Mamoplastia
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Reconstrução mamária

reconstrução mama

A técnica de reconstrução mamária varia conforme a quantidade de mama a ser retirada. Este é um procedimento físico e emocionalmente gratificante para mulheres que perderam a mama devido a um câncer ou a outra situação. Uma nova mama pode melhorar radicalmente sua autoestima, autoconfiança e qualidade de vida.

A Lei 12.802 estabelece a cirurgia imediata reparadora para as mulheres vítimas de câncer de mama. Caso não seja possível a cirurgia imediata, a paciente deverá então ser acompanhada e passar pela cirurgia plástica assim que suas condições clínicas permitirem.

Fonte: SBCP

beijos, Fran
09/10 2013
Mamoplastia
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Qual a diferença entre ml e cc?

 O volume das próteses é medido em centímetros cúbicos (cc) comumente chamados de mililitros (ml).

Relação do L(litro) com o CC(centímetros cúbicos)

A grande dúvida de hoje, é muito comum, volta e meia alguém pergunta:

Qual seria a medida “cc”? Qual a diferença entre ml e cc?
Na verdade ml é igual a medida do cc.
ml – é uma subdivisão da unidade l ( litro )
cc – é uma unidade derivada do m (metro), centímetro cúbico1000cc é igual a 1 l <=> 1 l é igual a 1000ml.

Portanto 750cc equivalem a 0,75 litros ou 750ml.

beijos, Fran
07/10 2013
Mamoplastia
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Luciana – Relato de uma contratura capsular

