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O que é Lobuloplastia?

lobuloplastia

Lobuloplastia é a cirurgia plástica para corrigir o problema da orelha rasgada.

Você, assim como a maioria das mulheres, não consegue sair de casa sem brincos? E quando isso acontece você se sente como se faltasse algo?

É até compreensível essa sensação, pois o acessório complementa ainda mais o visual, com suas cores e tamanhos diversificados.  Porém, alguns modelos são verdadeiros vilões para a estética da orelha.

A reconstrução do lóbulo da orelha é indicada, geralmente, para mulheres que usam brincos grandes e pesados. Ou pessoas que tiveram a ruptura do lóbulo da orelha devido ao uso de alargadores.

Portanto, se você usa brincos muito pesados repetidas vezes ou alargadores grandes, então pode sofrer com o incomodo de ter furos avantajados ou rasgos nas orelhas.

Reunimos aqui a principal alternativa para você saber como diminuir o furo da orelha. Mas lembre-se: caso volte a usar brincões, o problema pode voltar.

Por que a orelha rasgou?

orelha rasgada

lóbulo da orelha, que fica localizado na região inferior, é uma área muito sensível, formada apenas por pele e gordura. Sem a presença de músculo e cartilagem, ou seja, não há nenhuma sustentação.

Não dá pra dizer, precisamente, qual o peso que essa região aguentaria. Porém, você pode ficar atenta aos sinais da orelha rasgando. Por exemplo, se o brinco for pesado demais você vai sentir uma tensão repuxando a pele pra baixo.

Após anos e anos usando maxibrincos pesados, a consequência é uma orelha rasgada. Em casos mais graves, o rasgo não será um furo alargado, mas a orelha dividida em duas partes.

Como diminuir o furo da orelha?

A solução definitiva para reconstruir o lóbulo é costurar orelha furada. Trata-se da cirurgia plástica chamada de Lobuloplastia.

O objetivo do procedimento é corrigir os furos alargados ou os lóbulos que foram completamente rasgados. Deixando no lugar do rasgo uma cicatriz discreta, para que você possa usar brincos novamente.

Contudo, não é recomendável fazer o furo novo na mesma região operada. Já que a pele estará mais fina e sensível.

Lobuloplastia: Cirurgia para fechar orelha alargada

cirurgia para diminuir a orelha

A anestesia utilizada na Lobuloplastia, geralmente, é a local sem necessidade de sedação. A operação de orelha é bem simples e rápida, dura cerca de 30 minutos.

A reconstrução do lóbulo da orelha é feita por meio de uma costura.

Primeiro, o médico retira uma parte da pele em volta do rasgo. Em seguida, ele vai costurar a orelha, juntando as duas partes.

Em alguns casos, o cirurgião plástico opta por uma cirurgia para diminuir a orelha, mais especificadamente o tamanho do lóbulo. Pois, a região pode ter ficado grande devido ao peso do acessório utilizado antes do rasgo.

Se além da orelha rasgada você também sofre com a aparência de abano, então o cirurgião plástico pode indicar a combinação de dois procedimentos: a Cirurgia de Otoplastia junto com a Lobuloplastia.

Recuperação após a reconstrução do lóbulo da orelha

Após a cirurgia de fechar a orelha, a região pode ficar um pouco dolorida e inchada.  Em casos raros podem surgir algumas manchas roxas.

Devido à recuperação ser bem tranquila, o paciente pode voltar ao trabalho no dia seguinte. Talvez seja necessário fazer um curativo no local dos pontos, porém o médico de orelha vai orientar corretamente.

Os pontos deverão ser retirados pelo seu cirurgião depois de 10 dias da intervenção. Inicialmente a cicatriz fica com a aparência avermelhada. Mas com o passar dos meses a cor se aproxima ao da sua pele. Fica quase imperceptível.

Vale ressaltar que, dependendo da condição genética da paciente, pode surgir queloides ou cicatriz hipertrófica. Mas o cirurgião plástico aplica os tratamentos necessários para reverter esse caso.

Pode usar brinco ou alargador depois da Lobuloplastia?

como diminuir o furo da orelha

Sim, porém recomenda-se que você não faça o furo no local que estavam os pontos. Pois, a região estará mais sensível.

Entretanto, para fazer um novo furo na orelha, você precisa aguardar 2 meses após a cirurgia plástica. Mas, caso você queira usar brincos de pressão, é possível quando tirar os pontos.

Acredito que você não vai querer que a orelha rasgada volte, né? Por isso, adote cuidados para manter uma aparência bonita, sem furos alargados ou rasgos.

