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Como é feita a lipoaspiração

A lipoaspiração, também chamada de liposucção, é um procedimento cirúrgico que consiste na remoção de tecido gorduroso de áreas específicas do corpo, como barriga, nádegas, quadris e coxas, através de uma técnica que usa sucção. A lipoaspiração não é um procedimento que visa o emagrecimento, mas sim a remoção de gordura localizada, principalmente aquelas resistentes a dietas e exercícios.

Neste texto vamos falar um pouco das indicações, dos riscos e das técnicas de lipoaspiração.

COMO É FEITA A LIPOASPIRAÇÃO?

A lipoaspiração é um procedimento cirúrgico que deve ser realizada exclusivamente por cirurgiões plásticos, devendo ser realizada em centro cirúrgico habilitado com anestesia.

Antes da cirurgia, o cirurgia plástico irá marcar com uma caneta as áreas que serão abordadas com liposucção. É possível que o seu médico peça para você ficar em pé parcialmente sem roupa para que ele possa fazer as marcações corretamente.

A anestesia para a lipoaspiração pode ser regional (peridural ou raqui) ou geral, dependendo da quantidade de gordura que se pretende retirar .A anestesia geral também é utilizada quando se deseja lipoaspirar segmentos mais superiores, como braços e região submentoniana, e principalmente, quando a lipo é associada a outra cirurgia, como por exemplo mamoplastia ou rinoplastia.

Uma vez que o paciente encontra-se anestesiado, o procedimento pode ser iniciado. A lipoaspiração é feita com a inserção de uma fina cânula, instrumento cilíndrico oco de metal, através de pequenos incisões na pele em direção à camada de tecido adiposo (tecido de gordura). A cânula da lipoaspiração fica conectada a um dispositivo que cria vácuo para aspirar a gordura. Quando a cânula entra na camada de gordura subcutânea, ela causa traumas no mesmo, soltando as gorduras e facilitando sua aspiração para fora do corpo.

Fonte: mdsaude

beijos, Fran
11/01 2018
Plásticas
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Mini-Abdominoplastia

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Mini-abdominoplastia, pode ser seu caso, será?

Este procedimento tem indicações muito precisas.

Esta cirurgia é indicada para aquelas pacientes com pouca flacidez de pele e associada flacidez dos músculos retos abdominais, geralmente após gestação sem grandes alterações no peso ou aquelas com abdômen que antes era definido “malhado” e que ganhou flacidez muscular pela gestação ou “efeito sanfona”.

Neste caso a cicatriz ficara um pouco maior que a cicatriz da cesariana localizada na região suprapúbica, e que ficará bem escondida no biquíni.

Outra grande vantagem é com relação ao “umbigo”, este não terá cicatriz, ou seja, sua reposição será com pontos internos assim não será visível.

Além de todas essas vantagens o mini-abdômen terá os músculos retos abdominais plicados, ou seja, suturados (presos por pontos internos), assim o contorno abdominal volta a ser definido.

Também não existe nenhuma contra indicação para aquelas que ainda pretendem ter filhos, a recuperação será mais rápida com um pós-operatório mais tranquilo.

Para que vocês classifiquem seus “abdomens”

As deformidades abdominais classificam-se em três tipos:

Tipo I

Caracteriza-se pela presença de pequenas e moderadas acumulações de gordura, sem excesso de pele e sem relaxamento muscular. As pessoas que apresentam estas características são candidatas à lipoaspiração.

Tipo II

Além de pequenas e moderadas acumulações de gordura, apresenta um relaxamento da musculatura, mas sem excesso de pele. São candidatas ideais para a mini-abdominoplastia.

Tipo III

Esta deformidade abdominal apresenta acumulações de gordura, excesso de pele e relaxamento muscular.

Fonte:Dra Fabiana Valera
beijos, Fran
09/01 2018
Plásticas
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Outras opções de tratamento para cicatriz

Outros tratamentos possíveis, e que são recomendados como primeira escolha antes de fazer a cirurgia, são:

1. Tratamento estético

Existem diversas técnicas, como peeling químico, a microdermoabrasão, uso de laser, radiofrequência, ultrassom ou carboxiterapia, que são muito úteis para melhorar a aparência cicatrizes mais leves, como de espinhas, ou para uniformizar a cor da pele.

Estes tratamentos podem ser feitos pelo cirurgião plástico ou dermatologista em situações mais leves, entretanto, em casos de cicatrizes maiores e de difícil tratamento, podem não ser eficazes, devendo-se optar por outros tratamentos ou pela cirurgia. Veja, em mais detalhes, algumas destas opções de tratamento estético para melhorar o aspecto da cicatriz.

Cirurgia plástica para tirar cicatriz: quando e como fazer

2. Tratamento com fitas e pomadas

É feito com a colocação de placas de silicone, fitas ou curativos compressivos, indicados pelo dermatologista ou cirurgião plástico, que podem ser usados por semanas até meses. Também pode ser orientadas massagens com produtos especiais, que ajudam a diminuir o espessamento, a fibrose ou alteração da cor da cicatriz.

3. Tratamento injetável

Para melhorar a aparência de cicatrizes deprimidas, ou atróficas, podem ser injetadas substâncias, como o ácido hialurônico ou o polimetilmetacrilato, por baixo da cicatriz, de forma a preencher a pele e deixá-la mais lisa. O efeito deste tratamento pode ser mais temporário ou duradouro, a depender do tipo de material utilizado e das condições da cicatriz.

Já nas cicatrizes hipertróficas, pode ser feita a injeção de corticóides para diminuir a formação de colágeno, reduzindo o tamanho e espessamento da cicatriz.

Fonte: TuaSaúde

beijos, Fran
08/01 2018
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