Mamoplastia
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Como é a cicatriz da mastopexia?

DICAS DE MULHER

Gilio explica que a cicatriz dependerá muito da quantidade de pele e do nível de flacidez dos seios da paciente. Dada a devida atenção a esses detalhes, são possíveis três tipos de cicatriz.

  • Periareolar: indicada para pacientes com mamas pequenas e que não possuem muita flacidez e excesso de pele.
  • Vertical: incisão vertical que percorre a aréola. A técnica é usada quando a mulher possui flacidez leve ou moderada.
  • T invertido: é uma incisão que vai da aréola até o sulco inframamário. Cicatriz indicada para quem apresenta o grau mais alto de flacidez e excesso de pele na região dos seios.

Gomes reitera que as cicatrizes exigem incisões em locais diferentes para que os seios sejam levantados e moldados corretamente. Portanto, determinar o tipo de cicatriz é uma etapa importante que deve ser conversada e definida junto ao médico ou médica.

Fonte: Dicas de Mulher

beijos, Fran
14/05 2020
Mamoplastia
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Mastopexia: como funciona?

ISTOCK

Quando se trata de cirurgia, são muitas as perguntas que vêm à mente, por isso, é importante entender como funciona todo o processo e tirar as principais dúvidas com um profissional antes de realizar qualquer procedimento.

No caso da mastopexia, a cirurgiã plástica e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Karina Gilio, explica que a técnica consiste basicamente em usar o excesso de pele e a musculatura para remodelar as mamas, deixando-as mais arredondadas e empinadas. Além disso, médica explica ainda que a mulher pode optar por fazer um dos dois tipos de mastopexia que existem.

Tipos de mastopexia

  • Mastopexia sem prótese: quando o próprio tecido, gordura e pele da mulher são usados para reconstruir os seios.
  • Mastopexia com prótese: quando a prótese é usada para aumentar o volume dos seios.

Com ou sem prótese, o objetivo da mastopexia é minimizar a flacidez dos seios. Mas o resultado final pode diferir de um para o outro. Algumas mulheres preferem deixar as mamas naturais, enquanto outras optam pela prótese para alcançar um efeito maior e mais firme.

Fonte: Dicas de Mulher

beijos, Fran
10/05 2020
Plásticas
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Estar preparado psicologicamente para a cirurgia plástica é fundamental

FOTO: THINKSTOCK

A cirurgia plástica sempre esteve associada à psicologia. Iniciou como cirurgia reparadora, havendo relatos de casos de reconstrução nasal datados da idade média. Foi introduzida no Brasil pelo Dr. Antonio Prudente, no final da década de 30.

A busca da reparação de deformidades congênitas ou adquiridas visava a restauração da função afetada, assim como minimizar as importantes conseqüências psicológicas no campo pessoal, afetivo e profissional.

Com o aperfeiçoamento das técnicas cirúrgicas e anestésicas, a cirurgia plástica passou também a visar o aprimoramento estético, justificado pela crescente busca da autoestima.

Porém, a massificação da mídia e imposição do padrão de beleza vigente tem também trazido distorções psicológicas.

Há pacientes eternamente insatisfeitos consigo mesmos e que projetam na cirurgia plástica a resolução dos seus problemas. Evidentemente serão sempre insatisfeitos com os resultados obtidos, por melhores que sejam, pois a cirurgia não resolverá as mazelas pessoais, familiares e profissionais.

Existem outros que apresentam distorções de autoimagem, sempre buscando correção de defeitos inexistentes. Logicamente também nunca ficarão satisfeitos com a cirurgia, pois o foco mudará assim que esta terminar e encontrarão novo defeito.

Outro tipo de distorção psicológica encontrado nos consultórios é exemplificado por pacientes que querem alterar a fisionomia para se parecerem com celebridades. Caso tais alterações sejam tentadas, haverá uma frustração por não ficar igual ao seu ídolo além de poder passar a apresentar problemas de não reconhecimento da autoimagem.

Uma importante particularidade da cirurgia plástica estética, e que, ao meu ver, é uma grande vantagem em relação aos outros campos da medicina, é que não há necessidade nem urgência em fazê-la. Isso permite que ela seja realizada apenas no momento ideal, quando o paciente estiver pronto nos planos físico e psicológico.

O papel do cirurgião é buscar no arsenal técnico formas de obter melhorias que visem o rejuvenescimento e a correção de distorções estéticas, porém sem alterar as características étnicas e fisionômicas, visando sempre a naturalidade dos resultados.

A conversa com o paciente deve ser clara, direta e franca, não deixando dúvidas quanto aos resultados possíveis e limitações técnicas. Nos casos de se deparar com pacientes instáveis emocionalmente, deve encaminhar para acompanhamento psicológico e postergar a cirurgia.

Sendo assim, a cirurgia plástica é um procedimento seguro e com alto índice de satisfação entre pacientes e médicos. Porém, o Especialista sabe que tão importante como saber quem, como e quando operar é saber quem NÃO operar, caso contrário ambos ficarão insatisfeitos.

Fonte: Dicas de Mulher

beijos, Fran
05/05 2020
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