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Drenagem-o que é e como funciona?

Ela é o truque de muita celebridade para driblar a retenção líquida e a celulite.

Qual o objetivo dessa massagem?
Esse tipo de manipulação ajuda o sistema linfático a trabalhar melhor – ou seja, filtra o excesso de líquido e toxinas que ficou retido nos tecidos, devolvendo-o ao sistema circulatório, como se fosse um “saneamento básico” do nosso corpo. Na prática, com esse processo funcionando a todo o vapor,
é possível diminuir o inchaço, melhorar a circulação e, consequentemente, a aparência da pele, reduzindo celulite, gordura localizada e até acne, rugas e flacidez.

Quem pode fazer?

A drenagem vai trazer benefícios principalmente às mulheres que se queixam de retenção líquida, cansaço nas pernas e até dor no bumbum e nas coxas, área onde a celulite costuma aparecer. Também funciona para quem se sente muito inchada na TPM (algumas vezes, a balança indica até 4 quilos a mais nos dias que antecedem a menstruação!) e para as gestantes. Mas, de uma forma geral, todo mundo pode fazer, com exceção de mulheres que sofrem de doenças infecciosas e câncer.

Por que a drenagem é indicada depois de algumas plásticas?

Em qualquer cirurgia, por causa do trauma, há um processo inflamatório que gera um excesso de líquido fora dos vasos e das células, causando edema (inchaço). Daí, a recomendação da drenagem depois da lipoaspiração e do implante de próteses de mama, entre outros procedimentos, sempre após a liberação médica. O profi ssional que faz a massagem deve ter especialização nessa área, pois é necessário um cuidado maior com a pele, a cicatriz e até com a prótese para não haver deslocamento.

Costuma doer?

A metodologia estudada e consolidada da drenagem linfática segue três princípios: pressão moderada, ritmo e direção (sempre das extremidades do corpo para o centro dele). Não costuma doer – a menos que você tenha muitos nódulos de celulite – nem deixa o corpo roxo. Pelo contrário: os deslizamentos sobre a pele são suaves e superficiais, pois a intenção é conduzir a linfa até pontos estratégicos localizados nas virilhas, axilas e atrás dos joelhos – canais onde as toxinas serão filtradas e enviadas ao sistema circulatório. Quando a massagem é muito vigorosa pode até haver o rompimento dos vasos linfáticos e, assim, invalidar a proposta da técnica.

Quantas sessões devo fazer?

Drenagem é como alimentação saudável: tem que adotar para o resto da vida, pois o efeito termina quando você suspende o tratamento. Mas, como custa caro e nem sempre dá para fazer massagem para sempre, vale comprar um pacote de dois ou três meses (oito ou 12 sessões, uma vez por semana). Nesse intervalo de tempo, é possível medir o resultado e decidir se você quer continuar a investir na técnica. Nos casos mais específicos, como após uma cirurgia, o número de
sessões é pré-programado e varia de acordo com a evolução da paciente.

Como escolher um bom profissional?

Hoje em dia, a oferta desse tipo de massagem é muito grande – todo mundo diz que sabe fazer e diversos tipos de estabelecimentos (clínicas, salões, academias) oferecem o serviço. Por isso, precisamos ficar atentas na escolha do local e do profissional não só para garantir a nossa segurança mas também o resultado. O ideal é procurar um especialista habilitado, de preferência um fisioterapeuta ou esteticista que tenha diploma reconhecido pelo MEC (pergunte a formação dele!). Assim, você tem certeza de que ele estudou anatomia e fisiologia e sabe realizar os movimentos corretamente. Também fique de olho na limpeza do local e na higiene dos materiais usados: maca, lençóis e toalhas limpinhos demonstram o cuidado que o profissional tem com você.

Fonte:Boa Forma
beijos, Fran
17/05 2013
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mulher perde 52 kg em sete meses

Sucesso na internet: mulher perde 52 kg em sete meses
A secretária colocou sua história na internet e hoje é sucesso absoluto em uma rede social. Na página, Karina divulga toda sua rotina para emagrecer.

ASSISTA O VIDEO:

http://r7.com/1Wi9

beijos, Fran
17/05 2013
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Novas regras impostas para medicina Chinesa

Anvisa propõe regras para a medicina chinesa

Durante três anos, os remédios da medicina tradicional chinesa serão avaliados em relação às prescrições feitas no país, às substâncias utilizadas, aos efeitos terapêuticos e às reações adversas.
Ao final desse prazo, a conclusão pode ser registrá-los oficialmente, impor determinadas condições para seu uso ou, em último caso, bani-los.
É o que propõe a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que abre uma consulta pública sobre o tema no início desta semana. A consulta, antecipada pela Folha em novembro, ficará aberta por 90 dias.
Hoje, os compostos usados em tratamentos de medicina chinesa, que podem misturar substâncias de origem animal, vegetal e mineral, não têm registro no país porque não se enquadram em nenhuma categoria prevista: não são medicamentos, fitoterápicos ou alimentos.
“Vamos poder conhecer um mercado que existe e, muitas vezes, fica obscuro porque a vigilância sanitária nega sua existência”, afirma Dirceu Barbano, diretor-presidente da agência.
Paralelamente, a Anvisa pretende trocar informações com a vigilância sanitária chinesa, que tem um setor que trata da medicina tradicional.
DE ORIGEM ANIMAL
Na consulta pública, a Anvisa propõe a proibição do uso de componentes de origem animal nos produtos a serem vendidos no país.
Nas fórmulas chinesas pode haver pelos e até chifres e ossos de animais.
“A legislação sanitária brasileira, quando envolve produtos de origem animal, é muito rigorosa e exigiria um conjunto de testes de qualidade que transformariam os produtos em medicamentos. Isso impediria que ficassem disponíveis segundo essa norma”, diz Barbano.
O hepatologista Raymundo Paraná, porém, se diz “extremamente preocupado” com a falta de exigência de estudos científicos que comprovem a segurança e a eficácia desses produtos.
“É absurdo o movimento de legalizar esse tipo de produto sem a avaliação que a ciência médica exige. Afrouxar as regras para esse ou outro produto porque o uso é milenar é absurdo.”
Segundo Reginaldo Silva Filho, presidente da Escola Brasileira de Medicina Chinesa, a maioria dos compostos utilizados no país é de origem vegetal.”Há alguns produtos importantes de origem animal, mas eles são bem menos usados. A proibição pode fazer com que alguns praticantes tenham de buscar alternativas dentro da farmacopeia chinesa”, afirma.
Já Márcio de Luna, do Instituto Brasileiro de Medicina Tradicional Chinesa, acredita que o ideal seria liberar esses produtos, contanto que os fabricantes seguissem uma exigência de boas práticas de manufatura.
“A proibição criará um problema porque vamos ter que nos adaptar. Além disso, a censura abre margem para o mercado paralelo.”
A Anvisa também sugere que, durante os três anos de monitoramento, as empresas que adquirirem insumos para produzir compostos deverão cadastrar todas as substâncias no site da Anvisa.
O cadastro deve conter ainda dados dos fabricantes, revendedores ou distribuidores dos insumos, caso eles não tenham sido obtidos diretamente do fabricante.
“O cadastramento permitirá que a Anvisa possa ter um maior controle sobre eventuais falhas em lotes de produtos, por exemplo”, completa Silva Filho.

Fonte:Folha/UOL
beijos, Fran
17/05 2013
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