Saúde & Beleza
0 Comentários

O que é carboxiterapia?


A carboxiterapia consiste em uma técnica de aplicação de CO2 (gás carbônico – um gás exalado fisiologicamente na respiração) de altíssima pureza sob a pele, com resultados efetivos nos tratamentos de flacidez, celulite, estrias, calvície, rugas palpebrais e olheiras, necroses cutâneas, algumas cicatrizes inestéticas, estímulo cicatrização de feridas, etc. Há ainda descrições de seu uso no tratamento de arteriopatias, flebopatia, úlceras vasculares e psoríase.
O CO2 utilizado com objetivo medicinal é um gás inodoro não tóxico, não embólico e, portanto, se utilizado corretamente é isento de complicações. A carboxiterapia é um método antigo, já usado desde o início do século XX em lesões vasculares, com resultados mais que satisfatórios. Iniciou-se então a carboxiterapia em 1932 na estação termal de Royat na França, para o tratamento de arteriopatia obliterantes,
Diversos estudos demonstraram a melhora de parâmetros locais da circulação, elasticidade cutânea e redução da adiposidade localizada.
O gás carbônico é um gás atóxico, não embólico e presente no metabolismo tissular. Ele atua na microcirculação vascular do tecido conjuntivo, promovendo vasodilatação e aumento da drenagem veno-linfática.
O mecanismo de ação baseia-se em: (1) Vasodilatação arteriolar, pois o CO2 age diretamente sobre o músculo da parede do vaso, causado relaxamento e vasodilatação; (2) Neoangiogênese local; (3)Efeito Bohr, causando uma hiperoxigenação reativa à presença do CO2 local; (4) Ativação de receptores por hiperdistensão do tecido celular subcutâneo e lipólise mecânica direta.

ESTRIAS
É onde vemos um dos melhores efeitos estéticos da carboxiterapia. Recomenda-se que as aplicações sejam a cada 15-21 dias, com efeito duradouro, pois estimula a “neocicatrização” da estria. Diminui de espessura e vai assemelhando à tonalidade corporal. A aplicação é feita no trajeto da estria, com baixo fluxo.

FLACIDEZ
Há uma melhora da elasticidade cutânea por aumento e melhora da distribuição do colágeno. Tal constatação está relacionada à melhora da perfusão cutânea. Há que se lembrar que a produção de colágeno se dá em 30-40 dias, por isso o resultado não é imediato. A aplicação é um pouco mais profunda que na estria, apesar de ainda superficial, no trajeto da retração cutânea desejada.

CELULITE (PEFE)
A celulite está relacionada a um aumento da viscosidade do interstício e dificuldade de trocas entre o microcírculo vascular e o adipócito. A injeção local de CO2 leva à melhora das vascularização, incrementa o metabolismo celular predispodondo à lipólise e ainda pode “afrouxar e até romper” mecanicamente as traves fibrosas responsável pelo efeito casca de laranja. Por isso a aplicação é profunda e com fluxo maior. Necessita de uma freqüência de aplicações de cerca de 2 vezes por semana.


GORDURA LOCALIZADA
A ação se dá através da quebra mecânica e aumento do metabilismo local. Necessita de uma freqüência de aplicações de pelo menos 2 vezes por semana. O nível de aplicação é mais profundo, bem a nível de subcutâneo, com um fluxo e volume maiores.
OLHEIRAS
Atua diretamente na vascularização local, melhorando-a. Ainda, estimula a retração cutânea. É eficaz também como adjuvante no tratamento de finas rugas superficiais perioculares. O protocolo de uso é de 1 vez ao mês. Se feito com uma freqüência maior, pode ser lesivo, aumentando a flacidez local.
Devido a todos os mecanismos e efeitos já citados, a carboxiterapia tem sido cada vez mais freqüentemente aplicada. Há relatos inclusive de regressão de áreas de necrose cutânea pós cirurgia plástica em face e abdome, quando utilizadas precocemente. E ainda, adjuvante quando usada em associação a outros métodos como ultrassom superficial e lipoaspiração.
Por se tratar de tipo de gás já produzido no próprio organismo, não há relato de reações alérgicas. As contra-indicações são por alterações de coagulação ou intolerância pessoal, como o medo de agulhas. A sensação experimentada durante a aplicação bem feita é a de calor e/ou leve ardor local ou dependendo do caso, o descolamento. Pode ser sentido prurido enfisema subcutâneo (descrito por algumas pacientes como “flofe”) no local da aplicação. Pode também ser visto um eritema (vermelhidão) próximo à região tratada. Todos transitórios e que são um reflexo da ação ao melhorar a vascularização, drenagem venolinfática e estimular a cicatrização. Inexiste qualquer restrição após o tratamento.

Como existem diversas variáveis como o local, profundidade, fluxo e volume aplicados; de acordo com o objetivo do tratamento, é necessário que se procure um profissional experiente e com excelente formação para fazê-lo. Deve-se ter cuidado, pois existem muitas ofertas com pouco conhecimento da amplitude do assunto.

