Mamoplastia
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Prótese de silicone-quando troca-las

 
 Saber quando trocar as próteses de silicone é muito importante, embora nem todas se devam tocar, algumas próteses de silicone precisam ser trocadas.
 
Quando trocar a prótese de silicone
 Próteses que apresentam defeito de fabricação ou que tenham prazo de validade como as mais antigas, devem ser trocadas em 8 a 12 anos, contudo, as mais novas, fabricadas a partir de 2005 podem durar, em média, 20 anos.
As próteses que são feitas de gel coesivo, geralmente, não necessitam ser trocadas tão cedo, embora uma revisão a cada 10 anos seja necessário. Esta revisão consiste em realizar somente uma ressonância magnética e exames de sangue para verificar se existe algum infecção.
A prótese de silicone deverá ser trocada sempre que representar danos à saúde do indivíduo, sejam eles físicos ou emocionais.
Por que trocar a prótese de silicone
Algumas próteses de silicone devem ser trocadas porque têm prazo de validade, estão rompidas ou mal posicionadas. Situações em que a prótese está gerando rugas ou pregas na pele podem ocorrer em próteses de grande tamanho, quando são colocadas em indivíduos com pele muito fina e com pouco tecido gorduroso para dar sustentação à pele.
A prótese necessitará ser trocada também se ela sofrer uma ruptura causada por acidentes automobilísticos, em caso de perfuração por “balas perdidas” ou acidente em esporte radical. Nestas situações mesmo que ela não apresente danos visíveis, uma ressonância magnética poderá evidenciar o problema.
Outra situação em que a prótese de silicone tenha que ser trocada é quando o indivíduo engorda ou emagrece muito e a prótese fica mal localizada, devido ao aumento da flacidez, neste caso, pode ser necessário ainda realizar um Lifting associado à colocação de uma nova prótese.
 
Consequências de não trocar a prótese de silicone
 Se a prótese de silicone não for trocada dentro do período recomendado, pode haver uma pequena ruptura e gerar micro-vazamentos do silicone que gera inflamações nos tecidos vizinhos, podendo ser necessário até mesmo fazer uma raspagem para retirada de parte deste tecido.
Esta infecção quando não é devidamente tratada pode piorar e espalhar-se por uma grande área comprometendo ainda mais a saúde do indivíduo.
 
Onde trocar a prótese de silicone
 A prótese de silicone deve ser trocada em meio hospitalar, com uma equipe de cirurgiões plásticos. O médico que colocou a prótese inicialmente pode realizar a cirurgia, mas não é obrigatório que o faça. Outro cirurgião plástico com os devidos conhecimentos poderá retirar a prótese antiga e colocar a nova prótese de silicone.
É importante que fique claro que nenhuma prótese de silicone tem duração eterna. Até o momento, todas as próteses de silicone devem ser trocadas num tempo variável entre 8 e 25 anos, por melhor que seja seu material.
 
Fonte:Tua Saúde
beijos, Fran
21/07 2013
Mamoplastia
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Seios turbinados-tire suas dúvidas

Seios turbinados: tire suas dúvidas sobre prótese de silicone

Certamente você já ouviu falar que a prótese de silicone pode atrapalhar o exame de mamografia, não é? Já deve também ter se perguntado: “Será que a prótese pode romper dentro dos seios? Para esclarecer de uma vez por todas as dúvidas que giram em torno da prótese de silicone, consultamos duas especialistas no assunto: a cirurgiã plástica Wanda Elizabeth Corrêa, coordenadora da Comissão de Silicone da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e membro da Câmara técnica sobre produtos e técnicas estéticas do Conselho Federal de Medicina, e a médica radiologista Fabiola Procaci Kestelman, do Instituto Nacional de Câncer (INCA), especializada em ressonância magnética. Confira:

Quais os exames que toda mulher que tem silicone deve fazer?

Independente da mulher possuir ou não implantes de silicone, o rastreamento do câncer de mama deve ser feito com mamografia a partir de 40 anos, anualmente, segundo a orientação da Sociedade Americana de Cancerologia. “Nos casos de mulheres com risco aumentado para câncer de mama (exemplo: história familiar fortemente positiva ou mutação genética que predispõe ao câncer de mama) pode-se associar a ultrassonografia e/ou ressonância magnética quando as mamas são densas”, lembra a radiologista.


Qual ou quais exames faço para avaliar a integridade do implante? 


O que esses exames previnem/diagnosticam?

