Plásticas
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Mentoplastia

(foto: Pexels)

Esse procedimento é usado para corrigir imperfeições no queixo. Além de ser uma opção funcional, que ajuda no bem-estar do paciente, o procedimento também pode ter cunho apenas estético – por exemplo, um homem que deseja ficar com o queixo mais “quadrado”.

Segundo o cirurgião plástico Luiz Philipe Molina Vana, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), é preciso cuidado com cirurgias que são irreversíveis, principalmente as que alteram a estrutura da face, como mentoplastia, rinoplastia (nariz) e a bichectomia (bochecha). “É fundamental orientar o paciente que o processo natural do envelhecimento causa mudanças importantes na estrutura facial. Estas alterações devem ser levadas em consideração na hora da decisão pela cirurgia ou não”, orienta o especialista.

A região do queixo é de extrema importância para a harmonia facial. Algumas pessoas apresentam deformidades ou alterações anatômicas que afetam a estética e as funções do organismo que dependem dessa estrutura, como fala, mastigação e respiração. “Nestes casos, a mentoplastia é muito bem indicada. Normalmente, é realizada por um cirurgião buco-maxilar em conjunto com um cirurgião plástico, pois é preciso mexer na estrutura óssea, realizando cortes ou enxertos, além do trabalho estético para uma boa aparência final”, comenta o médico.

Apesar disso, muitas pessoas recorrem aos consultórios para realizar o procedimento de forma estética. “A harmonização facial ganhou fama com a popularização do preenchimento com ácido hialurônico, que pode ser aplicado para melhorar a aparência da região do mento [queixo]. Também podem ser usadas outras técnicas, com inserção de prótese de silicone, enxerto de gordura do próprio paciente ou ainda o avanço ósseo do mento”, afirma o cirurgião plástico.

De acordo com Luiz Philipe Molina, o preenchimento com ácido hialurônico é o procedimento mais recomendado, porque o resultado não é definitivo e o produto é absorvido pelo corpo em cerca de 12 a 18 meses, com baixo índice de reaçõea adversas. Outra opção é usar a própria gordura do paciente. “Primeiro, é feita a retirada da gordura. Depois, a gordura é purificada e só então pode ser aplicada no paciente. O lado positivo é que a gordura também é absorvida pelo organismo, sendo uma boa alternativa”, diz o especialista.

O médico lembra ainda que o implante de prótese de silicone no queixo também é uma técnica bastante comum. “Caso o paciente não goste do resultado, será necessário realizar outro procedimento para retirar a prótese. Apesar disso, também é uma técnica reversível”, afirma Molina.

Fonte: Revista Encontro

beijos, Fran
18/04 2019
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