A carboxiterapia é um procedimento médico.
FONTE:Dra Ana Carolina Fonseca/blogspot
beijos, Fran
14/07 2013
Saúde & Beleza
0 Comentários

Mulheres se livram de sutiãs em Paris

Mulheres fazem striptease e jogam sutiãs para o alto em Paris, contra o câncer de mama

As mulheres fizeram um strip tease
As mulheres fizeram um strip tease Foto: Pierre Verdy / AFP
Um grupo de mulheres deu o que falar em Paris, neste domingo. Vestidas com espartilhos e montadas no salto alto, as moças fizeram um striptease para francês nenhum colocar defeito. E por uma causa nobre: chamar atenção para a luta contra o câncer de mama.
O evento, batizado de “Primavera do sutiã rosa”, é organizado todos os anos pelo grupo Pink Bra Bazzar. Desta vez, a performance aconteceu na Esplanada do Trocadero, bem em frente à Torre Eiffel. As meninas da organização de combate ao câncer de mama contaram com a ajuda da artista burlesca e coreógrafa Julia Palombe e de bailarinas.
O evento acontece todos os anos
O evento acontece todos os anos Foto: Pierre Verdy / AFP
Assim como prometido pela Pink Bra Bazzar, no site da organização, o striptease incendiou a multidão que parou para assistir. O ponto alto da performance foi quando as dançarinas atiraram os sutiãs para o alto. Impossível não prestar atenção na causa.
A Pink Bra Bazzar é uma associação de mulheres ligadas ao mundo da lingerie (fabricantes, donas de lojas, estilistas). Elas se uniram para ajudar a combater o câncer de mama. Todos os recursos captados por elas para a causa são investidos em pesquisa, prevenção e diagnóstico da doença.
Até crianças participaram da brincadeira
Até crianças participaram da brincadeira Foto: Pierre Verdy / AFP
As mulheres jogaram os sutiãs para o alto
As mulheres jogaram os sutiãs para o alto Foto: Pierre Verdy / AFP

Fonte:EXTRA/G1

beijos, Fran
13/07 2013
Saúde & Beleza
0 Comentários

Pesquisa analisa a eficácia do uso do sutiã

Pesquisa analisa se seios ficam mais ou menos caídos sem uso de sutiã
 Foto: Getty ImagesFoto: Getty Images
Há 15 anos que o médico Jean-Denis Rouillon estuda os efeitos do uso do sutiã nas mulheres.
Para isso, Rouillon, que também é professor de medicina esportiva da Universidade Franche-Comte, na França, vem observando – e cuidadosamente medindo – o busto de dezenas de voluntárias.
Algumas mulheres aceitaram viver suas vidas, e até mesmo praticar esportes, sem usar sutiã. Outras deixaram de usar apenas em algumas situações. O objetivo da pesquisa era ver se os seios ficam mais ou menos caídos sem o suporte do sutiã. De acordo com os resultados preliminares, o médico constatou que, pelo menos entre as mulheres de 18 a 35 anos que participaram do estudo, o mamilo volta a subir a uma média de sete milímetros por ano quando não se usa sutiã.
Os seios, diz ele, se fortalecem. “As voluntárias são estudantes de fisioterapia, ou esportistas, e muitas vezes são mulheres que querem voltar a uma vida mais natural, sem artifícios”, explicou Rouillon a BBC.
O estudo
Laurette tem 31 anos e há 10 participa da pesquisa. “Rouillon foi um dos meus professores na faculdade. Ele me convidou para participar da pesquisa e eu achei interessante”, disse à BBC.
A medida do busto de Laurette é 34B, e ela não usa sutiã. “Não foi difícil mudar meus hábitos. Antes, quando eu estava em casa, raramente usava sutiã. Agora só uso ocasionalmente, com alguns vestidos para sair à noite, mas apenas por uma questão estética”, diz Laurette.

Segundo ela, os únicos inconvenientes são os olhares e os comentários de outros, mas ela prefere não notá-los. Em algumas ocasiões, entretanto, ela prefere usar um sutiã sem aros para evitar constrangimentos.
Laurette é treinadora e pratica triatlo. “Quando eu trabalho, uso um sutiã esportivo sem aros. Mas quando eu corro, por exemplo, uso apenas uma blusa e não sinto qualquer tipo de desconforto”, ela diz. Desde o início, Laurette se sente confiante, porque nunca experimentou dor nos peitos quando se movimentava. Ela lembra que tudo a seu redor aconselhava a não praticar esportes sem sutiã, no entanto, ela continuou fiel ao projeto de Rouillon.
Resultados preliminares
Apesar dos primeiros resultados, Rouillon não quer tirar conclusões definitivas, uma vez que o grupo de mulheres estudadas não representa a população francesa. Ele conta que estes são apenas resultados preliminares, e que ele continua sua pesquisa com mulheres mais velhas.
O cirurgião plástico Jean Masson, baseado em Paris, concorda com essas precauções. “As mulheres que participaram da pesquisa são jovens, elas não têm seios muito grandes,” explica Masson. “Para essas mulheres, pode não ser necessário o uso de um sutiã. No entanto, as coisas podem ser diferentes para aquelas com mais de 30 anos que ainda não tiveram filhos”, diz Masson.
O cirurgião explica que, durante a gravidez, os seios ganham volume, o que afeta a elasticidade da pele da mama. E menos elasticidade significa que as glândulas mamárias podem se deslocar para baixo. Mas então o que é melhor, usar ou não usar sutiã? Para se ter uma resposta clara e científica, vamos ter que esperar mais um pouco.
“Apesar de não ter a resposta no momento, é um problema que vale a pena ser levantado”, conclui Rouillon, que afirma que nenhum estudo científico comprovou a eficácia do sutiã para manter os seios em pé.
Fonte:MULHER/TERRA
beijos, Fran
13/07 2013
Topo