Plásticas
0 Comentários

Médico faz abdominoplastia em sí mesmo

“Quero virar nome de lei”,diz médico que fez autocirurgia.

Luiz Américo Freitas Sobrinho diz que não há lei que proíba autocirurgia.
Para CRM, parecer julga inapropriado qualquer tipo de ato médico em si.

 

O médico Luiz Américo Freitas Sobrinho, de 66 anos, que fez em si mesmo uma abdominoplastia (plástica no abdômen) em setembro de 2012, diz que não teme sanções dos órgãos reguladores por não haver, segundo ele, nenhuma lei que proíba a autocirurgia.
Segundo o médico, o vídeo da cirurgia foi publicado em sua conta no Youtube pela filha. (Veja o vídeo – atenção: o vídeo tem imagens que podem ser consideradas fortes por algumas pessoas). O vídeo já teve quase 300 mil visualizações.
De acordo com o Conselho Regional de Medicina (CRM), o parecer número 103.167, de 2007, julga inapropriado qualquer tipo de ato médico em si próprio, bem como pedido de exames para ele mesmo. ” Ainda que o Código de Ética Médica não tenha nenhum artigo abordando o tema, julgamos inapropriado o médico solicitar exames para si próprio ou realizar qualquer ato médico em si, como se auto-prescrever, se auto-examinar etc.”, determina o parecer. As medidas variam entre a advertência até a cassação do registro profissional. O médico Luiz Américo contesta o documento do CRM e afirma que ele não especifica autocirurgias, e sim receitar remédios para si próprio, por exemplo.
A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) também se pronunciou a respeito do caso, por meio do secretário-geral da entidade, Dênis Calazans Loma. Ele informou que a SBCP instaurou, em outubro de 2012, um procedimento administrativo sindicante para apurar o caso.
Em entrevista ao G1, Luiz Américo disse que já pensou em abandonar a medicina quando o vídeo foi postado e a polêmica começou. “Toda essa repercussão me assustou”, disse. Hoje, com o apoio de vários internautas e dos pacientes, ele declarou que vai “encarar as consequências e ir até o fim”. Confira a entrevista completa.
G1 – Depois da cirurgia, as técnicas aplicadas pelo senhor nas cirurgias foram aprimoradas?
Luiz Américo –  
Eu senti que eu posso aprimorar minha técnica. Nenhum médico é obrigado a se operar para ser melhor, mas já que operei, tirei dessa experiência muitos conhecimentos que podem ser aplicados aos meus pacientes. Já sei como o paciente se sente depois da cirurgia, por exemplo. Antes, um recém-operado reclamava de alguma dor, algum formigamento, e eu achava que era psicológico. Hoje sei que não.
G1 – Quem publicou o vídeo na internet?
Luiz Américo – Apesar do perfil ser meu, foi a minha filha quem postou o vídeo. Ela tinha minha senha, e quis me fazer uma surpresa, já que achava o meu ato muito corajoso, e sentia orgulho de mim.
G1 – O senhor aprovou a atitude dela?
Luiz Américo – Depois que vi a repercussão e as acusações de outros médicos, repudiando minha atitude, fiquei muito bravo com ela. Nós brigamos, eu pensei em abandonar a cirurgia, em virar padre e até andarilho. Já quis até sair de casa. Mas depois pensei melhor, a perdoei e hoje ficamos ainda mais próximos. Falei que ela não tem culpa de nada. Nem eu, nem ela, ninguém é culpado.
G1 – Como o senhor vê a repercussão de sua cirurgia?
