação cirúrgica, a participação ativa de uma equipe multidisciplinar formada por esteticistas, fisioterapeutas e médicos especializados, no pré e pós-operatório das pacientes a serem submetidas ao implante de próteses de silicone, favorecendo, assim, a obtenção de melhores resultados, livres de complicações.
Autores: Marco Aurélio Guidugli dos Santos1, Ricardo Frota Boggio2, Adolfo Ribeiro Carlucci2, Elisa Motoka3, Aulus de Mendonça Albano4
Descritores: Mamoplastia. Contratura capsular. Ultra-som. Drenagem linfática manual.
 
Artigo submetido no SGP (Sistema de Gestão de Publicações) da RBCP.
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Revista Brasileira de Cirurgia Plástica

Fonte:blogizazilli

beijos, Fran
22/05 2013
Plásticas
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Mitos e Verdades sobre lipoenxertia

A lipoenxertia é o nome dado a inserção da gordura da própria paciente em outros locais do corpo. Os resultados costumam ser bastante satisfatórios no rosto, onde é possível aumentar os lábios, diminuir o “bigode chinês” e melhorar a projeção malar. Também é possível aumentar o volume do bumbum e dos seios e corrigir áreas que apresentam leves depressões.

– Lipoenxertia é o mesmo que lipoescultura.
Mito. A lipoescultura é o procedimento que associa a lipoaspiração e a lipoenxertia. Ou seja, a lipoaspiração retira a gordura e a lipoenxertia coloca a gordura no local desejado.

– Quando se aplica gordura no bumbum, não se pode sentar por uma semana.
Mentira. Não há trabalho cientifico que comprove essa afirmação. Geralmente, a paciente não tem restrição de movimentos nem de postura para dormir.
Não existe comprovação que a gordura e’ mais absorvida quando a paciente fica sentada.

– A lipoenxertia pode substituir a prótese de silicone nos seios.
Verdade. Pacientes que possuem gordura para ser retirada (lipoaspiração) podem optar pela lipoenxertia nos seios aumentando o volume de forma natural. No entanto, é necessário avaliar caso a caso para verificar qual a opção mais adequada, além de alertar para o fato de que parte da gordura será absorvida pelo corpo e que ela pode formar fibrose nos seios.

– A lipoenxertia no bumbum tem bom resultado.
Verdade. Diferente da prótese glútea, costuma deixar o bumbum arrebitado, redondo e de maneira natural.

– O procedimento não apresenta riscos.
Mito. Todo procedimento cirúrgico pode apresentar riscos para os pacientes, sobretudo quando não são feitos por profissionais adequados. A lipoenxertia possui riscos porque a gordura pode atingir um vaso sanguíneo e provocar embolia pulmonar ( TEP) ou cerebral.

– Toda a gordura enxertada fica no local.
Mito. A estimativa é que a cada 100 ml de gordura enxertada, 70% da gordura enxertada fique na região e 30 % seja absorvida pelo organismo. Há pacientes que absorvem mais que 30% e, nestes casos, o procedimento deve ser repetido.

– Se a paciente engordar após a lipoenxertia de bumbum, o que pode acontecer?
Pode ganhar gorduras em todo corpo ,porem , no bumbum pode ter um ganho maior de gordura em proporção ao restante do corpo.

Mitos e Verdades sobre lipoenxertia:  A lipoenxertia é o nome dado a inserção da gordura da própria paciente em outros locais do corpo. Os resultados costumam ser bastante satisfatórios no rosto, onde é possível aumentar os lábios, diminuir o “bigode chinês” e melhorar a projeção malar. Também é possível aumentar o volume do bumbum e dos seios e corrigir áreas que apresentam leves depressões.  - Lipoenxertia é o mesmo que lipoescultura. Mito. A lipoescultura é o procedimento que associa a lipoaspiração e a lipoenxertia. Ou seja, a lipoaspiração retira a gordura e a lipoenxertia coloca a gordura no local desejado.   - Quando se aplica gordura no bumbum, não se pode sentar por uma semana. Mentira. Não há trabalho cientifico que comprove essa afirmação. Geralmente, a paciente não tem restrição de movimentos nem de postura para dormir. Não existe comprovação que a gordura e’ mais absorvida quando a paciente fica sentada.   - A lipoenxertia pode substituir a prótese de silicone nos seios. Verdade. Pacientes que possuem gordura para ser retirada (lipoaspiração) podem optar pela lipoenxertia nos seios aumentando o volume de forma natural. No entanto, é necessário avaliar caso a caso para verificar qual a opção mais adequada, além de alertar para o fato de que parte da gordura será absorvida pelo corpo e que ela pode formar fibrose nos seios.  - A lipoenxertia no bumbum tem bom resultado. Verdade. Diferente da prótese glútea, costuma deixar o bumbum arrebitado,  redondo e  de maneira natural.    - O procedimento não apresenta riscos. Mito. Todo procedimento cirúrgico pode apresentar riscos para os pacientes, sobretudo quando não são feitos por profissionais adequados. A lipoenxertia possui riscos porque a gordura pode atingir um vaso sanguíneo e provocar embolia pulmonar ( TEP) ou cerebral.   - Toda a gordura enxertada fica no local. Mito. A estimativa é que a cada 100 ml de gordura enxertada, 70% da gordura enxertada fique na região e 30 % seja absorvida pelo organismo.  Há pacientes que absorvem mais que 30% e, nestes casos, o procedimento deve ser repetido.  - Se a paciente engordar após a lipoenxertia de bumbum, o que pode acontecer? Pode ganhar gorduras em todo corpo ,porem , no bumbum pode ter um ganho maior de gordura em proporção ao restante do corpo.

Fonte:Dr.Luis Pinotti
beijos, Fran
21/05 2013
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