  • Evite o uso frequente de brincos pesados
  • Não coloque um alargador muito grande
  • Evite dormir ou praticar atividades físicas usando brincos
  • Cuidado para os brincos grandes não enroscarem

Quanto custa uma cirurgia de orelha? O valor de uma Lobuloplastia varia de R$ 2.998,00 a R$ 9.645,00 (Agosto/2018). Esse preço é uma média dos locais que operam seguindo todo o protocolo de segurança, com cirurgias realizadas por profissionais membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Vale ressaltar que se você busca por um resultado bonito, então é necessário tomar algumas medidas de segurança, como:

  • Analise se a clínica tem uma estrutura adequada para o procedimento
  • Verifique se o local segue os devidos procedimentos de higiene
  • Certifique-se que o procedimento será realizado por um cirurgião plástico
  • Avalie se há uma equipe interna de enfermagem para te atender no pós-operatório
  • Fonte: Dream Plastic

beijos, Fran
04/12 2020
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Dismorfia corporal

Dismorfia Corporal

Há cada 100 mulheres, apenas 4 se acham bonitas. Esse é um dado que reflete o peso da aparência na nossa atual sociedade e faz surgir as “doenças dos tempos modernos”, como a Dismorfia Corporal.

Para você ter uma ideia, apesar de apenas 4 se acharem bonitas, 80% delas conseguem enxergar a beleza em outras mulheres. Até parece contraditório, mas se pararmos para pensar, essa é uma realidade.

Apesar de não estarmos felizes com nossa aparência, é fácil apontar pessoas bonitas, com corpos perfeitos, cabelos incríveis, pele de bebê…

Os dados mencionados acima fazem parte da pesquisa “A Verdade sobre a Beleza”, realizada pela marca Dove. E, apesar de não ter ligação direta com a Dismorfia Corporal, ou Dismorfofobia como também é conhecida, devemos enxergá-los como um alerta.

Não há nada demais em querer turbinar os seios, reduzir flacidez, tirar uma ruga… Ou seja, mudar algo que nos incomoda. As cirurgias plásticas de caráter reparador ou estético podem proporcionar muitos benefícios. E não apenas na nossa aparência, mas também na nossa autoestima.

O problema é quando a insatisfação com o espelho vira uma obsessão. Passamos a maior parte do tempo sofrendo por vergonha do nosso corpo e fazendo loucuras para corrigi-lo.

O que é Dismorfia Corporal?

dismorfofobia

A Dismorfia Corporal é um transtorno psicológico caracterizado pela visão distorcida que uma pessoa tem do seu próprio corpo.

Em entrevista ao programa Morning Show, da Jovem Pan, a Daiane Garbin explica a dismorfia como uma “feiura imaginária”. “A pessoa encana com alguma parte do corpo ou do rosto e, realmente, se acha muito feia. Tem pessoas que relatam que se acham uns monstros quando se olham no espelho”, acrescenta.

O problema costuma estar associado à baixa autoestima e serve como um facilitador de outras doenças, como depressão, bulimia e anorexia.

Estar um pouco acima do peso, ter os braços mais grossos, manchas na pele… Esses são apenas alguns exemplos de fatores que podem causar o Distúrbio de Imagem Corporal. Ao ter a doença, a pessoa acredita que todo mundo percebe e fica olhando para “aquele defeito”.

Em casos mais graves, quem sofre com o transtorno se isola totalmente. Isso porque, no geral, tendem a evitar encontros sociais.

Como identificar dismorfia corporal?

transtorno dismórfico corporal

Não há um perfil específico de pessoa ou exames laboratoriais ou de imagem, que possam identificar esse transtorno de imagem. Além disso, quem sofre com a dismorfia não tem nenhum problema sério de aparência, como deformações ao longo do corpo.

Mas e aí, como diferenciar uma pessoa muito vaidosa de quem tem a doença?

Um bom indicador é quando alguém, mesmo após fazer algumas cirurgias plásticas, continua insatisfeito com seu corpo. Além de, normalmente, ter expectativas irreais quanto ao resultado da próxima intervenção.

disturbio imagem corporal

A pressão social pelo corpo perfeito é um dos principais causadores do transtorno dismórfico corporal. E, essa é uma doença crônica, ou seja, pode durar por anos e até pela vida inteira da paciente.

Mas há tratamento! É importante que ele seja feito por uma equipe multidisciplinar, composta por um psiquiatra e um psicoterapeuta.

Cada caso exige análise, mas no geral, a paciente é tratada com sessões de terapia e medicação antidepressiva.

O ideal é passar com um terapeuta experiente no atendimento de quem tem Distúrbio de Imagem Corporal, também conhecido pela sigla TCD. Profissionais acostumados a tratar pacientes com outros transtornos, como alimentares e TOC também são boas sugestões.

No caso das medicações, você deve usar apenas com prescrição médica, pois algumas podem causar efeitos colaterais.

