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Cirurgia para remover tatuagem

No impulso de fazer uma tatuagem, algumas pessoas não refletem se realmente aquele desenho é o mais adequado, pois estará presente na pele pelo resto da vida. Por isso, é bom pensar muito e refletir na hora de fazer uma, para ter certeza de que o desenho e as cores vão ficar do seu agrado. Com a grande procura pela cirurgia de remoção de tatuagem, muitos cirurgiões dermatológicos se tornaram especialistas nesse tipo de cirurgia.

COMO É FEITO A REMOÇÃO DA TATUAGEM

Ao contrário do que muitas pessoas pensam uma tatuagem não é fácil de tirar. O laser é o tratamento mais seguro e eficiente na remoção de tatuagens. A cirurgia realizada, na maioria dos casos, não deixa cicatriz. Vale ressaltar que, como cada pessoa tem um organismo, pode ocorrer que a remoção do desenho não seja completa.

A partir da energia do laser o pigmento da tatuagem se desfaz em partículas menores destruindo o pigmento de tinta, quais são absorvidos pela pele através do sistema imunológico. O laser seleciona o pigmento da tatuagem sem danificar a pele ao redor do desenho. Diferente do que muitos imaginam, a cor mais fácil de tirar é a preta, sendo que cores mais escuras costumam sair mais fácil e cores mais claras, como o amarelo é a mais difícil. Quanto maior e mais profundo for o desenho mais difícil será a sua remoção.

O PROCEDIMENTO CIRÚRGICO

Os médicos garantem que, em média, são necessárias de 4 a 8 sessões. No procedimento é utilizado um anestésico tópico no local de tratamento e, se necessário, anestesia local. A dor é semelhante quando se faz uma tatuagem. O uso de óculos de segurança é indicado durante a sessão, a fim de proteger os olhos da luz do laser.

Após o tratamento com laser, a pele poderá apresentar uma descoloração branca e a área ao redor da tatuagem poderá ficar avermelhada. Esta reação é normal e desaparecerá lentamente após algumas horas. Como em todos os procedimentos, podem surgir complicações e riscos, embora raros, incluem, queimaduras, bolhas, dor, insatisfação com resultados imediatos, entre outros. Se não forem devidamente tratados, cicatrizes hipertróficas ou quelóides, podem resultar caso o paciente já tenha tendência à esta reação. Não se expor ao sol é muito importante também.

A INCERTEZA DO PROCEDIMENTO

Os cirurgiões dermatológicos afirmam que não é possível prever o grau exato de remoção, porque eles não costumam saber qual o tipo de tinta que foi usada, sendo que, existem mais de 100 tipos de tintas para tatuagens.

Antes do método de remoção a laser, existiam diversas maneiras de retirar uma tatuagem como: Lixar a pele para camadas mais baixas, sendo que esse método é chamado dermoabrasão e pode deixar uma notável cicatriz na pele; já o método do uso de ácido, também pode ser aplicado na pele para remover a tatuagem, mas esse procedimento deixa cicatriz; podiam ser removidas com o peeling químico, mas seus resultados não eram satisfatórios.

QUAL O CUSTO DO PROCEDIMENTO

O valor da remoção de tatuagem a laser pode variar, dependendo do tamanho, desenho, estilo e local da tatuagem, além do número de sessões necessárias. Mas, por sessão, os valores costumar variar entre R$ 300 a R$ 600.

No entanto, o valor pode variar de acordo a região do Brasil e a clínica onde o procedimento será feito.

Fonte:Saúde e Medicina
beijos, Fran
18/08 2013
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Silicone no bumbum

A PRÓTESE DE SILICONE PARA OS GLÚTEOS NÃO TRAZ RISCOS E A CICATRIZ É IMPERCEPTÍVEL

 

A modelo de 28 anos Sheyla Almeida é a mulher mais siliconada do Brasil. Entre suas 22 cirurgias plásticas, encontra-se o implante de silicone no bumbum. “Coloquei em setembro do ano passado. Foi um sucesso, mas um pouco incômodo. Você tem que ficar de barriga pra baixo por 20 dias e dói muito. Mesmo assim, vale a pena porque o resultado é maravilhoso, com um bumbum empinado e durinho. Meu médico e eu decidimos colocar uma prótese de 180 mililitros em cada lado. A cirurgia é um pouco cara, pois é mais complicada do que a dos seios. Hoje, deve custar em torno de R$10 mil a R$13 mil. Eu nunca tive o bumbum perfeito, então o maior benefício é poder ficar feliz comigo mesma”, conta. 
O cirurgião plástico e autor do livro 
Buttocks and Reshaping, primeiro a falar de cirurgia glútea, Raul Gonzalez, explica que o implante deve ser feito com anestesia peridural. O procedimento necessita de dois dias de internação e é realizado em ambiente hospitalar, com duração de uma hora e meia, em média. Os cirurgiões da clínica BG Cirurgia Plástica, Benedito Soares Vieira e George Luís Pereira Soares, contam que a prótese deve ser colocada por baixo do músculo, com uma incisão de cerca de cinco centímetros entre o osso sacro e o cóccix, ou seja, entre uma nádega e outra. “A prótese intramuscular confere um resultado natural. Muitas pessoas que fizeram a cirurgia não contam nem aos cônjuges, pois ela ainda é um tabu que começa a ser desmistificado”, ressalta Gonzalez. 

