Depois do silicone e antes da redução da aréol
Depois do retoque da aréola
Depois do silicone e antes da redução da aréol
Depois do retoque da aréola
Em Março/2015, a Plastic and Reconstructive Surgery®, uma respeitada revista de cirurgia plástica, publicou uma séria de artigos sobre este tema com o intuito de fazer uma revisão periódica e manter a discussão acesa entre os cirurgiões plásticos, uma prática inclusive comum em todas as áreas da medicina.
Essas publicações geraram algumas incertezas aqui e ali, até por conta de reproduções parciais, e que carecem de confirmações.
Para responder às indagações sobre câncer de mama e prótese de silicone, nós escrevemos este artigo com o intuito de promover uma conscientização informada e baseada nos estudos médicos que já existem há mais de 50 anos.
O FDA, orgão do governo americano, publicou uma larga revisão sobre o tema em 2010, apresentando essa mesma conclusão no sentido de que a incidência desta doença é muito rara, e que por isso mesmo nenhuma medida deveria ser tomada com base nos casos encontrados (clique aqui), que não fosse o acompanhamento das pacientes.
Aqui no Brasil, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – SBCP – também tem uma comissão para estudar o tema. Já em 2012, considerou a incidência tão pequena, rara, que não seria possível associar esse tumor com os implantes de mama (clique aqui). A SBCP monitora os casos desde então e não fez nenhuma recomendação nova.
Até o momento não existe nenhum alerta ou sinal no sentido de que as próteses mamárias são um fator de risco que podem dar causa à origem de um câncer de mama.
Fonte e artigo completo:http://www.drmarceloolivan.com.br/o-linfoma-e-as-proteses-de-mama/
A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica transmite aos sócios, informações oficiais do Ministério da Saúde e parecer técnico científico do Instituto Nacional do Câncer, ambos do Governo Francês, esclarecendo assim, nota divulgada em 17/março/2015, pela imprensa brasileira, correlacionando o uso das próteses de silicone em cirurgias mamárias, com eventual observação de recentes casos de câncer de mama do tipo Linfoma Anaplásico de grandes células.
Em várias outras oportunidades, notícias desta natureza foram veiculadas, causando inquietude, com significativos prejuízos para pacientes portadores destes produtos; notícias estas, que contradizem posições cientificas.
Permanecem as orientações de não alarmismo, mantendo-se rotinas médicas de acompanhamento dos pacientes, com exames de imagem da região mamária, de acordo com avaliação profissional.
Próteses mamárias de silicone, assim como outros muitos tipos de implantes deste material tem sido constantemente estudados, sendo cada vez maior a sua aplicação na Medicina e em especial na Cirurgia Plástica, com elevados índices de segurança e satisfação.
A Comissão de Silicone da S.B.C.P., está em contato direto com diversas instituições científicas e sanitárias nacionais e internacionais, não havendo, até o momento, nada que justifique a interrupção de seu uso dentro das normas vigentes em todo o território nacional.
Fonte: SBCP http://www2.cirurgiaplastica.org.br/comunicado-oficial-silicone/