O fato de a nossa aparência ter grande importância social e emocional não ajuda. Mas os padrões de beleza são mutáveis, o que não muda é a influência deles na autoestima feminina.

Há 10 anos qualquer sobrepeso era motivo para cirurgias bariátricas ou redução do estômago. E, não estamos falando de Obesidade, que é uma doença capaz de aumentar o risco para várias enfermidades.

A ditadura da magreza era feroz, mas aos poucos essa página é virada.  Estamos numa fase de transição de conscientização.

Conforme já mencionamos, não há problema nenhum em preocupar-se com sua aparência. Pelo contrário, isso faz bem para você, eleva sua autoestima, confiança…

Precisamos ficar atentos aos excessos, principalmente quando a busca por mudar um aspecto físico vira uma obsessão, surgindo o Distúrbio de Imagem Corporal.

Fonte: Dream Plastic

beijos, Fran
27/11 2020
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Cirurgias plásticas voltam com tudo no afrouxamento do isolamento social

Cirurgia plástica Foto: Robert Daly / Getty Images

A vendedora Lívia Roque, de 36 anos, se internou em 8 de junho para fazer uma cirurgia. Apesar dos números ainda altos de contágios e mortes por coronavírus no Rio de Janeiro, ela não teve medo. “O hospital interna os pacientes com Covid-19 em outro prédio”, explica.

Seu procedimento foi rápido e no dia seguinte ela foi para casa se recuperar de um implante de silicone nos seios. Como Lívia, muita gente tem aproveitado o trabalho remoto para investir na estética, o que, apesar dos pedidos de isolamento social, já provocou um aumento por volta dos 30% nas plásticas em comparação ao mesmo período do ano passado.

A demanda represada pelos meses de consultórios fechados (de março a maio) é parte da explicação, mas os cirurgiões plásticos apostam em outras motivações, a maioria delas ligadas a esses tempos de exceção. O ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica André Maranhão acredita que o fator “tempo em casa” foi crucial. “A recuperação fica mais fácil. É possível fazer uma reunião por videoconferência dois dias depois de operado dependendo do procedimento”, pondera. Essa foi a principal motivação de Lívia. “Meu marido também está de home office e com isso poderia me ajudar na recuperação e cuidar do nosso filho e da casa”, conta a mãe de um menino de 7 anos.

Mas Maranhão lista também em outros fatores para uma busca estética.“As pessoas estão se vendo mais. Em uma reunião presencial, você não se percebe. Mas no Zoom, é o seu rosto ali o tempo todo e sem filtro”, explica. “Começaram a notar mais as imperfeições”. Ele ressalta que houve um aumento das cirurgias na região das pálpebras, como a blefaroplastia, que retira os excessos de pele e levanta o olhar. A dermatologista Paula Bellotti também sentiu isso: “Olhos e pescoço são as maiores demandas. Justamente as regiões que a máscara não esconde”. Para essas áreas, há busca por bioestimuladores, microagulhamento robótico e hidratação com ácido hialurônico.

A médica reabriu sua clínica aos poucos a partir de maio, começando a atender pacientes com queda de cabelo e acne causadas pelo estresse da quarentena. Mas viu chegar logo uma busca considerável pelos procedimentos estéticos. “Também há uma procura grande por tratamentos corporais”, observa. Os que estão na moda são o campo eletromagnético para ativação celular e o ultrassom microfocado, que usa calor para combater a flacidez.

O cirurgião plástico Pedro Granato também ficou surpreso com a demanda de seu consultório na reabertura, mas alerta: “Qualquer cirurgia baixa a imunidade. Então, os cuidados devem ser redobrados para não se contaminar nesse período”. Ele conta que a procura por lipoaspiração está alta. “Com as academias fechadas e o estresse com a quarentena, as pessoas engordaram”, aposta.

Para Cristiano Damasceno, de 47 anos, foi uma questão de timing. Tendo se curado da Covid-19 em julho, ele se sentiu mais seguro para realizar uma lipo HD no abdômen em setembro. “Eu já pensava, mas a vontade ficou bem mais forte no confinamento”, confessa. Personal shopper, Cristiano trabalhava viajando e ficou parado com a pandemia.

Os cirurgiões acreditam que o período difícil também fez as pessoas tomarem coragem. “Acho que há uma ânsia por viver e por não perder tempo para realizar seus desejos”, se arrisca André Maranhão. Apesar das críticas a quem está focado em si mesmo em meio a tantos problemas, Paula Bellotti não enxerga esse movimento como superficial: “Veio forte um pensamento de autocuidado, especialmente entre as mulheres maduras”, observa. “Não sinto que as pessoas estão fazendo isso para atender expectativas dos outros, mas por elas mesmas”.

Fonte: O Globo

beijos, Fran
25/11 2020
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