Luiz Américo – Os elogios das pessoas me ajudaram a recuperar minha coragem, e a me estimular a não largar tudo. Muitos profissionais respeitados me mandaram mensagens de apoio. Eu sou capaz de fazer uma lista de médicos que já fizeram a autocirurgia. No meu caso foi diferente porque tem o vídeo, só isso. Do contrário, seria só mais um caso. Se um médico retira uma verruga de si, por exemplo, isso é considerado crime? Não existe nenhum parâmetro que diferencia essas práticas da minha.
G1 – A equipe que acompanhou sua cirurgia continua te apoiando?
Luiz Américo – Com certeza. A única diferença é que, assustados com a repercussão, eles me imploraram sigilo. Claro que eu nunca vou revelar quem foi. Eles me deram o apoio, com um pouco de medo. Eles ficaram muito emocionados. Uma das médicas – que já foi minha namorada – até chorou.
Se um pedreiro faz a própria casa, uma manicure tira sua própria cutícula, por que eu não poderia me operar?”
Luiz Américo
G1 – O senhor pensa em fazer outra autocirurgia?
Luiz Américo – 
Farei sem dúvida, assim que criarem uma lei dizendo que todos os médicos estão autorizados a realizarem a autocirurgia. Essa lei, inclusive, deveria levar o meu nome. ‘Lei Luiz Américo’, regulamentando minha atitude. Acredito que levantei a questão na área científica.
G1 – Qual cirurgia faria?
Luiz Américo – Tenho vontade de operar minhas pálpebras. Faria primeiro em uma, com um dos olhos abertos, e depois, na outra. Quem sabe um dia.
G1 – O senhor teme sofrer alguma sanção do CRM ou de outro órgão regulador?
Luiz Américo – Não temo nenhum tipo de sanção. Primeiro, porque vários outros médicos já praticaram a autocirurgia. O que me diferencia é o vídeo, que não foi publicado. Segundo, porque não há nenhuma lei que me proíba de fazer isso. O que há é uma recomendação de um parecer devido a um médico que se autoexaminou. O meu medo é o dano moral que as declarações de membros do CRM e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica possam me causar.
G1 – Houve alteração no movimento de seu consultório depois da repercussão?
Luiz Américo – Como a matéria do G1 foi publicada na sexta-feira, não deu para sentir a diferença ainda. Vou analisar daqui para frente. Os pacientes que vieram para retorno hoje (segunda-feira, 6) parabenizaram minha atitude e disseram que agora gostam ainda mais de mim.
G1 – O senhor acredita que contribuiu para a ciência?
Luiz Américo – 
Abri um precedente, uma porta a ser estudada, um parâmetro a ser pensado. Se um pedreiro faz a própria casa, uma manicure tira sua própria cutícula, por que eu não poderia me operar? Eu queria que meu tipo de corte fosse feito em mim, que meu estilo fosse aplicado, e ficaria chato orientar outro profissional a fazer do meu jeito. Foi um desafio, uma pesquisa. Eu gosto muito do que eu faço, e de como faço. Por que não poderia então fazer em mim? O sujeito tem que ser livre para fazer o que quer do corpo dele, principalmente o médico.
G1 – A relação do senhor com os pacientes mudou?
Luiz Américo – 
Estou mais próximo deles. Sei agora o que eles sentem. Vou torcer agora para o movimento em meu consultório não cair, pois eu amo o que eu faço, e a autocirurgia só me ajudou a aprimorar. Sei que eles vão continuar confiando em mim.
Médico de Jundiaí que fez autocirurgia e publicou vídeo na internet quer ser referência no procedimento (Foto: Reprodução/TV TEM)
 
