Mamoplastia
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Mastopexia (2)

Mastopexia: Procedimento que visa suspender a mama, através da retirada do excesso de pele e do rearranjo do tecido mamário ou pela retirada da pele e inclusão de prótese de silicone.• Duração: 3 a 4 hs
• Anestesia: geral ou local mais sedação
• Internamento: 1 dia


PERGUNTAS FREQUENTES
# A cirurgia para suspensão de mamas deixa cicatrizes?
Sim, da mesma forma que as demais cirurgias plásticas. O que fazemos é posicionar as cicatrizes em áreas que não fiquem expostas demasiadamente. Neste caso, a cicatriz dependerá do tamanho e formato da mama, além da quantidade de tecido a ser retirado. Poderemos ter cicatriz em forma de T invertido, em L ou periareolar.
# Poderei formar aquelas cicatrizes “grossas” e inestéticas após a cirurgia?
O desenvolvimento de cicatrizes hipertróficas ou quelóides é uma condição que independe do querer médico. Elas ocorrem devido a um distúrbio de cicatrização inerente a cada pessoa. Porém poderemos suspeitar de seu surgimento já na entrevista inicial com base no histórico cirúrgico da pessoa, no histórico familiar e no tipo racial. É sabido que a incidência é maior nas pessoas de pele morena.
# Em quanto tempo terei o resultado definitivo da suspensão mamária?
Apesar do resultado inicialmente ser muito bom, somente entre 06 meses até 01 ano é que as mamas atingirão o aspecto final.
# No caso de uma gravidez após a cirurgia, o resultado permanece ou sofrerá alterações?
Com a lactação há um aumento da mama que regride depois. Esta distensão, porém, causa uma queda da mama com flacidez de pele que poderá ser corrigida com uma nova cirurgia para suspensão. A amamentação não é prejudicada com a cirurgia de redução mamária.
# O pós-operatório desta cirurgia é doloroso?
Geralmente não, desde que você obedeça às instruções médicas, principalmente no tocante a elevação dos braços e movimentação excessiva.
# Há perigo nesta cirurgia?
Raramente ocorre complicações sérias neste tipo de procedimento. Uma avaliação prévia bem feita, a solicitação de exames adequados e os cuidados durante a após a cirurgia nos confere confiança suficiente para que tudo possa ocorrer bem. O risco nem é maior nem menor do que viajar de avião, de automóvel ou de atravessar a via pública a pé.
# E em relação ao acompanhamento pós-operatório, como será?
Semanalmente serão feitas as revisões e trocas de curativos até o primeiro mês. A partir do segundo mês, as revisões serão quinzenais e do terceiro ao sexto mês, serão mensais.
# Quando serão retirados os pontos da cirurgia?
A maioria dos pontos são absorvidos e somente alguns necessitam ser retirados. Estes o serão com 02 semanas.
# Depois de quanto tempo voltarei às minhas atividades habituais?

Exercícios leves após o 1º mês e os vigorosos após o 2º mês.
FONTE:Dr Paulo Jose

beijos, Fran
02/08 2013
Plásticas
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Combinação de procedimentos e o risco para sua saúde

 



Dentre as principais dúvidas sobre cirurgia plástica está a combinação de procedimentos estéticos e o risco para a saúde. 

De acordo com as diretrizes da especialidade é possível a realização de mais de um procedimento por cirurgia, desde que a segurança do paciente seja priorizada.

A maioria dos cirurgiões adota como limites duas cirurgias médias (mamas e abdômen, por exemplo). No entanto, é importante ressaltar que alguns aspectos devem ser considerados antes da combinação de procedimentos, como a história clínica do paciente, avaliação clínica detalhada, exame físico rigoroso para identificar qualquer fator que aumente o risco da cirurgia, além de todos os exames pré-operatórios.