Para avaliar a integridade do implante, o exame mais indicado é a ressonância magnética. Porém, a ultrassonografia, quando realizada por um radiologista especializado em mama, tem boa sensibilidade para detectar rupturas.

A mamografia tem sensibilidade alta para diagnosticar o carcinomas in situ, nos quais o tratamento oferece cura em até 100% dos casos. Esses, em grande parte dos casos, correspondem a microcalcificações na mamografia. “Carcinomas invasores pequenos também podem ser diagnosticados nas mamografias antes que sejam detectados na palpação das mamas feita pelo médico ou pela própria paciente. Tumores pequenos também têm alto índice de cura. A mamografia nestes casos pode mostrar um nódulo”, lembra Fabíola. Entretanto, um grande número de lesões diagnosticadas na mamografia e mesmo na ultrassonografia e ressonância magnética, correspondem a lesões benignas. Um exemplo é o fibroadenoma, que são nódulos de mama muito frequentes nas mulheres. Por isso os exames devem ser avaliados por médicos especializados antes de se optar por uma biópsia.

A prótese de silicone atrapalha a mamografia? O risco de câncer de mama aumenta com os implantes de silicone?


De maneira alguma. A mamografia pode ser realizada em pacientes que tenham implantes de silicone tanto abaixo da glândula como abaixo do músculo, sem prejuízo para a prótese e nem para a visualização de lesões mamográficas. “É importante, no entanto, o técnico ser informado sobre a existência do silicone. Assim, realizará a chamada ‘Manobra de Eklund’, em que se traciona a mama para expor ao raio-x apenas o tecido mamário”, diz Wanda Elizabeth Corrêa. Outro dado relevante é que implante de silicone não constitui fator de risco para desenvolvimento de câncer de mama.

Esses exames são particulares ou podem ser feitos na rede pública?

A mamografia está disponível na rede pública. O consenso do Instituto Nacional do Câncer orienta para controle do câncer que mulheres entre 50 e 69 anos façam mamografia bianual. Assim a rede pública deve oferecer mamografia para este grupo de mulheres. Com relação à ultrassonografia e ressonância magnética, a disponibilidade é variável de acordo com vários fatores, incluindo a região do país.


Se eu não trocar a prótese mamária a cada 5 anos, ela pode romper e o silicone se espalhar por todo o corpo?



Não há um prazo específico para a troca e, com as próteses atuais mais resistentes e seguras, dificilmente a troca ocorrerá antes dos 15 anos. É possível usá-las indefinidamente, pelo tempo que permanecerem íntegras, mas sempre acompanhando através dos exames acima citados. Em relação ao rompimento, as próteses utilizadas no Brasil são feitas de gel coesivo (espécie de “gelatina bem consistente”). Se cortadas ou rompidas, o conteúdo não escorre. Não há esse risco.

Os implantes de silicone têm prazo de validade?

Embora os implantes não tenham estimativa de vida útil reconhecido pelo meio científico, a única fabricante de próteses de silicone na América Latina, Silimed, define atualmente um período médio de dez anos. Tal parâmetro pode ser alterado caso surja uma razão que justifique. “Hoje, há diversas pacientes no Brasil e no exterior com o mesmo implante há mais de 15 anos sem quaisquer problemas”, diz a cirurgiã plástica.

Tenho silicone nas mamas. De quanto em quanto tempo devo ir ao meu médico?

Muitas mulheres acabam esquecendo as recomendações médicas após colocar a prótese. “A maioria só volta a procurar um especialista quando aparecem os sintomas de complicações. É importante fazer acompanhamento com cirurgião. O ideal é que, após 10 anos, o acompanhamento seja anual e que seja feito exame de ressonância magnética a cada dois anos”, finaliza Wanda.


Fonte: Corpo a corpo uol
beijos, Fran
21/07 2013
Plásticas Saúde & Beleza
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Lifting cirúrgico e lifting estético

O lifting é uma técnica muito utilizada em rejuvenescimento, quando  temos a presença de flacidez de pele. Existem dois tipos de lifting: o lifting cirúrgico e o lifting estético. O cirúrgico faz parte da grade de cirurgias plásticas, uma pequena quantidade de pele é removida das laterais do rosto e o lifting estético, são feitos combinações de massagens manualmente com um sentido específico, com a mesma finalidade que é melhorar a flacidez da pele. A Dra. Fabiana Padovez, esteticista e professora do curso de graduação e pós-graduação em Estética da Universidade Anhembi Morumbi, nos dá dicas importantes de estética e beleza. Confira.  

 
 

Fonte:Bustv

beijos, Fran
20/07 2013
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