Fonte:G1
beijos, Fran
07/05 2013
Saúde & Beleza
0 Comentários

Banida no Face foto de tatuada após retirar seio

Imagem de mulher tatuada depois de superar câncer de mama é removida do Facebook constantemente (Reprodução de internet)

RIO – A tatuagem no colo de uma mulher desenha um belo top, e foi postada pelo estúdio canadense Custom Tatoo Design no Facebook. Por trás do desenho, está a história de uma mulher que fez mastectomia dupla (ou seja, retirou totalmente os dois seios) por conta de um câncer de mama. A foto, porém, foi banida da rede social por violar a política do site, que não autoriza nudez em suas páginas.

Os internautas não gostaram nada da atitude do Facebook e resolveram embarcar em uma campanha, promovida pelo estúdio de tatuagem, para que imagem possa ser publicada livremente.

“O Facebook continua a remover a postagem por considerá-la ofensiva, em função da nudez. No entanto, nós achamos que essa mulher é forte e corajosa, então vamos publicar a imagem aqui de qualquer forma e pedimos o apoio de vocês. Por favor, curta e compartilhe para mostrar seu apoio a esta e a muitas outras mulheres que já perderam tanto em suas vidas”, diz o texto na página do estúdio Custom Tatoo Design.

A foto, extraída do livro “Bodies of Subversion: A Secret History of Women and Tattoo”, já tem mais de 130 mil compartilhamentos e 160 mil curtidas.
Fonte:Primeira edição

beijos, Fran
07/05 2013
Saúde & Beleza
0 Comentários

Saiba qual o método depilatório mais recomendado pra você


(Foto: iStock)

De qualquer forma, há as que são indicadas para todas, das mais sensíveis às mais resistentes, e as que combinam mais com determinado tipo. O pelo também muda: tem gente que tem pelos mais grossos e escuros, outras mais sortudas que têm pelos finos e claros. E seja qual for o seu tipo de pele e opção de depilação, alguns cuidados são essenciais: nada de se depilar a menos de 72 horas de tomar sol, por exemplo, já que isso aumenta os riscos de manchas na pele. “Nossa pele solta um líquido fotossensível quando nos depilamos, chamado fluido intersticial. Por isso o perigo”, explica a coordenadora técnica da rede Jacques Janine, Vanda Regina.

Veja a lista de métodos que preparamos e escolha o que tem mais a ver com você.

Cera quente
Funciona bem para quase todo tipo de pele, com exceção das muito sensíveis e com vasinhos aparentes. Se você se enquadra nesse perfil, prefira os métodos mais delicados, como os cremes depilatórios (para quem não se importa em ter que repetir o processo com menor intervalo, já que essa forma de depilação não retira os pelos pela raiz) e o laser (para quem precisa de um resultado mais duradouro ou até definitivo), que não danificam a pele. Mas se você não se enquadra, vá em frente: “a cera quente é indicada para todas as regiões do corpo. Hoje em dia elas são usadas em uma temperatura mais baixa e possuem a goma mais espessa, que adere melhor à pele, causando menos danos e retirando pelos mais finos e curtos também”, explica Vanda.

Cera fria
É dos métodos mais doloridos, indicado para pernas, axilas, abdome e face – de quem tem a pele resistente e sem estrias, foliculite (pelos encravados) e vasinhos. “Esse método está quase entrando em desuso nos salões porque as novas ceras do mercado são termodinâmicas, não passam de uma temperatura morna, e por isso não provocam dilatação de vasos e são menos agressivas”, afirma Vanda. Mas é dos mais eficientes em regiões de acesso mais difícil.

Linha
A depilação com linha veio mesmo para ficar. De origem egípcia, ela não usa produtos químicos. “Nem mesmo a temperatura é diferente da da pele, por isso serve para todos os tipos e todas as áreas do corpo”, conta Vanda. A manutenção da temperatura da pele ajuda a amenizar o incômodo desse método. Mas há quem ache muito dolorida, já que se trata de arrancar pela raiz os pelos que se envolvem na linha. É indicada para pessoas com predisposição a alergias, por utilizar apenas a linha de algodão e soro fisiológico.

Laser
Se por um lado o laser é indicado para quem tem pelos grossos e escuros, porque possibilita que eles sejam completamente extintos – ou, em muitos casos, que desapareçam por pelo menos 6 meses -, por outro também é uma boa pedida para quem tem pelos finos e a pele sensível, porque o método não agride a pele. “Depois de concluir as sessões necessárias, você pode fazer sessões reparadoras a cada dois anos”, afirma Vanda.

FONTE:YAHOO MULHER
beijos, Fran
05/05 2013
Topo