Mamoplastia
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Saiba quem foi a primeira cobaia para o implante de silicone

 

A primeira cobaia para o implante de silicone foi uma cadela chamada Esmeralda, e o princípio básico por trás do protótipo era simples.


“Um foguete decola com uma elevação e um forte impulso, a mesma coisa serve para o aumento dos seios”, diz Thomas Biggs, que trabalhava com Gerow e Cronin em 1962 como residente em cirurgia plástica.

“Eu fiquei encarregado da cadela. O implante foi colocado embaixo da pele e deixado ali por duas semanas, até ela mastigar os pontos e a prótese teve que ser removida”, relembra.

A operação foi considerada um sucesso e Gerow declarou que os implantes eram “tão inofensivos quanto a água”. Pouco depois, sua equipe começou a procurar por mulheres dispostas a testar a novidade.
 
Fonte: BBC Brasil
beijos, Fran
01/05 2014
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Implantes de silicone: saiba como tudo começou





Implante de próteses mamárias é 2ª cirurgia plástica mais realizada ao redor do mundo

Timmie Jean Lindsey, uma americana mãe de seis filhos, foi a primeira mulher a receber um implante de silicone para aumentar o tamanho dos seios, em 1962.

Cinquenta anos depois, a operação realizada no hospital Jefferson Davis, em Houston, no Estado do Texas, tornou-se a segunda cirurgia plástica mais popular no mundo, com 1,5 milhão de procedimentos somente em 2010, perdendo apenas para a lipoaspiração.

Fonte: BBC Brasil
beijos, Fran
30/04 2014
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Cinquenta anos de evolução do silicone

Em diferentes opções de formato, preenchimento e revestimento, as próteses de silicone se adequam aos diferentes tipo de mama e se moldam ao corpo da mulher
 
Quer comportamento que mude mais ao longo dos anos do que a relação da mulher com a própria imagem? Da minissaia ao estilo boyfriend, do cabelo aprumado com laquê à escova progressiva, o estilo feminino é mutante. Da mesma forma que os anos 60 celebraram a magreza nas passarelas e os tempos atuais defendem a aceitação do próprio corpo, muita coisa aconteceu nas últimas décadas em uma área bastante valorizada no quesito beleza e autoestima da mulher – os implantes de silicone.
 
A disponibilidade de uma enorme gama de opções, considerando o formato (anatômicas, redondas, cônicas), o revestimento (texturizadas, lisas ou de poliuretano) e características como projeção, largura e altura resulta de 50 anos de evolução que nos trouxeram a próteses mais seguras, duráveis e adaptáveis ao corpo da mulher e aos diferentes tipos de mama.
 
“A primeira geração, nos anos 60, era composta de próteses de formato anatômico, lisas, preenchidas por gel viscoso e com alto índice de contratura capsular – problema que diminuiu na geração seguinte, na década de 1970, ao mesmo tempo em que aumentou o índice de ruptura e difusão do silicone através do envelope externo”, comenta Dr. Marcelo Olivan, cirurgião plástico. A maior segurança das próteses de silicone foi o principal ganho da geração dos anos 80, quando uma nova camada se uniu ao conjunto envelope + preenchimento: a barreira de difusão, que evita que o gel de silicone do interior da prótese extravase para seu o exterior.
 
As próteses de quarta e quinta gerações, ambas da década de 1990, são as que permanecem até hoje e têm como diferenciais o formato ainda mais anatômico e a forma estável de preenchimento, com menos ondulações (quinta), ambas mais seguras e menos suscetíveis a vazamento do conteúdo. Em 2008, surgiu o modelo cônico, que não se deforma com o passar do tempo.
 
“Com relação ao volume, era de 140 ml a 180 ml nos anos 80, passou de 200 ml na década seguinte, ficou na média de 300 ml a 350 ml nos anos 2000 e, atualmente, apesar de maiores, têm o aspecto bem mais natural”, acrescenta Dr. Marcelo.
 
Um ganho importante na linha do tempo das próteses de silicone são as revestidas de poliuretano, presentes no mercado desde o início dos anos 70. Usadas inicialmente para aumentar a aderência entre o implanta e os tecidos, hoje se aplicam a qualquer formato e, desde a década de 90, são produzidas no Brasil com exclusividade pela Silimed. Outro exemplo do pioneirismo da empresa é a nova linha de próteses com três modelos anatômicas e as opções redonda e cônica. As novas próteses da Silimed foram desenvolvidas especialmente para a mulher brasileira, cujo biótipo difere da americana e da europeia.
 
TESTADA E APROVADA: As próteses de silicone da Silimed passam por severos testes e o controle de qualidade ocorre em todas as etapas do processo produtivo, o que garante a excelência e segurança dos implantes. Se por acaso um implante apresentar alguma irregularidade é  descartado imediatamente. Todas as próteses são esterilizadas e para evitar qualquer tipo de contaminação microbiológica os produtos são submetidos a equipamentos qualificados. Até o ar da fábrica é monitorado e filtrado. Seguindo padrões nacionais e internacionais os ambientes são rigorosamente controlados e monitorados. Há controle da temperatura e umidade do ar.
 
RESISTÊNCIA: Para assegurar a  resistência dos implantes são realizados testes que avaliam a ruptura, alongamento, retorno elástico e resistência ao rasgo. Todas essas aferições são feitas com equipamentos específicos requeridos por padrões nacionais e internacionais. O teste de impacto é um exemplo. O implante é submetido a uma força de impacto de dispositivo que sofre queda livre, com altura proporcional a sua massa. Além de testes mecânicos são realizados também testes químicos e toxicológicos. Cerca de 40 funcionários trabalham no departamento de qualidade da empresa.
 
SELOS: Os implantes mamários SIlimed são aprovados no Brasil (Registro ANVISA e selo INMETRO), Europa (marca CE) Estados Unidos (aprovação pela FDA). Existem somente três fabricantes de implantes mamários gel nos Estados Unidos, sendo um deles a SILIMED), Coréia e vários outros países do mundo. 
 
 
evolução da protese silimed
Divulgação: Rojas Comunicação

 
 
beijos, Fran
29/04 2014
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