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Mulher implanta terceiro seio

 
 
 
 
 
 

Silicone extremo: mulher implanta terceiro seio

Jaime diz que tomou a decisão quando viu seu namorado olhando para os seios de outra mulher em um shopping.A onda de cirugias plásticas para o aumento de mamas chegou a um novo patamar. A americana Jaime Sommers, de 29 anos, implantou um terceiro seio de silicone, entre as duas mamas também siliconadas.
Ela diz que queria ficar diferente das outras mulheres e agradar o namorado. “Hoje em dia todo mundo tem silicone. Você tem que fazer alguma coisa para se destacar na multidão”, disse ela.
Jaime a princípio pensou em aumentar o tamanho dos seios, mas descartou a ideia. Segundo ela, crescer os peitos já é tão padrão que a medida não surtiria efeito. “Tomei a decisão quando vi meu namorado olhando para o peito de outra mulher no shopping”, afirma.
A cirurgia durou cerca de quatro horas e Jaime diz que a recuperação foi rápida. “Agora eu chamo a atenção por onde passo”, diz ela, feliz. Jaime só reclama porque não consegue dormir mais de bruços.

Fonte:qualquerinstante
beijos, Fran
14/05 2013
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Como são fabricadas as próteses de silicone

Empresas mantém nível elevado de segurança durante fabricação

A FABRICAÇÃO DO ELASTÔMERO

A responsabilidade com a qualidade das próteses começa no momento em que o fabricante recebe e verifica a matéria-prima. No caso das próteses mamárias pesquisadas para esta matéria, especificamente, o gel utilizado é fornecido pela Nusil Technology. A substância é silicone de grau médico implantável da mais alta qualidade aprovada e reconhecida pelo FDA (Food and Drug Administration), entre outras entidades de relevância internacional e certificada com ISO 9001:2008 e ISO 13485:2003. A rastreabilidade da prótese é fundamental. Para isso, todos os produtos devem receber um numero de série no início da fabricação, o que possibilita o acompanhamento do implante após a cirurgia. O elastômero, membrana que envolve e protege o gel de silicone, é obtido por meio de um molde que é mergulhado em uma dispersão (gel) de silicone e levado a um forno de alta temperatura, para adquirir forma e consistência.
Este processo é repetido ate que se obtenha as diferentes camadas que vão formar o elastômero. A membrana tem uma estrutura trilaminar, com camadas de espessura e uma ótima resistência e evita o micro vazamento do gel de silicone.
As próteses ainda passam pelo processo de texturização do elastômero, procedimento que favorece a aderência aos tecidos e favorece a aderência aos tecidos e reduz a incidência de contratura capsular. Por dia, cerca de 30 produtos passam por testes mecânicos de destruição. Os elastômeros são submetidos a prova de resistência e deformação realizadas pelo departamento de Controle de Qualidade. A escolha dos elastômeros a serem testados é feita aleatoriamente. Na primeira prova, partes da membrana são cortadas e esticadas ate se romperem, para que seja medido seu potencial de alongamento. Este teste é feito em diferentes pontos, entre a base e o topo da bolsa. A norma internacional ISO 14607 (referente as Boas Praticas de fabricação de dispositivos médicos – especificamente, de próteses mamárias) exige que as membranas tenham ao menos 450% de potencial de alongamento, mas a média dessa empresa e de 600%. Existem empresas que rejeitam os elastômeros com índice inferior a 500%. O ideal é obter uma membrana que alie alto poder de alongamento e maleabilidade com grande resistência.
Na Prova de deformação, as membranas são alongadas a 300% por dez segundos e tem que apresentar uma deformação inferior a 3% -, índice inferior ao exigido pela ISO 14607, que é de menos de 10% de alteração. Depois, os elastômeros são submetidos a testes antivazamento, em que são preenchidos com ar e mergulhados em um recipiente com etanol. Além destes testes físicos, as membranas passam por avaliações visuais que ajudam a detectar irregularidades.

SELAGEM E PREENCHIMENTO

Na etapa seguinte, antes de ser preenchido com o gel de silicone, o elastômero é selado em um processo de vulcanização (processo por calor). Diariamente, o controle de qualidade escolhe aleatoriamente elastômeros selados para realizar testes de alongamento e selagem. As membranas são esticadas ate se romperem e, pela ISO 14607, o potencial de alongamento deve ser superior a 300%. O gel de silicone, após passar por provas de coesão diariamente, é inserido na membrana por meio de um minúsculo fio de teflon. O gel injetada na membrana por meio de uma agulha que penetra o elastômero pelo canal deixado pelo fio de teflon, que é retirado e recolocado para preenchimento. A cada etapa do processo, os resultados dos testes são documentados. Para garantir o comprimento dos procedimentos, 30 relatos, diante de um total de 800, são analisados aleatoriamente por dia. Para a comercialização, as próteses são esterilizadas com oxido de etileno e embaladas em double-blister. O produto é armazenado em temperatura ambiente e na horizontal, para evitar deformações. Mas, tão importante quanto a rigidez em cada uma dessas etapas, é o acompanhamento dos pacientes, que é essencial para a minimização de riscos.

CONHEÇA SEU FORNECEDOR

É fundamental que os cirurgiões conheçam profundamente os fabricantes das próteses. A história e a tradição do fornecedor devem fazer a diferença na hora da escolha. Da mesma forma, a condição financeira da empresa pode ser determinante em caso de crises. É importante conhecer as garantias (nacionais e internacionais), saber que tipo de suporte é oferecido aos médicos e pacientes.