No pós-operatório, o paciente usa a cinta modeladora durante um mês. Ele pode caminhar e ir ao banheiro normalmente. De qualquer forma, não deve sentar e, caso isso seja necessário, deve preferir superfícies duras que deixam a coluna ereta, para que não ocorra a abertura da cicatriz. Durante dez dias, a pessoa fica deitada de lado ou de costas, com travesseiros para evitar a compressão da prótese. A retomada lenta dos exercícios físicos só pode ocorrer após quatro meses. O cirurgião plástico André Luis Vieira lembra que há dor nos dois primeiros dias e os pontos são retirados depois de 7 ou 14 dias. 

Escolha sua prótese

1 – Prótese de glúteo oval de superfície lisa
2 – Prótese de glúteo redonda superfície lisa
3 – Prótese de glúteo oval texturizada

A única fabricante brasileira de prótese glútea é a empresa Silimed, que oferece três tipos mais importantes de silicone, indicados conforme o caso. A prótese redonda possui volume até 370 miligramas, enquanto a oval tem até 550. Modelos maiores são feitos especialmente para o paciente. A prótese quartzo é uma das mais usadas, por deixar o bumbum empinado. Veja algumas dicas:

Pessoas de estatura baixa e nádega curta: a indicação é a prótese redonda, para fazer um bom preenchimento da área.

Pessoas de estatura alta e nádega longa: a dica é implantar a quartzo, uma prótese mais verticalizada.

Pessoas muito flácidas e magras: devem utilizar a prótese de baixa projeção oval, para disfarçar a presença do silicone.

Os riscos incluem hematomas e infecções. George Luís ressalta que o repouso é importante para que não haja a abertura dos pontos. As rejeições à prótese são raras e, nesses casos, o silicone deve ser retirado. As indicações ficam para pessoas com ausência completa da musculatura ou atrofia exagerada do músculo. 

durabilidade do silicone ainda é uma incógnita, mas pode chegar a mais de dez anos. Alguns especialistas acreditam que as novas próteses alcancem os 25 anos, mas não há comprovações. “É preciso tomar cuidado ao escolher o profissional que fará a cirurgia. Já vi casos onde o resultado ficou feio porque o médico usou a prótese de mama no lugar do silicone para o glúteo, já que é mais barata. O par de próteses de mama custa, em média, R$1.600,00 a R$1.900,00, enquanto o custo para os glúteos é de cerca de R$2.300,00”, lembra George Luís. 

Outras cirurgias
Um tratamento bastante utilizado por homens, principalmente em fisioculturistas que tentam desenvolver a musculatura peitoral e não conseguem, mesmo com exercício físico intenso, é o implante de silicone no peitoral. Além disso, a assimetria causada por síndromes pode ser corrigida com a operação. A prótese, com formato retangular e tamanhos variados (P – 190 ml, M – 230 ml e G – 300 ml), é inserida por baixo do músculo, empurrando-o para frente. A cirurgia dura em torno de uma hora, com anestesia geral ou local com sedação e o paciente pode sair do hospital no mesmo dia. A cicatriz é na axila e, no pós-operatório, deve haver repouso relativo durante um mês (sem dirigir, carregar peso ou praticar esportes).De acordo com o cirurgião Adriano Romiti Carvalho, o implante napanturrilha é um procedimento mais complicado por causa da vascularização da perna. A cicatriz fica localizada na parte de trás da dobra do joelho e o silicone é inserido entre os dois músculos do local. A prótese é achatada e deve ser adequada à altura e à largura da perna de cada pessoa.

Mitos e verdades 

Muitas lendas rondam os implantes de silicone. Na lista das informações corretas, está que, após a cirurgia nos glúteos, a pessoa não poderá mais tomar injeção ou vacina no bumbum. A agulha não vai estourar a prótese, mas a substância será injetada dentro dela, não conferindo efeitos ao organismo. Mesmo assim, não existe um medicamento que seja obrigatoriamente injetado na região intramuscular glútea. Quando há situações de emergência, o remédio deve ser aplicado direto na veia. 