No final de todo esse processo, o cirurgião plástico é quem avaliará o quadro geral do paciente, de modo a informá-lo se é seguro a realização de cirurgias combinadas.
Fonte:SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA

beijos, Fran
01/08 2013
Mamoplastia
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Conhecendo a mama

Mamas
Sua anatomia: são glândulas com a função principal de produção de leite materno para o recém nascido. São formadas por:

ACINO – que é a menor parte desta glândula e responsável pela produção de leite no período de lactação;
LÓBULO MAMÁRIO – é constituído pelo conjunto de acinos;
LOBO MAMÁRIO – conjunto de lóbulos mamário que se liga a papila por um ducto;
DUCTOS MAMÁRIOS – são 15 a 20 canais que conduzem o leite até a papila;
TECIDO GLANDULAR – conjunto de lobos e ductos;
PAPILA – protuberância elástica onde desembocam os ductos mamários;
ARÉOLA – estrutura central da mama onde se projeta a papila;
TECIDO ADIPOSO – tecido gorduroso revestidor da mama, cuja característica advém do tipo físico, alimentação e idade da mulher. Esta glândula, em numero par, está presente na parte frontal superior do tórax e anatomicamente está apoiada no músculo peitoral, estendendo-se da segunda até a sexta costela.
Mamilo e auréola
Visualizada externamente, cada mama na sua região central tem uma aréola e um mamilo (papila mamária) que salienta-se como um pequeno corpo cilíndrico ou cônico, de onde saem os 15 a 20 orifícios ductais. A pele característica do mamilo é pigmentada, enrugada e áspera, estendendo-se por 1 ou 2 cm pela superfície da mama para formar a aréola. Esta é áspera devido a presença de inúmeras glândulas sebáceas produzindo pequenas elevações nessa superfície.
Tamanho, formato e densidade
Tamanho, formato, bicos e aréola, diferem individualmente de uma mulher para outra. Nas mamas geralmente existem diferenças sim de simetria, tamanho, peso de cada mama, mas estas são mínimas e sem importância. Quando pequenas as mamas tem pouco peso e tendem e ser altas e empinadas ficando longe da parede do tórax, se grandes são pesadas e tendem a encostar-se à parede do toráxica. Quando mais jovens as mulheres apresentam mamas com maior volume de tecido glandular tornando-as mais firmes e densas. Ao se aproximar do período da menopausa, esse tecido vai atrofiando e sendo substituído progressivamente por tecido adiposo, para finalmente se constituir quase unicamente de gordura e resquícios de tecido glandular, já no período pós-menopausa.
Ciclo de desenvolvimento
A partir da infância as meninas apresentam pequena elevação na região mamária pela presença de tecido mamário rudimentar. Já na puberdade, os hormônios começam a atuar mais, isto é, a glândula hipófise trabalha para estimular e controlar a produção do estrogênio produzido nos ovários (ciclos hormonais). Assim sendo, as mamas iniciam o desenvolvimento multiplicando os acinos e lóbulos. Na fase adulta, estimulada pelos ciclos de progesterona e estrogênio, esses fazem com que as mamas fiquem mais inchadas durante o período menstrual devido a retenção de líquido. A ação da progesterona na segunda fase do ciclo menstrual, gera a retenção de líquido no organismo, nas mamas visivelmente, causando nelas inchaço, endurecimento e dor. Já na menopausa quando ocorre carência hormonal, muitas vezes há atrofia glandular e a substituição do tecido parenquimatoso por gordura na mama.
Em virtude dos diferentes níveis hormonais as mamas reagem aos ciclos mês-a-mês, sofrendo modificações. O estrogênio vem a fortalecer a mama gerando uma concentração maior de líquido e vascularização, inchando-as e proporcionando a multiplicação das suas células. Isso tudo é um preparo para gravidez, isto é, para a possibilidade de gerar o leite materno no caso da fecundação e que se caso não ocorrer, regredirá o inchaço e as outras modificações hormonais, com o início da menstruação.
Vascularização
A mama é irrigada pela artéria mamária e ramos da artéria axilar. Desta artéria mamária partem os ramos que perfuram e atravessam os quatro espaços intercostais geralmente dois vasos por espaço que transpassam o músculo peitoral chegando à mama por trás. Os ramos axilares da vascularização mamária são a artéria subescapular, a artéria toráxica externa e a artéria acromiotoráxica.
FONTE:FundaçãoLaçoRosa

 
beijos, Fran
01/08 2013
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