Fonte: Revista Plastiko’s Janeiro 2012

beijos, Fran
12/05 2013
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Silicone e mamografia

Certamente você já ouviu falar que a prótese de silicone pode atrapalhar o exame de mamografia, não é? Já deve também ter se perguntado: “Será que a prótese pode romper dentro do corpo? E o que acontece se ela romper?”. Inúmeras dúvidas giram em torno desse “amigo do peito”, que desde a década de 80 vem sendo utilizado por milhares de mulheres que desejam aumentar ou reconstruir a mama, ter um corpo mais belo e também, é claro, aumentar a auto-estima.

Para esclarecer de uma vez por todas estas dúvidas, consultamos duas especialistas no assunto: a cirurgiã plástica Wanda Elizabeth Corrêa, coordenadora da Comissão de Silicone da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e membro da Câmara técnica sobre produtos e técnicas estéticas do Conselho Federal de Medicina, e a médica radiologista Fabiola Procaci Kestelman, do Instituto Nacional de Câncer (INCA), especializada em ressonância magnética. Confira:

Quais os exames que toda mulher que tem silicone deve fazer?

Independente da mulher possuir ou não implantes de silicone, o rastreamento do câncer de mama deve ser feito com mamografia a partir de 40 anos, anualmente, segundo a orientação da Sociedade Americana de Cancerologia. “Nos casos de mulheres com risco aumentado para câncer de mama (exemplo: história familiar fortemente positiva ou mutação genética que predispõe ao câncer de mama) pode-se associar a ultrassonografia e/ou ressonância magnética quando as mamas são densas”, lembra a radiologista.

Qual ou quais exames faço para avaliar a integridade do implante? O que esses exames previnem/diagnosticam?

Para avaliar a integridade do implante, o exame mais indicado é a ressonância magnética. Porém, a ultrassonografia, quando realizada por um radiologista especializado em mama, tem boa sensibilidade para detectar rupturas.

A mamografia tem sensibilidade alta para diagnosticar o carcinomas in situ, nos quais o tratamento oferece cura em até 100% dos casos. Esses, em grande parte dos casos, correspondem a microcalcificações na mamografia. “Carcinomas invasores pequenos também podem ser diagnosticados nas mamografias antes que sejam detectados na palpação das mamas feita pelo médico ou pela própria paciente. Tumores pequenos também têm alto índice de cura. A mamografia nestes casos pode mostrar um nódulo”, lembra Fabíola. Entretanto, um grande número de lesões diagnosticadas na mamografia e mesmo na ultrassonografia e ressonância magnética, correspondem a lesões benignas. Um exemplo é o fibroadenoma, que são nódulos de mama muito frequentes nas mulheres. Por isso os exames devem ser avaliados por médicos especializados antes de se optar por uma biópsia.

A prótese de silicone atrapalha a mamografia? O risco de câncer de mama aumenta com os implantes de silicone?

De maneira alguma. A mamografia pode ser realizada em pacientes que tenham implantes de silicone tanto abaixo da glândula como abaixo do músculo, sem prejuízo para a prótese e nem para a visualização de lesões mamográficas. “É importante, no entanto, o técnico ser informado sobre a existência do silicone. Assim, realizará a chamada ‘Manobra de Eklund’, em que se traciona a mama para expor ao raio-x apenas o tecido mamário”, diz Wanda Elizabeth Corrêa. Outro dado relevante é que implante de silicone não constitui fator de risco para desenvolvimento de câncer de mama.

Esses exames são particulares ou podem ser feitos na rede pública?

A mamografia está disponível na rede pública. O consenso do Instituto Nacional do Câncer orienta para controle do câncer que mulheres entre 50 e 69 anos façam mamografia bianual. Assim a rede pública deve oferecer mamografia para este grupo de mulheres. Com relação à ultrassonografia e ressonância magnética, a disponibilidade é variável de acordo com vários fatores, incluindo a região do país.

Se eu não trocar a prótese mamária a cada 5 anos, ela pode romper e o silicone se espalhar por todo o corpo?

Não há um prazo específico para a troca e, com as próteses atuais mais resistentes e seguras, dificilmente a troca ocorrerá antes dos 15 anos. É possível usá-las indefinidamente, pelo tempo que permanecerem íntegras, mas sempre acompanhando através dos exames acima citados. Em relação ao rompimento, as próteses utilizadas no Brasil são feitas de gel coesivo (espécie de “gelatina bem consistente”). Se cortadas ou rompidas, o conteúdo não escorre. Não há esse risco.

Os implantes de silicone têm prazo de validade?

Embora os implantes não tenham estimativa de vida útil reconhecido pelo meio científico, a única fabricante de próteses de silicone na América Latina, Silimed, define atualmente um período médio de dez anos. Tal parâmetro pode ser alterado caso surja uma razão que justifique. “Hoje, há diversas pacientes no Brasil e no exterior com o mesmo implante há mais de 15 anos sem quaisquer problemas”, diz a cirurgiã plástica.

Tenho silicone nas mamas. De quanto em quanto tempo devo ir ao meu médico?

Muitas mulheres acabam esquecendo as recomendações médicas após colocar a prótese. “A maioria só volta a procurar um especialista quando aparecem os sintomas de complicações. É importante fazer acompanhamento com cirurgião. O ideal é que, após 10 anos, o acompanhamento seja anual e que seja feito exame de ressonância magnética a cada dois anos”, finaliza Wanda.

Fonte:corpoacorpo.uol

beijos, Fran
10/05 2013
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