A cirurgia consiste em uma remodelação com o objetivo de elevar os seios e deixá-los com uma forma harmoniosa.
Não existe uma única técnica de ‘cura’ e, sim, diversas, que dependem da anatomia de cada paciente.
Sendo assim, dependento do tipo de mastopexia, a mulher pode precisar de prótese de silicone ou fazer apenas uma redução.
Riscos da cirurgia
Embora a recuperação seja tranquila, o cirurgião plástico deve informar aos pacientes sobre todas as complicações, inclusive as mais excepcionais.
Os riscos da anestesia serão comentados pelo anestesista: ele deve falar sobre embolia, por exemplo.
Entre os riscos provenientes da cirurgia, cabe mencionar as ocorrências de necrose, especialmente em casos de tabagismo, hematomas, infecção ou problemas de cicatrização. Uma assimetria mamária pode ainda ocorrer após a operação.
As cicatrizes
Seja qual for a técnica utilizada, a cirurgia estética sempre tenta evitar cicatrizes.
O traço das incisões variarão de acordo com o tipo de mastopexia. Destacamos três tipos de cicatrizes:
A mais frequente, se trata de uma cicatriz ao redor da auréola seguida de um traço vertical. Ela tende a ficar nas tênue com o passar dos anos.
Quando o caimento é leve, a cirurgia pode resultar em apenas uma cicatriz ao redor da auréola.
A cicatriz em T só afeta correções de queda associadas à uma redução mamária: o traço consiste em uma cicatriz ao redor da auréola seguida de uma linha vertical e depois uma horizontal na dobra do seio.
A cicatrização é um processo lento. É necessário esperar, aproximadamente, um ano para definir o aspecto definitivo. É importante seguir corretamente os cuidados do pós-operatório para obter os melhores resultados possíveis. Em alguns casos é preciso fazer massagem nos seios. O sol deve ser evitado por um ano e o protetor solar deve ser usado pelo obrigatoriamente pelo mesmo período.