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raquel2-2
 
raquel1-2
 
Me chamo Luciana( nome fictício)
Minha historia com a cirurgia plástica começou bem antes de marcar minha consulta, acho que com todas que passam por um procedimento destes é dessa forma né… Tudo se inicia com o nosso processo interno, onde refletimos entre o desejo e o possível, e vamos construindo um sonho e em busca disso vamos planejando nossa cirurgia. Toda cirurgia plástica que fazemos é cheia de expectativas, claro que sabemos dos riscos, mas por isso mesmo que buscamos o melhor cirurgião, melhor hospital e etc… 
Comigo não foi diferente… Eu tinha o sonho de colocar silicone e dessa forma, após escolher o melhor médico, me submeti a uma mamoplastia de aumento com mastopexia (inclusão de silicone e levantamento dos seios c/ redução de pele). Minha cirurgia havia sido um sucesso, tive alta no dia seguinte, estava tudo bem e eu extremamente feliz. Mas, após uns 3 dias comecei a me sentir debilitada, os pontos começaram a abrir, no quinto dia de pós operatório já estava com febre alta, muita dor e inchaço nos seios e comecei a ter uma secreção sanguinolenta através da fenda cirurgica. Corri no meu médico desde os primeiros sintomas e ele imediatamente trocou meu antibiótico por outro de maior espectro de ação e começou uma vigilância diária para acompanhar se eu reagiria a terapia antibacteriana. Mas não tive melhora, mesmo após 48 hs de inicio do novo antibiótico continuava com febre alta, a secreção aumentou, inchaço e dor pioraram… Com isto se deu certeza de que a  infecção estava se agravando e que, apesar de atualmente ser super raro, eu estava com infecção ao redor das próteses… Esse tipo de infecção não é comum devido a todos os cuidados que são tomados durante a cirurgia, sendo que todo manuseio da prótese durante a cirurgia é realizado de forma o mais cuidadosa possível para se evitar qualquer tipo de contaminação. Dessa forma, após 8 dias da cirurgia, meu médico realizou a extração das próteses, essa é a única forma de se combater, pois as bactérias formam um biofilme ao redor das próteses e o antibiótico não consegue combate-las… Então, após 1 semana meu sonho estava desmoronado… Tive que ficar sem as próteses e com a fenda cirúrgica aberta, fazendo assepsia e curativos varias vezes ao dia até conseguir terminar com toda secreção da contaminação. Nesse momento minha sensação era de mutilação, pois o aspecto dos meus seios ficou muito comprometido, sem as próteses e com a redução de pele os seios ficaram “murchos”, com aparência extremamente difícil de ser aceita por alguém q acabava de se submeter a uma plástica. Foram 2 meses até que se estabelecesse a cicatrização por segunda intenção, após isso veio a segunda cirurgia para colocar os implantes. Novamente me submeti a colocação dos implantes, imensa alegria em poder voltar a me sentir bem comigo mesma e realizar meu sonho. Mas, ainda assim não tive o sucesso que eu esperava, o pós operatório foi complicado, as próteses não estavam bem alojadas devido a fibrose intensa no local (processo normal após uma infecção), tendo uma diferença visível entre uma e outra e todo um tempo maior de espera para se obter um resultado satisfatório… Mas, com toda paciência e força, os meses se passaram… E com 7 meses de cirurgia notei q meu seio direito estava dolorido e endurecido, e meu médico confirmou que se tratava de um início de contratura capsular (quando a membrana que recobre o implante começa a se tornar mais espessa e vai pressionando cada vez mais a prótese). E ainda após um mês este mesmo processo iniciou- se no seio esquerdo, com endureci mento, dor e deslocamento das próteses mais para o alto e para o meio. E novamente aqui estou, aguardando pela próxima cirurgia, marcada para daqui um mês, para remoção e substituição das próteses. Sei que a contratura é como se fosse uma “rejeição” do organismo, mas infecção é um dos fatores que contribui para que isso ocorra, dessa forma meu médico irá mudar o plano de colocação das próteses e tenho esperança de que isso não ocorra novamente. Fico ansiosa para que nessa próxima cirurgia tudo ocorra como sempre sonhei, é muito difícil passar por infecção, retirada das próteses, contratura e saber que novamente irei passar por outro pós operatório com todos os cuidados e limitações que já passei duas vezes nesse ano… Mas em nenhum momento penso em desistir, jamais pensei na hipótese de ficar sem o implante e me conformar, as pessoas normalmente me perguntam se terei coragem de passar por tudo isso de novo e se surpreendem quando respondo: claro, passaria dez vezes por isso se precisasse! Elas não entendem e acho que nunca irão entender, o que eu sinto aqui dentro hoje quando me olho no espelho e vejo meus seios lindos e com o volume que sempre sonhei… Os riscos eu sei que existem, por isso mesmo sei que em todos os momentos eu fiz o que era possível para evitar complicações e sei que estou com o medico mais recomendado de minha cidade. Alias, esse ponto é muito importante, muitas pessoas, até alguns familiares criticam meu médico, como se ele tivesse sido culpado pela infecção, já que a contaminação ocorreu durante a cirurgia, mas esse é um risco, apesar de todos minuciosos cuidados todo ambiente hospitalar é passível de contaminações e não se consegue ter sempre um ambiente 100% imune, afinal são micro-organismos presentes em todos lugares. E com qualquer profissional, mesmo com o mais renomado, isso pode acontecer, então, pra mim, isso não faz meu médico ser culpado de nada, pois com todos os resultados de sucesso dele jamais ele teria intenção de que o trabalho dele tivesse uma complicação dessas… E mais do que isso, hoje eu sei que um bom médico não se conhece apenas pelos bons resultados, você ver histórias de sucesso e achar q é um bom médico é fácil, mas quando as coisas começam a acontecer de outra forma que não seja a que você esperava, nessa hora que você vê quem é o bom profissional, que vai ficar do seu lado a todo instante, cuidar de você e garantir refazer seu trabalho quantas vezes forem necessárias para que se tenha o resultado desejado. Isso é um bom médico, aquele que sabe lidar com as  adversidades, que se compromete com o sucesso e com a dificuldades que podem acontecer…  
Enfim,  com esse meu relato não quero passar medo para quem vai operar ou então minimizar os riscos de uma cirurgia plástica, alias a informação é a principal forma  de se garantir bons resultados, todos os casos e duvidas que acompanhei sempre me foram valiosos em tudo o que passei… Mas acho que a única coisa que eu gostaria de transmitir com a minha história é força para vocês, para quem já operou, para quem vai operar, para quem vai refazer… E dizer para que sempre se lembrem que os sonhos não são feitos para desistirmos deles e que um sonho só acaba quando é concretizado!
 
beijos, Fran
06/10 2013
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