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Pele lisinha e sem pelos para o verão

Soluções definitivas para se livrar dos pelos encravados e ter a pele lisinha no verão
Ninguém quer começar a estação mais quente do ano com pelos encravados nas pernas, virilhas, bumbum… certo? Veja como contornar esse tormento feminino

PELE LISINHA E SEM PELOS PARA O VERÃO (FOTO: STEFANO MORO / BLAUBLUT EDITION)

Não importa a grife da minissaia ou a altura do salto da sandália: pernas com pontos vermelhos causados por pelos encravados simplesmente derrubam qualquer produção. E quem tem coragem de tirar a canga, se a virilha tem marcas de inflamação ou se o bumbum exibe bolinhas e aspereza?

Antes de se esconder de novo sob as roupas pesadas de inverno, faça uma enquete rápida. Sim, a maioria das mulheres sofre com esse trio de problemas. Por outro lado, a boa notícia é que ele não é tão difícil assim de resolver. “O primeiro passo para evitar pelos encravados é raspar ou depilar a perna em um único sentido, para que o folículo não mude de direção e, com isso, os fios fiquem dentro da pele”, sugere a dermatologista carioca Karla Assed.

Outra causa é que o pelo, às vezes, não acha o caminho de saída, por causa das células mortas que se acumulam sobre o poro. Quando isso acontece, a solução é esfoliar. Assim, a saída fica desobstruída e eles se soltam com mais facilidade. Comece logo após a depilação e repita o processo dois ou três dias depois. “Produtos à base de ureia, em potência em torno de 15%a 20%, e também com ácidos salicílico, retinoico e glicólico, dão bons resultados”, explica a médica. Bucha vegetal e esfoliantes comuns também ajudam. Experimente o sabonete líquido esfoliante Amêndoa da L´Occitane (R$ 89) e o esfoliante Calêndula da Granado (R$ 37). Ambos perfumam, hidratam e deixam a cútis mais lisa. Agora, quem deseja eliminar de vez o incômodo deve preparar a pele para os raios: “Laser é a solução definitiva, já que o pelo fica mais fraco e deixa de crescer”, diz Cláudia Magalhães, dermatologista de Recife.

BUMBUM DESCOBERTO
Outro pesadelo são as microbolinhas que aparecem frequentemente no bumbum. “Esse tipo de foliculite surge em mulheres que ficam muito tempo sentadas ou usam roupas muito justas”, esclarece a dermatologista Thais Pepe, de São Paulo. “É uma região que sofre bastante com o atrito”, completa. Nesse caso, de acordo com a médica, a solução é utilizar hidratantes manipulados com ácido retinoico, partículas esfoliantes e secativos associados com antibiótico tópico. “Peelings e ácido salicílico, realizados em clínicas, têm ação de choque e garantem ótimos resultados logo após a primeira sessão.” Mas, nesse caso, o problema só é totalmente resolvido após cerca de três a quatro retornos ao consultório.

 
Fonte: Revista Marie Claire
beijos, Fran
26/11 2013
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Substituindo alimentos

beijos, Fran
22/11 2013
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Pessoas que consomem uma porção diária de oleaginosas tendem a ser mais magras


Flávio Florido/Folhapress
O consumo diário de oleaginosas reduziu o risco de doenças do coração em 29% e de câncer em 11%

Pessoas que consomem uma porção diária de oleaginosas, como castanhas e nozes, têm uma redução de 20% no risco de morrer de qualquer doença e ainda tendem a ser mais magras.

É o que mostra um estudo conduzido por cientistas do Instituto de Câncer Dana-Farber, do Brigham and Women’s Hospital, e da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos EUA. Os resultados estão no periódico New England Journal of Medicine.

Trata-se do maior trabalho desse tipo já publicado: os pesquisadores analisaram dados de 76.464 mulheres no período de 1980 a 2010 e de 42.498 homens entre 1986 to 2010.

“O benefício mais óbvio foi a redução em 29% de mortes decorrentes de doenças do coração”, afirmou o médico Charles Fuchs, do Dana-Farber, um dos autores do trabalho. “Mas também observamos uma redução significativa – de 11% – nas mortes por câncer.”

Os pesquisadores não conseguiram determinar quais os tipos de oleaginosa mais benéficos à saúde – a redução na mortalidade foi similar entre consumidores de amendoim, castanha de caju, castanha do Pará, macadâmia, pistache, noz comum e noz pecan.

Estudos anteriores já tinham associado o alto consumo de oleaginosas à diminuição do risco de doenças como diabetes tipo 2, câncer de cólon, cálculo biliar e doenças do coração. O fato também foi ligado à redução do colesterol, do estresse oxidativo e dos níveis de inflamação, adiposidade e resistência à insulina. Mas nenhum deles envolveu tanto tempo e um número tão grande de pessoas.

 
Fonte: UOL NOTÍCIAS
beijos, Fran
21/11 2013
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