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Como identificar um bom profissional anestesista?

A resolução do CFM  garante o direito da paciente de passar em consulta com um anestesista antes de qualquer procedimento cirúrgico e especificadas todas as técnicas e qual a mais indicada para uma Cirurgia Plástica, faltava apenas os esclarecimentos de um médico anestesiologista em relação a um procedimento tão importante e indispensável ao ato cirúrgico.

O paciente deve verificar a Formação Acadêmica e experiência do Anestesista, além de consultar se o mesmo é um profissional especializado e membro da Sociedade Brasileira de Anestesiologia.

“O médico anestesista é responsável pela segurança da cirurgia, aplicando medicamentos anestésicos que possibilitarão um procedimento indolor e confortável ao paciente. Além disso, ele irá monitorar os parâmetros fisiológicos como frequência cardíaca, pressão arterial e respiração, preparando o paciente para um ato operatório de sucesso.” Explica o mestre em anestesiologia Fabrício Veloso, diretor clínico da Dream Plastic. (CRM-SP 104.838/RQE 28.108).

Fonte: Dream Plástic

beijos, Fran
20/01 2019
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Anestesia geral – Riscos

A anestesia geral é uma técnica anestésica que promove abolição da dor (daí o nome anestesia), paralisia muscular, abolição dos reflexos, amnésia e, principalmente, inconsciência.
A anestesia geral faz com que o paciente torne-se incapaz de sentir e/ou reagir a qualquer estímulo do ambiente, sendo a técnica mais indicada de anestesia nas cirurgias complexas e de grande porte.

COMO É FEITA A ANESTESIA GERAL?

A anestesia geral possui quatro fases: pré-medicação, indução, manutenção e recuperação.
A fase de pré-medicação é feita para que o paciente chegue ao ato cirúrgico calmo e relaxado.Normalmente é administrado um ansiolítico (calmante) de curta duração, como o midazolam, deixando o paciente já com um grau leve de sedação. Deste modo, ele entra na sala de operação sobmenos estresse.

A fase de indução é normalmente feita com drogas por via intravenosa, sendo o Propofol a mais usada atualmente. Após a indução, o paciente rapidamente entra em sedação mais profunda, ou seja, perde a consciência, ficando em um estado popularmente chamado de coma induzido (leia:COMA INDUZIDO). O paciente apesar de estar inconsciente, ainda pode sentir dor, sendo necessário aprofundar ainda mais a anestesia para a cirurgia poder ser realizada. Para tal, o anestesista também costuma administrar um analgésico opióide (da família da morfina) como o Fentanil.
Neste momento o paciente já apresenta um grau importante de sedação, não sendo mais capaz de proteger suas vias aéreas das secreções da cavidade oral, como a saliva. Além disso, na maioria das cirurgias com anestesia geral é importante haver relaxamento dos músculos, fazendo com que a musculatura respiratória fique inibida. O paciente, então, precisa ser intubado* e acoplado a ventilação mecânica para poder receber uma oxigenação adequada e não aspirar suas secreções.

* Em algumas cirurgias mais rápidas, ou que não abordem o tórax ou o abdômen, pode não ser necessária intubação, ficando o paciente apenas com uma máscara de oxigênio.

No início da fase de manutenção as drogas usadas na indução, que têm curta duração, começam a perder efeito, fazendo com que o paciente precise de mais anestésicos para continuar o procedimento. Nesta fase, a anestesia pode ser feita com anestésicos por via inalatória ou por via intravenosa. Na maioria dos casos a via inalatória é preferida. Os anestésicos são administrados através do tubo orotraqueal na forma de gás (vapores) junto com o oxigênio, sendo absorvidos pelos alvéolos do pulmão, passando rapidamente para a corrente sanguínea. Alguns exemplos de anestésicos inalatórios são o óxido nitroso e os anestésico halogenados (halotano, sevoflurano e desflurano), drogas administradas continuamente durante todo o procedimento cirúrgico.
A profundidade da anestesia depende da cirurgia. O nível de anestesia para se cortar a pele édiferente do nível para se abordar os intestinos, por exemplo. Conforme o procedimento cirúrgico avança, o anestesista procura deixar o paciente sempre com o mínimo possível de anestésicos. Uma anestesia muito profunda pode provocar hipotensões e desaceleração dos batimentos cardíacos, podendo diminuir demasiadamente a perfusão de sangue para os tecidos corporais.

Quando a cirurgia entra na sua fase final, o anestesista começa a reduzir a administração dasdrogas, já planejando uma cessação da anestesia junto com o término do procedimento cirúrgico. Se há relaxamento muscular excessivo, drogas que funcionam como antídotos são administradas. Nesta fase de recuperação, novamente analgésicos opioides são administrados para que o paciente não acorde da anestesia com dores no local onde foi cortado.

Conforme os anestésicos inalatórios vão sendo eliminados da circulação sanguínea, o paciente começa a recuperar a consciência, passando a ser capaz de voltar a respirar por conta própria. Quando o paciente já se encontra com total controle dos reflexos das vias respiratórias, o tubo orotraqueal pode ser retirado. Neste momento, apesar do paciente já ter um razoável grau de consciência, ele dificilmente se recordará do que aconteceu nesta fase de recuperação devido aos efeitos amnésicos das drogas.

Fonte: mdsaúde/http://www.mdsaude.com/2010/10/anestesia-geral.html

beijos, Fran
18/01 2019
Plásticas
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Por que Hidrolipo e não lipoaspiração?

Os locais que vendem a lipoaspiração como hidrolipo anunciam, na maioria das vezes, como um novo procedimento estético. E, pior, até divulgam que é menos dolorido e o pós-operatório é mais simples.

Mas será que essa informação está correta?

Na verdade, ele segue o mesmo método da cirurgia tradicional. Removendo a gordura localizada por meio da aspiração com cânulas (tubos metálicos) conectadas a seringas ou algum aparelho a vácuo.

Por ser um procedimento com poucas mudanças técnicas da lipoaspiração convencional, a hidrolipo é intitulada como um mero apelo de marketing.

Esses novos argumentos criados fazem as pacientes acreditarem que a hidrolipo pode ser realizada dentro de uma clínica e sem a presença de um anestesista.

Entretanto, o procedimento continua sendo cirúrgico. Por isso deve ser feito em um hospital e por um cirurgião plástico especializado.

Se você deseja se livrar daqueles pneuzinhos chatos que insistem em permanecer, mesmo depois de adotar uma boa alimentação, opte por realizar a lipoaspiração com um cirurgião plástico registrado na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e que tenha CRM.

Mas lembre-se, para que o seu sonho não vire um pesadelo, é fundamental escolher muito bem o profissional e a clinica de lipoaspiração ou hidrolipo em SP.

Assim você NÃO:

  • Tem seu resultado prejudicado por um cirurgião inexperiente
  • Coloca sua vida em risco, operando em um local sem estrutura
  • Compromete sua segurança utilizando materiais de segunda linha
  • Fica desamparada em uma clínica sem equipe de apoio no pós-operatório
  • Opera sem a presença de um anestesista
  • Sofre com dores agudas, pelo médico ter usado apenas anestesia local
  • Se arrepende de ter investido um valor no preço da hidrolipo

Fonte: Dream Plastic

beijos, Fran
15/01 2019
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