Outra verdade é que o silicone pode sair do lugar. As causas são movimentações bruscas e erradas, pressão sobre a prótese, implante errado, acidentes e uso inadequado de sutiãs, empurrando-o para o centro do tórax. Quanto ao bumbum, os implantes intramusculares oferecem menores chances de movimentação, ao contrário dos subcutâneos (feitos acima do músculo). 

Em relação aos mitos, o paciente não corre risco de romper a prótese por causa da pressão atmosférica causada pela viagem de avião. As cabines são pressurizadas e, mesmo que não fossem, não há notícias de fatos como esse e testes comprovam que isso não pode ocorrer. Mergulho em grande profundidade e pára-quedismo também estão permitidos. O silicone é bastante resistente não apenas pela camada externa, mas pelo conteúdo, que é um gel de alta coesividade, ou seja, mantém a umidade mesmo se o envelope romper. Além disso, a prótese é revestida com camadas múltiplas, principalmente a de glúteos, que é mais resistente do que a de seios. Caso rompa por algum trauma ou acidente, o conteúdo da prótese não escapa do revestimento.

Silicone injetável: o procedimento é proibido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, pois o líquido pode migrar para outras regiões do corpo (coxas, joelhos e tornozelos), entrando nas articulações e causando inflamações e siliconomas (nódulos). Além disso, pode ocorrer um processo de defesa do próprio corpo chamado fístola, quando o organismo tenta expulsar o conteúdo por alguma cavidade, drenando o silicone. 

Bioplastia: não é indicada para aumento dos glúteos, pois o produto injetado não oferece chance de retirada sem seqüelas, podendo formar nódulos, fístola e inflamações.

Enxerto de gordura: não é muito indicado, já que parte da gordura implantada pode ser absorvida pelo corpo, de forma desigual em cada glúteo, causando assimetria.
Fonte:guiadasemana

beijos, Fran
15/08 2013
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A diferença entre Abdominoplastia e a Mini-Abdominoplastia

A abdominoplastia(cirurgia plástica de abdômen), é uma cirurgia em que se realiza uma retirada grande de pele e gordura do abdômen, resultando em uma cicatriz que vai de uma crista ilíaca à outra e se refaz a cicatriz umbilical (umbigo). Nessa cirurgia, normalmente não há a necessidade de lipoaspiração e a plástica consegue tratar adequadamente a parte superior e inferior do abdômen.

Já a mini abdominoplastia geralmente é realizada através da associação com a lipoaspiração. O cirurgião realiza esta mini-cirurgia através de uma pequena incisão colocada na região púbica, semelhante à da abdominoplastia tradicional mas que não necessita de ser tão extensa. Seguidamente, é efetuado o descolamento da pele e do tecido adiposo até ao umbigo, o qual permite, por estiramento, a remoção do excesso de pele e da gordura dessa área. Simultaneamente, é realizado também a reparação da parede muscular, cuja tonicidade se encontra muitas vezes diminuída. A combinação com a lipoaspiração ajuda a eliminar zonas com gordura localizada e a redefinir a silhueta abdominal. A cicatriz umbilical é preservada, sendo levantada durante o procedimento, e reposicionada um a dois centímetros abaixo de sua posição original para se evitar aumento de flacidez no andar superior do abdômen. Assim, essa modalidade de cirurgia plástica fica reservada para pacientes com pouca flacidez de pele (tendo esta maior abaixo do umbigo e menor acima do umbigo), com excesso discreto a moderado de gordura.

Entendendo o procedimento de Miniabdominoplastia

A miniabdominoplastia se realiza sob anestesia peridural e sedação, iniciando-se normalmente após lipoaspiração no abdômen e flancos fazendo-se uma incisão e retirada de fuso de pele na região da cesárea, no abdômen inferior. A região central do abdômen é descolada, elevando-se a gordura remanescente e a pele, incluindo aí o umbigo (cicatriz umbilical), até o xifóide, permitindo o fechamento da musculatura reto abdominal com pontos inabsorvíveis, que foi naturalmente separada (diastase) durante a gestação. O umbigo é fixado um a dois centímetros abaixo de sua posição inicial, auxiliando na tração dos tecidos para baixo, evitando aumento de flacidez no andar superior do abdômen decorrente dessa cirurgia. A parte interna, gordura, é fechada com pontos absorvíveis e a parte externa da pele é fechada com cola e a cicatriz é poucos centímetros mais comprida que a da cesárea. A cola tem capacidade de força até sete vezes maior do que os pontos, além do benefício de não deixar marcas de pontos na cicatriz. Não há cicatriz ao redor do umbigo, como na plástica abdominal tradicional, apenas superiormente caso seja realizada a lipoaspiração, porém essa técnica somente pode ser utilizada em casos selecionados, adequadamente indicados pelo cirurgião plástico.

Fotos Cicatrizes:

Abdominoplastia Tradicional

Cicatriz após 9 dias de procedimento de Abdominoplastia.

Cicatriz após Cirurgia de Abdominoplastia.

Abdominoplastia Secundária – Correção de cirurgia

Fotos Miniabdominoplastia

Evolução Cicatriz de Mini Abdominoplastia do 3º ou 18º mês de pós-operatório.

Indicações para Abdominoplastia

É muito importante que o cirurgião plástico realize a correta indicação da cirurgia, pois da mesma forma que pacientes que não têm pele para realizar a abdominoplastia clássica podem ter dificuldade no fechamento de sua cirurgia, pacientes com muita flacidez e que realizam a miniabdominoplastia por temer a cicatriz maior da abdominoplastia clássica, podem se frustrar com o excesso de pele que pode ocorrer após a cirurgia. Cabe, então, ao cirurgião plástico avaliar adequadamente a paciente em pé, sentada e deitada a fim de se optar pela melhor técnica para cada caso.

A candidata ideal à mini-abdominoplastia é aquela paciente de meia-idade, com alguma gordura localizada no terço inferior do abdômen (região infra-umbilical), sem uma abundância desproporcionada da pele e cuja deformidade abdominal se deve, fundamentalmente, a um relaxamento da parede muscular do ventre. A situação típica daquelas mulheres que já tenham tido filhos e que, em consequência das gravidezes, viram a sua musculatura do abdômen dar lugar a uma tripla barriga

As vantagens da Miniabdominoplastia:
Possibilidade de efetuar a cirurgia com anestesia local com sedação ou anestesia geral sem necessidade de internamento
Redução dos riscos e das complicações pós-operatórias
Recuperação mais rápida no pós-operatório com regresso à atividade laboral após uma semana
Cicatriz reduzida e facilmente ocultada
Nas primeiras 24 horas, aprecia-se uma notável melhoria do contorno abdominal. No entanto, deve sempre indicar-se aos pacientes que o resultado definitivo não se alcançará antes dos seis meses, altura em que se reestruturam definitivamente os tecidos

Os resultados se mantêm?

A menos que haja uma nova gravidez, em que o peso da paciente volta a sofrer oscilações importantes, o ventre pode continuar plano durante muitos anos e a efetividade desta técnica é altíssima.

Fotos de Resultados Reais pós Abdominoplastia:

Resultado após Abdominoplastia tradicional.

Resultado após 6 meses de realização de Miniabdominoplastia.

Resultado após 14 dias de Abdominoplastia + lipoescultura: pubis,costas e interior de coxa.

Antes com o resultado de uma primeira Abdominoplastia realizada a 9 anos e Depois da Abdominoplastia secundária para correção.

Cuidados Recomendados Antes e depois da Miniabdominoplastia:
Como em qualquer intervenção, por mais simples que seja, é aconselhável deixar de fumar uma semana antes. De igual modo, a aspirina e os anti-inflamatórios, se forem vasodilatadores, podem provocar aumento do risco de hemorragia.
Se estiver em tratamento com estes fármacos, deverá parar de tomá-los uma semana antes da cirurgia, por uma questão de precaução. O cirurgião realizará um estudo pré-operatório completo que inclui uma consulta pré-anestésica.
A duração da intervenção oscila entre três quartos de hora e uma hora. A paciente pode ir dormir a sua casa nessa mesma noite.
Apesar da relativa simplicidade da intervenção, há que ter algumas precauções no dia seguinte. Deve levantar-se da cama ainda que por pequenos períodos, no dia a seguir à intervenção.
Deve realizar pequenas caminhadas em casa para promover a circulação. É preciso evitar esforços excessivos, dobrar-se desnecessariamente, levantar pesos… Todos estes actos rotineiros podem causar inchaço na zona ou um leve sangramento.
Há que evitar uma alimentação flatulenta para não distender o intestino, o que provocaria alguns incómodos. Há também que controlar constipações pelo mesmo motivo. Conforme explica João Baptista Fernandes, «qualquer patologia que provoque tosse, pode pressionar a zona e causar dor».
Na primeira semana, é aconselhável dormir virada para cima e com uma almofada por baixo dos joelhos.
Durante o primeiro mês, não é conveniente realizar exercícios bruscos e intensos que possam colocar em perigo a micro-intervenção que provoca tensão nos músculos.
É ainda importante que o paciente tenha consultas posteriores com o cirurgião, antes de começar a realizar exercício físico ou actividades extenuantes. É também aconselhável realizar sessões de drenagem linfática pós-operatória que ajudarão a reduzir o edema e a evitar irregularidades do contorno
Fonte:Lipo e silicone

beijos, Fran
15/08 2013
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